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Na democracia é bem melhor

Walmir Rosário*

Como ser humano, somos um animal gregário e buscamos viver em sociedade, o que implica numa série de regras a ser seguida para proporcionar uma convivência salutar. Esse é um princípio natural que devemos seguir como pessoas e mais ainda como cidadãos, por nossa obrigação assumida para com a sociedade em que vivemos.

Implícita nesta conduta está a obediência às regras preestabelecidas, a exemplo das normas jurídicas; da moral, de forma coletiva; e da ética, de maneira individual. Dentro desses princípios, a previsão de conflitos é muito pequena, pois a sociedade não pauta de forma retilínea, haja vistas as nossas visíveis diferenças.

Essa teoria seria importante caso transformada em realidade, o que a cada dia se torna mais impossível, dados os costumes de cada grupo da nossa sociedade. Os três princípios básicos estabelecidos e perseguidos pela Revolução Francesa – Liberdade, Igualdade e Fraternidade – seriam, enfim, transformados de lema a fonte segura do direito de cada um.

Embora estejamos acostumados a ouvir os ensinamentos acima desde nossa infância, eles se tornam meras futilidades quando existem interesses contrários aos poderes dominantes. O que não se consegue conceber é que esses princípios basilares venham sendo desrespeitados sob variados pretextos, todos de interesses menores, justamente pelos que juraram obediência à Constituição.

A título de lembrança, frequentemente nos chegam notícias de pessoas e grupos conclamando a volta da ditadura militar para governar o Brasil, como se nosso país fosse uma simples república de bananas. Ora, se na democracia está ruim, não será num regime de força que a vida da população irá melhorar em todos os aspectos. Nos faltará liberdade, igualdade e fraternidade. Sem contar no desrespeito à Constituição.

Está lá no parágrafo 4º, do artigo 60 do texto constitucional: “Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: I – a forma federativa de Estado; II – o voto direto, secreto, universal e periódico; III – a separação dos Poderes; IV – os direitos e garantias individuais”. Ora, essas cláusulas pétreas nada mais são do que uma garantia constitucional a valores que nos são por demais caros.

Se não quisermos olhar pelo ângulo do Direito Positivo – o que se acha escrito -, poderemos analisar esse tema através do Direito Natural – o conjunto de normas que já nascem incorporadas ao homem -, como o direito à vida, à defesa e à liberdade. Então, para que pregamos os valores do iluminismo se queremos o absolutismo, mesmo contrariando todo o nosso legado normativo?

Acredito que esses conceitos absolutistas defendidos por essas pessoas e grupos devam ser revistos com a máxima urgência, sob pena de incorremos em transgressão dos princípios filosóficos e na quebra do nosso ordenamento jurídico. De já, caso prevaleça a teoria absolutista, teríamos que transformar toda a nossa legislação numa imensa fogueira.

Com a volta do regime de exceção – a ditadura militar –, nossos direitos e garantias individuais cairiam por terra e estaríamos expostos à vontade e ao furor de cada um dos “amigos do rei” com as injustiças chanceladas pela justiça. O direito à vida, o maior bem do homem, passaria a ser considerado artigo de quinta categoria, e que dele poderia dispor os ditadores de plantão.

Todas as sociedades são formadas por pessoas diferenciadas, o que torna a sociedade plural e cada um de nós poderá exercer o seu direito de pensar, agir e professar de acordo com o que lhe convêm, desde que assegurado o direito do próximo. Esse é o princípio natural da humanidade, defendido pela filosofia Iluminista, a quem a maçonaria participou de sua elaboração e tomou para si esses ensinamentos.

Na sociedade, cada um tem o seu papel e deverá desempenhá-lo de acordo com os preceitos estabelecidos. A grosso modo, o Poder Executivo administra; o Poder Legislativo fiscaliza e legisla; o Poder Judiciário julga. Se desvios são verificados, mudam-se os homens, preservam-se as instituições, como preceituam as normas legais.

E é nesse contexto constitucional que se encontra as forças armadas, cujo comandante em chefe é o Presidente da República. São os militares profissionais gabaritados em segurança, e assim devem ser, como todas as parcelas da sociedade. Não é a farda que o torna mais honesto ou preparado para governar um país e sim sua formação familiar, moral e ética.

Em todos os segmentos sociais existem os bons e os maus, os simplórios e notórios. Cabe a nós cidadãos sabermos escolher os nossos representantes, sempre avaliando pela sua capacidade e compromisso, retirando-o de nossa representação quando não mais merecer a nossa confiança. Alerto, entretanto, que para isso é preciso que antes de sermos partidários nos tornemos politizados.

Quando falamos nas maravilhas do milagre econômico daquela época é preciso que saibamos distinguir crescimento de desenvolvimento, E para encerrar recorro ao pensador iluminista Voltaire: “Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las”. Numa ditadura, ou governo de militares, como querem alguns, isso nunca será possível.

*Radialista, Jornalista e advogado

Publicado originalmente no site www.costasulfm.com.br

SOBRE A LATA DE CERVEJA ATIRADA EM JAQUES WAGNER

Julio Cezar de Oliveira Gomes

No desfile do Dois de Julho deste ano, durante uma aparição pública do governador nas comemorações cívicas da Independência da Bahia, uma jovem atirou uma lata de cerveja e atingiu ao Governador Jaques Wagner.

Ok, ele pode até merecer, mas não é por aí.

Se analisarmos bem a situação, veremos que se o critério para receber uma “latada” de cerveja for a conduta, chegaremos à conclusão de que ACM Neto também merece. De que Geddel também merece. De que Otto Alencar e Paulo Souto também merecem. Enfim, salvo exceções raríssimas, todos merecerão.

O finado ACM, pelo apoio irrestrito que deu aos governos militares, inclusive quanto à repressão, sempre mereceu ser atingido por bem mais do que uma latinha de cerveja. Entretanto, cabe perguntar: O que ocorreria se alguém, na época da ditadura, jogasse uma lata de cerveja em ACM? No mínimo levaria uma surra terrível! Ficaria preso por semanas ou meses, certamente incomunicável. Nenhum órgão de imprensa se atreveria a noticiar o fato e os capangas de ACM estariam livres para fazer o que quisessem com esta pessoa, ou o que o “chefão” mandasse.

Por estas e outras razões é que temos que nos manter no limite da democracia e, sobretudo, no limite do respeito à pessoa humana, seja um governado, um manifestante, um professor, um policial ou um humilde trabalhador assalariado.

Por isso, devemos nos ater às vaias, que são uma manifestação democrática, tanto quanto eventuais aplausos. Ao se atirar uma lata de cerveja em alguém, perde-se o respeito, e perdendo-se isto, todo o resto não se sustenta mais.

Temos um regime democrático a defender, uma democracia que, embora imperfeita, foi conquistada arduamente, e devemos lutar para mantê-la a cada dia, consolidando-a, aperfeiçoando-a.

Democracia se conquista e se faz nas ruas, com participação popular. As agressões físicas só se tornam legítimas quando o governo não admite qualquer espécie de diálogo, como aconteceu recentemente na Síria e no Egito, como ocorreu no Brasil no fim dos anos 60 e início dos anos 70, no auge da Ditadura. Ali, não havia escolha: eram as armas ou o silêncio.

No Brasil de hoje temos plena liberdade de manifestação, de crítica, de reunião, de associação para fins lícitos, de expressão do pensamento, que são garantidas constitucionalmente. Uma agressão física contra um político, em um regime democrático, em nada contribuirá para o aperfeiçoamento das instituições.

A democracia não é só um fim, é também um meio utilizado para externarmos nossas insatisfações, nossos justos anseios por mudanças. E se queremos respeito, temos de começar respeitando aos outros. Ainda que seja um governador que, muitas vezes, possa não merecê-lo.

 Servidor público municipal, professor e advogado.

 

É a lógica petista

Quem pode explicar os motivos de petistas e comunistas, historicamente, defenderem democracia para o Brasil e ditaduras na União Soviética de antes e até na Cuba da atualidade?

Faça o que mando, mas não faça o que faço.

E ainda querem praticar atos próprios da ditadura no Brasil.

O inadimplente da palavra

Walmir Rosário

Com a ampliação do processo democrático no País muda-se a cultura e os políticos e instituições são obrigados a auscultar a sociedade. A Ceplac, por exemplo, terá que mudar sua postura de descaso para com a sociedade e passar a ouvi-la, até porque já se torna visível, embora que ainda pálido, o nascimento de uma bancada do cacau, hoje formada pelos deputados federais Josias Gomes e Geddel Vieira Lima, embora outros já comecem a se interessar pelo assunto.

O mesmo acontece no restante da administração pública e nos mandatos parlamentares, com o surgimento de grupos de pressão de toda a natureza, seja através da ONGs, associações ou partidos políticos. É a democracia a responsável pela formação de coligações para eleger candidatos e coalizões para garantir a governabilidade.

De há tempos se tornou comum, logo após uma eleição, a coligação não se transformar em coalização de forças, principalmente em relação ao poder executivo. Ganha a eleição, o prefeito, governador ou presidente faz seu o governo, não admitindo a participação dos coligados, principalmente nas questões relativas ao planejamento e correção dos rumos. Afinal, como diz o ditado popular, se conselho fosse bom, seria vendido a preços altos.

Ninguém é obrigado a costurar acordos, fazer compromissos, mas a ética recomenda que todos os acordos feitos deverão ser cumpridos, custe o que custar. Entretanto, essa regra está se transformando em exceção e a obrigação contraída foi jogada na lata do lixo. É banalização do crime, do princípio da honradez. Hoje, os acordos são feitos para não serem cumpridos.

Um dos últimos exemplos disso pode ser demonstrado através da coligação engendrada pelo presidente do PT baiano, Josias Gomes, para fazer Geraldo Simões prefeito de Itabuna, reunindo a maior coligação da história política da cidade. Hoje, dos nove partidos coligados, apenas dois – os nanicos PCdoB e PDT – continuam fazendo parte da Administração Municipal e da coligação que tenta a reeleição do prefeito.

O afastamento de todos esses partidos só pode ter como motivo alguma intransigência do prefeito Geraldo Simões, acostumado a dirigir a Prefeitura como se fosse o diretório itabunense do PT, onde sempre obteve maioria. A sua facção, a Articulação, sempre açambarcou todos os cargos importantes e decisórios, distribuindo outros de somenos importância para os chamados (por eles) grupos xiitas.

Entretanto, a mesma estratégia não deu certo na administração de Itabuna, e com a força avassaladora do poder político e financeiro tomou de “assalto” desde a Câmara Municipal até os mais recônditos escalões político-administrativos. Nesse caso, prevaleceria, na opinião do prefeito Geraldo Simões, a simples concessão do emprego público, não importando a proposta de governo pregada na campanha eleitoral.

Aos poucos, os partidos foram perdendo o encanto de realizar uma grande administração e o PV foi o primeiro a deixar o Centro Administrativo Municipal, sendo seguido pelo PSB, PMDB, PSDB, entre outros. Em que pese a participação do deputado federal e presidente do PT baiano, Josias Gomes, atuando como bombeiro, não conseguiu apagar o fogo e a grande coligação se esfacelou.

O prejuízo do PT será ainda maior caso o prefeito Geraldo Simões teime em levar adiante o seu projeto narcisista, no qual o que realmente interessa não são a economia, o desenvolvimento regional, o bem-estar do povo, e sim o culto à sua personalidade. O PT, que pavimentou sua chegada ao poder com muito sacrifício, estará fadado ao descrédito caso fique conhecido como um partido sem outro projeto que não seja sua hegemonia no poder.

Mesmo não sendo homem de permitir “sombras” próximas de si, seria bom ao prefeito Geraldo Simões se espelhar na grande capacidade de trabalho do deputado Josias Gomes, que tem demonstrando competência no desempenho do mandato, e eficiência nas lutas em que vem travando. Se o prefeito permitisse ao deputado ter conduzido o processo com os aliados, talvez sua administração fosse eficiente e sua reeleição garantida.

Mas como diz o ditado, “se conselho fosse bom, não seria dado, mas vendido”.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 26-07-2004

 

Barrakitika resiste e completa 31 anos

Um dos famosos Carnaval dos Carnavais promovido pelo Clube RM na Barrakitika, com música saudosista

A extensão do lar. Assim é considerado o bar que cada um frequenta. Há quem diga que todo o mundo tem um botequim para chamar de seu. E é verdade. Em Ilhéus, um desses espaços etílicos é a Barrakitika, comandada com competência por Bruno Susmaga há 31 anos.

Claro que existem botequins para todos os gostos, indo desde o tradicional pé-sujo, o dos frequentadores no pé-do-balcão, até os mais sofisticados, que exibem um cardápio de fazer inveja aos mais refinados. Pois a Barrakitika está incluída nesse grupo, com uma cozinha maravilhosa, bebidas das mais variadas, daquelas que dá pra fazer um tour pelo mundo inteiro.

Porém, como não é só comida e bebida que faz o homem feliz, o botequim precisa ter alma. Sim, isso mesmo, alma, o mesmo que aquela sensação agradável que sentimos quando aconchegado, não importando o lugar, desde que rodeado de amigos, bom papos, histórias mil. E na Barrakitika isso tem de sobra, senão, vejamos:

Qual o botequim que se dá ao luxo de ser porta de entrada e saída (claro) e corredor da Casa dos Artistas, onde se exercita o mais fino teatro de Ilhéus? Qual o melhor local para sediar o Clube RM (ou dos Rolas Murchas, como queiram), com reuniões ordinárias a partir do meio dia de todos os sábados e um grito de Carnaval (também no sábado)? Somente na Barrakitika, especialmente localizada no providencial Beco das Marchinhas.

Até mesmo o todo-poderoso presidente da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique) – com todos os poderes que lhe são revestidos como ser imortalcoolizado – já utilizou os serviços da Barrakitika para lançar o livro “A Mulher do Lobisomem”, com direito a sessão de autógrafos e tudo mais que tem direito.

E para mim a Barrakitika não podia ser indiferente, frequentador que sou dos botequins. Tanto, assim que em 27 de novembro de 2004, publiquei uma crônica no Jornal Agora, sobre a democracia reinante nos botequins, incluindo, aí a Barrakitika. Para os saudosistas que queira relembrar…não façam cerimônia.

Democracia a toda prova

Walmir Rosário*

Nada melhor do que jogar conversa fora num botequim. Quem conhece a filosofia dos frequentadores dessas extensões do trabalho e de casa sabe que não existe nada melhor do que uma boa discussão para voltar pra casa aliviado das tensões após um dia de trabalho estafante. Até hoje não sei por que cargas d’água os médicos (principalmente os cardiologistas) não prescrevem para os estressados candidatos a pontes de safena uma passadinha diária num dos muitos botequins da cidade.

Botequim que se preza deve oferecer aos clientes boas e variadas bebidas, cerveja gelada e tira-gostos de se comer “rezando”. Taí uma receita que não falha e depende apenas de acrescer uma boa dose de atendimento exemplar, que o sucesso está assegurado. Com todos esses ingredientes, bons clientes chegarão aos borbotões, e como o homem é um ser gregário, aí é só ir fazendo a seleção natural.

Eu mesmo conheço vários em diversas cidades, aos quais faço questão de frequentar sempre que retorno, pois vejo os amigos, fico a par das notícias passadas e ainda posso fazer previsões para o futuro. Em Ilhéus, até hoje “choro” o desaparecimento do Sancho Pança, reduto de vários “tribos”, que se reuniam em vários ambientes.

Mas como Secundino decidiu mudar de ramo, mudaram-se também os clientes para a não menos gostosa Barrakitika, que resiste bravamente até hoje, reunindo artistas e intelectuais das mais diversas expressões, boêmios de todos os naipes, executivos e até quem não gosta de nada disso e só quer beber em paz. Aos poucos, esses importantes redutos vão caindo, enquanto outros, como os botecos do Beco do Fuxico, em Itabuna, a exemplo do ABC da Noite, Whiskitório, e o Ithyel (hoje, Artigos para Beber, de Eduardo), vão ficando como os últimos bastiões da democracia.

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Voto, o exercício da cidadania

Passada a refrega da campanaha eleitoral, finalmente chegou o dia de votar nos candidatos que acreditamos ser os melhores para nosso estado, para o Brasil.

O voto, mais que uma obrigação imposta pelo Estado, representa o exercício da cidadania. O voto tem peso único numa eleição, igualando pessoas com credo, raça, posição social e econômica, sejam elas empregadas ou desempregadas.

Mas a cidadania nos impõe, também, responsabilidades. O nosso voto é que vai eleger os candidatos que irão decidir nossos destinos por quatro anos – no caso dos senadores, oito anos. Em vista disso, temos que decidir com a consciência, avaliar pela vida pregressa, escolher os melhores.

Os candidatos por nós escolhidos como nossos representantes têm de ter ficha limpa, não importando quais os caminhos que poderão trilhar no futuro. O importante é que nossa escolha seja pautada em característica éticas, nomeando pessoas honestas para nos representar.

Caso não atendam nossas expectativas, o reprovaremos no próximo pleito.

Assim se exerce a verdadeira CIDADANIA.

Apesar de tudo…a democracia impera

Em 2010 o Brasil terá sua sexta eleição direta consecutiva para presidente da República, fato inédito desde a Revolução de 30. Os mais de 135 milhões de eleitores já garantem a maior eleição da história do país, na qual serão escolhidos também 27 governadores e vices, 54 senadores, 513 deputados federais e 1.059 deputados estaduais e distritais, totalizando 1.682 cargos.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 22,5 mil candidatos se registraram para tentar um mandato eletivo a partir do ano que vem. São nove candidatos a presidente da República, 171 candidatos a governador e 273 a senador – e cada um destes é eleito com dois suplentes.Nas eleições proporcionais, são 6.036 candidatos a deputado federal e 15.280 candidatos para deputado estadual ou distrital.

Será a oitava eleição seguida para governador, a quarta após a promulgação da emenda constitucional 16/97, que permitiu a reeleição de chefes do Poder Executivo.

Neste domingo (3) estão aptos a votar 135.804.433 brasileiros. A maioria, mulheres (51,82% do total, ou 70.373.971 votantes). Os eleitores homens somam 65.282.009, ou 48,97% do eleitorado – o TSE não tem dados sobre o sexo de 148.453 eleitores (0,11%). Quase um quarto dos eleitores (24,15%, ou 32.790.487) tem entre 25 a 34 anos.

Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil
 
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Artista canavieirense se inspira nas belezas naturais de sua terra
Aos 35 anos, quatro dos quais dedicados à arte, Thiago tem despertado a atenção de turistas e nativos pela simplicidade de seus trabalho, com traços e entalhes precisos, retratando animais do bioma Mata Atlântica.
 
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Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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