CIA DA NOTÍCIA

Encontros buscam fortalecer as CDL’s do Sul da Bahia

Lojistas do Sul da Bahia em Ubaitaba

Lojistas do Sul da Bahia em Ubaitaba

Representantes de Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL) do Sul da Bahia se reuniram nesta quarta-feira (20), em Ubaitaba, para planejar estratégias para a realização de promoções e fortalecimento do comércio de suas cidades. Esses encontros estão sendo efetivados mensalmente, e dois assuntos dominaram a pauta dos lojistas sul baianos: a formação de parcerias para as campanhas de Natal e sediar o próximo Congresso Lojista baiano na cidade de Ilhéus.

Segundo o presidente da CDL de Ubaitaba (anfitriã do encontro), Arildo Favoretti, a troca de informações e experiências entre os lojistas é de vital importância para o comércio, um dos principais segmentos da economia brasileira. Assegura Arildo, o comércio é um empregador e quem faz circular as riquezas produzidas no país, e que, portanto, tem que ter estratégias para fazer com que esses bens cheguem aos consumidores a preços justos.

O presidente da CDL de Itabuna, Jorge Braga, fez uma explanação sobre as vantagens em promover campanhas de vendas em épocas importantes para o comércio, pois além de uma ferramenta de incentivo às vendas, também premia os consumidores. “Essa troca é muito importante para os lojistas, que vendem mais, e para os consumidores, que podem ser sorteados com uma vasta premiação”, disse Braga.

Também presente ao encontro, o presidente da CDL de Canavieiras, Ériston Nascimento, ressaltou a importância das parcerias para a instituição, tanto nas promoções, como no dia a dia do comércio. “Este ano, ampliamos nossa parceria com a Prefeitura, que nos garantiu um veículo zero-quilômetro para a campanha natalina. Esse recurso destinado pelo município tem um reflexo muito grande no incentivo às vendas e retorna em forma de imposto”, revela Ériston.

Arildo Favoretti informou que a CDL de Ubaitaba está firmando convênios com diversas empresas e instituições, no sentido de ampliar as vantagens para o comércio e os consumidores de sua cidade. No entender do vice-presidente da CDL de Canavieiras, José Batista Gama, essa troca de serviços e informações é um diferencial para o comércio de uma cidade poder competir com as vendas na internet e os grandes centros.

Congresso Lojista – O diretor Promocional da CDL de Itabuna (também ex-presidente da entidade), Carlos Leahy, acentuou a realização de eventos para os lojistas, como trazer palestrantes conceituados para mostrar e incentivar os negócios. E revelou que as CDL’s do Sul da Bahia precisam se unir para trazer o 36º Congresso Estadual do Comércio Lojista do Estado da Bahia para ser realizado em Ilhéus.

O presidente da CDL de Ilhéus, Clóvis Júnior, não pode participar do encontro, mas falou com seus colegas lojistas por telefone e se dispôs a ser o anfitrião do Congresso, que já foi realizado em conjunto pelas CDL’s de Ilhéus e Itabuna. O próximo passo é formalizar o pleito junto à Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado da Bahia (FCDL), cujo documento será entregue pelos representantes das entidades sul baianas.

O Congresso Lojista é um megaevento onde são apresentados os vários cenários da economia nacional, as soluções para os problemas que acometem o segmento e a troca de experiências. No mesmo evento também participam representantes de grandes fornecedores, autoridades, parceiros e patrocinadores. “Tudo isso abrilhantado com palestra de especialistas renomados”, concluiu Jorge Braga.

Ao final do encontro, ficou decidido que o próximo encontro lojista do sul da Bahia será realizado em Canavieiras, entre os dias 13 ou 14 de outubro. Participaram, ainda, do encontro, os ex-presidentes da CDL de Ubaitaba Landovaldo Brandão (vice-presidente), Antônio Francisco (diretor), Joanilson Bispo Barbosa (diretor), e Jailton Araújo (diretor e vice-prefeito). Waldeck Caricchio, tesoureiro da CDL de Itabuna.

CANAVIEIRAS FAZ BOA PARTICIPAÇÃO DE COPA CACAU DE VÔLEI

Vôlei do CDC em Itabuna-400x400A equipe canavieirense, representada pelos atletas do Clube Desportivo Canes (CDC), participaram, nos dias 16 e 17 de setembro últimos, na cidade de Itabuna, da 1ª Copa Cacau de Vôlei Masculino Adulto. Os jogos foram realizados na Vila Olímpica Everaldo Cardoso, e foram organizados pela FM Esportes e realizados pela Prefeitura de Itabuna.

Segundo o coordenador da Copa, Fernando Rios, as equipes ficaram empolgadas com a competição e a Copa Cacau de Volei veio para ficar. Jogadores de diversos municípios da região se inscreveram e eles estão ansiosos pelo campeonato. “Isso me deixa muito feliz, porque o projeto foi pensado com muito carinho, e graças a Deus, e aos nossos parceiros, dentre eles, a FICC, pudemos concretizá-lo”, ressaltou. 

Para Fernando, o objetivo do evento é promover integração entre os atletas e a população que ama essa modalidade esportiva. O evento contou com apoio da Diretoria de Esporte da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), e reuniu cerca de 250 atletas de Salvador, Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Ituberá, Canavieiras, Ilhéus, Itabuna, dentre várias cidades da Bahia.

 “Foi um momento muito importante na história do esporte de Canavieiras, o vôlei ser representado com atletas da cidade na Copa Cacau. A experiência obtida nesses jogos, de um nível avançado mostra a qualidade do vôlei que vem crescendo ao longo dos anos, revelando grandes atletas”, comenta o o jogador Anderson Silva.

“Fico muito feliz em ver os bons resultados do CDC, através do Projeto Esporte & Ação, desenvolvido há mais de 25 anos. Espero que essa experiência sirva de conhecimento e amadurecimento para os Atletas do CDC Vôlei Masculino e que eles possam multiplicar esta vivência com os demais colegas”, relata o técnico de vôlei Boinha Freire.

Os atletas da equipe do CDC Volei Masculino agradecem a Prefeitura de Canavieiras, a Hidraluz, ao comércio local e Professor Boinha pelo apoio dado para a participação deles neste grande evento regional.

JORNALISMO PERDE ROBERTO RABAT

DO PIMENTA BLOG

A blogosfera regional perdeu o pai. O jornalismo ficou sem uma de suas principais referências. Roberto Rabat Chame (foto), de 62 anos, nos deixou às 16h45min desta quinta (14). O fundador do primeiro blog sul-baiano, o R2Cpress, faleceu após sofrer um infarto e ficar internado por mais de 20 dias no Hospital de Ilhéus.

O menino-repórter começou no jornalismo aos 13 anos. Estreou como repórter da Rádio Cultura de Ilhéus. Depois, migrou para o jornalismo impresso e fez história no webjornalismo baiano com o site R2Cpress, daí o apelido de Pai da Blogosfera regional. O R2Cpress foi fundado em 2003.

A família divulgará, nas próximas horas, o local de velório do corpo do jornalista.

Um pouco dos 48 anos de jornalismo de Rabat pode ser conferido numa entrevista que ele concedeu ao PIMENTA em 2009, ano em que o Rei da Arubumba completou quatro décadas de profissão.

A entrevista traduz bem o espírito de Rabat, um grande ser humano, um grande profissional e grandes histórias. Fala do começo no jornalismo, do R2Cpress e de como incendiava Ilhéus com sua Arubumba – ou o Marimbondo (reveja aqui).

Frases de Rabat

Parece que eu nasci pra fazer reportagem. Ninguém acreditava, cara.

Peço a Deus que chegue o tempo em que a coisa seja verdadeira, que não exista tanta safadeza, tanta mentira, que o político deixe de enganar.

Rapaz, eu achava rádio interessante. O pessoal lá de casa ficava escutando e eu achava o maior barato aquela caixa e todo mundo prestando atenção.

Quando saía da rádio, eu ia pro Diário da Tarde e ficava olhando aquelas máquinas de linotipo. Aquilo parecia Disneylândia. Rapaz, eu ficava fascinado com aquele negócio.

NOTA DE PESAR

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) lamenta a morte do seu associado Roberto Rabat Chame, ocorrida nesta quinta-feira (14), em Ilhéus, no sul do estado. Profissional ético, Rabat sempre trouxe consigo as marcas do jornalista solidário e justo, um homem firme na luta pelos interesses da coletividade. Nossa solidariedade aos seus familiares. E nosso eterno carinho àquele que fez da sua profissão uma imensa e intensa missão de vida e de amor ao trabalho.

Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia

Mais que violência – brutalidade

Walmir Rosário*

Violência: esse é um tema que não gosto de abordar em artigos ou qualquer outro tipo de escrita, já que acredito ser uma selvageria todos os tipos de violência, que vai desde o simples(?) constrangimento às vias de fato. Mas hoje a violência é cheia de requintes e brutalidades, praticadas em simples assalto para tomar o celular da primeira vítima que aparece com um desses aparelhos fáceis de comercializar, e portanto torna-o como o maior bem de consumo dos ladrões e outros malfazejos.

E para praticar esses crimes não importa a idade. Pelo contrário, as quadrilhas preferem os menores, amparados pelo artigo 104 do Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), que os torna inimputáveis. O instituto que foi criado para amparar teve efeito contrário diante da esperteza dos bandidos, que passaram a utilizar o ECA como biombo da impunidade em várias modalidades criminosas.

Pior do que o péssimo uso do ECA é a forma pusilâmine das autoridades em relação à impunidade. E isso tem relação direta com as ondas de violência que acometem o Brasil. Se não há punição, uma parcela de marginais atua sem qualquer receio da reação legal das instituições. Essa leniência é vista constantemente pelos bandidos na arregimentação de menores para suas quadrilhas.

E essa ação dos bandidos em relação aos menores que praticam assaltos também foi copiada pelos movimentos chamados políticos, nos diversos protestos promovidos por partidos políticos e sindicatos. Além dos menores, a moda é o uso de máscaras para participar de um “protesto pacífico”. Não restam dúvidas se quem vai a um movimento e tem que se esconder é porque tem algo a esconder da sociedade.

Tanto no assalto ao celular (figura aqui utilizada para caracterizar outros tipos de furtos e roubos) quanto nos protestos políticos essas ações estão recheadas de violência, ou melhor dizendo, brutalidade. Paus, pedras, armas brancas e de fogo, sem falar nas bombas caseiras, bastante utilizadas nas chamadas guerrilhas urbanas. E o pior, grande parte desses crimes são perpetrados numa multidão, o que dificulta a sua autoria.

Sei que é bastante arriscado para alguém abordar e analisar esses crimes cometidos por menores e encapuzados, pois são sérios candidatos a serem execrados pelos chamados grupos de proteção (?). Imediatamente, os críticos passam a ser chamados de retrógrados e alimentador dos grupos de extermínios, numa mudança de valores sem precedentes, transformando os infratores em coitadinhos e vice-versa.

E a defesas dos desses grupos protetores dos criminosos de menor idade – geralmente bons de lábia – dizem que possuímos códigos penal e de processo penal modernos e garantidores da liberdade e justiça dos menores adolescentes, inclusive os infratores. Para fazer valer esses direitos temos as casas de atendimento, onde ficam internados quando as leis são transgredidas, tudo na conformidade da lei de execuções penais. Saem e voltam com uma constância absurda. Sinal que não resolvem.

Sou de opinião que os infratores, principalmente os menores, não sejam internados (ou apreendidos) juntos aos considerados “escolados” no crime, do contrário essa chamada ressocialização nunca acontecerá. Seria, e é o inverso, pois os estabelecimentos prisionais são verdadeiras universidades do crime, com pós-graduação em níveis de especialização, mestrado, doutorado e pós-doutorado.

Se o menor pratica descuidos, roubo, assalto e até latrocínio, na universidade do crime terá tempo suficiente para conhecer – se é que ainda não foi apresentado – ao mundo das drogas, usando e traficando. E faz isso livremente sob a custódia do Estado. Quando ganhar as ruas terá que colocar em prática todos os ensinamentos. Infelizmente, prevalece a lei do mais forte.

Bem, falei muito mais do que deveria, não propus absolutamente nada para transformar a sociedade e, ao menos, tomei qualquer partido pró ou contra a diminuição da maioridade penal, apenas reverberei a voz das ruas. E se perceberam, até como advogado, sequer mencionei leis, por acreditar que a realidade está muito além delas. Por isso acredito que é hora da sociedade acordar.

Pois é, atualmente, em alguns locais, por falta de espaço nas prisões e falta de condições pecuniárias do Estado manter os malfeitores encarcerados, os crimes campeiam, já que foi dado o sinal verde para os criminosos. Enquanto isso, os cidadãos, os trabalhadores, os que fazem questão de “andar direito”, são obrigados a se manterem presos em suas casas com medo dos bandidos.

Para finalizar, recorro ao ilustre Cesare Bonesana, Marquês de Beccaria, que em 1764 escreveu o livro “Dos Delitos e Das Penas”, que propõe a dignidade da aplicação das penas. Para ele, “as vantagens da sociedade devem ser igualmente repartidas entre todos os seus membros. No entanto, entre os homens reunidos, nota-se a tendência contínua de acumular no menor número os privilégios, o poder e a felicidade, para só deixar à maioria miséria e fraqueza. Só com boas leis podem impedir-se tais abusos”.

Então hoje o que precisamos trocar, as leis ou as pessoas?

Mais isso é assunto para um próximo artigo. Até lá!

*Radialista, jornalista e advogado.

Publicado originalmente no www.costasulfm.com.br

GP Brasil de Kettlebel se destacou pela qualidade e número de atletas

Fábio-Leal, Patrícia Barros e Larissa Mamede, três CMS da Bahia

Fábio-Leal, Patrícia Barros e Larissa Mamede, três CMS da Bahia

Realizado pela primeira vez na Bahia, o World Kettlebell Grand Prix Series, etapa Brasil, foi considerado o maior já realizado na América do Sul pela quantidade de atletas inscritos e pelo alto nível dos competidores. O GP foi realizado sábado (9), no São Salvador Hotéis e Convenções, em Salvador, com a participação de atletas dos vários países e estados brasileiros.

Dentre os destaques Canditade Master of Sport (CMS), Danny Strange, CMS, biathlon 32 kg, 10 min, categoria profissional (Chile); Leonel Mota Ribas, CMS, snatch 28 kg, 10 min (São Paulo); Lindolfo Neto, CMS, biathlon 28 kg, 10 min (São Paulo); Fábio Leal, CMS,snatch 24 kg, 5 min (Bahia); Patrícia Barros, CMS, snatch 16 kg, 10 min (Bahia); Larissa Mamede, CMS, snatch 16 kg, 10 min (Bahia); e Vanessa Crepaldi, CMS, snatch 20 kg e TALC 5 min 16 kg (Santa Catarina)

Para o organizador do GP Brasil, João Rosário, da Brutal SC, o evento contou com a participação do russo Sergei Rachinskii, considerado o atleta supremo do Kettlebell Sport, que competiu pela primeira vez na América Latina. Ele fez 166 repetições de jerk e 200 repetições de snatch com 24 kg. Rachinskii tem 29 anos no esporte e fez parte do time de ouro da Rússia dos anos 90.

Leandro Alves, ouro de Canavieiras

Leandro Alves, ouro de Canavieiras

Também presente pela quarta vez no Brasil o russo Denis Vasilev participou da prova de long cycle com 24 kg e fez uma marca impressionante de 132 repetições em 10 min, uma média de 13 repetições por minuto. “Somente para se ter uma ideia, a maioria dos atletas da categoria de peso dele faz de 80 a 100 repetições”, ressaltou João Rosário.

Dentre os destaques femininos no GP Brasil, a argentina Sabrina Aguilera, vice-campeã mundial, foi a que levantou mais pesado, 2 kettlebell de 24 kg em 41 repetições; Nicole Zaniz, de Santa Catarina, disputou o long cycle com dois kettlebells de 16 kg e fez 65 repetições, maior número de repetições entre as mulheres que levantaram o mesmo peso.

O atleta Yuri Menezes, de Florianópolis (SC), que com apenas 10 anos fez 102 repetições com 8 kg, e mostrou toda a garra e determinação de um vencedor. “A Bahia teve mais de 50% dos inscritos e já é considerado um estado de referência no esporte, apesar do pouco tempo de treinamento”, acentuou o educador físico João Rosário.

Nara Lima, prata para Canavieiras

Nara Lima, prata para Canavieiras

Canavieiras – Os atletas de Canavieiras, no Sul da Bahia, se destacaram pela técnica e resultados, sendo bastante elogiados pelos mais experientes e faturaram três medalhas de ouro e duas de prata. Leandro Alves, Joyce Araújo e Poliana Silva foram medalhistas de ouro, enquanto Jessé Pimenta e Nara Lima, ganharam medalhas de prata.

O que chamou a atenção é que os atletas Jessé Pimenta e Nara Lima praticam com o kettlebell há apenas 4 meses. Já Poliana Silva disputou o snatch 12 kg em 10 min e fez a maior pontuação (192 pontos) entre as mulheres que disputaram a mesma prova com o mesmo peso. “Com o nível dos atletas, esperamos que no próximo ano tenhamos um campeonato com mais e melhores atletas”, concluiu João Rosário.

Sou brasileiro, sou solidário!

Walmir Rosário*

Não é pra me gabar, não, mas sou um homem bastante rico e excêntrico. Não sou de exibir muito luxo, mas gosto de tratar os amigos com bastante carinho. Para eles dedico parte de minha fortuna com a finalidade de que vivam bem, sem qualquer aperto ou constrangimento por pequenas coisas, afinal, temos que dividir o que temos para não sermos considerados avarentos.

Eu poderia, até, guardar mais dinheiro ou gastá-lo sozinho em viagens e outros prazeres mundanos, mas não me sentiria bem vivendo nessas orgias sem a presença e o bem-estar dos amigos, especialmente os mais chegados. Afinal, trabalho muito para isso e gasto o meu dinheiro não com a rapidez que ganho, é verdade, mas diria que num tempo considerável, como requer a vida em sociedade.

Como vocês devem ter percebido, não sou de ostentar bens de luxo, embora reconheça que são excelentes para o lazer nos finais de semana e receber bem os amigos e os amigos dos amigos. Não tenho propriedades como iates, carros esportivos das marcas Ferrari, Jaguar, Lamborghini, Porsches ou os aviões a jato da moda para percorrer o mundo. Acredito que discrição faz parte da minha personalidade.

Os que ainda não sabem fiquem informados da minha influência junto aos políticos das três esferas de poder: federal, estadual e municipal, cada um com a parte que lhe toca. Os que vivem em Brasília recebem uma ajuda mais substancial, pois a vida lá está por hora da morte. Além do mais é um local inóspito e nossos políticos precisam de mais cuidados, a exemplo de bons restaurantes, aviões confortáveis e hotéis de primeira.

Parte dos meus recursos destino ao pagamento de correspondências e outras formas de comunicação mais modernas, como a telefonia fixa e celular, pois não é todo o mundo que tem tempo disponível para ficar em busca de wi-fi para teclar nos wathzapps da vida. Também ajudo no pagamento dos régios salários dos assessores, ajudantes eficientes na elaboração de projetos e contato com as bases eleitorais.

Como não sou homem de mentira, jamais negarei que minhas empresas também contribuem de forma especial para as campanhas eleitorais, que custam os olhos da cara e não está pra qualquer um. Mas esse apoio desinteressado é retribuído com pequenas compensações nas votações no congresso e algum direcionamento nas verbas públicas, coisa de somenos importância.

Tenho me esforçado bastante para eleger os amigos mais chegados e os por chegar, pois minha prodigalidade é conhecida no Brasil e exterior, onde volta e meia faço questão de depositar alguns dólares e euros nos paraísos fiscais. E nada mais justo que isso, pois os amigos políticos sempre precisam de recursos extras nos seus passeios internacionais. Ninguém é de ferro e precisa sempre distrair as ideias no exterior. Tudo feito às claras.

Possuo amigos a mão cheia e em qualquer lugar, pois esse é o meu estilo de vida. No judiciário não deixo por menos e tenho destinado alguns mimos para esses sábios que cuidam da justiça. Além da inteligência, precisam se apresentar bem, o que não poderiam fazer sem nosso apoio, por isso faço questão de liberar o chamado “auxílio-paletó”, para que possam se vestir bem e com marcas de conceito internacional.

Ainda mais recentemente liberei o “auxílio-intelectual”, para juízes e promotores, no valor de R$ 14 mil – em alguns estados – para a aquisição de livros jurídicos, ampliando o cabedal de conhecimento forense. Alguns amigos até censuraram esse apoio, ressaltando que seria impossível a qualquer cristão ler, mensalmente, todos esses títulos, mas não importa, o que vale, é a minha generosidade.

E por falar em generosidade, também promovi outra doação, esta, na forma de “auxílio-moradia”. Não acho justo que nossos magistrados, procuradores e promotores usem parte dos seus salários em aluguéis, que estão pelo preço da morte. E a morte é um assunto que me sensibiliza bastante e há muito instituí a pensão permanente para filhas de funcionários públicos civis e militares de algumas carreiras de Estado. Nada mais justo.

Minhas graciosas ações não ficam apenas no campo político, pois coleciono amigos tantos na área cultural, especialmente músicos, artistas das várias linguagens, como teatro, plástica e até os chamados agitadores culturais. Para eles, incentivei a Lei Rouanet, onde distribuo recursos aos meus chegados, de forma gratuita, e por desvario acredito que eles fazem a prestação de contas, na forma da lei. Até que fazem, mas sei que não resistem a uma perfunctória auditoria. Mas o que se há de fazer…

Gostaria de tecer mais comentários sobre a minha generosidade a esses amigos, cuja pobreza franciscana me deixa bastante consternado, mas vou parar por aqui para não despertar a ira da imprensa e pessoas maledicentes. Ainda mais nesses tempos de hoje, em que gravam tudo que fazemos em áudio e vídeo, como se fossem os detestáveis “paparazzi” que não nos deixa em paz, nem mesmo no recôndito dos nossos lares.

Às vezes me perguntam quem sou eu, por que vivo de fazer altruísmos distribuindo benesses e recursos financeiros aos meus amigos, como se no meu íntimo não fosse eu um ser solidário, humanitarista e filantrópico. No meu âmago, benevolência não é apenas uma palavra, mas uma atitude que pode mover o mundo através do amor e do afeto ao próximo, notadamente os amigos que nos governam.

E ainda me perguntam: Quem é você? Ora, sou apenas o cidadão brasileiro que paga seus impostos e contribuições em dia.

*Radialista, jornalista e advogado.

Publicado originalmente no www.costasulfm.com.br

Atletas canavieirenses se preparam para o GP de Kettlebell, em Salvador

Atletas canavieirenses se preparam para o GP Mundial

Atletas canavieirenses irão ao GP Mundial

Cinco atletas de Canavieiras participarão da Etapa Brasil do GP Mundial de Kettlebell da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport (WAKSC), que será realizado sexta-feira (8), no São Salvador Hotéis e Convenções. Os canavieirenses viajarão na próxima quinta-feira (7), véspera da competição, ainda a tempo de realizar a pesagem pré-condição para competir nas categorias.

Dentre os cinco atletas de Kettlebell Sport de Canavieiras estão professores de educação física, a exemplo da multipremiada no judô e jiu jitsu Joyce Araújo, o professor de Kettlebell Leandro Alves, o desportista Jessé Oliveira, praticante de Stand up Paddle, Poliana Silva e Nara Lima, que encontraram no kettlebell um aliado para manter o condicionamento físico.

Os representantes de Canavieiras no GP de Kettlebell viajam com o apoio da Prefeitura de Canavieiras, que cedeu um veículo para o transporte dos atletas, e da Equipe L3 Fun Training, que cedeu um casa no bairro de Stela Maris para hospedar os atletas. “Esse apoio concedido pelo prefeito Dr. Almeida e o treinador da L3, Fábio Leal, é muito importante para a participação dos cinco atletas na competição”, ressalta João Rosário.

Os atletas de Canavieiras competirão nas modalidades snatch onde o kettlebell é levado em um movimento só da altura do joelho para acima da cabeça com o braço travado no alto; e long cycle realizado em duas fases: o kettlebell é levado da altura do joelho até o peito e do peito acima da cabeça. Leandro, long cycle, 16 kg em cinco minutos; Joyce, snatch 12 kg em 10 minutos; Poliana, snatch 12 kg em 10 minutos; Jessé, snatch 16 kg em 5 minutos; e Nara, 8 kg em cinco minutos.

O kettlebell esportivo começou a ser praticado em Canavieiras há pouco mais de um ano, quando, após fixar residência na cidade, o professor de educação física João Rosário iniciou a promoção do esporte e treinamento de atletas, que representam a equipe

liderada por ele. Em março de 2017 a cidade sediou o primeiro torneio de kettlebell sport e atletas locais fizeram sua estreia na modalidade.

A competição reunirá desde atletas iniciantes a campeões mundiais da modalidade como os russos Denis Vasilev e Sergey Rachiskyi, sendo o último, sete vezes recordista mundial no Guinness Book em levantamento de peso. O GP conta com 65 competidores, sendo que 57% dos inscritos são da Bahia, além de atletas vindos dos estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco. Também participam atletas dos Estados Unidos, Rússia, Polônia, Argentina e Chile.

Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho de João Rosário acessar o site www.brutalsc.com e sobre o GP Brasil no www.wkgpsbrasil.com.br

CANAVIEIRENSES PARTICIPA DA LIGA DE VÔLEI DO EXTREMO SUL

Sul da BahiaA atleta  Andressa Brito, participou nos dias 2 e 3 de setembro, da 3ª Fase da Liga de Vôlei do Extremo Sul da Bahia (Livesb), realizada em Itarantim, que teve a participação de Equipes Masculinas e Femininas do Extremo Sul da Bahia.

A canavieirense representou a Equipe de Vôlei Feminino de Itarantim e disse que foi muito gratificante a experiência de jogar com uma equipe unida e acolhedora.

” O CDC está demonstrando assim que o trabalho realizado há mais de 25 anos, com dedicação e competência, dá oportunidade aos atletas canavieirenses e outras equipes a participarem de outros eventos regionais” relata o técnico de Vôlei Boinha Freire.

ATLETAS COMEÇAM A CHEGAR A SALVADOR PARA GP MUNDIAL DE KETTLEBELL

Presença de recordista mundial é destaque da competição a partir das 8 horas de sexta-feira (8), no São Salvador Hotéis

Por: Liliane Pólvora

Atletas vão ao seu limite e batem recordes

Atletas vão ao seu limite e batem recordes

Os primeiros competidores do World Kettlebell Grand Prix Series, etapa Brasil, já começam a chegar a Salvador. Dentre eles, a argentina Sabrina Aguilera, atleta feminina profissional que levantará na prova Long Cycle, dois kettlebells de 24 kg, em 10 minutos. O GP terá a participação de atletas de destaque no Brasil e no mundo, como os russos Denis Vasilev e Sergey Rachinskiy, campeões mundiais da modalidade, sendo o último, detentor de sete recordes no Guinness Book. O esporte é um levantamento de peso que exige força e habilidade com o kettlebell, uma bola de ferro com alça que pode pesar de 8 a 32 kg em campeonatos.

João Rosário, organizador da etapa Brasil do GP, informa que a competição é aberta ao público e contará com atletas de todas as idades e níveis nas modalidades iniciante, amador e profissional, masculino e feminino, e categorias infantil, juvenil, adulto e veterano, divididas por categoria de peso corporal e de kettlebel. “São 65 atletas inscritos de cinco estados brasileiros (BA, SC, SP, RJ, PE) e dos Estados Unidos, Rússia, Polônia, Argentina e Chile, tendo o atleta mais novo 10 e a veterana 60 anos”, cita.

cartazWKGPSBrasil2 Ele ressalta que nesta quinta-feira (7), véspera da competição, será realizada a pesagem dos atletas no São Salvador Hotéis, a partir das 13 horas e às 14h30min coletiva de imprensa e um bate papo (aberto ao público) com os russos campeões mundiais, que compartilharão a história e experiência deles no Kettlebell Sport, bem como suas expectativas para o crescimento dessa modalidade no Brasil.

BAHIA NA COMPETIÇÃO

A Bahia foi responsável por 57% dos inscrito nesta Etapa Brasil do GP Mundial de Kettlebell da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport, com duas equipes de Salvador, que reúnem os atletas mais experientes nesse esporte no estado, e uma de Canavieiras.

O esporte vem se tornando popular na Bahia desde 2015, quando as primeiras competições foram realizadas. “Salvador possui atualmente uma das maiores equipes de Kettlebell Sport do país, a L3 Fun Training, que juntos com atletas de outras equipes da capital e da cidade de Canavieiras, sul da Bahia, podem garantir para o estado o maior número de medalhas na competição”, explica João Rosário, organizador do GP e pioneiro no treinamento e realização de competições de Kettlebell no Brasil.

Outra equipe de Salvador é liderada pela treinadora Priscila Beck, do Studio Priscila Beck Kettlebell Club, primeira atleta do estado a disputar campeonatos de Kettlebell Sport. No GP desse ano, ela disputará a prova snatch com o kettlebell de maior peso entre as mulheres, 20 kg, além de levar na sua equipe a atleta com maior idade da competição, Maria Rita, 60 anos, que disputará a prova Long Cycle em 10 min.

A Etapa Brasil do GP mundial 2017 também será válida como primeiro Campeonato Brasileiro da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport (WAKSC), e, com isso, os atletas terão seu recorde válido nacional e internacionalmente. Vinte e cinco países sediam 39 etapas do GP mundial da WAKSC 2017, incluindo o Brasil, que recebeu pela primeira vez o GP em 2016, em Curitiba.

O WKGPSBRASIL2017 é uma realização da empresa Brutal Strength and Conditioning com o patrocínio do São Salvador Hotéis, Priscila Beck Kettlebell Club, Kettlebell Kings, Guache comunicação, Burpees Comfort Fitness e apoio da Buffalo Wax, MBM5 Comunicação Visual, Tia Sônia e Xpro Training. Mais informações no site www.wkgpsbrasil.com.br

O ESPORTE

O kettlebell sport consiste em quatro provas – jerk, snatch, long cycle e o biathlon (junção do jerk e snatch) disputadas em 5 ou 10 minutos. O vencedor é o atleta que conseguir executar mais repetições no tempo da prova.

João Rosário informa que mais da metade dos competidores disputarão a prova snatch, preferida dos baianos, onde o kettlebell é levado em um movimento só da altura do joelho para acima da cabeça com o braço travado no alto.

O jerk é um movimento que consiste em levar o kettlebell da posição na altura do peito até acima da cabeça, já o long cycle é realizado em duas fases: o kettlebell é levado da altura do joelho até o peito e do peito acima da cabeça”, explica.

Rosário explica que no jerk e long cycle os homens competem com dois kettlebells e as mulheres com um ou dois, enquanto que no snatch o movimento é executado com apenas 1 kettlebell para ambos.

Nos últimos dois anos o esporte que alia força, técnica e resistência cresceu no Brasil e desde 2014, quando os primeiros campeonatos foram organizados, o nível técnico e a performance dos atletas aumentaram.

Nem Rio de Janeiro nem Haiti, a violência também impera aqui

Walmir Rosário*

Cada vez mais a sociedade tem medo de tudo e de todos. O que antes víamos apenas na televisão já faz parte do nosso dia a dia e algumas pessoas nem se importam mais com as mortes. Elas (as mortes) fazem parte do nosso cotidiano, queiramos ou não, e a insegurança impera em Canavieiras e outras cidades como em qualquer morro do Rio de Janeiro ou o Haiti, após seus governos perderem os parâmetros de dignidade.

A Bahia, considerada em todo o país como a “boa terra” já é vista com restrições. E em Canavieiras, por exemplo, o bate-papo noturno nas calçadas, para aproveitar a brisa noturna e colocar os assuntos em dia, é visto com restrições. Volta e meia, na avenida mais movimentada, a Octávio Mangabeira, ou rua 13, como chamamos, os assaltos a aparelhos celulares e outros pertences são praticados a torto e a direito.

A sociedade organiza movimentos, mobiliza parte da população atingida, para a felicidade de alguns políticos que sabem muito bem utilizar esses eventos como palanques gratuitos de promoção. As autoridades policiais, o Ministério Público e o Poder Judiciário apenas olham e dizem que nunca se combateu a violência como agora. Mostram dados que só eles têm conhecimento. E fica tudo como dantes.

Por fora, circulam com desfaçatez as organizações não-governamentais e pastorais travestidas de defensores dos direitos humanos. Mas agem numa só via, a “defesa dos coitadinhos” dos bandidos, sem se incomodar com os cidadãos que trabalham e custeiam a máquina estatal. Essas organizações recebem dinheiro de instituições internacionais para fomentar a chegada dos partidos antes de esquerda ao poder, criando um clima de instabilidade política e social. É o Brasil dos expertos contra o Brasil que trabalha.

E a violência não tem dado trégua à sociedade. Se na zona urbana a insegurança recrudesce a cada dia, na zona rural não tem sido diferente. Morar longe da movimentada cidade, especialmente num sítio com paisagem bucólica, já não é a opção para milhares de pessoas residentes nas grandes capitais, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo. Nem mesmo aqui.

O que antes parecia uma excentricidade tornou-se uma temeridade, haja vista a falta de segurança dos arredores da cidade, onde o Estado não dispõe de qualquer representante. Hoje, os sítios e grandes fazendas, principalmente as que os proprietários ali residem, são o alvo preferido pelos ladrões. Além dos prejuízos materiais, ainda há o risco moral, pois todas as atrocidades são praticadas contra as famílias.

Longe de mim ser um arauto do medo e do terror, mas estou falando com a triste experiência que tive a 20 metros de casa, quando fui abordado por dois indivíduos que queriam o aparelho celular. De armas na cintura, como toda a pressa pedem o aparelho, antes que se enervem e resolva tirar nossa vida. Assim, de forma tão barata, passam o produto do roubo adiante, trocado por algumas pedras de crack ou gramas de cocaína.

Valor algum tem a vida, que já foi considerada o maior bem do homem. Enquanto para alguns cidadãos (de bem, é claro) ainda são, para os bandidos pouco vale, pois os traficantes somente aceitam como pagamento dinheiro em espécie ou objetos de fácil circulação. É o que diz a lei do crime instituída pelos novos mandatários das cidades brasileiras, sob o complacente olhar das autoridades.

A confusão em torno do combate ao crime é tão grande que estamos acostumados a ver vídeos publicados por policiais militares e civis reclamando da impotência das instituições em relação aos bandidos. É a lei, dizem delegados, promotores e juízes, que concedem liberdade todas as vezes que esses meliantes são presos e levados às delegacias e nas audiências de custódia.

Caso seja menor de 18 anos, é um assombro. Os jovens com físico de “guarda-roupas” debocham do policial assim que é rendido, evocando seus direitos legais contidos no Estatuto da Criança e Adolescente. Um verdadeiro escárnio para a sociedade que vive decentemente, trabalhando para pagar os impostos e manter os “mimos” a eles destinados pelo diploma legal.

Os menores, que antes eram utilizados pelos senhores absolutos do crime, hoje são quem dão as cartas, haja vista a experiência adquirida e a facilidade com que são liberados e voltam à delinquência. Os policiais sequer podem agir com o mesmo desforço para não serem denunciados como truculentos e sofrerem processos administrativos e policiais pelos excessos cometidos contra essas “criancinhas”

No Sul da Bahia, as fazendas de cacau são um verdadeiro “paraíso” para os assaltantes. Os furtos e roubos nas roças são praticados à calada da noite por todos os tipos de ladrões. Vemos na periferia das cidades amêndoas de cacau secando nos passeios e até mesmo no meio das ruas. Essas amêndoas, depois, são vendidas a “compradores” de cacau, que não exigem qualquer comprovante de sua procedência.

Já as quadrilhas estruturadas não querem ter trabalho com as operações de colheita e secagem e partem para o assalto do cacau seco, ainda nas barcaças ou nos armazéns das fazendas à espera de transporte. Fortemente armados, à noite, surpreendem administrador e trabalhadores e, após todo o tipo de violência física e moral, levam o cacau, café, gado (bovinos e ovinos) e o que mais for encontrado pela frente.

Aos poucos, estamos vendo como somos frágeis e estamos à mercê dos malfeitores, embora cumprimos religiosamente nossas obrigações com o Estado, pagando todos os impostos que nos apresentam. Fazemos a nossa parte, o Estado não cumpre a sua e relega ao “deus-dará” seus cidadãos, como se esses tivessem apenas deveres e direitos nenhum.

São as autoridades matando a “galinha dos ovos de ouro”. Matança essa iniciada com a lei que retirou o direito de autodefesa dos cidadãos brasileiros, tomando-lhes todas as armas que possuíam. Entretanto, não deu o mesmo tratamento aos bandidos, que ostentam fuzis e metralhadoras, cenas mostradas pelos canais de TV. Só os governos não enxergam, ou não fazem questão de observar.

Lembrai-vos da Venezuela! Lá, a ditadura começou assim!

*Radialista, jornalista e advogado.

Publicado originalmente no www.costasulfm.com.br

CANAVIEIRENSE É VICE CAMPEÃ DO CIRCUITO BRASILEIRO DE VÔLEI DE PRAIA

Equipe-vôlei-de-praia-CDCA Canavieirense Anna Thereza Castro, atleta do Clube Desportivo Canes (CDC), sagrou-se vice-campeã da 1ª Etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Sub-19, realizado no período de 25 a 27 de Agosto de 2017, na Praia de Buraquinho, Lauro de Freitas, com provas duplas masculinas e femininas de todos os estados do Brasil. Anna Thereza teve como parceira Fernanda Melo, e como técnica a professora de Educação Física Alba Oliveira.

A final feminina foi acirrada, decidida apenas no set de desempate. Apesar da torcida da casa, Paola e Anna Beatriz (RJ) conseguiram superar Anna e Fernanda (BA) com parciais de 21/16, 20/22, 15/9, em 52 minutos de duração.

O Circuito Sub-19 é um campeonato de seleções estaduais organizado pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), com duplas sempre compostas pela mesma federação. Ele mantém o formato das últimas temporadas, com cada estado indicando suas delegações nos dois gêneros em busca do título. Além dos atletas, que podem ser alterados a cada etapa, as federações elegem um técnico. A próxima Etapa do Circuito, será realizada em Manaus (AM), de 24 a 26 de novembro de 2017.

A Atleta Anna Thereza é fruto do Projeto Esporte & Ação, desenvolvido há mais de 25 anos pelo Clube Desportivo Canes (CDC), sendo um motivo de muito orgulho para todos nós Canavieirenses, mostrando assim a seriedade e compromisso no trabalho desenvolvido, em parceria com a Federação Baiana de Vôlei (FBV), através de seu presidente Hércules Pimenta e a Hidraluz, por meio do empresário Alessandro Cattai“, relata o professor de Educação Física Boinha Freire.

O CDC comemora essa alegria com todos que de forma direta e indiretamente ajudaram nessa conquista, em especial à diretoria e aos do atletas do CDC, Hidraluz, Ótica São Raphael, Centro Esportivo Julia Thomson, Amex, LSM Contabilidade, Prefeitura de Canavieiras e a Federação Baiana de Vôlei (FBV).

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