CIA DA NOTÍCIA

Direção da Loja Maçônica União e Caridade é reconduzida ao cargo

posse na Loja Maçônica União e Caridade - Canavieiras -Foi empossada, quarta-feira (22), a diretoria da Loja Maçônica União e Caridade, em Canavieiras. Toda a diretoria foi reconduzida ao cargo para mais um biênio (2015/17), após ser eleita por unanimidade. No mesmo dia também foi reconduzido ao cargo de Delegado do 8º Distrito Raimundo Antônio Tedesco.

A diretoria da Loja União e Caridade, de Canavieiras, é integrada pelo Venerável Mestre Arenilson Mota Nery, 1º e 2º Vigilantes Lázaro Magnavita e Carlos Alberto Guimarães, Orador – Euvaldo Cardozo Sena, Secretário – Fernando Vieira, Chanceler – Ariedson Santos, e Tesoureiro – José Batista Gama Neves.

Na mesma sessão também foram empossados todos os cargos da oficialidade da Loja. A Sessão Magna de Posse contou com a participação de membros da Loja Maçônica Marracoan, de Camacã.

Fundada em 27 de dezembro de 1890, a União e Caridade é a primeira Loja da República no Brasil e a terceira da Bahia e sua Carta Patente foi assinada pelo Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, considerado o “proclamador da República.

Marca de roupas doa livro para cada compra feita em seu site

Com o intuito de promover o resgate da cultura nordestina e incentivar a educação por meio da literatura, a marca baiana Velho Chico vai doar, até o dia 31 de julho, um livro para cada compra realizada na sua loja virtual. Os livros serão doados para Biblioteca Comunitária Anísio Teixeira, que fica no bairro de São Marcos, em Salvador. A loja virtual da marca pode ser acessada pelo endereço www.velhochicocec.com.

A Velho Chico é uma marca de roupas soteropolitana criada em 2012, fruto do sonho empreendedor de dois jovens administradores e grandes amigos Tamir Freitas e Yuri Ponchet, ambos com 26 anos. Aos dois se juntaram o engenheiro Jackson Fernandes e o advogado Henrique Brito, completando a equipe e dando unidade a marca que já nasceu cheia de personalidade.

O nome e o mascote, um calango nativo da Caatinga, são uma prévia da identidade que os sócios buscam. “Nosso empreendimento é muito mais do que vender roupas, queremos fazer parte do movimento de resgate do orgulho de ser nordestino através de nossas criações e encontrar pessoas que partilhem o mesmo sentimento e admiração por nossa terra”, afirmam.

O nome Velho Chico faz referência ao rio mais importante do Nordeste, o Rio São Francisco. Os elementos do universo nordestino (pessoas, histórias, cultura, músicas, poemas, cidades, costumes, natureza…) são inspirações constantes para a criação. “O universo nordestino é o que nos inspira e é voltando os olhos para ele que queremos mostrar que roupa pode ser mais do que enfeite, ela pode ser um poderoso canal para comunicar coisas importantes”, explicam.

UNIVERSIDADE QUER MANTER DIÁLOGO COM SOCIEDADE

Encontros serão realizados em cada um dos campus

Com o intuito de ampliar o diálogo com a sociedade, a Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) iniciará a construção de uma agenda comum voltada para o desenvolvimento e a sustentabilidade da região. Para isto, propõe a realização do I Fórum Social da UFSB 2015, que será dividido em duas etapas: três Encontros Regionais preparatórios, nos meses de julho e agosto, em Itabuna, Teixeira de Freitas e Porto Seguro, e o Encontro Geral em Porto Seguro, no mês de setembro.

O Encontro Regional de Itabuna ocorrerá nos dias 24 e 25 de julho, no Centro de Convenções de Ilhéus; O de Teixeira de Freitas, nos dias 31 de julho e 01 de agosto, no próprio Campus Paulo Freire; e, por fim, o de Porto Seguro, nos dias 07 e 08 de agosto no Centro de Convenções do Descobrimento.

O evento contará com mesas redondas, conferências-diálogo, reuniões, oficinas por segmento, consultas públicas e encontros de cultura. Os assuntos debatidos girarão em torno dos temas: Universidade e Sociedade: diversidade, inclusão e equidade; e Desenvolvimento regional e sustentabilidade: água, mata Atlântica e empreendimentos de impacto.

A participação é aberta a todos os cidadãos. Os interessados em participar das oficinas e mesas de diálogo, deverão fazer inscrição prévia no link https://docs.google.com/forms/d/13emJvk2cGSOVIupeuQk8IXQoZjvLo4Pcj3GU9EtEP2Y/viewform ou pelo telefone (73) 3613-6295 (com Maristela Aragão). As inscrições serão recebidas até o dia 22 de julho.

O objetivo da UFSB é fortalecer e ampliar parcerias entre a universidade e a sociedade. Por isso, é importante a participação de todos os segmentos da região, que serão divididos em grupos para debates. O grupo poderá ser escolhido no momento da inscrição.

Mais informações e a programação completa poderão ser encontradas no site da UFSB: http://www.ufsb.edu.br

“As Muquiranas” estão de volta e reestreiam na lavagem da Igreja de São Boaventura

E "As Muquiranas" estão de volta

E “As Muquiranas” estão de volta

Homens travestidos de mulher, com toda a esculhambação permitida. Ainda não será desta vez que as “meninas” do Bloco Carnavalesco “As Muquiranas” reestrearão num clima de apoteose, em respeito ao Santo Padroeiro de Canavieiras. Mas prometem voltar às ruas de Canavieiras durante o cortejo e lavagem das escadarias da Festa de São Boaventura. A concentração está marcada para as 8 horas de domingo, dia 12 de julho, na praça Maçônica, onde tem início o cortejo, que desfila pela Rua 13 e final na Igreja Matriz de São Boaventura.

Durante a lavagem da escadaria da Igreja a apresentação será feita com uniforme condizente com a ocasião: uma camisa de malha com a logomarca do bloco e a figura de São Boaventura. Cada camisa tem o custo de R15,00 (quinze reais) e poderá ser obtida com os dirigentes da agremiação ou na Confraria do Berimbau. Além dos associados de “As Muquiranas”, no evento do cortejo e lavagem serão aceitas participações de outras pessoas, que poderão ser apresentadas pelos seus membros.

Na praça São Boaventura, “As Muquiranas” implantarão uma barraca com comidas apropriadas para a incursão etílicas, como sarapatel, mocofato, dentre outras especialidades capazes e apropriadas para dar sustança aos participantes da festa, bem como bebidas variadas. Os recursos obtidos na barraca serão transformados em fundo de investimento e custeio para os foliões durante o Carnaval de 2016.

Contribuições – Desde sua refundação sob as bençãos da Confraria do Berimbau, o Bloco “As Muquiranas” já conta com quase uma centena de sócios contribuintes, que comparecem à tesouraria através de um carnê de pagamento mensal. A previsão da diretoria é a realização de um grande Carnaval, relembrando os tradicionais desfiles de anos anteriores, quando atraiam foliões de outras cidades circunvizinhas.

Conforme dados e fotos históricos, o bloco “As Muquiranas” contavam em seus desfiles com personagens com Juca Seara, Biriri, Geraldo Carneiro, José Leal, Almir Melo, lourival e Alício Monteiro, Orlando Maia, Tedesco, Bira Magnavita, Negão, Chico Soussa, Edmundo Melo, Dr. Sócrates, José Garcia, dentre outros. Para relembrar os antigos carnavais e seus membros, na barraca da praça São Boaventura serão exibidas fotos das festas de escolha da Rainha do Bloco e os memoráveis desfiles carnavalescos.

Segundo uma pré-programação, na sexta-feira do Carnaval de 2016 será realizada uma monumental festa para a tradicional escolha da Rainha de “As Muquiranas”. No domingo e na terça-feira de Carnaval “As Muquiranas” realizam o tradicional desfile pela Rua 13, devidamente fantasiados. Os sócios contarão com diversos serviços inerentes à folia como um carro de apoio servindo bebida aos participantes.

A Diretoria de “As Muquiranas” é composta por Hipólito Lucena – Presidente, Vice-presidente – João de Cezário, Secretário Daeltto Santos Brito, Tesoureiros – Nelson Barbosa, Nei Pinto e Trajano Júnior, Diretor de Eventos – Abel Lisboa, Diretor Social – Edmundo Melo, Diretor de Marketing – Walmir Rosário, Diretoria de Assuntos Especiais – Antônio Tolentino e José Gama, Conselho Fiscal – Severo, José Bandeira e Tolentino da Piaçava.

Contatos: 73-9933-0330, 9967-6733 e 9975-1044.

CHOVE 13O MILÍMETROS EM UM SÓ DIA EM CANAVIEIRAS

Foi a força de São Pedro.

Assim, não há sistema de drenagem pluvial que resista…

Homens e máquinas trabalharam para amenizar os problemas

Homens e máquinas trabalharam para amenizar os problemas

ttp://g1.globo.com/hora1/edicoes/2015/06/30.html#!v/4287185

 

Quadrilha Travação desfila nesta terça e quarta

Nesta terça e quarta-feiras (23 e 24) a Quadrilha Travação faz as tradicionais apresentações pelas ruas de Canavieiras. Este ano, o percurso da quadrilha será feito no trajeto inverso, com saída das imediações da praça Maçônica, seguindo pela rua 13 (Octávio Mangabeira) até praça 25 de maio (centro), ao lado do Mcvita.

A Travação se apresenta nas noites dos dias 23, com trajes normais, já no dia 24 é a chamada “Noite do Vira”, ou a noite da popular “Mocreia”, quando os homens se vestem de mulher e as mulheres de homem. “Antes da apresentação costumamos realizar três ensaios e já temos a convicção que vamos, mais uma vez, arrasar nas duas apresentações”, conta Duda Ribeiro

Um dos exemplos sui generis de quadrilha é a “Travação”, preservação da memória cultural dos festejos juninos e o entretenimento popular. A “Travação” é considerada a maior do mundo e é puxada por um trio elétrico durante o seu percurso, grande apresentação no final.

Segundo a organizadora da Quadrilha Travação, a artista musical e educadora Duda Ribeiro, além de levar a alegria e garantir a preservação da cultura, o grupo, que se apresenta ha 19 anos, não tem fins lucrativos e realiza um trabalho de assistência social, pois toda a arrecadação de alimentos não perecíveis doada pelos participantes é destinada às famílias carentes.

Prefeito decreta feriado no dia 24 de junho

O prefeito de Canavieiras, Almir Melo, editou o Decreto 059, de 12 de junho de 2015, tornando o dia 24 de junho de 2015 (dedicado a São João), feriado municipal. O ato está lastreado na Lei Federal nº 9.093, de 12 de setembro de 1995.

De acordo com a justificativa do decreto, os tradicionais festejos de São João têm uma grande participação popular nas festividades, que ocorrem em todos os município. Com isso, é grande a movimentação de pessoas nessas cidades, inclusive Canavieiras.

No decreto, o Chefe do Poder Executivo Municipal considerou, ainda, que a segurança das repartições públicas e estabelecimentos bancários e comerciais podem ficar comprometidas. Entre os motivos estão as peculiaridades da festa, que envolvem ingestão de bebidas alcoólicas e queima de fogos de artifício.

Canavieiras se destaca na produção de frutas

João Brasil e julival na plantação de Cupuaçu

João Brasil e julival na plantação de Cupuaçu

Tornar o município de Canavieiras um grande polo de produção de hortifrutigranjeiros e fruticultura é um dos vários projetos elaborados pelo Governo da Reconstrução. Para isso, o prefeito Almir Melo tem envidado esforços no sentido de manter condições favoráveis de produção da zona rural, em todos os setores da agropecuária.

De acordo com o prefeito, hoje a Prefeitura mantém em atividade diversos programas e projetos que proporcionam benefícios aos produtores rurais. Entre eles, a abertura e a conservação das estradas vicinais, a distribuição de sementes de milho e feijão, de mudas de cacaueiros e outras essências florestais e assistência técnica prestada por engenheiro agrônomo e técnicos em agropecuárias, através da Secretária Municipal da Agricultura.

Um exemplo na produção de frutas pode ser visto na Fazenda Planalto, na região do Poxim/Sarampo, área de antigo assentamento rural que não prosperou. A fazenda, hoje de propriedade de Julival Santos de Jesus, conhecido como “Bizilunga”, pode ser considerada um exemplo de como se produzir bem frutas variadas, sem a necessidade de se endividar.

Sistema Agroflorestal com banana-da-terra, café e aipim na Fazenda Planalto

Sistema Agroflorestal com banana-da-terra, café e aipim na Fazenda Planalto

Segundo Julival, a pequena e média agricultura é uma atividade que somente poderá ser desenvolvida por quem participa do dia a dia do campo, conforme o ditado: “quem engorda o boi é o olho do dono”. E assim ele faz o seu cotidiano: mesmo morando na cidade (Canavieiras) chega à fazenda antes do amanhecer e só sai quando escurece, a não ser quando tem que negociar a produção nos sacolões.

Julival não economiza quando o assunto é a diversidade da produção, citando que em sua fazenda são produzidos coco, cupuaçu, sapoti, café conillon, banana-da-terra, graviola, aipim e eucalipto. Segundo o secretário municipal da Agricultura, João Brasil, Julival é um produtor que está sempre antenado com a tecnologia de produzir bem produtos que encontrem fácil colocação no mercado.

Trabalhar o solo – Para o produtor Julival, é preciso aprender com a terra, sempre observando bem quais os cultivos que se adaptam bem ao solo onde se vai trabalhar. Ele conta que no início foi muito difícil, por se tratar de uma área onde abundava o terreno arenoso, com muito sapé e outras vegetações que predominam em solos ácidos.

Julival conta que nem assim desanimou, e passou cultivar espécies de ciclo curto, a exemplo de melancia, abóbora, mamão, dentre outras. “Fomos trabalhando de forma intuitiva, tanto para poder vender a produção num menor tempo, como para melhorar o solo, incorporando toda a parte verde da planta na própria terra. Com isso, não precisaria tomar dinheiro no banco para produzir”, revela.

O secretário da Agricultura de Canavieiras, João Brasil, ressalta que se todo o produtor rural agisse como Julival, as oportunidades dadas pela agricultura seriam bem melhores. “Ele é um grande observador, nos diz o que viu e o que pensa e aplica todas as orientações dadas pelos técnicos. Costumo dizer que ele é um grande sonhador que sabe transformar os sonhos da forma mais racional possível”, diz o secretário.

Sistema Agroflorestal com banana-da-terra, Gaviola e aipim na Fazenda Planalto- Foto Walmir Rosário

Sistema Agroflorestal com banana-da-terra, Gaviola e aipim na Fazenda Planalto

Consórcios – Mesmo sem ter qualquer “intimidade” com as pesquisas e modelos de agricultura, Julival inovou em sua propriedade ao implantar os Sistemas Agroflorestais, os conhecidos SAF’s. Ao colher a produção de ciclo curto, plantou os “talhões” com banana da terra, café conillon e aipim; banana-da-terra, aipim e graviola. A banana-da-terra e o aipim, além de sombrearem o café ou a graviola, ainda contribuíam para a fertilização do solo.

Atualmente, nos 17 hectares de uma de suas propriedades há 500 pés de graviola e 8,5 mil pés de café conillon, parte deles ainda divididos com banana da terra e aipim. Graviola e café são os carros-chefes da produção da Fazenda Planalto, cujos cultivos deverão ser ampliados. “Quero plantar mais três mil pés de café e 200 pés de graviola. Minha intenção é conseguir uma produtividade de 60 quilos por pé de graviola”, prevê Julival.

Sempre em busca de uma grande produtividade, Julival procura estar “de olho” no mercado, seja o local ou do Sudeste, a exemplo de São Paulo, para onde manda a produção de coco seco e cerca de 10 mil caixas de sapotis por ano. “Se o mercado apresentar complicação, mudo de cultivo”, afirma o produtor rural, ressaltando que a graviola é um produto de excelente comercialização e encontra mercado em Canavieiras, Santa Luzia, Camacã, Ubaitaba e Travessão (Camamu) .

E sempre agiu assim, dizendo que são a agricultura e o mercado que apontam o caminho para o produtor rural. Outro ensinamento dele é: “O pequeno agricultor só pode ter o que ele possa zelar”. Julival conta que nunca se arrependeu de mudar de cultivo, deixando de produzir pinha, mamão e pimenta, na busca de melhores produtos.

Como começou – Em 1996, com a chegada da vassoura-de-bruxa na região, ele e outros seis colegas deixaram a fazenda em que trabalhavam em Ubaitaba para tentar nova vida na área de assentamento Poxim/Sarampo. Com a ajuda da família que trabalhavam, adquiram as terras (42 hectares). Os companheiros não se adaptaram ao novo estilo de vida e deixaram as áreas. As mesmas foram sendo adquiridas por ele, que mantém a área original em sociedade com um dos sócio.

Julival e João Brasil no plantio de Graviola

Julival e João Brasil no plantio de Graviola

Aos poucos, o produtor foi se estabilizando e adquiriu mais 17 hectares (só dele). Antes disso, participou de vários cursos dados por instituições ligadas a agricultura, se qualificando. “Ele aproveitou todas as oportunidades surgidas ao longo dos anos e ainda continua em busca de informações, daí o sucesso alcançado no seu negócio”, conclui João Brasil.

Vândalos destroem árvores plantadas no Caminho da Fé

Caminho da Fé, no Parque Recreativo e Ecológico Luiz Eduardo Magalhães

Um dos equipamentos turísticos considerados essenciais para o desenvolvimento do turismo em Canavieiras, o Caminho da Fé, sofreu a ação de vândalos na noite desta quinta-feira (18). Eles quebraram o arrancaram diversas árvores de eucalipto, plantadas recentemente pela Prefeitura.

Para o prefeito Almir Melo, não parece se tratar apenas de uma ação qualquer de vandalismo, mas de um crime orquestrado por pessoas que sempre estão contra o progresso na cidade de Canavieiras. Para ele, sempre que uma grande obra é anunciada ou realizada, sofre com a atuação desses grupos.

Na semana passada, o prefeito Almir Melo anunciou a assinatura da ordem de serviço da Passarela do Robalo e do Caminho da Fé, ambos localizados no Parque Recreativo e Ecológico Luiz Eduardo Magalhães. De acordo com o prefeito, o que seria uma grande notícia para Canavieiras, infelizmente, se transforma num caso de polícia.

Prefeito pede celeridade em julgamento de responsabilidade em creche inacabada

A obra não foi concluída, mas a construtora levou todo o dinheiro

A obra não foi concluída, mas a construtora levou todo o dinheiro

O prefeito de Canavieiras, Almir Melo, se reuniu nesta quinta-feira (18) com o Procurador-Geral do Município, Fred Érico Júnior, para solicitar gestões junto ao Ministério Público e a Justiça Federal para o julgamento da ação que apura responsabilidade sobre a creche abandonada na gestão passada. A creche que teve apenas 65% das obras efetuadas, foi dada como concluída e totalmente paga à empresa construtora.

Assim que assumiu o mandato, o prefeito Almir Melo formalizou Representação contra o ex-gestor Zairo Loureiro junto à Procuradoria da República, em Ilhéus. Após a conclusão, o Inquérito Civil nº 1.14.001.000166/2013-06 foi encaminhado à Justiça Federal para a aberta Ação Civil Pública por Ato de Improbidade Administrativa. O convênio firmado entre a Prefeitura e o Governo Federal, por meio da Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) também foi objeto de denúncia.

Na representação feita à Procuradoria da República, o prefeito Almir Melo pediu a abertura de processos civil e criminal contra o ex-prefeito Zairo Loureiro, bem como a decretação de indisponibilidade dos bens, para garantir o pagamento do prejuízo gerado aos cofres públicos. “Além dos prejuízos causados à União e ao Município, o ex-prefeito também cometeu um crime contra a população de Canavieiras”, ressaltou o prefeito Almir Melo.

Vistorias – Por duas vezes técnicos do FNDE realizaram vistoria na obra da creche escola Pró-Infância, tipo B, constatando os desvios. Na primeira vistoria, o engenheiro que fez a fiscalização verificou que, além de inacabada, a obra apresentava diversos defeitos construtivos, apesar de ter sido dada como concluída e o valor total repassado à empresa Cenneg Construtora, a obra ainda tenha uma grande quantidade de serviços a ser executado.

A irresponsabilidade causou prejuízos incalculáveis à população

A irresponsabilidade causou prejuízos incalculáveis à população

A creche está localizada na rua Helena Chaves, no bairro Sócrates Rezende, um dos mais populosos de Canavieiras e se destinaria a atender a crianças de quatro bairros circunvizinhos. Com a paralisação da obra, enormes prejuízos estão sendo causados à população, impedida de utilizar o equipamento escolar, além do Município, que foi obrigado a investir na ampliação da Creche Vovó Cabocla (no mesmo bairro) para atender a um número maior de crianças.

No entender do prefeito, é preciso que um crime de improbidade administrativa como esse não fique impune e que o julgamento seja realizado com celeridade e os recursos desviados devolvidos para a conclusão da obra. “Já foram causados danos incalculáveis no atendimento à educação das crianças e esses prejuízos são irrecuperáveis, restando apenas restituir os recursos parra a Administração Pública”, avalia Almir Melo.

Para o prefeito Almir Melo, ultrapassa à capacidade financeira do Município arcar com os custos de conclusão da obra, haja vista os recursos que deverão ser investidos para recuperar o que foi abandonado e finalizar a construção. Recentemente, o secretário de Municipal de Obras e Transportes, Almir Melo Júnior, foi a Brasília solicitar uma providência do FNDE para concluir a obra.

Improbidade administrativa – De acordo com os documentos oficiais, o prefeito Zairo Loureiro recebeu recursos do FNDE da ordem de R$1.288.093,39, destinados à construção da creche e todo esse valor foi repassado para a Cenneg Construtora. Além dessa quantia, o prefeito ainda repassou à construtora o valor de R$ 60.620,08, referentes à remuneração dos recursos aplicados e outros R$ 13.013,04, relativos à contrapartida do Município, somando um total de R$ 1.361.726,52.

Entre algumas das irregularidades encontradas, os documentos apresentados ao FNDE e à Procuradoria da República mostram que em lugar de construir o reservatório de água com capacidade de 15 mil litros, em concreto estrutural, foram utilizados blocos cerâmicos. Outra irregularidade encontrada foi o pagamento pela plantação de grama esmeralda, embora no local somente existisse outros tipos de vegetação (mato).

ERA NEYMAR E MAIS 10…E AGORA?

Dunga se engana, ou engana a todos?

A Seleção Brasileira, ou melhor, os seus dirigentes, parecem que não acreditam nas mudanças que iniciaram a ser feitas no futebol mundial, a começar pela toda-poderosa Fifa. Mesmos nos tempos adversos não “descem dos saltos altos” e continuam a fazer parecer que tudo vai bem.

Aos poucos, a torcida deixa de ir aos estádio, não só pela onda sempre crescente de violência das torcidas, mas pela prática vergonhosa dos dirigentes, aos quais pesam acusações das mais diversas, até ao furto e corrupção desenfreada.

Na Copa América nos apresentaram um time medíocre, simplesmente para atender aos interesses dos agentes de jogadores, travestidos de dirigentes. Só são convocados aqueles que jogam nas equipes comandadas anunciantes e fornecedores.

Pra começar, não perdemos do fraco selecionado peruano por muita sorte. Já dávamos como favas contadas a retumbante vitória contra a Colômbia, considerado o jogo da desforra contra a contusão de Neymar. Quiseram nos fazer acreditar que a fragorosa derrota para a Alemanha por 7 X 1 foi causada pela ausência do nosso craque maior.

Esqueceram de combinar com os jogadores colombianos. Talvez a derrota para a fraca Venezuela no primeiro jogo tenha sido entendida que a Colômbia tivesse vindo esfacelada para a competição. Ledo engano da turma de Marco Polo Del Nero. O futebol precisa de mudança: dentro e fora do campo.

E agora, Dunga? Já não temos não temos a invencibilidade, fabricada contra selecionados medíocres. Só o futuro nos dirá. Mas o futuro é agora…

Ministro da Pesca abre canal de debate sobre o licenciamento da carcinicultura

O ministro Hélder Barbalho se reúne com carcinicultores

O ministro Hélder Barbalho se reúne com carcinicultores

Representando o prefeito de Canavieiras, Almir Melo, o secretário de Obras e Transportes, Almir Melo Júnior, participou de reunião no Ministério da Pesca, Hélder Barbalho, para tratar de assunto de interesse do município. Entre os temas do encontro agendado pelo deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB), o licenciamento ambiental da carcinicultura (criação de camarão em cativeiro), a dragagem da foz do rio Pardo e atividades esportivas como a pesca do robalo e do marlim.

Após ouvir as reivindicações da Associação dos Criadores de Camarão de Canavieiras sobre o impasse no licenciamento ambiental da atividade, o ministro da Pesca, Hélder Barbalho, se comprometeu a abrir um canal de diálogo entre os empreendedores e as autoridades do Estado da Bahia. Atualmente, os carcinicultores exercem a atividade através de uma medida liminar concedida pela Justiça Federal.

A carcinicultura reúne em Canavieiras 14 empreendimentos e gera mais 400 empregos, com um investimento superior a R$ 70 milhões. Novos projetos estão parados, aguardando a regulamentação da atividades, no que tange ao licenciamento ambiental, para que o setor tenha garantias legais e possam triplicar os investimentos em Canavieiras.

O próximo passo, segundo o secretário municipal de Obras e Transportes de Canavieiras, Almir Melo Júnior, será a abertura do diálogo, conforme assegurada pelo ministro Hélder Barbalho. “Esperamos que o governador Rui Costa e o ministro da Pesca traga resultados positivos e possamos solucionar esse impasse, que perdura desde 2007 na Justiça Federal”, ressalta

Os empreendedores das “fazendas de camarão” reafirmaram ao ministro o interesse em realizar todo o processo produtivo em Canavieiras, inclusive o beneficiamento, com frigorífico para carcinicultura e piscicultura. “Nós detemos tecnologia moderna, temos os recursos para investir e disposição para trabalhar dentro dos princípios de preservação ao meio ambiente, mas não encontramos essa mesma vontade por parte do órgãos do Estado”, disse Vilmar Macari.

Recentemente, os carcinicultores se reuniram com o secretário estadual da Agricultura, Paulo Câmera, a quem pediram empenho para que o Estado possa reconhecer a importância desta atividade econômica. Na Bahia, a carcinicultura é desenvolvida por 96 fazendas, com mais de dois mil hectares implantados, empregando cerca de seis mil pessoas.

De acordo com os empresários, existe na Bahia um potencial de 120 mil hectares de área de exploração e disposição do empresários em realizar esses investimentos. Porém eles aguardam uma definição das autoridades estaduais, no sentido de retirar a questão do âmbito judicial para o Poder Executivo, a quem cabe, administrar todo o processo de licenciamento ambiental.

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Canavieiras pretende ampliar setor turístico
 
O resgate da atividade turística é uma das metas estabelecidas pelo prefeito Almir Melo para ter o turismo como uma das principais atividades econômicas. Trabalho com essa finalidade está sendo desenvolvido pelo secretário Fernando Volpi e que já produz resultados positivos.
 
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Livros de graça para todo o mundo. Basta apoiar o projeto
O Prêmio Galinha Pulando começou em 2005, patrocinado pelo seu organizador Valdeck Almeida de Jesus. Até 2009 cada poeta selecionado recebia um livro de graça. A partir daí, ficou muito caro para Valdeck bancar tudo sozinho. Agora em 2014 veio a ideia de pedir ajuda aos autores e a quem puder colaborar comprando antecipado exemplares da antologia poética.
 
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Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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