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Atletas canavieirenses se preparam para o GP de Kettlebell, em Salvador

Atletas canavieirenses se preparam para o GP Mundial

Atletas canavieirenses irão ao GP Mundial

Cinco atletas de Canavieiras participarão da Etapa Brasil do GP Mundial de Kettlebell da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport (WAKSC), que será realizado sexta-feira (8), no São Salvador Hotéis e Convenções. Os canavieirenses viajarão na próxima quinta-feira (7), véspera da competição, ainda a tempo de realizar a pesagem pré-condição para competir nas categorias.

Dentre os cinco atletas de Kettlebell Sport de Canavieiras estão professores de educação física, a exemplo da multipremiada no judô e jiu jitsu Joyce Araújo, o professor de Kettlebell Leandro Alves, o desportista Jessé Oliveira, praticante de Stand up Paddle, Poliana Silva e Nara Lima, que encontraram no kettlebell um aliado para manter o condicionamento físico.

Os representantes de Canavieiras no GP de Kettlebell viajam com o apoio da Prefeitura de Canavieiras, que cedeu um veículo para o transporte dos atletas, e da Equipe L3 Fun Training, que cedeu um casa no bairro de Stela Maris para hospedar os atletas. “Esse apoio concedido pelo prefeito Dr. Almeida e o treinador da L3, Fábio Leal, é muito importante para a participação dos cinco atletas na competição”, ressalta João Rosário.

Os atletas de Canavieiras competirão nas modalidades snatch onde o kettlebell é levado em um movimento só da altura do joelho para acima da cabeça com o braço travado no alto; e long cycle realizado em duas fases: o kettlebell é levado da altura do joelho até o peito e do peito acima da cabeça. Leandro, long cycle, 16 kg em cinco minutos; Joyce, snatch 12 kg em 10 minutos; Poliana, snatch 12 kg em 10 minutos; Jessé, snatch 16 kg em 5 minutos; e Nara, 8 kg em cinco minutos.

O kettlebell esportivo começou a ser praticado em Canavieiras há pouco mais de um ano, quando, após fixar residência na cidade, o professor de educação física João Rosário iniciou a promoção do esporte e treinamento de atletas, que representam a equipe

liderada por ele. Em março de 2017 a cidade sediou o primeiro torneio de kettlebell sport e atletas locais fizeram sua estreia na modalidade.

A competição reunirá desde atletas iniciantes a campeões mundiais da modalidade como os russos Denis Vasilev e Sergey Rachiskyi, sendo o último, sete vezes recordista mundial no Guinness Book em levantamento de peso. O GP conta com 65 competidores, sendo que 57% dos inscritos são da Bahia, além de atletas vindos dos estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco. Também participam atletas dos Estados Unidos, Rússia, Polônia, Argentina e Chile.

Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho de João Rosário acessar o site www.brutalsc.com e sobre o GP Brasil no www.wkgpsbrasil.com.br

CANAVIEIRENSES PARTICIPA DA LIGA DE VÔLEI DO EXTREMO SUL

Sul da BahiaA atleta  Andressa Brito, participou nos dias 2 e 3 de setembro, da 3ª Fase da Liga de Vôlei do Extremo Sul da Bahia (Livesb), realizada em Itarantim, que teve a participação de Equipes Masculinas e Femininas do Extremo Sul da Bahia.

A canavieirense representou a Equipe de Vôlei Feminino de Itarantim e disse que foi muito gratificante a experiência de jogar com uma equipe unida e acolhedora.

” O CDC está demonstrando assim que o trabalho realizado há mais de 25 anos, com dedicação e competência, dá oportunidade aos atletas canavieirenses e outras equipes a participarem de outros eventos regionais” relata o técnico de Vôlei Boinha Freire.

Nem Rio de Janeiro nem Haiti, a violência também impera aqui

Walmir Rosário*

Cada vez mais a sociedade tem medo de tudo e de todos. O que antes víamos apenas na televisão já faz parte do nosso dia a dia e algumas pessoas nem se importam mais com as mortes. Elas (as mortes) fazem parte do nosso cotidiano, queiramos ou não, e a insegurança impera em Canavieiras e outras cidades como em qualquer morro do Rio de Janeiro ou o Haiti, após seus governos perderem os parâmetros de dignidade.

A Bahia, considerada em todo o país como a “boa terra” já é vista com restrições. E em Canavieiras, por exemplo, o bate-papo noturno nas calçadas, para aproveitar a brisa noturna e colocar os assuntos em dia, é visto com restrições. Volta e meia, na avenida mais movimentada, a Octávio Mangabeira, ou rua 13, como chamamos, os assaltos a aparelhos celulares e outros pertences são praticados a torto e a direito.

A sociedade organiza movimentos, mobiliza parte da população atingida, para a felicidade de alguns políticos que sabem muito bem utilizar esses eventos como palanques gratuitos de promoção. As autoridades policiais, o Ministério Público e o Poder Judiciário apenas olham e dizem que nunca se combateu a violência como agora. Mostram dados que só eles têm conhecimento. E fica tudo como dantes.

Por fora, circulam com desfaçatez as organizações não-governamentais e pastorais travestidas de defensores dos direitos humanos. Mas agem numa só via, a “defesa dos coitadinhos” dos bandidos, sem se incomodar com os cidadãos que trabalham e custeiam a máquina estatal. Essas organizações recebem dinheiro de instituições internacionais para fomentar a chegada dos partidos antes de esquerda ao poder, criando um clima de instabilidade política e social. É o Brasil dos expertos contra o Brasil que trabalha.

E a violência não tem dado trégua à sociedade. Se na zona urbana a insegurança recrudesce a cada dia, na zona rural não tem sido diferente. Morar longe da movimentada cidade, especialmente num sítio com paisagem bucólica, já não é a opção para milhares de pessoas residentes nas grandes capitais, a exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo. Nem mesmo aqui.

O que antes parecia uma excentricidade tornou-se uma temeridade, haja vista a falta de segurança dos arredores da cidade, onde o Estado não dispõe de qualquer representante. Hoje, os sítios e grandes fazendas, principalmente as que os proprietários ali residem, são o alvo preferido pelos ladrões. Além dos prejuízos materiais, ainda há o risco moral, pois todas as atrocidades são praticadas contra as famílias.

Longe de mim ser um arauto do medo e do terror, mas estou falando com a triste experiência que tive a 20 metros de casa, quando fui abordado por dois indivíduos que queriam o aparelho celular. De armas na cintura, como toda a pressa pedem o aparelho, antes que se enervem e resolva tirar nossa vida. Assim, de forma tão barata, passam o produto do roubo adiante, trocado por algumas pedras de crack ou gramas de cocaína.

Valor algum tem a vida, que já foi considerada o maior bem do homem. Enquanto para alguns cidadãos (de bem, é claro) ainda são, para os bandidos pouco vale, pois os traficantes somente aceitam como pagamento dinheiro em espécie ou objetos de fácil circulação. É o que diz a lei do crime instituída pelos novos mandatários das cidades brasileiras, sob o complacente olhar das autoridades.

A confusão em torno do combate ao crime é tão grande que estamos acostumados a ver vídeos publicados por policiais militares e civis reclamando da impotência das instituições em relação aos bandidos. É a lei, dizem delegados, promotores e juízes, que concedem liberdade todas as vezes que esses meliantes são presos e levados às delegacias e nas audiências de custódia.

Caso seja menor de 18 anos, é um assombro. Os jovens com físico de “guarda-roupas” debocham do policial assim que é rendido, evocando seus direitos legais contidos no Estatuto da Criança e Adolescente. Um verdadeiro escárnio para a sociedade que vive decentemente, trabalhando para pagar os impostos e manter os “mimos” a eles destinados pelo diploma legal.

Os menores, que antes eram utilizados pelos senhores absolutos do crime, hoje são quem dão as cartas, haja vista a experiência adquirida e a facilidade com que são liberados e voltam à delinquência. Os policiais sequer podem agir com o mesmo desforço para não serem denunciados como truculentos e sofrerem processos administrativos e policiais pelos excessos cometidos contra essas “criancinhas”

No Sul da Bahia, as fazendas de cacau são um verdadeiro “paraíso” para os assaltantes. Os furtos e roubos nas roças são praticados à calada da noite por todos os tipos de ladrões. Vemos na periferia das cidades amêndoas de cacau secando nos passeios e até mesmo no meio das ruas. Essas amêndoas, depois, são vendidas a “compradores” de cacau, que não exigem qualquer comprovante de sua procedência.

Já as quadrilhas estruturadas não querem ter trabalho com as operações de colheita e secagem e partem para o assalto do cacau seco, ainda nas barcaças ou nos armazéns das fazendas à espera de transporte. Fortemente armados, à noite, surpreendem administrador e trabalhadores e, após todo o tipo de violência física e moral, levam o cacau, café, gado (bovinos e ovinos) e o que mais for encontrado pela frente.

Aos poucos, estamos vendo como somos frágeis e estamos à mercê dos malfeitores, embora cumprimos religiosamente nossas obrigações com o Estado, pagando todos os impostos que nos apresentam. Fazemos a nossa parte, o Estado não cumpre a sua e relega ao “deus-dará” seus cidadãos, como se esses tivessem apenas deveres e direitos nenhum.

São as autoridades matando a “galinha dos ovos de ouro”. Matança essa iniciada com a lei que retirou o direito de autodefesa dos cidadãos brasileiros, tomando-lhes todas as armas que possuíam. Entretanto, não deu o mesmo tratamento aos bandidos, que ostentam fuzis e metralhadoras, cenas mostradas pelos canais de TV. Só os governos não enxergam, ou não fazem questão de observar.

Lembrai-vos da Venezuela! Lá, a ditadura começou assim!

*Radialista, jornalista e advogado.

Publicado originalmente no www.costasulfm.com.br

A UTOPIA CANAVIEIRENSE

WalmirRosárioWalmir Rosário*

Segundo os historiadores, há utopias sonhadas e utopias tentadas. Umas assumem o papel político enquanto outras o religioso. Algumas são apenas sonhos de filósofos, que jamais saem dos livros. Já a Maçonaria abrange as duas, pois é uma utopia filosófica e uma tentativa de implantá-la na prática. Por isso, tem envolvimentos com a política e ainda é confundida com a religião.

A utopia prega um modo de vida universal – como na Maçonaria – com a finalidade de redimir o homem pecador e formar uma verdadeira fraternidade, em que o profano possa conviver com o religioso. Para isso, são escolhidos no meio social indivíduos de elite moral, no sentido de prepará-los para servir de alicerce para essa sociedade, seja nos aspectos espirituais ou interesses mundanos. Mas como é possível fazer isso numa sociedade múltipla, diversa? Veremos com a história de nossa cidade:

Para Canavieiras convergiram todos os povos, diferentes etnias. Cada um em busca de novas oportunidades. A data mais precisa desta invasão é o ano da era vulgar de 1882, quando foi noticiada mundo afora a descoberta de diamantes no Córrego do Salobro, terras da Vila Imperial de Canavieiras.

Brasileiros e estrangeiros de várias nacionalidades aqui aportaram em navios e canoas – até mesmo em lombo de burros. Entre os nativos, a grande maioria da Chapada Diamantina, com a única preocupação de “bamburrar”, ficar rico e poderoso faiscando os famosos diamantes das fraldas da Serra da Onça.

Sozinhos ou com as famílias, vieram de toda as partes do mundo para desbravar as matas, vasculharem os rios e córregos. Até mesmo uma empresa francesa investiu pesado na importação de equipamentos para esvaziar a Lagoa Dourada, onde acreditava-se ser um depósito fervilhante dessas pedras preciosas. Apesar das motobombas trabalharem dia e noite todo o esforço foi em vão e quanto mais tiravam, mais água ajuntava.

Como gente atrai gente – por ser o homem um animal gregário –, uma leva de mascates deixou de preambular de povoamento em povoamento para se aqui se estabelecer. Comércios de todos os tipos foram abertos, desde os armazéns de secos e molhados, com produtos para a subsistência e o trabalho, quanto para o luxo e o divertimento, uma praxe para os padrões da época.

Como bem nos narra o livro “Canavieiras – Terra Mater do Cacau”, de autoria dos professores Durval Filho e Aurélio Schommer, no capítulo “Todos Diferentes, Todos Iguais”, aqui se misturaram europeus, africanos, asiáticos, indígenas e os já brasileiros, numa grande miscigenação. Aos poucos, os nomes estrangeiros foram se associando aos locais, formando a população que hoje conhecemos.

Essa mudança na cor da pele também influenciou os costumes, a maneira de agir e de falar, deixando para trás usos e costumes tradicionais. A herança cultural nem sempre era conservada, ou pouco preservada em raros momentos do recesso do lar. Agora, tudo girava sobre o fazer fortuna em Canavieiras, conforme a pretensão de cada um que para aqui se deslocou com essa finalidade.

Como os diamantes não afloraram a contento e conforme as notícias contadas mundo afora, os garimpeiros – cristãos novos ou por profissão – foram obrigados a deixar a Serra da Onça e seus arredores para se dedicarem a novos ofícios, com pouquíssimas defecções. Agora o novo “eldorado” era a fortuna que poderia ser feita com os frutos cor de ouro que por aqui se multiplicavam nas roças de cacau.

Àquela época, o cacau não era exatamente uma novidade, pois aqui foi introduzido nas margens do Rio Pardo, na Fazenda Cubículo, por Antônio Dias Ribeiro, com as sementes trazidas pelo franco-suíço Louis Frederic Warneaux da longínqua região amazônica, mais exatamente do Pará, no ano de 1746. Com o mercado internacional em alta, o cacau ganha prestígio e os atores de sua cadeia produtiva: dinheiro.

E a Vila Imperial de Canavieiras continua vivenciar uma nova fase de progresso. Tanto isso é verdade, que por seu visível crescimento – na sede e nos povoados – a luta dos seus moradores era sair da condição de vila para se transformar na cidade de Canavieiras, tida e havida como a “Princesinha do Sul. Finalmente, em 25 de maio de 1891, o sonho se tornou realidade.

Mas e o que tem a ver essa história de Canavieiras com a Maçonaria? Tudo! Pois se confundem em todos os momentos. Canavieiras e a Loja Maçônica União e Caridade estão umbilicalmente ligadas. Então, vejamos que não são meras coincidências essas datas: em 17 de fevereiro de 1890, o governador Manoel Victorino Pereira nomeia o médico Antônio Salustiano Viana o primeiro intendente de Canavieiras. Em 27 de dezembro do mesmo ano de 1890, é lançada a pedra fundamental da Loja União e Caridade.

Em 25 de maio de 1891, o governador do Estado da Bahia, José Gonçalves da Silva, eleva a Vila Imperial de Canavieiras à condição de cidade. Meses depois, em 17 de agosto de 1891, foi concedida à Loja Maçônica União e Caridade a Carta Constitutiva – ou Patente – que confere à Loja o direito de funcionar como Regular, filiada ao Grande Oriente do Brasil (GOB), da qual saiu em 24 de junho de 1954, para se filiar à Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb).

Acima, nos referimos a Antônio Salustiano Viana, primeiro intendente de Canavieiras. Pois foi essa mesma personalidade integrante dos Maçons Regulares a fundar a Loja Maçônica União e Caridade e o seu terceiro Venerável Mestre. Aqui faço uma ligação com o início desta peça de arquitetura, demonstrando como a utopia é uma “filosofia” (termo ainda controverso como sinônimo) recorrente e necessária à Maçonaria na formação de um mundo melhor.

Para a Maçonaria, a utopia surge como uma sociedade dentro da própria sociedade, dela extraída por um processo seletivo que pode variar no tempo e no espaço. De simples ideia passa a ser uma prática de vida, na qual o homem sente que pelo exercício de uma disciplina mental, orientada por uma ação divina, pode se viver melhor. É daí que nasce a ética (princípios) e a moral (conduta) como forma de educação do espírito para a construção efetiva de um reino de harmonia, paz e bem-estar.

Para finalizar, a utopia maçônica, à época, fez de Canavieiras uma cidade melhor para se viver – mesmo com a diversidade, ou como diz o livro: “Todos Diferentes, Todos Iguais”, em harmonia, com a prática da ordem e da justiça. E o livro “Canavieiras – Terra Mater do Cacau” nos conta histórias de uma história da vida de nossa cidade, na qual a Loja União e Caridade teve participação ativa na formação de uma comunidade mais justa.

*Radialista, jornalista e advogado (M:. M:.)

Publicado originalmente no site www.costasulfm.com.br

Atletas de Canavieiras disputam etapa do GP Mundial de Kettlebell em Salvador

Em setembro (8), seis atletas representam a cidade em competição internacional

Por: Liliane Pólvora

Atletas canavieirenses se preparam para o GP Mundial

Canavieirenses se preparam para o GP Mundial

Esse ano a Bahia sediará pela primeira vez, em 8 de setembro, no São Salvador Hotéis e Convenções, uma etapa do GP Mundial de Kettlebell da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport (WAKSC). Entre os competidores, uma equipe formada por seis atletas de Canavieiras representará a cidade na competição.

O GP é uma oportunidade para os atletas estarem entre os melhores desse esporte, que é o levantamento de peso e exige força e habilidade com o kettlebell, uma bola de ferro com alça que pode pesar de 8 a 32 kg em campeonatos.

O esporte consiste em quatro provas – jerk, snatch, long cycle e o biathlon, disputadas em 10 minutos em campeonatos oficiais, separadas por categorias de peso e do kettlebell, aliando força, técnica e resistência. Vence o atleta que executar mais repetições, validadas pelo árbitro, no tempo da prova.

A competição reunirá desde atletas iniciantes a campeões mundiais da modalidade como os russos Denis Vasilev e Sergey Rachiskyi, sendo o último, sete vezes recordista mundial no Guinness Book em levantamento de peso. O GP conta com 65 competidores, sendo que 57% dos inscritos são da Bahia, além de atletas vindos dos estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco. Também participam atletas dos Estados Unidos, Rússia, Polônia, Argentina e Chile.

KETTLEBELL EM CANAVIERAS

Há pouco mais de um ano o kettlebell esportivo começou a ser praticado em Canavieiras quando, após fixar residência na cidade, o professor de educação física João Rosário iniciou a promoção do esporte e treinamento de atletas, que representam a equipe Brutal Strength and Conditioning, liderada por ele.

Em março (25), a cidade sediou o primeiro torneio de kettlebell sport e atletas locais fizeram sua estreia na modalidade. Desde então os treinos para a edição Brasil do GP World Kettlebell Grand Prix Series – WKGPS BRASIL se intensificaram e os atletas já estão preparados para disputar a prova snatch, preferida pela maioria dos praticantes do estado. “O snatch é o movimento mais fluido do kettlebell onde ele é levado em um movimento só da altura do joelho para acima da cabeça com o braço travado no alto”, explica Rosário.

Na Bahia, o esporte vem se tornando popular desde 2015, quando as primeiras competições foram realizadas. “Salvador possui atualmente um dos maiores times de kettlebell sport do país, que juntos com atletas de outras equipes da capital e da cidade de Canavieiras podem garantir para o estado o maior número de medalhas na competição”, explica João Rosário, que também é o organizador do GP e pioneiro no treinamento e realização de competições de Kettlebell no Brasil.

ATLETAS

João Rosário foi Medalha de Ouro no Chile

João Rosário foi Medalha de Ouro no Chile

Em 28 de julho João Rosário conquistou medalha de ouro na prova individual e segundo lugar por equipes no torneio latino-americano no Chile. Ele foi o único representante da Bahia na competição, que ainda teve a participação de três atletas de São Paulo.

Além de atleta, João Rosário é especialista em Kettlebell Sport, fundador e ex-presidente da Federação Brasileira de Kettlebell, pioneiro no treinamento de atletas e promotor das principais competições no Brasil desde 2014. Desde 2016 morando em Canavieiras, ele segue o treinamento de atletas para competir no GP em setembro e, segundo ele, a única pendência agora para a participação da equipe de Canavieiras são os custos da viagem e, por isso, ele espera conseguir auxílio do poder municipal.

Dentre os sete atletas de kettlebell sport de Canavieiras temos professores de educação física, como a multipremiada no judô e jiu jitsu Joyce Araújo, o professor de kettlebell Leandro Alves, o desportista Jessé Oliveira, praticante de stand up paddle, Tárcio Oliveira, guarda municipal e estudante de fisioterapia, e Poliana Silva e Nara Lima, que encontraram no kettlebell um aliado para manter o condicionamento físico.

Para conhecer um pouco mais sobre o trabalho de João Rosário acessar o site www.brutalsc.com e sobre o GP Brasil no www.wkgpsbrasil.com.br

Maçom centenário recebe placa de reconhecimento

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Lázaro Magnavita, Jonaval Freire e o Venerável de Honra Arenilson Mota Nery

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Lázaro Magnavita, Jonaval Freire e o Venerável de Honra Arenilson Mota Nery

A Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb) disntiguiu o Mestre Maçom Jonaval Freire (Vavá), com uma placa em homenagem ao seu aniversário de 100 anos. A honraria foi entregue nesta quarta-feira (26), durante a sessão econômica da Loja Maçônica União e Caridade, de Canavieiras, da qual Vavá é membro.

A placa foi entregue pelo Venerável de Honra Arenilson Mota Nery, que ressaltou os serviços prestados por Jonaval durante os 52 anos de filiado à Maçonaria. “Ele sempre foi um exemplo para os maçons, desempenhado cargos e atividades dos mais diversos, sempre com competência e responsabilidade”, ressaltou Arenilson Nery.

Bastante emocionado, Jonaval Freire agradeceu aos Irmãos e a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb), dizendo ser um honra ter convivido por todos esses anos na Ordem. “É muita bondade de todos. Sempre fiz o que deveria fazer e me orgulho muito de pertencer à Loja União e Caridade, que hoje tem em seus quadros meu filho de sangue e irmão maçom Boaventura”, disse Vavá.

Para o Venerável Mestre Lázaro Magnavita, a placa é apenas uma homenagem simbólica, mas representa o reconhecimento dos 100 anos de vida e os 52 anos dedicados à Maçonaria. “É um orgulho para nós maçons ter um irmão desta idade ainda em atividade e repassando todos os conhecimentos e experiência de vida fraternal”, concluiu Lázaro.

Baiano disputa torneio latino-americano de kettlebell Sport

Chances de medalha para Canavieiras no próximo dia 28 de julho no Chile

Por: Liliane Pólvora

João Rosário treina forte para o campeonato

João Rosário treina forte para o campeonato

João Rosário representará a Bahia e o Brasil no Torneio Latino-Americano de Kettlebell Sport, que será realizado em 28 de julho, na cidade de Viña del Mar, localizada a 130 km de Santiago, capital do Chile.

Rosário, que está na categoria para atletas até 73 kg, disputará a prova Long Cycle e, por 10 min, levantará dois kettlebells de 24 kg. Nessa prova, o kettlebell é levado da altura do joelho até o peito e do peito até acima da cabeça e vence o atleta que conseguir executar mais repetições no tempo da prova.

O torneio é organizado por Rodrigo Cañas, da empresa Pesa Russa, pioneira na realização de campeonatos e cursos de qualificação em kettlebell sport no Chile e será válido pela Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport WAKSC. Cañas já competiu no Brasil em 2016, na 1ª edição do GP da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell Sport – WAKSC em Curitiba, e já confirmou presença na edição 2017, no dia 8 de setembro, em Salvador

Participar do torneio do Chile será uma grande oportunidade de convidar atletas de toda a América Latina para o GP Brasil da WAKSC além de ir em busca de mais uma medalha para a Bahia”, explica Rosário, que também é um dos organizadores do Campeonato Baiano 2017, que acontece em 5 de agosto no Clube da Adelba, em Salvador.

Em 25 de março João Rosário realizou em Canavieiras o primeiro torneio de kettlebell sport do interior da Bahia incentivando a prática do esporte na cidade. Participaram da competição atletas locais e de Salvador, onde o esporte já é praticado há mais tempo, mas atletas de Canavieiras fizeram bonito conquistando inclusive medalhas de ouro em algumas categorias.

Os atletas de Canavieiras começaram a treinar há pouco mais de um ano, quando João Rosário fixou residência na cidade e iniciou a promoção do esporte. Ele avisa que já descobriu talentos do esporte em Canavieiras, que estão sendo preparados para competir no GP mundial de Kettlebell em Salvador e são promessas de medalhas.

PIONEIRISMO

Com várias certificações internacionais em kettlebell, o baiano João Rosário treina atletas campeãs no esporte é fundador e ex-presidente da Federação Brasileira de Kettlebell Lifting (FBKL) e coordenou desde 2014 os principais campeonatos nacionais de kettlebell do país. Ele é diretor da Brutal Strength and Conditioning, que tem a representação oficial da World Kettlebell Grand Prix Series para realizar etapas do GP mundial de kettlebell no Brasil reconhecidos WAKSC.

Segundo João Rosário, desde 2015, quando os primeiros campeonatos foram realizados na Bahia, o número e o nível técnico dos atletas aumentou e, atualmente, Salvador possui um dos maiores times do Brasil. Ele explica que o campeonato baiano será a quarta competição realizada em Salvador e a quinta no estado e “uma oportunidade de preparação maior para os atletas que irão competir na etapa Brasil do GP mundial da WAKSC, que será realizada pela primeira vez na Bahia, no dia 8 de setembro, no São Salvador Hotéis, em Salvador”.

O Kettlebell Sport é um levantamento de peso que exige força e habilidade com o kettlebell, uma bola de ferro com alça que pode pesar 24 quilos na categoria feminina e 32 kg masculina em campeonatos profissionais.

O esporte consiste em quatro provas – jerk, snatch, long cycle e o biathlon, disputadas em 10 minutos em campeonatos oficiais, aliando força, técnica e resistência. Vence o atleta que executar mais repetições, validadas pelo árbitro, no tempo da prova.

Mais informações sobre o esporte, campeonatos e sobre o trabalho de João Rosário no site: www.brutalsc.com

Chocolate é comida de boi

Walmir Rosário*

Calma, gente, isso acontece lá na Austrália, onde o chocolate serve como iguaria e tranquilizante para os animais da raça Wagyu (japonesa), que são transformados em kobe beef, uma das carnes mais saborosas do mundo. E como tudo tem seu preço, um quilo dessa carne é vendida em todo mundo pelo preço de arrobas que conseguimos vender por aqui.

Ao tomar conhecimento dessa notícia,pensei logo nos benefícios que poderiam trazer à cultura do cacau, com esse incentivo ao consumo do conhecido manjar dos deuses. Já imaginaram quanto embolsariam a mais os nossos produtores exportando mais cacau? Marketing a Canavieiras é o que não falta e teríamos como símbolo a fazenda Cubículo, primeira plantação de cacau da Bahia.

Mas ao relembrar as propostas de aumento da produção de cacau através da elevação do consumo, logo me aquietei pensando no histórico dessas tentativas anos a fio pelo antigo Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau (CCPC), que trocou o C de Consultivo pelo N de Nacional.

Ainda recordo das visitas de nossos conselheiros à China, que tinha como missão fazer com que apenas 10% dos chineses tomassem apenas uma pequena xícara diária de chocolate. Entre idas e vindas, a verdade é que se passeou muito e não conseguiram trocar o sagrado chá dos chineses pelo nosso cacau.

Uma lição caseira também me chama a atenção, que seria a introdução do chocolate na merenda escolar, com pioneiras tentativas, todas infrutíferas e de redundante fracasso. Não o porquê, mas a verdade é que essa ideia nunca foi transformada numa política pública, e não cabe a esse pobre escrevinhador pesquisar. É o papel dos cacauicultores.

Longe de mim afirmar – em alto e bom som – que a atitude do pecuarista australiano não irá produzir resultados positivos para o cacau. Também não vou sair por aí recomendando a introdução dessa nobre dieta aos pecuaristas brasileiros. Cabe-me apenas mostrar o que está sendo feito em terras distantes aos nossos patrícios. E vale a pena tomar conhecimento.

Antes de mais delongas, vale explicar que o kobe beef é considerada sinônimo de maciez, com gordura marmorizada e sabor inconfundível, que combina com o paladar dos consumidores que pagam em dólares e euros. Afinal, esses animais recebem um tratamento de luxo e carinho, sem falar da alimentação especial que recebem. Nada mais justo.

Tudo é uma questão de valor e disposição de pagar, como diriam os economistas para explicar a disposição desse seleto grupo de exigentes consumidores. De olho nessa demanda, o pecuarista Scott de Bruin, do Sul da Austrália, passou a investir na alimentação desses bovinos, oferecendo grãos especiais e frutas como maçãs.

Para agregar mais valor ao seu produto, Scott também passou a incluir o nosso chocolate na dieta do rebanho Wagyu, com a finalidade de aumentar as calorias consumidas. Com isso, conseguiu – segundo ele – a elevar o marmoreio da carne, tornando o kobe beef do seu rebanho ainda mais especial e de preço alto.

Acreditem que é a mais pura verdade. O pecuarista australiano consegue servir essa dieta composta por grãos, frutas e chocolate a todo o seu rebanho, formado por 7,5 mil cabeças, quando eles atingem os 30 meses. Ao sentir o cheiro do chocolate, as rezes se aproximam e comem à vontade (acredito que lambendo os beiços, como se diz popularmente).

Para o fazendeiro australiano, o consumo do chocolate faz com que o seu rebanho fique bem alimentado e mais feliz, transferindo esse bem-estar à qualidade e ao sabor da carne. A qualidade do tratamento a esses animais não se restringe ao chocolate e eles também ganham sessões de massagens, acupuntura, ouvem música clássica e dormem em tapetes térmicos, para que não sofram estresse. Um luxo!

Pelos meus parcos conhecimentos da pecuária, não sei se o chocolate é o elixir da felicidade para os nobres animais da raça Wagyu do Sul da Austrália, mas de cátedra, posso assegurar que no Brasil não merece confiança o chocolate por aqui consumido. Com raríssimas exceções, oriundas de fabricação caseira (artesanal) e pequenas fábricas.

Cada um tem o sonho de consumo que merece.

Radialista, jornalista e advogado

Publicada originalmente no www.costasulfm.com.br

Lojas Maçônicas de Canavieiras e Camacan instalam novos veneráveis

Instalação do Venerável Mestre em Canavieiras

Instalação do Venerável Mestre em Canavieiras

A loja Maçônica União e Caridade, de Canavieiras, promoveu nesta quarta-feira (5), sessão magna com a presença de maçons de várias cidades da região para realizar a Instalação do novo Venerável Mestre. Eleito recentemente, Lázaro Soares Magnavita – que ocupava o cargo de Primeiro Vigilante – irá presidir a União e Caridade durante o biênio 2017-18.

Na noite desta quinta-feira (6), foi a vez da Loja Maçônica Mahachoan, oriente de Camacan, de realizar a sessão magna para a Instalação do seu novo Venerável Mestre para o Biênio 2017-18. O escolhido foi o Mestre Maçom Khalil Augusto Botelho Nogueira, Presidente do Conselho Consultivo do Priorado da Ordem da Cavalaria.

Instalação do Venerável Mestre em Camacan

Instalação do Venerável Mestre em Camacan

As posses da nova diretoria da Loja União e Caridade, de Canavieiras, está agendada para a próxima sexta-feira (14). Além do Venerável Mestre Lázaro Magnavita, a nova diretoria é composta por José Batista Gama – 1º Vigilante, e Fernando Vieira – 2º Vigilante. Na mesma data também será comemorado o aniversário de 100 anos do Mestre Maçom Jonaval Freire, o maçom mais velho da Bahia em atividade, que atualmente ocupa o cargo de Chanceler.

Já na Loja Maçônica Mahachoan, de Camacan, a solenidade de posse (ritual e festiva) está marcada para a noite do próximo sábado (15). Além do Venerável Mestre Augusto Khalil Botelho Nogueira, também tomarão posse o 1º Vigilante Antônio Guedes, e o 2º Vigilante Fred Borges.

Instalação – Ao ser escolhido para presidir uma uma Loja Maçônica o Mestre Maçom que ainda não ocupou o cargo de Venerável Mestre participa do ritual de Instalação, por uma comissão. A Instalação é o assentamento do Mestre Eleito ou do Mestre Escolhido na cadeira de maior destaque: o Trono do Rei Salomão. O ato não se confunde com a posse, que gera efeitos civis, no qual também são empossados os 1º e 2º Vigilantes, além dos oficiais.

Campeonato Baiano de Kettlebell reunirá número recorde de atletas

O esporte cresce no estado, que em setembro recebe etapa de GP mundial

Por: Liliane Pólvora

Cartaz Baiano 1-640x640-640x640-400x400Em 5 de agosto Salvador reunirá os melhores atletas de kettlebell sport do estado no campeonato baiano dessa modalidade. A competição terá início a partir das 10 horas, no Clube da Adelba, onde treina a L3 training, equipe com maior número de atletas do estado.

O campeonato baiano é uma chance de preparação maior para os atletas que irão competir na etapa Brasil do GP mundial da Associação Mundial de Kettlebell Sport (WAKSC), que acontece pela primeira vez na Bahia, em Salvador, no dia 8 de setembro”, informa João Rosário, organizador do GP e pioneiro no treinamento e realização de competições de Kettlebell no Brasil.

Quer competir? Então se apresse. As inscrições dos atletas se encerram no dia 21 de julho. Confira no site www.brutalsc.com todas as informações sobre a inscrição (formulário) e regras do campeonato.

Kettlebell Sport na Bahia

Equipe feminina de kettlebell sport da L3 training

Equipe feminina de kettlebell sport da L3 training

O campeonato baiano será a quarta competição realizada em Salvador e a quinta no estado. “A última foi realizada em março, em Canavieiras, no 1º Torneio de Kettlebell Sport do interior; outras três aconteceram em Salvador, sendo uma em 2015 e outras duas em 2016”, explica Rosário. A expectativa para ele é de o campeonato bata recorde de competidores, uma vez que só a equipe L3, liderada pelo treinador Fábio Leal, conta atualmente com time de 35 atletas de kettlebell.

Antes do campeonato baiano, João Rosário representará o estado e o Brasil no 1º Campeonato Latino Americano da WAKSC, que será realizado no dia 28 de julho, no Chile. “Será uma grande oportunidade de convidar atletas de toda a América Latina para o GP Brasil, além de ir em busca de mais uma medalha para a Bahia”, explica.

De acordo com ele, Salvador concentra os atletas mais experientes do estado no esporte e com boa colocação no ranking nacional. No último ano, o treinamento intensivo e aprimoramento da técnica renderam a sete atletas de duas equipes da capital baiana dez medalhas de ouro no GP mundial da WAKSC em Curitiba, primeira competição em nível internacional realizada no país.

Um dos grandes destaques no Grand Prix em 2016 foi Fátima Regina, 56 anos, da equipe da L3 training, de Salvador, e suas duas filhas, Gabriela e Lara Guimarães. Fátima começou a treinar para emagrecimento, virou atleta de Kettlebell Sport e apresentou o esporte para as filhas. Juntas, elas conquistaram no GP seis medalhas de ouro, duas para cada uma. O último recorde registrado por Fátima foi de 232 repetições na prova snatch, com kettlebell de 8 kg em 10 minutos, no torneio em Canavieiras, em março.

Mas o que é esse esporte?

O Kettlebell Sport utiliza uma técnica de levantamento de peso que exige força e habilidade com o kettlebell, uma bola de ferro com alça que pode pesar 24 quilos na categoria feminina e 32 kg masculina em campeonatos profissionais. O esporte consiste em quatro provas – jerk, snatch, long cycle e o biathlon, disputadas em 10 minutos em campeonatos oficiais, aliando força, técnica e resistência. O vencedor é o atleta que conseguir executar mais repetições, validadas tecnicamente pelo árbitro, no tempo da prova.

Nos últimos dois anos o esporte cresceu no Brasil e desde 2014, quando os primeiros campeonatos foram organizados, o nível técnico e a performance dos atletas aumentaram. Em 2016, o Brasil sediou pela primeira vez uma etapa do GP mundial da WAKSC em Curitiba, que contou com 47 atletas de 8 estados brasileiros. “Em setembro o GP Brasil 2017 da World Association of kettlebell Sport Club —WAKSC será em Salvador, e terá pela primeira vez a presença do russo Sergey Rachinskiy, com 12 títulos mundiais no esporte e detentor de sete recordes no Guiness Book em levantamento de peso”, destaca João Rosário.

O Campeonato Baiano de Kettlebell Sport 2017 é uma realização da L3 training e Brutal Strength and Conditioning, com patrocínio da Rhanc Clube Fitness, Cross Rhanc e Burpees Comfort Fitness. A competição será no Clube da Adelba, na Rua Tamburugy 2079, em Piatã, Salvador-BA. As inscrições se encerram no dia 21 de julho sendo R$ 45,00 para uma prova e R$ 60,00 para duas. O campeonato é aberto ao público. Mais informações no whatsapp (73) 99827-9091, com João Rosário.

Competidores estão prontos para as provas de sábado, 25

A partir das 15 horas de sábado (25), atletas com diferentes rankings participam de torneio de kettlebell em Canavieiras

Parte dos atletas da Equipe da L3 Fun Training

Parte dos atletas da Equipe da L3 Fun Training

Os primeiros competidores inscritos no 1º Torneio de Kettlebell Sport do Sul da Bahia começam a chegar em Canavieiras a partir da tarde desta quinta-feira (23). Dentre eles estão Fátima Silva e sua filha Lara, que integram a equipe de atletas da L3 Fun Training, liderada pelo treinador Fábio Leal.

Serão duas equipes de Salvador disputando o 1º Torneio Brutal de Kettlebell Sport, que reúnem os atletas mais experientes nesse esporte no estado e virão a Canavieiras determinados a baterem suas marcas e trocar experiências com os atletas da cidade.

Maior equipe – O treinador Fábio Leal está à frente da maior equipe de kettlebell da Bahia, a L3 Fun Training, com 20 atletas, e será a 2ª equipe em número de inscritos no Torneio Brutal de Kettlebell Sport, perdendo apenas para atletas da cidade anfitriã, Canavieiras.

No final de 2016 ele levou uma equipe de 3 atletas para disputar o 1º GP Brasil do campeonato mundial de Kettlebell Sport da WAKSC @wkgpsbrasil realizado em Curitiba, trazendo 4 medalhas de ouro para a Bahia. Além do treinamento de atletas, ele organizou em setembro último o campeonato L3 de kettlebell Lifting em Salvador, que contou com o número recorde de atletas inscritos em uma competição no estado até então, 42.

Dentre os atletas dessa equipe soteropolitana, destaque para os recordes alcançados por Fábio Leal, Fátima Silva e Lara Guimarães, que o maior número de campeonatos disputados e participaram da etapa Brasil do campeonato mundial de kettlebell.

Fábio, atleta e treinador da L3 training, já disputou 3 campeonatos e seu melhor recorde pessoal foi registrada no GP Brasil do mundial de kettlebell da WAKSC, com 119 petições na prova snatch 10 min com kettlebell de 24 kg. Lara Guimarães disputou 4 campeonatos e sua melhor marca foi atingida no Campeonato L3 de Kettlebell Lifting com 107 repetições com kettlebell de 8 kg, em cinco minutos.

Lara treina para competir com sua mãe Fátima

Lara treina para competir com sua mãe Fátima

Fátima Silva, 54 anos, exemplo de superação da equipe da L3training, que começou a treinar focando no emagrecimento e não só atingiu esse objetivo como se tornou atleta, já disputou 4 campeonatos, e registrou sua melhor melhor marca no GP Brasil do mundial na prova Snatch 12 kg, com a marca de 57 repetições em 5 minutos. Ela é atualmente a atleta mais velha que compete no kettlebell sport no Brasil e foi uma inspiração para sua filha Lara Guimarães começar a praticar o esporte. Além desses, a L3 Fun training trará uma equipe grande de atletas que já disputaram pelo menos dois campeonatos.

Atleta pioneira – Outra equipe de Salvador é liderada pela treinadora Priscila Beck, do Studio Priscila Beck Kettlebell Club, atleta pioneira na Bahia a disputar campeonatos de Kettlebell Sport, atingindo seu melhor recorde em 2015, em sua estreia no Campeonato Brasileiro de Kettlebell, com 200 repetições no snatch 12kg (10 min), melhor marca da América Latina à época. No último campeonato, o GP Mundial, Priscila se desafiou a disputar a prova snatch com kettlebell de 20kg, atingindo a marca de 67 repetições em 5 minutos.

Atletas Vanessa e Priscila Beck

Atletas Vanessa e Priscila Beck

Priscila Beck teve o pioneirismo de, junto com João Rosário, seu treinador e diretor da Brutal Strength and Conditioning, organizar o primeiro campeonato de kettlebell sport na Bahia em agosto de 2015. No torneio de Canavieiras ela disputará duas provas e trará, ainda, Vanessa Correia, uma de suas atletas de destaque, para a competição. Juntas, elas têm em seus currículos a participação em seis e quatro campeonatos, respectivamente.

Vanessa já disputou 4 campeonatos (3 em Salvador e o GP Mundial). Sua especialidade é a prova snatch e seu último resultado foi 156 repetições na prova snatch 12 kg em 10 minutos.

Torneio – O 1º Torneio de Kettlebell Sport será realizado no sítio histórico (em frente a Galeria do Porto) um dos mais belos cartões postais de Canavieiras, e é aberto ao público. Organizado por João Rosário, da Brutal – Strength and conditioning, especialista em Kettlebell e uma das maiores referências no Brasil nesse esporte, que também irá competir.

As provas em disputa serão long cycle, snatch e jerk de 5 e 10 min e a competição será iniciada pontualmente às 15 horas. Além das equipes de Salvador, Ilhéus e Itabuna, Canavieiras se destaca por participar com a maior quantidade de atletas (10), que estarão estreando em competição, número considerado expressivo para um esporte que começou a ser praticado nos últimos seis meses na cidade.

O 1º Torneio de Kettlebell Sport do interior da Bahia será o primeiro realizado ao ar livre e conta com o patrocínio da Hidraluz, Mercado Compre Bem, Posto Canes, CDL de Canavieiras, Casa do Estudante, Fornão Pizzaria, Malu Móveis e Ótica São Raphael. Conta, ainda, com o apoio da Prefeitura de Canavieiras, Costa Sul FM 99.3, Jornal Tabu, Açaizeiro e Jornal Agora. Mais informações no whatsapp (73) 99827-9091, com João Rosário.

Confira nos links http://bit.ly/2jxR3Rf e https://www.facebook.com/brutalSC/

CANAVIEIRAS RECEBE EM MARÇO O 1º TORNEIO DE KETTLEBELL SPORT

No sábado, dia 25 de março, Canavieiras sediará o primeiro torneio de kettlebell sport do interior da Bahia

Torneio Canavieiras 2-400x400Competirão atletas de Salvador, Itabuna, Ilhéus e será a primeira oportunidade dos canavieirenses mostrarem seu desempenho no esporte disputando as provas long cycle, snatch e jerk. O evento será aberto ao público num dos principais cartões postais da cidade, o porto de Canavieiras e a inscrição dos atletas terá o custo de R$ 25,00. Mais informações no site www.brutalsc.com

Treinos para competição

O torneio é promovido por João Rosário, da empresa Brutal Strenght and Conditioning, especialista em Kettlebell e uma das maiores referências no Brasil nesse esporte, que alia força e técnica para levantar uma bola de ferro por tempo determinado e que vem conquistando muitos praticantes na cidade por fortalecer o corpo inteiro de forma integrada e dinâmica.

Informa, ainda, João Rosário, que esse ano Salvador sediará a etapa do GP Mundial de Kettlebell da Associação Mundial de Clubes de Kettlebell (WAKSC), e ele está preparando atletas de Canavieiras para representar bem a cidade na competição.

Treinamentos com os atletas aos sábados

Treinamentos com os atletas aos sábados, no Sítio Histórico

Torneio de kettlebell

Atletas de Canavieiras que praticam outras modalidades esportivas já estão inserindo o kettlebell na sua preparação física com a supervisão Rosário e também já confirmaram presença no torneio, como a faixa preta de judô e jiu jitsu Joyce Araújo e o surfista Bruno Senna.

Desde o segundo semestre de 2016 é comum ver em alguns pontos da cidade praticantes do esporte, pois muitos preferem treinos ao ar livre, uma vez que o esporte possibilita o transporte do kettlebell para qualquer lugar que escolha treinar. “É uma academia em suas mãos como definem alguns praticantes e isso me dá a liberdade de realizar os treinos e ainda aproveitar as paisagens da cidade, explica Rosário, que iniciou turmas de kettlebell ao ar livre no porto de Canavieiras três vezes por semana.

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