CIA DA NOTÍCIA

Finanças aprova criação de 11 mil cargos na administração federal

DA AGÊNCIA CÂMARA

Manoel Júnior: impacto anual da medida está estimado em R$ 958 milhões.

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou na quarta-feira (10) o Projeto de Lei 6244/13, do Executivo, que cria 11.028 cargos na administração pública federal em diversas áreas da saúde, educação e segurança pública.

O relator na comissão, deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), defendeu a adequação financeira e orçamentária da proposta. Pelo texto, o provimento dos cargos criados será realizado de forma gradual.

De acordo com o relator, após a realização dos correspondentes concursos públicos, o que deverá ocorrer gradativamente a partir de 2015, o impacto anual da medida está estimado em, aproximadamente, R$ 958 milhões.

Saúde e Anvisa
De acordo com a proposição, serão criados, no quadro de pessoal da Agência Nacional de Saúde (ANS), 127 cargos de especialista em regulamentação de saúde suplementar e 87 cargos de analista administrativo.

Para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), está prevista a criação de 130 cargos de especialista em regulação e vigilância sanitária; 30 de técnico em regulação e vigilância sanitária; e 20 de analista administrativo. Já para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o Executivo propõe a criação de 1.200 cargos em diversas áreas.

Na área da educação, o texto cria 5.320 cargos de professores do ensino superior e de 2.008 técnicos administrativos em educação. O Executivo também pretende transformar 1.977 cargos vagos de técnico-administrativo em educação das instituições federais de ensino superior em número igual de cargos com perfis adequados às necessidades institucionais.

Polícias
A proposta contempla ainda a criação de cargos para os departamentos de Polícia Federal e de Polícia Rodoviária Federal, sem aumento de despesa, mediante contrapartida de extinção de cargos vagos.

Para a Polícia Federal, o Executivo propõe criar 44 cargos de engenheiro, cinco de arquiteto e 36 de psicólogo. Já para a Polícia Rodoviária Federal, é prevista a criação de 19 cargos de administrador, 17 de engenheiro, cinco de estatístico e três de técnico de comunicação social.

+ LEIA MAIS »

Bookmark and Share

Comunidade Leitora é destaque na Escola do Poxim

Os alunos passaram a se interessar pela leitura

Os alunos passaram a se interessar pela leitura

O incentivo e a garantia do direito ao acesso dos alunos de todos os anos à leitura foi um dos projetos de maior sucesso na Escola Municipal Professora Regina Célia, no Distrito do Poxim, em Canavieiras. Criado para funcionar apenas com o público interno, o projeto foi ampliado para toda a comunidade, interesse que surgiu com a presença física dos livros de literatura infantil e adulta nas residências.

O projeto idealizado e implantado em julho de 2013, pela diretora Milza Alcântara e a vice à época, Ângela Mota, produziu muitos resultados positivos na comunidade escolar e levou o interesse pela leitura às famílias. Em 2014, a biblioteca foi ampliada, aumentando, também o interesse pela leitura em todas as faixas de idade e por assuntos diversos.

Informa a coordenadora pedagógica da Escola Regina Célia, Vilma Rosário, que entre os destaques estão Rozilene Soledade e Núbia, esta, inclusive, já leu mais da metade do acervo – mais de 400 livros. “Esta ação de Núbia foi responsável pelo interesse de sua neta Ana Beatriz, do segundo ano, que se tornou uma leitora assídua e constante”, ressalta a coordenadora.

Dentre os estudantes “devoradores” de livros estão os alunos do 4º ano, seguidos pelos dos 2º e 1º ano e o projeto Comunidade Leitora já incentiva, inclusive, alunos do Pré 1, que, apesar de ainda não saberem ler, demonstram interesse pelas figuras. Este ano, os alunos que mais se destacaram na leitura foi Felipe Lisboa, do 4º ano; Jaine, do 6º ano do Fundamental II; Gizelle, Jaciele e Joicy, do 4º ano; e Graciele, do 1º ano.

Para a Coordenadora Pedagógica, o interesse dos alunos pela literatura geralmente é criado pelo incentivo dos professores, a exemplo do que acontece na Escola Regina Célia. A expectativa é a ampliação do acervo da biblioteca em 2015 e, para isso, além dos livros adquiridos pela Secretaria Municipal da Educação, contato estão sendo mantidos com algumas editoras e empresas difusoras de conhecimento para o envio de novos exemplares.

Alunos ganham presentes no encerramento

Alunos ganham presentes no encerramento

Este ano, a edição do Projeto Comunidade Leitora contou com a participação do Grupo Musical 2 de Janeiro, mantido pela Filarmônica 2 de Janeiro, que realizou uma apresentação musical para os alunos. O evento, além da apresentação de músicas, também teve como objetivo despertar nos alunos o interesse pela música instrumental.

Durante a solenidade de encerramento do ano letivo, todos os alunos da Escola Regina Célia participaram de atividades culturais e receberam presentes, adquiridos com recursos provenientes da venda de diversos produtos doados pela comunidade e que foram vendidos em um brechó. Para o próximo ano estão previstas a ampliação das atividades culturais na escola.

Bookmark and Share

União e Caridade promove festa de confraternização

A Loja Maçônica União e Caridade, de Canavieiras, promoveu neste sábado (13) em seu clube recreativo, uma festa de confraternização com seus membros e famílias. O evento também marcou o aniversário dos seus 124 anos de lançamento da pedra fundamental, que será comemorado em 27 de dezembro próximo.

Além de um jantar festivo, ainda foi realizada uma festa dançante, animado por Iara Silva e Banda. Durante toda a noite de sábado e a madrugada de domingo, os membros da Loja União e Caridade se confraternizaram. As festividades foram marcadas pela presença de uma comitiva da Loja Maçônica Mahachoan, de Camacã, e uma oficina do De Moley (Ordem da Cavalaria) homenageando as mães.

Durante a Confraternização, o Venerável Mestre Arenilson Mota Nery e sua diretoria agradeceram a participação dos convidados durante o ano de 2014 e conclamou a todos para que em 2015 a Loja União e Caridade supere as realizações deste ano. Em nome do Sereníssimo Grão-Mestre, Jair Tércio, o Delegado Distrital Raimundo Antônio Tedesco também exortou-os a continuar desempenhando o brilhante trabalho para construir um mundo melhor.

CONFIRA O ÁLBUM DE FOTOS

Bookmark and Share

E O BERIMBAU VOLTOU – COM TODA SUA FAUNA

A Confraria do Berimbau voltou com “a corda toda”

O dia era 13 de dezembro e foi comemorado com todas as honras, até para Santa Luzia, como consta na abertura da ata, lavrada pelo eterno secretário Tolé. Antes, ao raiar do dia, alvorada com fogos, tudo igual como na comemoração do Dia de São Boaventura (15 de julho, data tida e havida como a verdadeira). Afinal, a data tinha que ser comemorada com todas as honras, pois estava de volta o Berimbau, sem o comando físico de Neném de Argemiro, que cedeu o lugar ao casal Zé do Gás e Vera.
Da “fauna” frequentadora, todos presentes conforme a chamada, exceto aqueles que se foram para fazer companhia a Neném. Dos presentes, dois subverteram a ordem: Tolé e Turrão fizeram pouco das cachaças e cerveja, menos Tolé que tentava enganar a galera com uma Brahma sem álcool (um desrespeito a um lugar tão sério). Das ausências, algumas devidamente alegadas por justo motivo, mas com presença garantida para as próximas.
Com mais de 40 anos de experiência no ramo etílico, o Berimbau retorna às atividades mantendo o ritual e todas as liturgias, a exemplo da batida do sino, e do bate-papo puro e desinteressado da vida alheia. Como de sempre, a cachaça, cerveja bem gelada e o mal-assado de sábado. Não faltaram visitas dos clientes que hoje residem outras cidades. Os membros Confraria do Berimbau se fizeram presentes, como antes.
Daqui pra frente todos os sábados serão diferentes.
Bookmark and Share

O CASTIGO VEIO DE KOMBI

Walmir Rosário*Walmir Rosário

O ano era 1977 – salvo melhor juízo – período em que retornei de Salvador para Paraty. À época, a cidade já passava por uma transformação, porém ainda mantinha seu espírito bucólico, em que prevalecia a amizade, apesar da recém-chegada onda consumista. A chegada do progresso era fato e todos queriam se beneficiar dele e de seus efeitos, mas de forma honesta, no pensamento de alguns.
Entre as atividades em ascensão a produção de cachaça era a mais promissora delas, notadamente para quem conhecia do ofício, como Eduardo Mello, o Eduardinho, fiel seguidor dos ensinamentos do seu pai, Antônio Mello, produtor – por anos a fio – da cachaça “Quero Essa”. Com a venda da Fazenda Boa Vista, os novos proprietários – industriais paulistas, creio eu – fechou o alambique, deixando órfãos uma legião de cachacistas apreciadores do bom e precioso néctar da cana.
E nada tirava da cabeça de Eduardinho continuar a desempenhar o mister aprendido por anos e anos, plantando, colhendo, moendo cana e destilando o seu caldo até chegar ao ponto ideal da excelente cachaça. Não é de hoje que a cachaça de Paraty era cantada verso e prosa Brasil afora, e a semelhança não é mera coincidência, Paraty cidade, paraty cachaça, da boa, como convém aos apreciadores mais entendidos.
Até que chegou a oportunidade de ouro para o filho de Antônio Mello. Após várias tentativas, eis que um dos bons produtores de cachaça, o Ormindo, que fabricava a Coqueiro, pretendia se aposentar. Por outro lado, Eduardinho, que se aposentara precocemente e temporariamente, queria voltar a trabalhar, alambicar cachaça, cachaça do mesmo padrão de qualidade da “Quero Essa”, ou da “Vamos Nessa”, feita pelos seus avós. Era o caldo de qualidade, no fogo adequado.
E para “fechar o negócio”, marcamos uma Sexta-feira da Paixão como o “Dia D”. Tudo de forma bem planejada numa das muitas noitadas do Cana Verde. Cerca de meia-noite saímos da boemia com o compromisso de estarmos de prontidão às 6 da manhã no cais e zarpar para o encontro com o Ormindo, na Fazenda Engenho D’água.
No horário aprazado, lá estávamos nós – eu, Eduardinho, seu irmão Neguinho (Antônio Carlos) e Jorginho, este amigo e dono do barco que nos levaria ao então alambique, cujo único meio de comunicação era o marítimo. Apesar de cedo, já encontramos aberto o bar “Bem-me-quer”, do Edmir, e encomendamos nossas provisões (víveres) para a viagem. Do pedido constaram 24 latas de cerveja Skol, carteiras de cigarros (ainda tínhamos esse péssimo vício) e oito sanduíches de filé.
A manipulação dos sanduíches foi prontamente rechaçada pela cozinheira Madalena, que se recusou a cometer tal heresia:
– Comer carne na Sexta-feira Santa é um sacrilégio e Deus vai castigar quem fizer e comer – se desesperou Madalena.
Após várias intervenções de Edmir, finalmente, muito a contragosto, Madalena preparou os (mal)ditos sanduíches e rumamos para embarque na Kombi (assim era chamado o barco de Jorginho, pela sua aparência com o veículo fabricado pela Volkswagen). Após umas três cervejas e dois sanduíches de filé, finalmente chegamos à fazenda de Ormindo.
Negócio fechado, comemoramos com mais um litro de Coqueiro e alguns mergulhos no mar. Ao por do sol resolvemos rumar de volta para Paraty, fazendo planos para a mudança do alambique e a nova produção.
Tudo era festa, até notarmos os primeiros sinais de problema no motor da Kombi “flutuante”, que começou a perder força. Diagnóstico feito na hora, era a junta do cabeçote que tinha queimado. Alegres e satisfeitos com a aquisição do alambique, não nos afobamos e a cada cinco ou dez minutos desligávamos o motor até que esfriasse, para navegarmos mais um bom pedaço.
Se os problemas do barco não nos afligia, situação diferente se passava na cidade, após constatado o nosso sumiço. No bar, Madalena não se cansava de pregar os castigos de Deus com os hereges que se atreveram a comer carne na Sexta-feira da Paixão, desafiando os desígnios de Deus. Aos poucos, nossas famílias foram para caís, apavoradas com a demora do regresso, a notícia “corria costa” e as versões superavam o fato.
De boca em boca, Deus tinha feito justiça e castigado os hereges, que perderam-se no mar, naufragando com o peso dos pecados. No mar, cumpríamos nosso “encargo” de navegar e parar para esfriar o motor. Enquanto isso, o povo não arredava o pé do cais, para o desespero de nossas famílias.
Persistentes, nós sobreviventes de um quase acidente marítimo, fomos nos aproximando da cidade. Para nossa alegria, já avistávamos as luzes. Ligávamos o motor…logo em seguida desligávamos, e assim nos aproximávamos do cais.
E esse “calvário” continuou até as 21 horas, quando aportamos, para o alívio e felicidade geral. Âncora ao mar, barco amarrado na ponte, seguimos desfazendo a curiosidade alheia e a bronca das mulheres. E fizemos o primeiro pit stop etílico no “Bem-me-quer”, ponto de origem de toda a fofoca sobre nossas quase mortes no mar da Baía de Paraty.
E, juntos, pedimos ao Edmir uma Coqueiro e à Madalena mais um sanduíche de filé para comemorar a nossa ressurreição!
*Apreciador da boa cachaça.
Bookmark and Share

NO BERIMBAU É ASSIM …FALTOU, É CITADO POR EDITAL

Convite-convocação para os presentes

Convite-convocação para os presentes

A direção de o Novo Berimbau, boteco que agora reabre em Canavieiras, enfrenta um sério problema para convidar, ou convocar, como expressa o convite, dos frequentadores, especialmente os membros da Confraria do Berimbau.

Um dos problemas já foi resolvido: “os que passaram desta para melhor”, como diz o ditado, serão convocados pelo próprio Neném de Argemiro. Já os que ainda teimam em continuar nesta terra de meu Deus, mas residindo em outras plagas, é não tiveram a convocação resolvida.

Opções várias foram apresentadas, como os telefonemas e o envio de correspondência pelos Correiros, com as características antigas e eventuais. Esta, entretanto, não foi bem aceita, pois os carteiros destas cidades na qual residem os expatriados podem não conhecê-los como no costume anterior.

Mas, do alto de sua sabedoria, o Decano dos Confrades e Decano dos Secretários Municipais, Antônio Amorim Tolentino, consultou o seu Vade Mecum e, com ar eminentemente professoral, determinou: “Ora, está aqui no artigo 3º da Lei de Introdução do Código Civil: “Ninguém se escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece”.

E do alto de sua sabedoria, arrematou: “Como se diz no popular, a ninguém é dado o direito de desconhecer a lei, portanto, citem-se os residentes em local incerto e não sabido por edital”.

Nada mais disse e não lhe foi perguntado. Apenas cumpriu-se.

Bookmark and Share

Canavieiras promove Campeonato de Surf

Praias de Canavieiras (1)Será realizado neste domingo (14), a partir das 8 horas, na Praia da Costa, na Ilha da Atalaia, em Canavieiras, a 1ª Etapa de Surf Deus é Vida. O evento contará com a participação de atletas de Canavieiras e de outros municípios circunvizinhos.

De acordo com os organizadores Leonardo Gomes e Wilson da Pax, o campeonato distribuirá premiações de alto nível e o valor da inscrição será de três quilos de alimentos não-perecíveis. Toda a mercadoria arrecadada será doada a instituições assistenciais.

Segundo o diretor de Esportes da Secretaria de Turismo e Esportes de Canavieiras, José Bandeira, o evento conta com o apoio da Prefeitura e será uma atração a mais para moradores e turistas durante o fim de semana. “Os frequentadores da Praia da Costa vão poder desfrutar do sol, da boa gastronomia e de um esporte praticado por atletas de todas as idades”, ressalta o professor Bandeira.

Projeto Porto Verão – Informa o diretor de Esportes que com a chegada do verão a cada final de semana serão realizados diversos eventos ligados às artes, a exemplo da música, artesanato, literatura e esportes. As promoções terão como palco o Sítio Histórico e a Praia da Costa, às sextas-feiras, sábados e domingos, de acordo com a programação que está sendo elaborada pela Prefeitura.

O Projeto Porto Verão 2014/2015 terá início na sexta-feira (19) e se estenderá até uma semana após o Carnaval. O projeto é organizado pelas secretarias da Cultura e do Turismo e Esportes, com o apoio das secretarias da Saúde, Educação, Obras e Transportes e Administração. É esperada para a próxima semana a divulgação das atividades pelo prefeito Almir Melo.

Bookmark and Share

Grupo Ágape Lança Primeiro Livro de Poemas

Nova-imagemPor: Valdeck Almeida de Jesus

A primeira antologia poética dos jovens do Grupo Ágape será lançada dia 13 de dezembro de 2014, a partir das 17hs, no Centro Pastoral Afro Padre Heitor – Cenpah, em Sussuarana, periferia de Salvador-BA. Composto por textos de Maiara Silva, Mateus Silva, Joyce Melo, Sandro Sussuarana, Lane Silva, Evanilson Alves, Gleise Souza, Laiara Mainá, Larissa Oliveira, William Silva e Carol Xavier, com capa desenhada por Zezé Olukemi, a coletânea de 50 páginas sai pela Editora Galinha Pulando e já tem o que falar.

As poesias do coletivo poético falam, sim, e falam muito. Os textos são recitados no Sarau da Onça, no mesmo local do lançamento da antologia, nas ruas, becos, vielas, salas de aula, praças, avenidas; falam alto e em bom tom, incomodando ao sistema e a quem compactua com preconceitos, racismo, violência, falta de investimento em cultura, educação, segurança pública etc. Os poemas dos meninos e meninas da favela – como preferem ser identificados – gritam e choram o extermínio de negros e negras, clama por justiça social e criminal, fazem arrepiar e arrancam lágrimas de quem ouve os seus lamentos. Mas também fazem muito bem à autoestima de quem luta por respeito, igualdade, aceitação, autoafirmação e amor próprio.

Aliás, amor próprio é a arma que essa garotada injeta em si e em todos que se aproximam. Com entonação que soa incisiva, bocas e corações da turma se misturam, palavras não são apenas palavras, são tonalidades de pele, são as marcas do sofrimento próprio ou de algum amigo ou amiga que eles testemunharam ser agredidos, injustiçados, desrespeitados. E as palavras chamam à luta pacífica por igualdade de direitos. Na boca do Grupo Ágape, a poesia cria asas, como no fragmento que dá título ao primeiro volume de poemas: “A nossa poesia não foi feita para burguês gostar, / porque é um grito de insatisfação, / a intenção é incomodar! (…)/ Somos crias de Sussuarana, / onde criança vira onça cedo, / e aprendemos que o papel e a caneta são armas contra a opressão e o medo”.

A opressão, que poderia criar uma comunidade de covardes, ao contrário, estimula o Grupo Ágape a lutar por si, por todos, pelo bairro e pela cidade inteira. E os gritos deles ecoam, como urros de onça suçuarana, levando o brado a terras distantes, contaminando mentes e corações. Já chegaram à Bienal do Livro de São Paulo e da Bahia, a Institutos Federais de Educação, a Universidades, Festas Literárias etc e prometem chegar muito mais além; ali, do ladinho, na casa do vizinho, no coração de quem se senta, lado a lado, para ouvir e aplaudir os recitais do Sarau da Onça, do Fala Escritor e de todos os coletivos de poesia da cidade do São Salvador da Bahia de Todos os Santos! Como diz Sandro Sussuarana no livro “O Diferencial da Favela: Poesias Quebradas de Quebrada”, “Mais uma vez eu lhe digo meu amigo: – quer ser perigoso? Vá ler um livro” (A Perifa).

Grupo Ágape – O coletivo surge em julho de 2011 da iniciativa de um grupo de amigos que frequentavam a Igreja de Santo Antônio, da Paróquia de São Daniel Comboni, no bairro de Sussuarana. Foi pensado para ser um grupo de arte dentro da igreja, para agregar jovens por meio da música, dança, poesia e teatro. Devido à dificuldade de conseguir levar adiante o projeto nas quatro vertentes citadas, a opção foi juntar as forças apenas na poesia.

SERVIÇO

O que: Lançamento do livro “A poesia cria asas”

Quando: 13 de dezembro de 2014, a partir das 17h

Onde: Centro Pastoral Afro Padre Heitor – Cenpah – Sussuarana, Salvador-BA

Contato: Sandro Sussuarana (71) 9331-5781

 

Fonte: http://galinhapulando.blogspot.com.br/2014/12/grupo-agape-lanca-primeiro-livro-de.html

Bookmark and Share

Projeto Gicas apresenta Espetáculo de Ginástica Rítmica

Projeto Gicas 33 Foto Wagnevilton FerreiraO projeto Ginástica Rítmica de Canavieiras (Gicas) apresentou na última sexta-feira (6), às 19 horas, na praça da Bandeira, o espetáculo de encerramento “Eu sou do tamanho daquilo que sinto, que vejo e que faço…Eu sou o amor”, coordenado pela técnica em ginástica Rítmica Sheyla Athaly, junto com a auxiliar técnica Patrícia Belém e da Educadora Física Milena Santos. Foram apresentadas 24 coreografias, sendo três individuais.

Na abertura, uma apresentação de dança de salão e, logo após, a primeira série, intitulada “o amor puro”, envolvendo todos os aparelhos (fita, arco, bola, massas e mãos livres)”, com as alunas Iara Belém, Emily Rosário, Daniele Souza e Maria Luiza Souza. No decorrer do espetáculo, foram apresentadas as coreografias com os temas “amor familiar”, “amor amigo”, “amor juvenil”, “paixão”, “a paz do amor” “a força do amor”, a dor de amor”, “amor e travessura” e “a felicidade de ser amado”. O evento foi encerrado com a coreografia “O Sonho de Ser amada”, que teve como trilha sonora a música sonho impossível, de Maria Bethania.

Segundo a professora Sheyla Athaly, o tema teve como intuito homenagear as famílias. “Nós contamos com o acompanhamento das famílias das alunas durante todo ano e já é visível o resultado do projeto na vida escolar e familiar dessas meninas”. As alunas do projeto aprendem exercícios físicos específicos, motivando-as às praticas esportivas, e desenvolvendo aspectos como pontualidade, disciplina e assiduidade. Este ano conseguimos fazer um excelente trabalho, expandir o mesmo para diversos núcleos de iniciação na modalidade, inclusive na Apae, a exemplo da aluna Luane, que treinamos para fazer a abertura das Olimpíadas da Apae, em Jequié”, ressalta a técnica.

O projeto - A Prefeitura de Canavieiras, através da Secretaria da Educação, desenvolve desde 2013 o Projeto de Ginastica Rítmica (Gicas) em sete escolas do município – Noécia, Rotary, Comunitária, Lions, Frederico Minervino, Raio do Sol (Apae) e Rita Braga, com intuito de oportunizar meninas na faixa etária de seis a 16 anos de idade a prática dessa modalidade, dando importância ao desenvolvimento cognitivo, motor e afetivo social contribuindo para melhoria da qualidade de vida.

As aulas acontecem três vezes por semana no Centro Ginástico Feminino. Além dos profissionais cedidos pela secretaria, a Prefeitura também oferece o local para sediar o projeto e o pagamento da energia elétrica, água e manutenção do local.

Bookmark and Share

Empresa de Ilhéus aposta em soluções tecnológicas

Danilo

Danilo Abreu

Quando se pensa em empreendedorismo, muitas ideias passam pela cabeça daqueles que sonham em ser pioneiros em algum negócio. Por isso, muito se tem ouvido falar em Startups, empresas extremamente inovadoras em qualquer área ou ramo de atividade, que procuram desenvolver um modelo de negócio através de ideias que levarão rentabilidade, eficiência e visibilidade para empresas de diversos segmentos de mercado.

Para Danilo Abreu, diretor comercial da Ipsoft Sistemas, que atua  desenvolvendo softwares e produtos de bases tecnológicas para empresas, investir  em tecnologia gera um resultado extraordinário, seja na gestão dos processos, otimização das vendas ou qualificação do público. “Essa é uma tendência, pois usando as novas metodologias de gestão de negócios, além de ferramentas que estabeleçam métricas precisas para atingir  o público-alvo, por exemplo, é possível ter resultados muito mais relevantes e em menor tempo do que os antigos formatos”, diz.

História de sucesso

Na região, quando se fala de Startup, a Ipsoft é pioneira. “Ao ser inovador em algo, o primeiro sentimento que você tem é de desafio, pois sua empresa passa a ser reconhecida como a vanguardista por ser a pioneira na área, gerando respeito e visibilidade, além do reconhecimento como uma empresa criativa, responsável e que encara novos desafios”, comenta Danilo.

Desde 2006, a empresa vem se destacando no desenvolvimento de soluções inovadoras na cidade. “A Ipsoft nasceu em 2006 para atender as indústrias que fabricavam computadores, no polo industrial de Ilhéus. Foi aí que surgiu o primeiro case de inovação, em que foi desenvolvido um software para aumentar a produtividade destes fabricantes”, explica.

Entre os anos de 2007 a 2013, a empresa passou a atender indústrias das regiões Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, alcançando referência nacional com o produto que foi criado para este segmento.

Em 2012, resolveu apostar na criação de aplicativos para smartphones e tablets. “Dentre os aplicativos desenvolvidos, surgiu a parceria com a Anitta e com isso fizemos o app Oficial da cantora, com um alcance superior aos 100 mil downloads”, destaca Danilo.

WifiBox: revolucionando o mercado publicitário local

+ LEIA MAIS »

Bookmark and Share

Justiça anula processo seletivo e Prefeitura extingue contratos

Prefeitura de Canavieiras

Atendendo a determinação judicial da Vara da Fazenda Pública de Canavieiras,, o prefeito Almir Melo editou o Decreto 124, de 28 de novembro de 2014, declarando a invalidade do Processo Seletivo Municipal nº 001-13. Por extensão, os efeitos do Decreto extinguiu todos os contratos temporários decorrentes do certame, atingindo servidores das pastas da Educação, Saúde, Administração, Obras e Transportes, inclusive nos cargos de serviços essenciais, a exemplo de limpeza pública e coveiros.

A anulação do Processo Seletivo atendeu a uma Representação impetrada pelos vereadores José Carlos Costa Guimarães (Cacá), Cleuzenide Fonseca Costa Nide Enfermeira), Adenilson Mendes da Silva (Deni), João Moreira Alves, Nilton Silva do Nascimento e Gildeon Reis Pinheiro junto ao Ministério Público. Transformada em Ação Civil Pública, o Ministério Público requereu a invalidação do processo e a imediata extinção dos contratos firmados.

Pelo Decreto 124-14, foram extintos os contratos de 285 servidores temporários, apesar dos esforços da Administração Municipal feitos nas peças processuais de contestação e no agravo de instrumento impetrado junto ao Tribunal de Justiça da Bahia. “Apesar do grande prejuízo que será causado na prestação de serviços do Município, temos que cumprir a determinação judicial e analisar que outras medidas poderemos tomar para não permitir a instalação do ‘caos’ nos serviços prestados à população”, ressalta o prefeito Almir Melo.

Na defesa, a Procuradoria Jurídica do Município alegou a grave lesão que a, anulação causaria à ordem administrativa, por provocar danos irreversíveis nas áreas da saúde, educação e serviços essenciais, além da economia de Canavieiras. No entender da Procuradoria, a realização do processo seletivo simplificado questionado foi motivada, sobretudo, pela necessidade de suprir diversas atividades primordiais nas áreas de saúde, educação e administração, concernentes a serviços públicos essenciais, enquanto o Município prepara, em definitivo, o necessário concurso público.

O processo seletivo, segundo defesa do Município estava em consonância do artigo 37, IX, que diz “a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público;”. “Isso porque, como é do conhecimento público, a atual administração ao assumir o comando do Município se deparou com um quadro lamentável de desordem administrativa em todas as áreas de atuação da municipalidade, mormente, aquelas afetas à saúde e à educação”, alertou o procurador Fred Érico Júnior.

A realização do processo seletivo, teve o objetivo de contratar, temporariamente, pessoas para a prestação de serviços públicos essenciais de forma satisfatória e eficiente, até a realização do concurso. “Como não tínhamos tempo hábil para realizar o concurso, promovemos a seleção para suprir, provisoriamente, diversas lacunas laborais no quadro funcional da máquina pública”, disse o prefeito Almir Melo.

Na defesa apresenta à Vara da Fazenda Pública, o procurador jurídico demonstrou que o ato do prefeito de Canavieiras estava lastreado com decisões de diversas instâncias e tribunais, inclusive o Supremo Tribunal Federal. “O processo seletivo não caracteriza ofensa aos princípios da igualdade e da livre acessibilidade aos cargos públicos, dadas a premente necessidade da contratação e a inexistência de tempo hábil para treinamento de pessoal, a atribuição de pontuação àqueles que demonstrassem experiência em suas áreas de conhecimento, correspondendo prontamente ao objetivo da Administração de melhor atender ao interesse público”, defendeu o procurador do Município.

Bookmark and Share

ITABUNA E AS CHUVAS

Chuva em Itabuna1

A avenida do Cinquentenário não resiste a uma chuva

Entra prefeito, sai prefeito e Itabuna continua a mesma. Não resiste a uma chuva, sequer. A avenida do Cinquentenário, a principal artéria comercial da cidade sofre horrores com qualquer chuva que se abate. Hoje, não foi diferente e as marcas estão aí.

Muito dinheiro dos contribuintes já foi gasto pelos prefeitos e moradores e comerciantes padecem do mesmo mal. Já é passada a hora de mudar essa terrível situação da cidade, com investimentos bem feitos e que resolvam os problemas.

Bookmark and Share
Páginas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 ... 327 328 329 Próximas
Canavieiras pretende ampliar setor turístico
 
O resgate da atividade turística é uma das metas estabelecidas pelo prefeito Almir Melo para ter o turismo como uma das principais atividades econômicas. Trabalho com essa finalidade está sendo desenvolvido pelo secretário Fernando Volpi e que já produz resultados positivos.
 
LEIA MAIS
 
Livros de graça para todo o mundo. Basta apoiar o projeto
O Prêmio Galinha Pulando começou em 2005, patrocinado pelo seu organizador Valdeck Almeida de Jesus. Até 2009 cada poeta selecionado recebia um livro de graça. A partir daí, ficou muito caro para Valdeck bancar tudo sozinho. Agora em 2014 veio a ideia de pedir ajuda aos autores e a quem puder colaborar comprando antecipado exemplares da antologia poética.
 
LEIA MAIS
Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
LEIA MAIS