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PELA BÍBLIA, SABE-SE QUE COLHEMOS O QUE TIVERMOS SEMEADO

A lei de causa e efeito é um dos maiores ensinos da Bíblia e de outas escrituras sagradas. Por ela, vamos colhendo o que semeamos. E o Nazareno confirmou-a com ênfase: Ninguém deixará de pagar tudo até o último centavo (Mateus 5: 26). Ela é divina, mas é manipulada por nós mesmos. Daí que temos de pagar tudo até o último centavo. Quando eu estudava para padre Redentorista, ouvia-se dizer muito sobre ela: “É, a lei de Deus é rigorosa!”. E ninguém percebia que, pago o último centavo, o indivíduo fica quite com suas dívidas e que, pois, as chamadas penas “eternas” eram jogadas por terra, totalmente.

A religião que mais difunde essa lei bíblica é o espiritismo. E esse é um dos motivos de ele ser muito atacado, geralmente, pelos líderes de outras religiões bíblicas, que querem passar a ideia de que os “devedores” podem anular seus “débitos”, se forem fiéis seguidores deles e, principalmente, se derem polpudos dízimos à sua igreja, que na verdade vão para os bolsos deles. Mas deve-se dizer que nem todos os líderes religiosos agem exclusivamente com essa intenção! Porém a verdade é que eles estão atacando também um dos mais importantes ensinamentos bíblicos! Eles ignoram ou fingem ignorar que essa lei de causa e efeito é divina. O argumento mais comum deles é que pagar uma dívida, sem o conhecimento dela, é uma incoerência E aqui calha bem um ensino bíblico: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor.” (Isaias 55: 8).

Para a Bíblia, os fatos da vida presente mostram-nos o que fizemos no passado, pois eles são a colheita da semeadura que fizemos. E, se a semeadura é no passado com relação à colheita no futuro, e a colheita é no futuro com relação à semeadura do passado, isso, claramente, sugere-nos a ideia da reencarnação que incomoda muito os fanáticos contra ela! A desculpa deles para atacá-la, e a isso já nos referimos, é sempre afirmar que se a reencarnação é para quitar nossas faltas, que são desconhecidas por nós, o pagamento delas não tem lógica. Mas como ela não tem lógica, se se trata de uma lei bíblica e divina? Se a Bíblia e outras escrituras sagrada dizem que colhemos o que semeamos, logo, pelo que colhemos, sabemos, pelo menos em parte, o que semeamos. E, atualmente, com o avanço da Ciência, a Humanidade já pode saber fatos importantes de suas reencarnações anteriores, por exemplo, através da terapia de vivências passadas (TVP), que começou com o médico francês, em 1875, Prêmio Nobel de Química, em 1913, Charles Richet. E há os médiuns que têm o dom de lembrar os fatos importantes de suas vidas anteriores. Ademais, realmente, nós podemos não saber claramente a causa dos fatos presentes, até mesmo quando a causa é da vida atual, o que, porém, não anula a causa. Um indivíduo, que tem sífilis, sabe que está doente porque contraiu o vírus da sífilis, embora ele possa não saber bem quando e como o contraiu. É assim, mais ou menos, que acontece com o pagamento de faltas de vidas anteriores. E a reencarnação é principalmente para evoluirmos.

Voltemos à Bíblia (Jó 8: 9): “Somos de ontem e nada sabemos”. Podemos, pois, ignorar até mesmo que já existíamos antes desta vida. O próprio João Batista não sabia que seu espírito era o mesmo de Elias, mas Jesus (Mateus 11: 14) o confirma: “Ele é o Elias que estava para vir, quem tem ouvidos para ouvir, ouça!”

PS: “Presença Espírita na Bíblia” com este colunista, na TV Mundo Maior.

NOTA:

Campanha da Fundação Espírita André Luiz (FEAL), tendo à frente a Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior para a distribuição de livros espíritas em hospitais, presídios, cracolândias e outros pontos da cidade de São Paulo.

Os apoiadores podem doar a partir de R$ 12,00.

Para participar: http: //www.mundomaior.com.br/

A RESSURREIÇÃO NOS CÉUS E AS OUTRAS DENOMINADAS DE APARIÇÕES

Ressurreição ou ressurgimento é o ato de surgir de novo. E o que surge de novo ou ressurge é o espírito que já surgiu antes.
Para os judeus da época de Jesus, a ressurreição era a reencarnação, inclusive para o rei Herodes. E Jesus considerava-a uma verdade, pois teve várias oportunidades para condená-la, mas jamais o fez. Será que Jesus cometeu o pecado de omissão por não a ter condenado? Não. Ele não a condenou, justamente, porque ela é mesmo uma verdade! E eis uma das provas bíblicas de que, realmente, tanto o povo judeu como Herodes consideravam a ressurreição como sendo a reencarnação (são Mateus 6: 14 a 16): “… porque o nome de Jesus já se tornara notório, e alguns diziam: João Batista (que já havia morrido) ressuscitou dentre os mortos e, por isso, nele (Jesus) operam forças miraculosas. Outros diziam: É Elias; ainda outros: É profeta como um dos profetas (do passado). Herodes, porém, ouvindo isto disse: É João Batista, a quem eu mandei decapitar, que ressurgiu (ressuscitou)”.
Há três tipos de ressurreição. Um acontece na hora da morte do corpo, quando o espírito ressuscita no mundo espiritual donde ele veio para dar vida a um novo corpo humano. Um exemplo bíblico dessa ressurreição do espírito é a do próprio Jesus que disse na hora de sua morte: “Pai, em vossas mãos entrego meu Espírito” (Lucas 23: 46). Outro tipo de ressurreição é conhecido também por aparição ou aparições do espírito através do seu períspirito, nome criado por Kardec. E há o terceiro tipo de ressurreição do espírito na carne, muito comum, pois é a reencarnação, crença encontrada, também, entre os judeus da época de Jesus, a que já nos referimos.
Quando o espírito desencarna, ele mantém consigo o períspirito como sendo o seu corpo, e através do qual ele ressuscita ou aparece aqui no mundo físico para nós e, às vezes, até materializado.
E, praticamente, o perispírito é conhecido em todas as civilizações com seus vários nomes: Corpo bioplásmico (Rússia); corpo glorioso, corporeidade, corporalidade e corpo pancósmico (Igreja); aura (Orígenes); corpo espiritual (são Paulo); corpo vital da alma (Tertuliano); corpo fluídico (Leibnitz); Rouach (Kabala); corpo astral ou vestrum (Paracelso); luz ódica (Reichenbach); boadhas (Zen Avesta); carne sutil da alma (Pitágoras); corpo aéreo ou ígneo (Plotino); imago (latinos); eldôlon e corpo luminoso (gregos); fantasma póstumo (Dassier); pnenumá (santo Hilário, são Basílio de Cesaréia, santo Atanásio, são Cirilo de Alexandria, são Bernardo e santo Agostinho); nephesh (Israel); Khi (China); Mediador Plástico (Cudwerth); Ka (Egito); Linga Sharira, Kama-Rupa e Mano-Maya-Rosha (Índia) etc.
A Bíblia diz que foi só a partir do terceiro dia, depois de sua morte, que Jesus ressuscitou. É a ressurreição Dele no nosso mundo físico, chamado mundo dos vivos, a qual pode acontecer também com qualquer um de nós e comumente chamada de fantasma e assombração.
Em 1 Coríntios 15: 44, lemos que a ressurreição não é do corpo físico. Também em 1 Pedro 3: 18, este apóstolo diz sobre Jesus: “…morto, sim, na carne, mas vivificado (ressuscitado) no espírito.”
Pela Bíblia, a ressurreição de Jesus e a nossa não são da carne, mas realmente dos espíritos com seus respectivos perispíritos.
E terminamos repetindo que, na Bíblia, não há a ressurreição ‘da carne’, mas ‘na carne’, ou seja, o fenômeno da reencarnação!
PS: Recomendo “Repensar a ressurreição”, Andrés Torres Queiruga, Ed. Paulinas.
NOTA: “Presença Espírita na Bíblia” com este colunista, na TV Mundo Maior, por parabólica e www.tvmundomaior.com.br

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