CIA DA NOTÍCIA

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Acreditar não é fácil!

Walmir Rosário*

Costumo comparar os políticos petistas aos motoqueiros. Acreditam que podem fazer de tudo como se fossem os “donos do mundo”. No caso dos motoqueiros, todo o carro que lhe aparece à frente é considerado um perigo iminente, mesmo que não lhe constitua ameaça. A rua é toda minha. No caso dos petistas não é diferente e a cada risco eleitoral que se avizinha, pousam de vítima e protestam como um bebê desmamado.

Esse é o jogo da comunicação política estudada com afinco e posta em prática pelo Partido dos Trabalhadores (PT), especializado a criar factoides, mesmo os de somenos importância, provocando grande repercussão política. Estereótipos à parte, agora o PT traz de volta a propaganda para incutir no eleitor o medo de volta ao passado. Por passado entendam o PSDB.

Essa prática não é nova! Faz parte da política do quanto pior melhor e é capaz de produzir os resultados desejados, suscitando o medo no eleitorado. Constantemente, a velha e boa central de boatos entra em ação com estórias de que se candidato fulano ou beltrano ganhar a eleição acabará o Bolsa Família, maior programa de renda do Brasil.

Embora todos saibam que isso não é verdade, uma ação desse tipo causa uma comoção sem precedentes, com resultados comparados a uma guerra civil. Essas “afirmações” repetidas com exaustão se transformam em “verdade absoluta”, haja vista a boataria que provocou uma corrida às casas lotéricas e aos terminais da Caixa Econômica Federal.

O PT é o partido que sempre soube utilizar a chamada “rádio peão”, com a finalidade de espalhar notícias utilizando meios de comunicação populares não tradicionais, com mensagens subjetivas e dissimuladas. Meios esses, diga-se de passagem, bastante utilizados nos confrontos ideológicos.

Outro fato marcante é o da estrepitosa vaia tomada pela presidenta Dilma Rousseff durante a abertura da Copa do Mundo. Um protesto que considero de muito mau gosto e desrespeitoso, intimidação própria de quem não tem nenhum princípio ou respeito.

Mas se hoje os petistas são “vidraças” já foram “estilingues” e que o digam os amigos de hoje José Sarney, Collor de Mello, Maluf, e até Waldyr Pires quando ainda era do PMDB, sem falar no ainda adversário FHC. Esse exemplo entra aqui somente para mostrar que fatos e atos como esse têm precedentes vergonhosos.

E cada vez mais as redes sociais são utilizadas pelos militantes para disseminar factoides, assacar contra opositores. E o fazem com a competência de quem foi à guerra para vencer, não importando os meios. Eles são perfeitamente justificados pelos fins.

Os partidos de oposição esperneiam mas ainda não aprenderam a se comunicar com o eleitorado através dos veículos nada convencionais. Não aprenderam que o rádio, o jornal e a televisão são pautados pelas redes sociais.

É a internet que informa, em primeira mão, embora nem sempre com responsabilidade, mas de forma eficaz. A ética, tão requerida contra os ataques adversários, agora se transforma em artigo de luxo, que não entra na cesta básica das ferramentas de comunicação.

E nesta luta desigual da contrainformação ou informação irresponsável, perde o eleitorado brasileiro, que cada vez menos crê nos políticos tradicionais. Enfim, nem sempre a melhor maneira de comunicar é a forma mais indicada para os partidos.

*No meio do tiroteio da informação

O sentimento irreparável da perda

Walmir Rosário

Confesso que foi muito difícil para mim escrever essa última homenagem ao meu amigo Eduardo Lavinsky, companheiro de todas as horas, irmão inseparável nesses 23 anos de intenso convívio. Mais difícil, ainda, é assimilar essa perda irreparável, principalmente pelas circunstâncias em que se deu, através de um trágico acidente. Mas são coisas da vida e a morte nada mais é do que parte integrante dessa nossa existência, aqui neste mundo terreno ou além.

Como amigo, nada mais difícil do que receber uma notícia sobre o desaparecimento de um ente íntimo, mas com Lavinsky Deus nos reservou outras surpresas, atingindo, também, em cheio, o campo profissional. Recebemos a notícia de um acidente – como acontece todos os dias –, buscamos a apuração dos fatos, a identificação das vítimas até o último minuto do fechamento da edição. Em vão.

Não nos conformamos com o fato, e mesmo sem saber de quais pessoas envolvidas, nos preocupamos com a apresentação da notícia como inteiro, conforme recomenda os manuais de jornalismo. Buscamos tudo: quem?, o quê?, onde?, quando? como?, por quê?, embora não pudemos, em tempo, fornecer aos leitores o quem. Parece uma peça pregada pelo destino sobre a morte de um jornalista.

Sim, porque Eduardo Lavinsky foi um jornalista com “J” maiúsculo, profissional preocupado com a técnica, a ética, com a repercussão dos fatos nas pessoas, na sociedade. Jornalista dos mais brilhantes, dono de um texto escorreito, chegava ao extremo no zelo com todos os processos de elaboração da notícia, indo desde a apuração até a chamada na primeira página, caso merecesse tal distinção.

Intransigente, não admitia interferências descabidas no trabalho do jornalista, mas sabia como ninguém ouvir – e com que paciência de um monge – todos os lados dos fatos. Nada o tirava mais do sério como ler um texto jornalístico incompreensível, mal apurado, malfeito. Acreditava, ele, que não prestava a notícia e muito menos quem teve o desplante de escrevê-la.

Nasceu para o jornalismo, embora eu soubesse que seu sonho de criança era ser piloto de avião – projeto que nunca se concretizou –, mas que continuava no seu subconsciente. Se sentia feliz com o movimento do aeroporto, não se cansava de ver aviões subindo e descendo, movimento de pilotos. Mas exercia o jornalismo com a mesma precisão de um piloto de avião, profissional que não se pode dar ao luxo de cometer erros.

Em frequentes brincadeiras, gostava eu de dizer que ele não deveria ser jornalista, e sim juiz, pela forma com que analisava os fatos, com a equidade de um magistrado, preocupado em conceder a justiça a quem de fato a tem. Outra profissão que lhe cairia como uma luva seria a de médico, principalmente na especialidade da psiquiatria. Era apaixonado por esta área e discorria sobre variados temas com metodologia científica. Com certeza esse estudo lhe deu base para o exercício do bom jornalismo.

Convivo com Eduardo Lavinsky, como já disse, por 23 anos. Desde os tempos da velha Dicom, a conceituada Divisão de Comunicação da Ceplac, comandada por Milton Rosário e pródiga em contratar ou lançar grandes profissionais. Convivíamos com jornalistas do naipe de Edvaldo Oliveira, Odilon Pinto, Raimundo Nogueira, Telmo Padilha, Tyrone Perrucho, Hélio Pólvora, Nisvaldo Damasceno, Luiza Cassiano, dentre outros, como os saudosos Celso Rocha, Mirthes Pititinga, e por aí afora.

Desde então, nossos caminhos sempre foram cruzados pela convivência fraterna e atividades jornalísticas em outros órgãos de comunicação regional e assessorias de imprensa e marketing político nas agências Visão Propaganda e Publix.

Substituiu-me na editoria do Agora Rural e, em seguida, com o apoio de Adervan, trouxemos de volta ao Agora, desta vez para o cargo de secretário de Redação e editor interino. No Agora, fizemos (continuamos, mesmo com o desfalque) um jornalismo de qualidade, junto com os experientes Antônio Lopes, Kleber Torres (o maior repórter desta terra), mesclado com profissionais, mais novos, porém, tarimbados.

Introspectivo, tímido, sabia vibrar com o trabalho produzido, sobretudo quando nos desdobrávamos para apresentar uma notícia dada com exclusividade. Esmerava-se em elaborar a primeira página e não se acanhava em perguntar sobre a conveniência ou não de uma simples palavra ou expressão empregada no texto, a exemplo de como agem os grandes profissionais.

Essa troca de experiência e confidências era constante entre nós, até por conta de temperamentos – ele mais cauteloso, eu mais arrojado, digamos –, o que fez dele meu constante consultor. Precavido, ele observava e dizia: “Está perfeito, mas acho mais prudente tomar esse caminho…”. E não se falava mais nisso, simplesmente eu acatava.

Todos os bons adjetivos se encaixam perfeitamente para classificar o homem e o profissional Eduardo Lavinsky. Digo isso sem receio algum, pois não é de hoje que presencio o cuidado e a responsabilidade com seus semelhantes. Esposo e pai extremado, se preocupava com os filhos, como se crianças ainda fossem, e como todo “pai coruja”, se orgulhava deles com a maior felicidade.

Mas a vida é feita de alegria e tristezas, e disso não podemos nos desviar. Não é da natureza humana nos conformar com as ausências, mas temos que buscar forças e superar. E assim que soube do quem? para completar a notícia, sábado (22), li, na coluna de Cláudio Humberto, esse desabafo: “Não era para ser assim [título] O poeta e ex-guerrilheiro capixaba Antonio Carlos Campos constatou que o final da vida, para o ser humano, é marcado por hospital, cirurgia, dieta, dores de todo o tipo, aposentadoria do INSS, desemprego, asilo, abandono da família e, claro, a morte. Concluiu: ‘O final foi mal bolado’”.

Não imaginava o poeta capixaba que as dores de quem passa por essas situações são bem menores do que o sentimento de ausência dos que aqui ficam à espera de que Deus conclua seu desígnio para com a gente. E como ele mesmo dizia: “Vai com Deus, irmãozão”.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado na edição do jornal Agora de 29-11-2008.

 

Assepsia geral e irrestrita

Walmir Rosário

Com certeza, o Brasil nunca mais será o mesmo. Anos atrás, tivemos oportunidade de passar o Brasil a limpo, entretanto, fizemos em parte, não porque fosse de propósito, uma reforma “meia-boca”, como se diz na gíria, talvez por falta de preparo, desacostumados que estávamos com o regime ditatorial que imperou no País por mais de duas décadas.

Em tempos de democracia é assim mesmo. O erro, o crime, não possui o privilégio de ficar escondido, acobertado, em baixo do tapete. Mais dia menos dia vai ter que aparecer, ser exposto à sociedade, que irá avaliá-lo através de suas instituições responsáveis e tomar as medidas cabíveis aos fatos praticados.

O presidente Collor foi o primeiro a provar do remédio mais amargo da democracia: o afastamento do maior cargo da República através de um impeachment, com respaldo do Congresso Nacional. Aliviada, a Nação pensou que, a partir daquele momento histórico, o Brasil estava amadurecido para enfrentar com altivez as crises institucionais.

Entretanto, essa constatação seria mostrada mais tarde como uma meia verdade, uma daquelas frases do genial jornalista e dramaturgo Nelson Rodrigues, criador das “coisas dignas do Sobrenatural da Silva”. Mais uma vez a cúpula do poder central, em Brasília, estava metida em outro “mar de lama”, com o escândalo dos “Anões do Orçamento”.

Mais uma vez o Congresso Nacional foi revestido com o manto da justiça e cortou na própria carne (como gosta Lula), decepando a cabeça de vários dos membros. Bem, aí é que mora o perigo! Anos após, vimos que a passada do Congresso a limpo atingiu também pessoas da mais alta honradez, embora tivesse sido execrado em praça pública.

Um deles foi o deputado federal gaúcho Ibsen Pinheiro, hoje reabilitado para uma minoria de privilegiados que tem acesso a informações de jornais e revistas nacionais. Durante muito tempo o ex-deputado Ibsen Pinheiro, considerado um dos parlamentares e constituintes mais brilhantes da Câmara Federal, foi obrigado a viver praticamente escondido dos seus eleitores e da população em geral.

O parlamentar passou do júbilo da corte celeste ao fogo do inferno como num passe de mágica e, em momento algum, sua biografia foi respeitada (como quer o presidente Lula), apesar das constantes demonstrações dadas como político de grande influência nacional. Agora, a situação está novamente posta e o Brasil volta a ser a bola da vez e sofreria uma assepsia sem precedentes.

Realmente, momento mais propício do que este não existe para limpar o País das quadrilhas que se organizaram para corromper e saquear as finanças do Estado, sempre com o beneplácito das autoridades instituídas. Instalou-se o absurdo e quem tinha o dever constitucional de defender o Brasil se transformou em abutre praticando a rapinagem.

Entretanto, pelo andar da carruagem, não acredito que essa comoção social se transforme numa mobilização sem precedentes, capaz de extirpar de vez esse mal que assola o País. Isso porque, ao invés de xerifes defensores da ordem e da moralidade, estamos presenciando uma guerra de facções imprevisível dos resultados e danos que poderão causar.

Ao mesmo tempo em que o presidente da República promete investigar “doa em quem doer”, mantém em seu ministério colaboradores aparentemente ligados ao “mar de lama” que devasta o governo. E mais, a condição de que permaneçam apenas pelo seu próprio arbítrio. Outros pecados cometidos são as insinuações sobre corrupções de governos passados, como se essa premissa eximisse a culpa das atuais.

Agora, para evitar um fratricídio, é preciso que os membros das CPMIs ajam com bastante prudência, evitando assim que excessos sejam cometidos contra pessoas de reputação ilibada e livre de acusações. Nem por isso devem diminuir o rigor das investigações e imputar as acusações devidamente comprovadas, para que possam pagar a pena juta pelos crimes cometidos.

Investigar, sim, afrouxar, jamais, mas sempre balizado nos princípios éticos e no compromisso firmado com a Nação. Só assim poderemos ter hoje o Brasil do futuro que sempre sonhamos.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 16-07-2005

Políticos têm de ser éticos, morais e compromissados

Walmir Rosário*

As campanhas políticas se aproximam e a partir de junho próximo teremos os candidatos aos cargos executivos e parlamentares, em nível municipal. Enquanto as convenções não definirem quais são os escolhidos pelos diversos partidos e coligações como candidatos a prefeito e vereador, todo o cidadão com suas obrigações eleitorais em dia tem o direito de lançar seu nome à apreciação dos eleitores.

E é bom que assim o faça – no papel de pré-candidato –, no sentido de que os eleitores tenham tempo suficiente para analisar o passado desses políticos, desde a lisura com que tratou as finanças públicas quando ocupou cargos e mandatos, ou o compromisso com as causas da sociedade. Mesmo aqueles que ainda não tiveram a oportunidade de exercer cargos podem ser avaliados pela conduta ética e moral.

Como bem disse o filósofo André Comte-Sponville, “a moral é solitária (ela só vale na primeira pessoa); toda política é coletiva. É por isso que a moral não poderia fazer as vezes de política, do mesmo modo que a política não poderia fazer as vezes de moral: precisamos das duas, e da diferença entre as duas!”, ensinou.

Para ficar mais claro, vale a pena lembrarmos de mais um trecho do pensamento do filósofo no seu trabalho “Apresentação da Filosofia”, quando diz, textualmente: “Uma eleição, salvo excepcionalmente, não opõe bons e maus, mas opõe campos, grupos sociais e ideológicos partidos, alianças, interesses opiniões, prioridades, opções, programas…Que a moral também tenha uma palavra a dizer é bom lembrar (há votos moralmente condenáveis). Mas isso não nos poderia fazer esquecer que ela não faz as vezes nem de projeto nem de estratégia. O que a moral tem a dizer contra o desemprego, contra a guerra, contra a barbárie?”, reforça.

Diante desses ensinamentos, a avaliação que deveremos fazer dos candidatos dependem de diferentes premissas, pois além da conduta dos políticos, se faz necessária uma análise mais apurada das teses que defendem. De que lado está o candidato: da comunidade ou de representantes do mercado? Quem são os apoiadores e financiadores da campanha? Como dissemos logo acima, não basta a moral (da pessoa, individual), mas, sobretudo, os comprometimentos políticos (que trata do coletivo, da comunidade).

Na eleição deste ano um ingrediente vem esquentar ainda mais o debate: a exigência da comprovação do candidato ser um político “ficha limpa”. Mas isto tem de ser visto em sua plenitude e não apenas se o candidato é considerado “ficha suja” por ter sido condenado em instância judicial colegiada, em tribunais de segundo grau. Ora, o crime cometido contra o dinheiro público é o mesmo, apenas dependerá de uma confirmação (ou não) de um tribunal superior, resguardando-se os princípios constitucionais de ampla defesa e condenação irrecorrível.

Para deixar mais claro, crimes cometidos são os mesmos, mas que, se ainda não foram julgados por tribunal superior, a culpa pode ser creditada aos constantes recursos existentes no Código de Processo Civil (Penal, também), bem como a morosidade do judiciário, o que dificulta o bom andamento do processo. Afinal, os políticos “ficha sujas” se cercam de grandes e conceituadas bancas de advogados, com a finalidade de promoverem suas defesas, seja no campo eminentemente jurídico ou na procrastinação dos feitos.

Com isso, os crimes cometidos contra o patrimônio público passam anos e anos à espera do julgamento pelos juízes monocráticos, e quando sobem aos tribunais padecem dos constantes recursos, inclusive os chamados “recursos de gaveta”, como são chamados no jargão forense. Esse tratamento diferenciado dado a determinados políticos faz com que passem anos e anos respondendo a centenas de processo de malversação de recursos públicos posando de honestos, como se “fichas limpas” fossem.

E o que é mais grave: apesar do cidadão acessar os sites dos tribunais, inclusive do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e comprovar as centenas de processos, esses velhos políticos utilizam a falta de julgamento como se fosse um “diploma ou uma certidão negativa” atestando que seriam bons moços. E a comunidade continua seu calvário vendo-os renovar seus mandatos. Assim tem sido em Itabuna, não continua sendo diferente em Ilhéus ou em centenas de municípios brasileiros.

Para que o eleitor possa fazer uma análise mais apurada, basta distinguir, apurar se o candidato se enquadra nessas simples regrinhas: Ética é princípio, moral são aspectos de condutas específicas; ética é permanente, moral é temporal; ética é universal, moral é cultural; ética é regra, moral é conduta da regra; ética é teoria, moral é prática.

Para encerrar, continuaremos com a lição de Sponville: “Não basta esperar a justiça, a paz, a liberdade, a prosperidade… É preciso agir para defendê-las, para aprimorá-las, o que só se pode fazer eficazmente de forma coletiva e que, por isso, passa necessariamente pela política. Que esta não se reduza nem à moral nem à economia”.

Agora, só depende de nós!

*Advogado, jornalista, e editor do site www.ciadanoticia.com.br

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