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“Tucanos” itabunenses prometem revoada

Augusto Castro quer impor coligação ao tucanos e Adervan defende candidatura própria

Caso a direção estadual obrigue o diretório do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) a compor com o DEM do Capitão Azevedo na eleição de outubro próximo, os tucanos itabunense prometem uma revoada sem precedentes.

E essa opção parece ser a opção mais próxima, haja vista que a maioria esmagadora do diretório e executiva “tucana” defende candidatura própria à Prefeitura de Itabuna. Até mesmo o pré-candidato já está escolhido: o arquiteto Ronald Kalid.

Entretanto, o presidente estadual do PSDB, Sérgio Passos, encaminhou uma resolução, na qual não deixa qualquer opção: os “tucanos” devem fecham coligação com o DEM ou a Comissão Provisória (ou diretório) sofrerá intervenção.

A proposta de coligação com o DEM de Capitão Azevedo somente é defendida pelo deputado estadual Augusto Castro, que mantêm diversos negócios e acordos com o prefeito de Itabuna. Nesses acordos existem a nomeação de apaniguados para diversos cargos e até contrato jurídico.

Para bagunçar a decisão dos “tucanos”, Augusto Castro chegou a propor que o presidente do diretório, José Adervan, aceitasse ser o candidato a vice na chapa encabeçada por Azevedo. A proposta foi considerada pelos “tucanos” como indecorosa, politicamente.

Para os fundadores do partido, a ideia de Augusto Castro é apenas defender os seus negócios e eles não se submeterão aos seus caprichos. De pronto, Adervan rechaçou a sugestão, considerando ser apenas um “balão-de-ensaio” desprovido de qualquer elemento democrático. “Toda e qualquer decisão do PSDB tem de ser construída de forma conjunta e não de forma autoritária e antidemocrática como quer o deputado”, avaliou José Adervan.

O Tabuleiro do Jogo

José Nunes Neto*

As eleições municipais de Vitória da Conquista começam a ganhar contornos definitivos com os anúncios das pré-candidaturas à prefeito. Oposição e situação colocam seus nomes à disposição do eleitor, que testemunhará as eleições mais disputadas da cidade nos últimos 16 anos, e que, pela primeira vez na história poderá ter segundo turno, já que a cidade possui mais de 200 mil eleitores. Esta será uma eleição diferenciada.

A oposição contará com dois candidatos para a disputa: Claudionor Dutra (PSDB) e Herzem Gusmão (PMDB). De formação técnica, o professor da Uesb, Claudionor Dutra, coordenou a campanha presidencial de José Serra em 2010. A vitória de Serra em Conquista com 82 mil votos deu confiança à executiva nacional do PSDB para lançar seu nome. Além disso, o processo de reestruturação e fortalecimento da Coopmac realizado em sua gestão credenciou Claudionor à disputa da Prefeitura.

O radialista Herzem Gusmão chega à sua segunda eleição municipal embalado pela votação que obteve nas eleições de 2010 quando foi o deputado mais votado na cidade com 31 mil votos. Em sua primeira disputa para prefeito em 2008, Herzem ficou em segundo lugar, com um percentual bem acima do que apontavam as pesquisas de opinião.

O terceiro partido de oposição na cidade, Democratas, não lançará candidato à prefeito, irá focar a disputa para a Câmara onde seus vereadores Lúcia Rocha e Álvaro Pithon são os mais votados do município. Os Democratas apoiarão Claudionor ou Herzem na eleição. Existe um alinhamento no sentido do apoio irrestrito entre todos os partidos de oposição para o segundo turno.

No caso da situação o cenário é bastante complexo. Os partidos da base aliada municipal têm sete pré-candidatos para a disputa: Guilherme Menezes (PT), Abel Rebouças (PDT), Fabrício Falcão (PC do B), Capitão Lima (PTN), Joás Meira (PSB), Elve Cardoso (PSB) e  Edgar Mão Branca (PV).

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ADEMIR ISMERIM CRITICA AUSÊNCIA DE JULIANA BURGOS

Na arte do "Políticos", os advogados Ademir Ismerim e Juliana Burgos

Segundo o Blog Políticos do Sul da Bahia, a procuradora-jurídica da Prefeitura de Itabuna, Juliana Burgos, foi duramente criticada pelo conceituado advogado baiano, Ademir Ismerim, durante o evento realizado pelo diretório do Democratas (DEM) de Itabuna, sábado (10), no Hotel Canabrava, em Ilhéus. O evento tinha como objetivo orientar os advogados e funcionários do primeiro escalão da Prefeitura de Itabuna sobre a lei eleitoral.

Mas o que chamou atenção de Ademir Ismerim foi a ausência da procuradora Juliana Burgos, que chegou a exclamar: “Como que a procuradora do município não participa de um evento deste?” questionou o advogado.

O subprocurador Marcos Conrado, informou que Juliana Burgos estava em Brasília resolvendo pendência em relação à obra do canal da Amélia Amado.

Entretanto, Ismerim reagiu: “Isso não tem fundamento, no final de semana não resolve nada na justiça em Brasília. É um absurdo a procuradora do município não participar deste evento”.

A presidente do DEM, Maria Alice, pediu a palavra e informou que o pai de Juliana Burgos, o advogado Carlos Burgos estava presente. Isso foi essencial para Ismerim partir para o ataque: “O prefeito nomeou Juliana Burgos como procuradora, não o pai dela. Eu conheço assessor de procurador, mas a primeira vez que estou vendo o pai ser o representante”.

Carlos Burgos não falou nada, mas ficou em uma situação constrangedora e deixou o evento antes do final, aliás o que faz frequentemente.

Imposta no cargo pelo pai, Carlos Burgos, a procuradora se tornou um constrangimento para o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, que não encontra coragem para exonerá-la do importante cargo.

Maria Alice no centro do poder

Alice é chamada para corrigir os erros do governo

Em uma solenidade concorrida no Centro Administrativo Firmino Alves,nesta quinta-feira (29), a empresária Maria Alice Araújo foi empossada como nova assessora de Articulação Política do governo municipal. No ato de posse, assinado pelo prefeito Capitão Azevedo, a empresária, que preside o diretório local do Democratas (DEM), afirmou que entra na administração “para somar esforços”.

Emocionada, a nova assessora agradeceu as manifestações.“Temos um passado de luta em defesa de nossa Itabuna e de nossos cidadãos mais humildes, que não têm voz e que precisam de alguém que lute por eles. Não temos medo de lutar e temos o povo ao nosso lado nessa caminhada”, declarou. A presidente do DEM disse ainda que se une ao governo porque acredita “no prefeito Capitão Azevedo e no seu trabalho e dedicação por Itabuna e pelas famílias mais carentes”.

Quem tem medo de Ronald Kalid?

Walmir Rosário

Cara feia, não dá risada no meio da rua, não cumprimenta as pessoas. Esses são três das características consideradas negativas para um candidato a qualquer dos cargos políticos existentes. Em Itabuna, um dos pretendentes ao cargo de prefeito pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Ronald Kalid, é distinguido por possuir justamente esses três atributos, ou mais.

Daí, se torna voz corrente em alguns grupos políticos e até de profissionais da imprensa, a impossibilidade de Ronald Kalid se eleger prefeito de Itabuna. Os motivos citados são os mesmos de sempre: não dá tapinha nas costas, beijinhos nos eleitores e tampouco promete rios de leite e ribanceira de cuscuz assim que consiga se eleger.

É assim que a banda toca. O mais absurdo é que as avaliações partam justamente de pessoas que tem o dever de conscientizar a população e não construir mitos para depois derrubá-los, num ato explícito de iconoclastia. Ascendeu a um cargo de destaque, vamos cortar seus pés, conforme a prática costumeira de tempos bem remotos. Criamos os mitos, mas não idolatramos.

E incrível que nos tempos atuais a modernidade ignore princípios filosóficos como os criados pelo Iluminismo, que procurou mobilizar o poder da razão a fim de reformar a sociedade, indo contra a intolerância e os abusos cometidos pela Igreja e do Estado. Entretanto, mais de 300 anos depois, estamos vendo esses absurdos de volta e em voga.

Até bem pouco tempo, a cooptação de políticos era uma prática largamente utilizada pelos políticos de situação, com a finalidade de convencer membros da oposição da importância dos projetos de governo. Com isso, aumentava o poder junto ao legislativo, tudo em nome da governabilidade. Artimanhas à parte, esse processo era feito com bastante discrição, para não despertar a ira dos políticos de partidos adversários.

Mas hoje os tempos são outros e, sequer terminada a apuração dos votos, os parlamentares “caem em campo” para se oferecer ao prefeito, governador ou presidente da República. Ao contrário de antes, o modus operandi mudou e o parlamentar que antes era o agente passivo, agora é ele o agente ativo, que age sem a menor cerimônia, sob a desculpa de que com a queda do muro de Berlim tudo em política é permitido, inclusive a esculhambação.

É claro que os políticos nunca foram santos ou anjinhos, mas prevalecia a fidelidade partidária e, pasmem, a ideologia. Esquerda e direita, quando eram sinônimos de vanguardismo e conservadorismo, respectivamente, tinham programas debatidos entre os diretórios e militantes e eram apresentados como se fosse uma constituição partidária a ser seguida. Os políticos que não queriam se submeter às regras desses partidos se filiavam em partidos considerados de centro e circulavam com desenvoltura em palanques divergentes, sem nenhum constrangimento.

Atualmente, três partidos se odeiam e tentam eliminar uns aos outros: Democratas (DEM), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) e Partido dos Trabalhadores (PT). DEM e PSDB possuem programas parecidos e se unem contra o PT, sendo que a recíproca é mais que verdadeira. Embora as diferenças possam parecer abissais, tem sido muito frequente a presença de “tucanos” se bandeando para as hostes petistas.

Na Bahia não é diferente e muitos desses parlamentares se ofereceram no primeiro momento ao Governo do Estado. Alguns aceitos, outros não. Este último grupo, talvez por não ter sido considerado confiável do ponto de vista da traição, se é que essa premissa é possível. Outro grupo também se sobressai pela capacidade de oferecer seus serviços – especializados, diga-se de passagem – a quem realizar o melhor pagamento.

Vende o partido sem consultar a executiva ou diretório, sob a desculpa de que a eleição e o mandato o conferiu prerrogativas suficientes para agir como déspota, em tempos em que perdura a democracia – mesmo a burguesa. Esquerda e direita é apenas uma simples orientação espacial representando lados opostos, até mesmo por falta de conhecimento de que houve a Revolução Francesa, com girondinos a jacobinos. Pouco importa.

O risco maior é perder o controle do partido, utilizado nas barganhas políticas nem sempre confessáveis. O partido é apenas um instrumento de negócio, composto por pessoas da estrita confiança e que não costumam fazer perguntas. Estão ali para servir ao chefe que lhe provêm através de cargos públicos de gabinete ou em sinecuras na máquina executiva. Caso haja divergência não haverá lugar para a convivência democrática das partes e uma das duas terá que procurar novo abrigo.

Mas voltando ao PSDB de Itabuna, a direção do partido, após ouvir a direção estadual, garante candidatura própria, dada a condição de grande partido e possuir um grande cabedal de eleitores. Entretanto, sem ouvir a maioria, filiado com mandato faz estardalhaço de que o partido será “negociado” ao DEM do Capitão Azevedo, não se sabe a que tipo de acordo ou quais os contratos que serão firmados.

O fato é que, apesar de ser considerado um profissional competente, um urbanista experimentado, um secretário de Viação e Obras que teve competência para mudar “a cara” de Itabuna, Ronald Kalid não é analisado por essas qualidades. Muda-se o conteúdo do debate, privilegiando-se a característica populista (negativa), desprezando-se a essência, o caráter e o preparo do candidato para ocupar um cargo público. Quanta pobreza de pensamento!

Daí que me pergunto: Por que e do que essas pessoas têm medo? De Ronald Kalid mudar o relacionamento político entre os partidos? Extinguir o relacionamento promíscuo entre os poderes executivo e legislativo? Dar dignidade ao relacionamento com os fornecedores, contrato com pessoas físicas e empresas? Não firmar contratos para prestação de serviços “amarrados” ao apoio político?

É essa a gerência da coisa pública que geralmente se quer, mas que não se costuma praticar. Enfim, resta apenas uma pergunta: Você quer votar num candidato a prefeito de Itabuna com esse perfil ou em alguém que consiga manobrar (como sempre) e ainda saia por aí distribuindo beijos e abraços? Minha preferência continua sendo pelo primeiro. E a sua?

Ainda é cedo de mais para lançarmos candidato (ou pré-candidato, para não incorrer em crime eleitoral), mas essas mal traçadas linhas têm apenas a finalidade de alertar eleitores e profissionais da mídia sobre o “lugar comum” das análises, feitas corriqueiramente de forma errônea.

Advogado, jornalista e editor do site www.ciadanoticia.com.br

Do Público ao Privado

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? I

Posicionamento de Jabes Ribeiro é considerado equivocado

O ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, manda recado para algumas correntes políticas da cidade. De quebra, cita nome de pessoas, muito deles ex-correligionários, outros nem tanto, mas que ele acredita que poderia “turbinar” sua campanha para retornar ao Palácio Paranaguá como seu mais alto mandatário.

Na verdade, como sempre, Jabes usa metáforas e alegorias políticas para mandar seus recados. De tanto fazer isso, haja vista os anos que passou no poder, tanto na Prefeitura quanto no parlamento ou Governo do Estado, que os políticos ilheenses, seus ex-liderados ou não, conseguem decifrá-los de pronto, ou seja, no primeiro momento.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? II

Só que os métodos utilizados por Jabes Ribeiro são ultrapassados e relembram os velhos tempos da ditadura militar, através da pressão intelectual e material, como se somente ele fosse profundo conhecedor das artes da política. Verdadeiramente, os recados mandados por Jabes podem ser entendidos pelo avesso, pois ele mesmo é sabedor de que não se “chuta cachorro morto” por absoluta ser desnecessário.

A estratégia é outra: atirar no que viu e matar o que não viu. E para empreender essa empreitada não está sozinho e se aliou à outras correntes políticas que pretendem ampliar a participação no latifúndio político-eleitoral ilheense. No caso de Jabes, a história é um pouco diferente e ele tem convicção ser essa sua última cartada para ainda continuar demonstrando que “estaria vivo” e dando as cartas.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? III

Um desses aliados de Jabes Ribeiro nessa empreitada é o deputado federal Geraldo Simões, que nunca conseguiu impor sua liderança (na verdade, liderança se conquista) em Ilhéus. Por isso, os recados mandados por Jabes tem destino certo, quando se trata das pessoas, mas de conteúdo totalmente diverso.

Quando Jabes diz que não quer nada com quem participa do Governo Newton Lima, leia-se, por favor, “saia daí urgente para fragilizar o governo que eu garanto ‘uma boquinha’ se me ajudar a chegar à Prefeitura”. E essa mensagem chega de forma desesperadora, haja vista serem os destinatários petistas ligados ao deputado federal Josias Gomes.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? IV

Apesar de Jabes alardear aos quatro cantos que é o candidato preferido do governador Jaques Wager, seus adversário dizem essa “cantiga já furou o disco de tanto tocar”, embora ninguém tenha ouvido, uma só vez, nem mesmo por ouvir dizer. O que preocupa o ex-alcaide é a aproximação do governador com o prefeito Newton Lima, propondo a continuidade da coligação PSB-PT.

E essa atitude do governador atingiu, em cheio Jabes Ribeiro, que acusou o golpe, ao saber que o candidato preferido de Wagner – com diversas insinuações e afirmações – é o deputado federal Josias Gomes. E o PSB, ao entender a mensagem, saiu na frente lançando a pré-candidatura do vereador Alcides Kruschewsky ao Palácio Paranaguá. Para tanto, Alcides deixou o cargo de secretário de Governo e Assuntos Estratégicos para retornar ao Legislativo.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? V

Como dizem as “raposas políticas” que política e coligações não são feitas com fígado, a estratégia utilizada pelo ex-prefeito de Ilhéus é uma ação que beira ao desespero. Embora lhe pareça bonito ir às emissora de rádio fazer ameaças ou prometer coisas fantasiosas, cada vez mais Jabes cava sua sepultura para enterrar, de vez sua carreira política.

Esquece Jabes, porém a população de Ilhéus lembra bem, as sucessivas derrotas contabilizadas por ele durante sua carreira política. E isso fica bastante evidenciada nas pesquisas de opinião realizadas no município, que o apontavam com cerca de 90% de rejeição. Esse índice, tende a aumentar a cada aparição desastrosa do ex-alcaide, que vem agindo na contramão do marketing político ao invés de juntar espalha apoios, esnoba votos.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? VI

Magno Lavigne promete desnudar Jabes Ribeiro

A demonstração do “soco recebido no fígado” foi dada nesta última semana quando concedeu entrevistas ao radialista Vila Nova, no programa O Tabuleiro, e ao jornalista Maurício Maron, do site Jornal Bahia Online. Neles, Jabes destila veneno, esnoba pessoas. Chegou ao cúmulo de dizer que profissionais e políticos em atuação em governo dialoguem com ele, como se essas pessoas estivessem cometendo traições, conspirações contra as organizações a que servem.

Com isso, Jabes demonstra que em política existem adversários e não inimigos. No mínimo, deve ter tomado essas lições (erradas, por sinal) com o deputado federal Geraldo Simões, que se notabilizou pela prática de tentar desconstruir fatos e pessoas que não rezem por sua cartilha. Mas o tiro saiu pela culatra e na certa terá troco, por ter sido o atingido o sindicalista Magno Lavigne, atual secretário de Governo e Assuntos Estratégicos, condutor do processo político do governo Newton Lima e que alimentará a campanha eleitoral do próximo ano.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? VII

Na visão – caolha, por sinal – de Jabes Ribeiro, todos os partidos e os políticos ilheenses estão equivocados e teriam que alisar os bancos de sua escolinha. Como que se reencarnasse num novo Collor de Mello, Jabes desanca sobre as pessoas como se todos tivessem a obrigação de lhe dever subserviência, prometendo, tal e qual um Antônio Conselheiro repaginado, “um rio de leite e uma ribanceira de cuscuz” para os amigos e as profundezas do infernos para os inimigos.

Tirando os arroubos messiânicos, Jabes se recolhe ao trabalho de vender o seu partido, o PP (Partido Progressista) a prefeituras, não importando quais sejam. Basta que para isso lhe seja dado em troco qualquer tipo de adesão para que tente voltar à Prefeitura de Ilhéus, ou vice-versa. Como tem se perenizado o ditado que “a voz do povo é a voz de Deus”, não custa a qualquer um acreditar o ex-alcaide bate de frente com as circunstâncias.

Diante das circunstâncias, Jabes pode ser comparado a um professor (ops) que reprova todos os alunos, considerando-os incompetentes para aprender o que ele acha que ensina.

AZEVEDO É O CANDIDATO

Wally não está na foto, Wally sumiu, onde será que está Wally

Não agradou a todos os filiados do Democratas (DEM) o resultado da convenção do partido, que escolheu os membros do diretório e da executiva municipal. Um deles, que se considerava um “poderoso cardeal”, se esquivou de aparecer, já que previa o resultado. Em nenhuma das fotos foi visto, apesar das providências que vinha tomando no sentido de reverter o quadro.

De forma sorrateira, esse pretenso “cardeal” vinha visitando e mandando recados para lideranças políticas e jornalistas, prometendo mundo e fundos em troca de apoio numa futura (2012) campanha a prefeito de Itabuna. Sem prestígio e sem voto, o indigitado acredita que o dinheiro amealhado nessa administração seria mais do que suficiente para “comprar” lideranças e jornalistas.

E bem na cara de Azevedo.

SOU EU, MAS NÃO DIGA I

Ao elaborar uma matéria jornalística sobre a repercussão sobre a diminuição do território e do aumento da renda do ilheense, o Jornal Bahia Online produziu uma matéria curiosa: a fonte, que se dizia economista e professor da Uesc, pediu para não ser identificada. E tinha razão essa fonte, por saber que sua análise seria uma das mais absurdas, demonstrando falta de conhecimento sobre o assunto.

Na sua resposta, o incógnito professor da Uesc, cujo departamento para que trabalha não produz estudo algum sobre a economia regional, disse que ao “dedicar ao planejamento os louros da pesquisa do IBGE divulgada na semana passada, é jogar a sujeira para debaixo do tapete”. E foi mais além: “Se a cidade fosse efetivamente planejada, os recursos públicos não teriam sofrido quedas tão acentuadas” e tentou justificar sua teoria na “total incapacidade de se planejar as ações do município, com obras inacabadas e na falta de condições de se anunciar “o que vai se fazer daqui a uma hora”.

SOU EU, MAS NÃO DIGA II

Ao que tudo indica, o incógnito professor desconhece o sistema tributário e fiscal do país, que transformou as prefeituras em meras pedintes. A arrecadação do bolo tributário não representa sua divisão que obedece critérios econômicos, porém mesclados com as “bondades” chamadas de sociais. Enfim (no popular), quem arrecada mais é obrigado a dividir com os municípios cuja produção de tributos seja deficiente.

Não bastasse isso, faltou ao incógnito professor de economia da Uesc apresentar as variáveis responsáveis pelos resultados positivos e negativos da arrecadação. As condições que provocaram a queda da arrecadação não foram proporcionadas pelo município, ou pela falta de planejamento. Esqueceu o escondido economista que todos os recursos investidos em Ilhéus por outros entes federativos são fruto de prospecção das autoridades municipais e nem sempre são liberados conforme cronograma estabelecido.

Por último, município algum faz grandes negócios, ganha na loteria ou recebe vultuosas heranças, embora tenha que arcar com as dívidas deixadas pela sucessivas administrações, honrando o pagamento de precatórios trabalhistas e acordo para o pagamento de calotes dados à Previdência Social e demais encargos, a exemplo do FGTS.

Na academia o que deveria prevalecer é a teoria apresentada em forma de artigos científicos, monografias, dissertações ou teses. Melhor, ainda, se assinadas.

HBLEM – O OBJETO DE DESEJO

Não é de agora que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM de Itabuna) se transformou em objeto de desejo das autoridades do município e do Estado da Bahia. Mas, ao contrário do que se espera, a preocupação não é para torna-lo eficiente no atendimento à população e sim pelo poder que a administração do hospital representa.

Implantado pelo prefeito Fernando Gomes para atender à população de Itabuna e região, com recursos do Município, Estado e União, o Hospital de Base foi concebido para ser referência em diversas especialidades, além de atendimento de traumas, notadamente resultantes de acidentes rodoviários. Entretanto, o que mais tem interessado às autoridades são os cargos de confiança que poderão se indicados e o uso da máquina administrativa.

HBLEM – OBJETO DE DISCÓRDIA

Geraldo Magela e Andres Alonso estão juntos, mas quilômetros os distanciam

Em recente reunião para analisar a situação do Hospital de Base e propor soluções, o diretor do Departamento de Regulação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Andres Alonso, garantiu que o Governo do Estado só pode ajudar se o município lhe entregar o hospital. “Quando o Estado não tem a propriedade da unidade, ele tem que pagar pela tabela SUS; quando a unidade é dele, paga-se pelo que custa”, disse.

Para o Governo do Estado, a questão não é a simples aritmética, e sim o poder que representaria o hospital para o governo petista estadual. Pouco importa aos representantes do Estado que o HBLEM tenha apenas uma fonte de receita: o SUS, ou que atenda a população de outras cidades. Por outro lado, o governo municipal também não abre mão do poder que exerce, nem mesmo esclarece as constantes denúncias de corrupção naquele importante equipamento hospitalar.

O povo que se dane.

LUTA CONTRA MISÉRIA

Durante o 5° Encontro Regional de Capacitação do TCM-BA com Gestores Municipais que acontece nesta sexta-feira (22), no Centro de Cultura João Gilberto, na cidade de Juazeiro, com a presença de mais de 350 pessoas, oriundas de 36 municípios da região, sendo 14 prefeitos, o prefeito Luiz Caetano, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), convocou os gestores para unirem forças na luta pelos royalties do petróleo e para acabar com a miséria no Brasil.

Luiz Ca etano informou que, “o preço do petróleo só tem aumentado e com isso o valor dos royalties, mas o Rio de Janeiro quer tudo para ele. Mas, é preciso que o país entenda que o petróleo é uma riqueza nacional que deve ser distribuída entre todos. Principalmente entre os municípios mais pobres, que têm um IDH muito baixo. Esse pode ser o passo mais importante para o sucesso do programa Brasil Sem Miséria”.Falando sobre o programa do governo Federal, Brasil Sem Miséria, que pretende acabar com a pobreza no país, Caetano afirmou que, “na segunda-feira estarei com Wagner e Dilma lança o programa na Bahia. Mas, essa luta precisa ser intensificada a nível municipal, pois para acabarmos com a miséria isso deve começar nos municípios. Nós prefeitos devemos fazer uma busca ativa em nossas cidades para descobrir as famílias que ainda não são assistidas por nenhum programa federal, estadual ou municipal para cadastramos no Brasil Sem Miséria”.

BOA NOTÍCIA

O Jornal Agora completa neste 28 de julho próximo 30 anos (Bodas de Pérola) de circulação. Para comemorar o feito, promove, na noite de quarta-feira (27), uma grande festa na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB de Itabuna), com direito a boa música, gastronomia e homenagens.

Na grande festa do Jornal Agora serão homenageadas 30 personalidades da região. “Estamos nos dedicando para fazer o melhor e comemorarmos ao lado dos amigos e parceiros do jornal, que há 30 anos vem travando grande lutas em prol da nossa região. Esperamos brindar a todos com uma grande festa e que todos se sintam abraçados com nosso carinho”, ressaltou a diretora de Marketing do Agora, Roberta Oliveira.

As festas promovidas por José Adervan são conhecidas pela qualidade.

CONTAM POR AÍ…

Campanha política de 2010 para eleger presidente, senadores, deputados federais e estaduais e governador. Em Ilhéus, a base aliada de Dilma Rousseff e Jaques Wagner e transbordava de adesões, mas como política é uma arte que requer muita astúcia, algumas lideranças, para garantir prestígio seja qual for o resultado das urnas, dão uma no cravo e outra na ferradura.

Bastante precavida, a deputada estadual Ângela Sousa fez dobradinha com alguns deputados federais, a depender da cidade, sendo que em Ilhéus o acordo foi fechado com o deputado federal Geraldo Simões e, apesar do seu partido pertencer à coligação que tinha como candidato a governador Geddel Vieira Lima, fez campanha para Dilma e Wagner.

Já o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, filiado ao PSDB, “armou seu barraco” na campanha de José Serra e Paulo Souto, pulando a cerca – por motivo justo – quando se tratava dos votos que teria que dar à mãe, Ângela Sousa, e a Geraldo Simões, além dos candidatos a senadores Lídice da Mata e Walter Pinheiro.

Mesmo com os candidatos diferenciados, Marão não contava conversa e com a mesma disposição que organizava e participava das caminhadas de Serra e Souto, não dispensava os “arrastões” de Dilma e Wagner que tinha a participação de Ângela Sousa.

Médico dos mais conhecidos e conceituados, Mário Alexandre, pela disposição que sempre apresentava, entusiasmava tanto os participantes da caminhada quanto os moradores ou transeuntes, tratando todos pelos nomes. Pródigos nos abraços, perguntava pela família e pedia o voto.

Na reta final da campanha, numa dessas caminhadas realizada no bairro do Pontal, tudo corria tranquilamente e a adesão dos moradores era praticamente total, para delírio das lideranças. Foi aí, então, que aconteceu o inesperado.

O vereador petista licenciado e secretário da Indústria, Comércio e Planejamento, Alison Mendonça, após ter se refrescado do sol quente com alguns goles de cerveja, sente vontade de ir ao banheiro e, passando em frente à casa de um amigo, pede licença para satisfazer suas necessidades fisiológicas.

Ao sair, se depara com uma paisagem totalmente diferente da que deixou. Todas as propagandas da coligação petista coladas estavam cobertas pelos cartazes dos candidatos da coligação PSDB-DEM. Atônito, Alisson, que ficou pra trás, ligou para um “companheiro” que ia à frente e ligou pelo celular:

– Nosso pessoal não está fazendo a “colagem”? – perguntou.

– Você está gozando de minha cara, claro que sim, qual é o problema – retrucou.

Foi aí que o da frente parou de caminhar e Alisson, que ia atrás, se encontraram e presenciaram a turma da campanha de José Serra e Paulo Souto, coordenados por Mário Alexandre, colando os cartazes de sua coligação justamente em cima dos cartazes da coligação petista.

Na próxima caminhada não mais foi visto o vice-prefeito Marão na caminhada da coligação petista. Os cuidados foram redobrados, com uma turma tomando conta da retaguarda.

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Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
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