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A Nação aponta o caminho
Walmir Rosário
Ao completarmos quatro anos com o Plano Real, o povo diz, nas urnas, que esse é o caminho que deveremos seguir. Afinal, ninguém quer perder as conquistas adquiridas ao longo desse tempo, essencialmente os excluídos de antes e emergentes de hoje. Essa parte da população que agora consegue frequentar feiras e supermercados já sabe qual é a importância de uma economia estável, conviver com uma moeda forte.
Outra parte da população, a que conseguiu atravessar com dificuldade os percalços do Plano Real, enfatiza que são necessários ajustes ao plano, para que a produção volte a ser privilegiada, diminuindo os efeitos perversos provocados pela ciranda financeira internacional. Com isso, recupera-se setores da economia. Já uma pequena parcela da população se mostrou contra o Real, contra a política financeira, e sugere, simplesmente, o fim do plano.
Até hoje o povo recorda as frequentes discussões sobre os problemas estruturais e conjunturais, reajustes de preços escamoteados, práticas próprias da cultura inflacionária que impedia a visão clara dos problemas do país. A população, que em sua maioria não consegue ainda dispor ou entender os reais motivos da inflação, era obrigada a assistir a tudo e pagar por isso. Na verdade, ninguém tinha noção real do preços de bens e serviços.
Atualmente o Brasil é um país onde a política econômica é traçada de forma transparente e somos informados de sua execução, embora sem poder opinar sobre os rumos futuros. Não podemos negar o mérito desse processo de transparência e também colocar por terra certas posições demagógicas baseadas em ideologias de forte apelo emocional, mas de grande escassez racional. Temos a certeza de estarmos no caminho certo.
Nossa confiança no futuro do país está alicerçada na experiência vivida no passado, confirmada no presente e de esperança no futuro, conforme está sendo apontada pela confiança dos mais diversos setores da economia. A respostas das urnas também será observada pelos nossos executivos e parlamentares, responsáveis pela formulação de uma política financeira que contemple os setores produtivos, beneficiando também o país.
Essas medidas, entretanto, não pode ser tomadas com o simples aumento de impostos, sobrecarregando a já pesada carga tributária das empresas e pessoas físicas, estas responsáveis pelo pagamento do custo final. É preciso que as autoridades do Governo Federal olhem para o próprio umbigo e promova, internamente, os cortes vitais para diminuir os pesados e desorganizados gastos públicos, através do planejamento de suas ações.
Como sempre, o comércio emprestará o seu apoio ás mudanças, no sentido de promover a retomada do crescimento do mercado. Agora, o Governo Federal terá todas as condições para executar uma política de pleno emprego, empregando os recursos oriundos dos gastos desnecessários ou dos recursos mal aplicados, investindo em obras de benefício imediato da sociedade, gerando mão-de-obra e conduzindo os excluídos de agora ao mercado consumidor.
Essas medidas não são difíceis ou impossíveis de serem tomadas e um dos exemplos mais próximos foi o do Estado da Bahia, que traçou planos e metas e consolidou saldo de caixa com a valorização de sua receita e a parcimônia nos gastos. Hoje, o Estado ganha em credibilidade, adequando suas compras a preços reais e competitivos, beneficiando a sociedade como um todo.
Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br
Publicado no caderno Momento Empresarial do Jornal Agora em 11-10-1998
Bahiagás marca presença em Congresso de Engenheiros Civis
Com o intuito de estreitar o relacionamento com os setores e profissionais que atuam diretamente na modernização de Salvador, a Companhia de Gás da Bahia – Bahiagás dá sequência aos patrocínios de iniciativas na área de Construção Civil, contribuindo agora com a realização do 18º Congresso Brasileiro de Engenheiros Civis (CBENC). Promovido pela Associação Brasileira de Engenheiros Civis – departamento da Bahia (ABENC – BA), o evento, a realizar-se em Salvador no período de 8 a 11 de novembro, no Espaço Versátil (Ondina Apart Hotel), reforça a importância do papel da engenharia no desenvolvimento do cenário urbano local e nacional, levando em conta fatores como a expansão do mercado imobiliário, os investimentos em obras de infraestrutura, e a dimensão social que o setor vem alcançando.
“A Engenharia Civil ganhou grande visibilidade nos últimos anos, mostrando que Salvador demanda serviços e investimentos na área. Nesse contexto, cabe à Bahiagás criar parcerias e incentivar práticas que favoreçam a consolidação de uma cidade com melhor qualidade de vida, e tudo isso tem a ver com os serviços que a Companhia oferece. A Bahiagás está ampliando a sua rede de fornecimento de Gás Natural, que é mais seguro e ambientalmente correto”, explica o diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, que participará da abertura do congresso, marcada para as 9 horas do dia 8.
Bahiagás completa 18 anos
A Bahiagás atingiu a maioridade. São 18 anos levando gás natural canalizado para os baianos, chegando a 22 municípios no estado. A Companhia chega ao seu 18º ano vivendo um excelente momento, com resultados que confirmam o seu desenvolvimento, que só se tornou possível pela dedicação dos seus colaboradores.
A Bahiagás prevê a interiorização de suas operações em direção às regiões Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia, com investimentos de R$ 240 milhões até 2015. Salvador e Região Metropolitana, Feira de Santana e o Recôncavo também serão contemplados. “A maior parte dos recursos será empregada na ampliação da rede distribuidora que deverá passar dos atuais 654 quilômetros de dutos para mais de 800 quilômetros nesses três anos” conta o diretor-presidente, Davidson Magalhães. “Nossa meta também é chegar aos 50 mil clientes residenciais até 2013, e já tem contratos para concretizar essa meta”.
Ainda no rumo da interiorização, uma das principais ações dos 18 anos da Bahiagás, é o Gasoduto Itabuna-Ilhéus, cujo projeto estará concluído no segundo semestre de 2012 para enfim deflagrar a licitação de um investimento da ordem de R$ 45 milhões na construção de 35 km de gasodutos e infraestrutura de operação. “Fazem parte ainda desse conjunto de projetos, as redes para suprimento dos três novos pólos industriais previstos pelo Governo da Bahia em Feira de Santana, Camaçari e Alagoinhas”, diz Davidson. Através de novos modais comerciais, GNC (gás natural comprimido) e GNL (gás natural liquefeito), a Bahiagás pretende, nos próximos anos, atender os municípios de Porto Seguro, Teixeira de Freitas, Vitória da Conquista, Jequié, Brumado e Itapetinga, que juntos possuem um mercado potencial na ordem de 400 mil m3/dia.
Bahia Agrícola – o Cacau
Durante aproximadamente 100 anos o cacau foi o mais importante dos nossos produtos agrícolas, atingindo uma contribuição anual de 60% dos impostos arrecadados pelo Estado.
Para que se tenha ideia dessa importância, houve ano na década de 70 que a lavoura do cacau gerou receita de 950 milhões de dólares, fato auspicioso pela circulação da riqueza na zona cacaueira, por sua participação na construção da Bahia, e, para o Brasil, pela geração de divisas através da exportação.
Esses esforços envolveram sempre cerca de 2,5 milhões de habitantes em 96 municípios que compõem a macrorregião cacaueira da Bahia.
Para realizar a pesquisa, a extensão rural e a assistência técnica da lavoura, o governo federal criou a Ceplac, a ser mantida inicialmente com 15% e posteriormente com 10% tirados dos produtores no ato da comercialização do cacau. E, como se não bastasse, o Estado da Bahia criou o Instituto do Cacau, a ser mantido com 1% também tirado dos produtores rurais.
Todas essas vultosas verbas manipuladas pela Ceplac não geraram mais que modestíssimos resultados. Não conseguimos ultrapassar a ridícula média de 40 arrobas por hectare, apesar de alguns produtores isoladamente, em algumas roças especiais, ultrapassarem 100 arrobas.
No que diz respeito à defesa fitossanitária, nem a Ceplac nem o Estado trataram a atividade com a seriedade que o problema exigia.
O resultado aí está, com a vassoura de bruxa dizimando a cultura. Uma lavoura que representou 36% do PIB das lavouras em 1986, caiu para 13% em 1992, para 5,4% em 2000 e hoje, com 16 arrobas por hectare, infectada pela vassoura de bruxa e endividada, está vagando à espera de lideranças que conduzam a problemática do cacau com a dignidade que o caso requer.
Não seria este o papel do governo do estado? Afinal, são 300 mil trabalhadores rurais na “rua da amargura”. É um comércio regional estagnado quanto ao seu crescimento e com forte redução nas suas operações de vendas normais. É a economia de uma região onde 2,5 milhões de habitantes são dependentes de modo direto e/ou indireto da existência da lavoura cacaueira.
E, como resultado negativo mais profundo da crise, surge o endividamento dos produtores de cacau e, por ironia do destino, depois de terem concorrido com tantos resultados positivos para a Região, o Estado e o País.
Por acaso foram eles os responsáveis pela inexistência da defesa fitossanitária capaz de evitar a vassoura de bruxa? Por acaso eles plantaram cacau com financiamento dos bancos oficiais sem o aval técnico da Ceplac?
Mas, diante da existência da vassoura-de-bruxa, a recuperação do crédito passa também pela recuperação da lavoura. Qualquer proposta que não leve em conta esse fato, não terá sucesso. A propósito, como contribuição, informo que reduzir e congelar a dívida, ao par de pelo menos 10 anos de carência e pagamento com base em percentual da produção após o período de carência, já seria um bom “começo de conversa.”
Finalmente, pelo que representa social e economicamente a cultura do cacau e respeitando o seu valor histórico na vida da Bahia, o Governo do Estado precisa definir objetivamente o seu papel diante dos percalços que atingem a Economia Agrícola do Estado da Bahia.
*Ex-ministro da Integração Nacional
Bahiagás publica Relatório
O Relatório da Administração mostra o bom momento que a Companhia vem vivendo, a receita bruta e o lucro líquido da Bahiagás apresentaram crescimento expressivo nos últimos quatro anos. A receita bruta saltou de R$752 milhões, em 2007, para R$ 1,3 bilhões no ano passado. O lucro liquido anual, que fechou 2007 em R$59,9 milhões, alcançou a cifra de R$ 140 milhões. O número de clientes acompanhou a evolução das cifras: em 2007 a Companhia possuía 2143 clientes de gás natural e hoje somam 8.973 clientes interligados à sua rede. No mesmo período a rede de gasodutos, que tinha 529 km, fechou 2011 com 639 km.
Os números e dados confirmam o grande potencial de crescimento da Bahiagás, que prevê investimentos de R$ 160 milhões até 2013, que viabilizarão a expansão e também a interiorização de suas operações em direção, inicialmente, às regiões Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia. Os investimentos contemplam também Salvador e Região Metropolitana, Feira de Santana e o Recôncavo. A maior parte dos recursos será empregada na ampliação da rede distribuidora que deverá passar dos atuais 639 quilômetros de dutos para cerca de 800 quilômetros nesses três anos. A Companhia também quer chegar aos 30 mil clientes residenciais até 2013 e já tem contratos para concretizar essa meta.
A Bahiagás é concessionária estadual dos serviços de distribuição de gás natural canalizado, empresa de economia mista, controlada pelo Governo do Estado, vinculada à Secretaria de Infraestrutura. Tem como acionistas o Estado da Bahia, a Gaspetro, subsidiária da Petrobras, e a Bahiapart, empresa do grupo Mitsui Gás e Energia do Brasil.
Confira o Relatório da Administração 2011no link abaixo:
http://www.bahiagas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/relatorio_adm2011.pdf.pdf
CENTRO DE CONVENÇÕES DE ITABUNA E O PAQUIDERME ALBINO
www.marcosmauricio.blogspot.com
Numa crise de abstinência por cultura, me desloquei até o pomposo, imponente Centro de Convenções de Itabuna… ops, esqueci que lá só existe um cenário triste, com uma enorme construção esquelética tal qual um necrópole, um sepulcrário abandonado com seus jazigos e monumentos lembrando nossos políticos e a morte da vontade política, a morte do bom senso. Quiçá, nas próximas eleições, o povo jogue algum deles no habitat natural para o político malvado, que seria a cova do ostracismo.
Cercada por mato, o que seria o Centro de Convenções alimenta um grande e inútil… elefante branco.
Ferrovia de Integração Oeste-Leste avança
Mais uma leva de escrituras foi assinada pelo secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, segunda-feira (13). Nestas a Valec indeniza pequenos agricultores que ocupavam terras no traçado da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). As compensações financeiras reconhecem o direito de posse, levando em consideração tanto as benfeitorias como a terra nua.
Com a atenção voltada para a situação das propriedades ao longo da Fiol, que vai ligar as cidades de Ilhéus, Caetité e Barreiras, no Estado da Bahia, à Figueirópolis, no Estado do Tocantins, o governo vem respeitando a faixa de domínio da ferrovia que é de 80 metros (40 de cada lado), seguindo assim a execução da obra.
A construção permitirá a dinamização na saída da produção para outros polos no País, por intermédio da conexão com a Ferrovia Norte-Sul. Serão 1.527 quilômetros de extensão, dos quais aproximadamente 1,1 mil quilômetros na Bahia, com investimentos estimados em R$ 6 bilhões.
Wagner desmonta mobilização da UPB

Prefeitos ouvem muitos discurso e saem de mãos abanando
A anunciada marcha dos prefeitos para a governadoria, com o objetivo de cobrar posição do governador Jaques Wagner sobre os investimentos para os municípios baianos não aconteceu conforme a União dos Municípios da Bahia (UPB) vinha anunciando. Simplesmente o presidente da UPB, prefeito de Camaçari, Luís Caetano, foi desaconselhado (forma educada de dizer que recebeu um pito) por Jaques Wagner a realizar a mobilização nos moldes pretendidos.
Como bons cordeirinhos, os prefeitos continuaram na UPB à espera do governador, que chegou, se abancou e prometeu 150 ambulância para todo o estado, bem como a locação de 900 viaturas para as polícias, sendo 600 delas para o interior do estado. Fora isso, o governador continuou com seu discurso vazio, falando dos programas do Governo Federal que são executados na Bahia como se do Governo do Estado fossem.
E os prefeitos saíram do encontro felizes e satisfeitos com a conversa. Triste realidade.
Receita Federal promove leilão eletrônico

Lote com veleiros estarão no leilão
No dia 13 de outubro próximo a Receita Federal realiza o terceiro leilão na modalidade eletrônica, na Bahia. Entre os itens leiloados estão perfumes, relógios, motos, automóveis e até veleiros.
Serão leiloados ao todo 42 lotes de produtos variados, com destaque para dois veleiros apreendidos em operações realizadas pela Receita Federal na Bahia, além de automóveis, motocicletas, equipamentos eletrônicos e de informática, máquinas fotográficas digitais, brinquedos, relógios, peças e equipamentos industriais, entre outros.
A lista completa das mercadorias pode ser conferida na página da Receita Federal na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), na seção Leilões. Podem participar do leilão eletrônico apenas as pessoas jurídicas que utilizem a tecnologia de Certificação Digital*. O certificado digital deverá ser da própria empresa, do seu representante perante o Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), ou de procurador.
Bahia, mãe ou madrasta?
Walmir Rosário
As críticas feitas recentemente pelo vereador ilheense Paulo Carqueija (PT) ao governador Jaques Wagner representou um grito de liberdade em cada um dos baianos, especialmente nos sul-baianos, cansados de esperar o cumprimento das promessas da autoridade estadual. A censura imposta ao governador pelo petista no plenário da Câmara de Vereadores de Ilhéus, pela segunda vez, demonstra o quadro de descaso que os ocupantes do poder executivo – geralmente da Bahia do Norte – nutrem pelos moradores da Bahia do Sul.
Em parte, têm razão. Agem como os colonizadores portugueses em relação ao Brasil, sugando todas as nossas riquezas sem a menor preocupação de ao menos nos tapear com as migalhas que por ventura caia da mesa de banquete, tudo com nossa permissão histórica. A exemplo do que fez o reino de Portugal, a cada dia querem levar “nosso ouro” com toda a volúpia, sem nos conceder o direito de usufruir de parte das riquezas aqui produzidas.
Aqui, nos acostumamos a abrir mão dos nossos direitos, de nossa soberania em troca de simples miçangas, espelhinhos e outras bugigangas. Sempre nos bastou o sorriso fácil dos soteropolitanos ou de interioranos emergentes para consideramos nossos amigos, nossos protetores na capital do estado. A cada governo – não importando o partido –, as promessas eram repetidas e enriquecidas com novas, talhadas para não serem cumpridas.
De início, abrimos mão do poder político, entregando-o, de mãos beijadas, às pessoas ditas mais preparadas e de fácil trânsito junto ao governador, presidente da República, senadores e deputados. Claro, já detínhamos o poder econômico, precisávamos plantar e cuidar das nossas roças de cacau, enriquecer mais. Nosso compromisso era comprar sobrados e apartamentos no “Corredor da Vitória”, em Salvador; em Copacabana, no Rio de Janeiro; então capital federal, mandar os filhos estudarem para ser doutor.
Aqui, ricos como éramos, dispensávamos o poder do Estado para implantar a infraestrutura e investíamos na implantação da eletricidade – no campo e na cidade –, e cansados com pachorrenta viagem no trem de ferro, criamos uma empresa de sociedade anônima, a “Companhia Viação Sul Baiano S.A”, para construir a estrada Ilhéus-Itabuna e viajar de ônibus, as modernas marinetes que tanto sucesso faziam nas capitais brasileiras.
Mas passamos por períodos de dificuldades em nossa maior matriz econômica, a cacauicultura, atividade por demais rendosa, que com a mesma facilidade que produzia riqueza e “coronéis”, proporcionava a pobreza de consciência e a submissão aos mais poderosos. Àquela época, nos sentíamos orgulhosos de, com o dinheiro dos impostos do cacau, uma atividade econômica primária por excelência, financiarmos o parque industrial de São Paulo.
Se as riquezas aqui produzidas eram utilizadas em nível federal, gerando divisas internas e externas, dentro da Bahia reinávamos absolutos na arrecadação de impostos, agindo como a maior região contribuinte para o erário estadual. E os registros históricos demonstram que a máquina arrecadadora do Estado se preocupava apenas com os meses subsequentes à colheita da safra principal e temporã.
Bahia tem orçamento de R$ 29,4 bi
O Projeto de Lei Orçamentária do Estado, documento legal que estima a receita e fixa a despesa para o exercício do ano de 2012, será entregue pelo secretário do Planejamento, Zezéu Ribeiro, ao presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, nesta quinta-feira (29), às 10h30, na casa legislativa.
A estimativa da Proposta Orçamentária do Estado para 2012 atinge o montante de R$ 29,4 bilhões, com um incremento de 10,5% em relação ao orçamento aprovado para o exercício de 2011, que totalizou R$ 26,6 bilhões.
Bahia faz balanço da Copa
A Secretaria Extraordinária para Assuntos da Copa do Mundo da Fifa Brasil representará o Governo da Bahia, nesta quarta-feira (14), em Brasília, onde apresentará ao Comitê Interministerial da Copa um balanço das ações em andamento no estado para o Mundial de Futebol de 2014.
O encontro acontecerá às 10 horas, no Palácio do Itamaraty, auditório Wladimir Murtinho, Esplanada dos Ministérios. Durante a reunião, o secretário estadual da Copa do Mundo, Ney Campello, fará uma exposição apresentando informações atuais sobre mobilidade urbana e a Arena Fonte Nova.





