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Fernando Gomes receberá título de prefeito empreendedor

Ampesba-400x400A Associação das Micro, Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Estado da Bahia (Ampesba) irá homenagear o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, com o título de Prefeito Empreendedor. Será no próximo dia 26 no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC de Itabuna). A cerimônia acontecerá durante a realização do VIII Congresso Norte/Nordeste da Pequena Empresa – políticas públicas para o desenvolvimento dos pequenos negócios – Simplificar para Crescer. A abertura oficial do evento será às 14 horas.

O congresso apresentará palestras técnicas e motivacionais para o desenvolvimento de empreendimentos de pequeno porte. O público-alvo é formado por empresários, pequenos agricultores, contadores, estudantes, técnicos, secretários, vereadores e prefeitos.

O título de Prefeito Empreendedor que será entregue ao prefeito Fernando Gomes é decorrente de ações empreendedoras ao longo de sua vida pública nas áreas de educação, saúde, geração de emprego e renda, esportes e lazer. Ações de cunho público institucional que geram desenvolvimento sustentável econômico e social para Itabuna e região.

Segundo o presidente da Ampesba, Valdir Ribeiro, eventos como este servem para promover a criação de ambientes favoráveis para o desenvolvimento econômico e social, melhorando a autoestima dos gestores públicos e dos pequenos empreendedores.

O congresso conta com apoio institucional das entidades de representação empresarial de Itabuna e região (ACI, APEMI, CDL, SINDICOM e SIMCOMÈRCIO), do CONAMPE, SEBRAE, Banco do Nordeste, Prefeitura de Itabuna, FTC, UESC, Águia Branca, Jet Print e toda Imprensa regional. A entrada é franca e a presença dará direito a Certificado de Participação que será entregue em seu encerramento.

 

Azevedo, o ídolo de Vane

Walmir Rosário

Não sei como se chama essa síndrome que acomete costumeiramente os políticos brasileiros, sobretudo os prefeitos. De tanto falar mal dos antecessores, começam a se espelhar neles. Aqui em Itabuna “esse mal” tem sido uma constante, embora alguns deles desvirtuem ou, quem sabe, não consigam inspiração para tanto.

O caso mais recente é o prefeito Claudivane Leite (Vane), que busca constante inspiração no seu antecessor, capitão Azevedo. Parece até que o prefeito anterior deixou um manual de usos e costumes (e até estilo…quem sabe?) de presente para o atual.

Todas as ações mambembes de marketing deixadas pelo capitão é seguida à risca por Vane, talvez por falta de inspiração melhor…mas é fato. Desfile de máquinas pelo centro da cidade, tentativas de reformas administrativas que se transformam em piada junto aos servidores são alguns itens do repertório.

A mais recente foi uma reunião com os ocupantes de cargos comissionados na Usemi, clube de recreação dos servidores, mas novamente utilizado pelo executivo com finalidade diversa. Como sempre, reunir os comissionados para as pressões políticas, já que os cargos são de livre provimento, bastando, para isso, vontade e caneta do prefeito.

Com uma eleição que se aproxima, apesar dos mais de 12 meses de distância, é chegada a hora de dar o rumo das urnas. O resto é balela. Mesmo que ainda não liberada, é chegada a hora da propaganda eleitoral oficial dar seus primeiros passos, com a apresentação dos candidatos ungidos pelo executivo, apresentados como o amigo de Itabuna e “salvador da pátria”.

Fora disso não tem sentido essa reunião, pois os casos de ordem administrativa devem ser tratados em particular, pelos secretários e demais chefes, de acordo com a hierarquia. A “roupa suja – como se diz – deve ser lavada em casa”, com a solução para os possíveis desvios de conduta administrativa. Fora disso é assédio moral.

Esperamos que a próxima ação do prefeito Vane não seja copiar – ou tentar – os usos e costumes pessoais de Azevedo, a começar pelos trajes. Mesmo porque não poderá vestir o uniforme militar. Outros hábitos não são recomendados, pois criariam constrangimentos de ordem religiosa; tampouco o de marketing, pois falta consistência.

Mas como se diz que “o costume do cachimbo deixa a boca torta”, é de se esperar que no espelho de Vane seja refletida a imagem de Azevedo nas diversas secretarias. Haja vista a desconfiança em que são tratados os servidores efetivos e que têm obrigações e vínculos com o Município. Enquanto a turma comissionada é passageira, o servidor fica.

Na verdade, ao que parece Vane pretende impor aos primeiro e segundo escalões a honestidade, que não é um atributo ou virtude apenas deles, posto que os que aí encontraram também os são, até prova em contrário. Existem normas rígidas que regulam o serviço público e pautam a conduta do servidor. Basta aplicá-las nos casos requeridos. A legislação existe para coibir eventuais desvios.

É preciso que alguém, de sã consciência, avise ao prefeito Vane que o ladrão age assim é por ser desonesto e ainda encontrar quem o deixe agindo com desonestidade. Caso fosse honesto não seria preciso advertência alguma. Vale ressaltar, que tanto é desonesto aquele que furta, rouba, desvia como o que usa o cargo público para nada fazer, agindo com desonestidade para com a população que paga seu salário.

Quem sabe o prefeito Vane não buscou se inspirar em Azevedo por ter achado bonito o seu ex-companheiro de partido, Geraldo Simões, tentar ser uma cópia de Fernando Gomes. De tanto falar mal de Fernando, Geraldo chegou a adotar o uso das roupas de estilo country. Há quem diga que ao tentar copiar a tratamento popular de FG, tenha divulgado o populismo, o que é uma lástima.

Voltando ao prefeito Vane, seria de bom alvitre não desperdiçar esforços como o da Usemi, pois a questão está mais em cima. Quem não sabe liderar ou não transmite liderança, vai ter que recorrer aos “gerentes”. Só a título de lembrança, antes mesmo do evento em que o prefeito iria anunciar o seu secretariado, eles não resistiam a um chamado de repórter com microfone na mão e se antecipavam ao anúncio.

O defeito está na origem. Mas enquanto houver vida, existirá a esperança!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

 

E a “caça às bruxas”?

Com a limpeza étnica promovida recentemente na Prefeitura de Itabuna (só escaparam alguns operadores do poder), corre sérios riscos a indicação do nome do médico itajuipense Plínio Adry para a Secretaria Municipal da Saúde.

Adry é dono de um invejável curriculum, tanto como médico quanto como administrador da saúde. E disso já deu provas durante o exercício da secretaria da Saúde, da 7ª Dires e no exercício da medicina.

O problema seria outro: já ter exercido esses cargos por indicação e nas administrações do ex-prefeito Fernando Gomes. Como no processo de “caça às bruxas” não observa critérios como a competência…o buraco é mais embaixo.

Itabuna precisa, mas…

FG – Volta ou não volta?

Fernando Gomes diz que “continua vivo”

Entrevistado na tarde desta quarta-feira (3) na Rádio Jornal, pelos radialistas Val Cabral e Walter Machado, o ex-prefeito Fernando Gomes não disse que não, muito menos que sim. A pergunta era óbvia: Fernando Gomes será candidato a prefeito de Itabuna?

Às respostas, Fernando Gomes iniciava a resposta com aquela clássica risadinha e chegou até a dizer em que condições poderia voltar, fazendo críticas às últimas administrações municipais pelo descaso com que trataram Itabuna.

Entre as críticas as vacilações das duas últimas administrações sobre a doação do terreno para a construção da universidade federal. “Se eu estivesse aqui esse prédio já estaria sendo concluído”, disse.

A segurança também foi outro assunto criticado por Fernando Gomes, que declarou que, mesmos não sendo de sua competência, procurou apoiar o trabalho da polícia, incentivando, inclusive, o apoio da sociedade organizada.

Atualização às 14h10min

Outros assuntos também mereceram a atenção de Fernando Gomes, a exemplo do centro de convenções e o do teatro, cujas obras foram paralisadas pelo governador petista Jaques Wagner. Os terrenos para a implantação dos equipamentos culturais foram doados por Fernando, com cláusula de reversão, requerida por ele após muito tempo de inatividade.

Durante todo o programa, os radialistas Val Cabral e Walter Machado eram obrigados a interromper as perguntas ou respostas para colocar os ouvintes no ar, todos conclamando a volta de Fernando Gomes à Prefeitura de Itabuna.

Chega de discurso ou…faça o que digo mais não faça o que faço!

Walmir Rosário

Torço para que esse governo que ocupa – temporariamente – o Centro Administrativo Firmino Alves dê certo. Até porque votei nele. Não por firmes convicções, mas para evitar um mal maior. E o governo da “mudança” tomou posse com a promessa de por fim às práticas anteriores, principalmente aquelas empreendidas pela turma de Azevedo. Entretanto, para nossa surpresa, tudo anteriormente pregado foi esquecido, a exemplo de todos que chegam ao poder.

A transição foi perfeita: o prefeito que sai fez e o que entra aprova. Os desmandos, os “erros” e o modus operandi criticados no programa televisivo, um dos instrumentos determinantes na vitória eleitoral foram sendo esquecidos, ou melhor, assovacados. O que era visto como um vil metal sem valor algum passou reluzir que nem ouro. A mentira se transformou em verdade.

E a sequência governamental foi inaugurada com a publicação de um decreto de emergência, prática nunca antes observada nas gestões anteriores. O que mesmo justificaria a decretação de um “estado de emergência”. A tórrida seca que assola o Nordeste brasileiro? Chuva? Catástrofe natural? Não, nada disso, apenas a simples possibilidade de efetuar as tão famosas contratações e compras emergenciais, sem licitação, pelo prazo 90 dias, enquanto se arrumam as coisas para colocar no governo os amigos do rei.

Como sempre acontece, troca-se a empresa de coleta de lixo sob o argumento de que o novo valor contratado será menor do que o que atualmente é coletado. Ora, essa prática é useira e vezeira por todos os prefeitos argumentando que a nova empresa fará – inicialmente – por um valor menor e melhor o serviço. Falácia! Aos poucos e longe das vistas de estranhos ao poder não demora a serem firmados os competentes aditivos e tudo acabará como dantes. Daqui a quatro anos tudo estará igual.

Quando este sair, o novo também usará da mesma artimanha, aquinhoando outra empresa com a coleta de lixo, que prometerá fazer o serviço por preço menor. Sabe-se que tais empresas, em verdade, assumem – implicitamente – o compromisso com o projeto político do grupo de quem está no poder e com sua reeleição futura.

Se na coleta de lixo o assunto é mudança, na saúde nem tanto. Passados dois meses e meio, ou 75 dias, os postos de saúde estão ainda inoperantes em sua maioria, o hospital de base não encontrou seu equilíbrio desejado, ao contrário, segue capengando ainda mais com as nomeações; e o tão falado apoio do governo do estado não aconteceu. Nem vai, pois eles não são loucos para confiar nas promessas de Jaques Wagner. O salário dos servidores do HBLEM somente foi pago mediante pressão e greve dos servidores, sem o apoio explícito do sindicato, agora no outro lado do balcão.

Ainda assim tiveram melhor sorte do que os servidores da administração municipal, que a despeito de estarem mais pertos do prefeito viram seus salários de dezembro parcelados em seis vezes, e mesmo assim com valores a menor sob o argumento de uma suposta auditoria. Calada a boca dos servidores, a promessa de valorização da categoria caiu por terra. A maioria dos barnabés municipais está arrependida pela mudança, pois estão vendo os remanescentes da turma de Azevedo fazendo coisas do arco da velha. Desfilando por todos os setores, indistintamente.

No início do mandato, com uma jogada de marketing o prefeito jurou, de pés juntos, que somente nomearia metade dos cargos comissionados e até à primeira vista cumpriu. Mas um olhar atento revela a verdadeira face dessa história. Hoje se serve e utiliza a mesma estrutura administrativa utilizada pela (des)administração Azevedo, em alguns casos com os mesmos servidores (os de sempre). Ao que tudo indica, a equipe do prefeito estava preparada para o discurso, mas não para o exercício diário. Trocando em miúdos, sequer desceram do palanque.

Uma das práticas mais nefastas utilizadas pela turma de Azevedo era a “seleção pública”, que tem sua previsão legal para hipóteses de emergência – olha o decreto de emergência cumprindo seu papel – e não para a colocação de cabos eleitorais da campanha como hoje se vê, em menosprezo ao do concurso público, que é a regra a ser seguida, pelo menos para um governo que se dizia moralizador e defensor de novas práticas na política. Devem ter aprendido o mistério da ressurreição!

Já foram fabricados dois processos seletivos, que apesar das tímidas incursões do Ministério Público (MP), se mantém firmes. Foram 200 apadrinhados na Secretaria da Educação e mais 500 em via de ingresso para as Secretarias da Assistência Social e da Saúde. Contratando novos médicos, assistentes, serviços gerais, advogados, dentre outros.

Essa prática é um grande retrocesso, já que no final da gestão de Fernando Gomes o quadro de servidores municipais foi dimensionado (diziam que muito maior do que o necessário), resultando na elaboração e aprovação pela Câmara Municipal de leis que criaram os empregos públicos e os cargos em comissão previstos para o município. Tudo feito sob o olhar atento do MP.

Acredita-se que a estrutura administrativa municipal ideal, correta e legal é aquela existente nas leis municipais. Fora dela, em princípio, tudo é ilegal. Mas, muito mais do que uma questão de legalidade é saber o que justifica a mudança na estrutura e o aumento do quadro de pessoal cerca de cinco anos depois. O contingente soma mais de cinco mil servidores municipais na administração centralizada e descentralizada.

Quando usou dos mesmos métodos, o governo Azevedo foi duramente criticado, e com razão. Ele inchou a folha com mais de mil temporários apadrinhados, o que era motivo de ataques ferrenhos dos opositores e da imprensa, resultando inclusive em inúmeras ações judiciais promovidas pelo MP que obtiveram êxito, mas que perderam o objeto pelo fim da gestão, quando todos os vínculos foram encerrados. Ao final, é claro, a conta do acerto desses contratos ficou para a viúva. Vamos ver esse filme novamente? Com a palavra o MP.

Pelo andar da carruagem, a valorização dos servidores que estão com os salários defasados atrasados e desmotivados, vai para o beleléu. Isso devido ao novo inchaço da folha de pagamentos com inclusão de pessoas fora da estrutura administrativa, viabilizada pelas novas e suspeitas seleções, cujos vencedores todos antecipadamente já conhecem.

Se houve pelo governo atual, nesses três primeiros meses de cultos e orações, um estudo rigoroso que concluiu por um aumento no quadro de pessoal dos servidores, que se mudem as leis e se realize novo concurso público, dentro da legalidade e da moralidade prometidas para a gestão pública municipal.

Os apadrinhados continuam do mesmo jeito e nos mesmos lugares. Se a sociedade reclama dos altos índices da dengue está coberta de razão, pois, por mais que declare fazer, o prefeito ainda mantém dois agentes de combate a endemias dando expediente como garçom, em seu gabinete.

Será que a sociedade terá que se acostumar com esse tipo política, na qual o discurso feito em campanha não tem nunca que corresponder com a prática no exercício do cargo público. Chega de discurso, pois, somos sabedores que na política, assim como na vida cotidiana existem pobres de princípios e de caráter, adeptos do façam o que digo, mas não o que faço!

Assim, não terá oração que chegue!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Itabuna quer mais

Walmir Rosário

O prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, deu uma boa notícia à população esta semana, com a publicação do edital para licitação dos serviços da Zona Azul no centro da cidade. Não é de hoje que Itabuna necessita do disciplinamento do trânsito na Avenida do Cinquentenário e adjacências, especialmente nas áreas de estacionamento, um dos pontos em que os problemas se apresentam com maior intensidade, principalmente nas grandes cidades e nas médias também, como é o caso de Itabuna.

Com isso, Fernando Gomes vai cumprindo os compromissos assumidos com a população durante a campanha eleitoral. Já estão em andamento projetos arrojados, a exemplo da construção de um centro de convenções e de um teatro, ambos com obras iniciadas e um custo previsto de R$ 18 milhões. Essas realizações colocam Itabuna numa posição de vanguarda cultural, posto que já não ocupava há alguns anos.

O ainda candidato Fernando Gomes se penitenciou com os itabunenses por não ter dado a devida atenção à cultura e garantiu, se eleito fosse, construir, em regime prioritário, o centro de convenções, um teatro e uma biblioteca, esta no centro da cidade e em fase de projeto. Honrando essas promessas, Fernando deixa de lado o estigma de achar que “cultura é frescura”, declaração que lhe foi atribuída pelos seus adversários políticos.

Já que estamos falando de quebra de tabus, outra promessa de palanque eletrônico (horário eleitoral da televisão) feita por Fernando Gomes também gerou dúvidas e descrédito na oposição: o meio ambiente. No entanto, está sendo cumprida e começa pelo Cachoeira, rio que desperta o saudosismo dos mais velhos e campanhas empedernidas de ambientalistas festivos, os chamados “eco-bobos”, causadores de muito barulho e pouca ação.

E o velho Cachoeira, de tantos banhos, travessias, pescarias e lavadeiras, volta a ter dignidade, com o início agora do reflorestamento de suas margens em toda a sua extensão no município. Ainda é muito pouco, dizem alguns, cobertos de razão. Mas é o ponta pé inicial para a “ressurreição” do rio, que se completará com a sua despoluição, após o tratamento dos esgotos ali despejados.

Reconheço que ainda é cedo para cobrar a solução para todos os problemas de Itabuna, que vêm se arrastando ao longo dos anos, com a conivência dos governos anteriores. Mas não posso deixar de reconhecer que Itabuna é uma cidade cosmopolita e, como tal, não merece mais continuar com a aparência de um arruamento de casas, onde impera a lei do mais forte, como se no velho oeste americano estivéssemos.

Ações para melhorar a vida da cidade podem ser empreendidas sem necessariamente requerer investimentos financeiros altos, tão escassos nos municípios brasileiros. Todos sabem, inclusive o prefeito Fernando Gomes, que quanto antes essas ações sejam colocadas em prática, melhor. Caso as medidas desagradem, há bastante tempo para que novos e bons hábitos sejam assimilados pela população.

Claro que a implantação da Zona Azul não resolverá o problema do estacionamento do centro da cidade, mas irá fazer com que comerciantes e profissionais estabelecidos nos centro utilizem, no dia-a-dia, os seus veículos de forma racional. Mas isso só não irá bastar para melhorar a qualidade de vida dos itabunenses se a Prefeitura insistir em conceder licenças de construção de prédios para escritórios ou apartamentos sem garagens.

Os transtornos causados pelas construções erguidas em desconformidade com os modernos padrões urbanos causam enormes malefícios à população e aos clientes do comércio, sobretudo aqueles que se deslocam de outras cidades e não encontram sequer estacionamento. Escorraçados, vão em busca de outro local para realizar suas compras.

E os pedestres? Ah! Esses sofrem horrores ao tentar andar pelas calçadas, ocupadas pelas bancas de camelôs atulhadas de mercadorias do Paraguai. Perigo maior são os carros estacionados nas calçadas, como se elas fossem para ele construídas e não para o “passeio” de pedestres. Em alguns casos, lojas, armazéns, revendas de veículos e hotéis se apossam das calçadas para transformá-las em estacionamento de clientes.

Com a municipalização do trânsito, todos os poderes serão conferidos ao prefeito (alguns já os têm, como não permitir o estacionamento nas calçadas), tornando-o apto a coibir práticas inadequadas já incorporadas por amplas faixas da sociedade. Enquanto não são corrigidos erros de planejamento urbano já consagrados entre nós, seria de bom alvitre a prefeitura incentivar a construção de garagens coletivas, devolvendo ao cidadão o direito que lhe foi tirado de caminhar tranquilamente pelas calçadas.

Aos carros a rua, aos pedestres a calçada!

 Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 14-05-2005

O choro dos derrotados

Walmir Rosário

Assessores mais chegados e a “turma da boquinha” da Prefeitura de Itabuna, no afã de agradar ao chefe Geraldo Simões, que deverá deixar o cargo em poucos dias, tentam mover céu e terra para encontrar um culpado pela derrota em 3 de outubro. O alvo mais fácil foi o candidato do PSB, Renato Costa, até bem pouco tempo aliado do Centro Administrativo.

O bode expiatório dos “aspones” do prefeito, que não cabe no tamanho de Renato Costa, já foi imposto ao hoje aliado Davidson Magalhães, cacique do PCdoB itabunense, quando de sua candidatura à Prefeitura de Itabuna, em 96. Davidson, à época, também era um ex-aliado, que deixou o Centro Administrativo Municipal pelas mesmas razões de Renato.

O projeto político de Geraldo Simões é hegemônico, maior até que o próprio PT, e não admite sombras que possam obscurecer a sua visibilidade. Tentou atravessar em seu caminho? Pau nele! Para isso, tem a soldo um grupo de serviçais prontos a executar o “trabalho sujo”, execrando, publicamente, pessoas da mais alta credibilidade na sociedade, dentro do mais fiel estilo maquiavélico.

Tanto é assim, que até hoje o “de novo” aliado Davidson Magalhães ainda não obteve o perdão do todo-poderoso Geraldo I, mesmo o PCdoB tendo cedido a médica Conceição Benigno (esposa de Davidson), na condição de candidata a vice-prefeita, na chapa majoritária petista. Agora, o mesmo sacrifício tenta impor à figura de Renato Costa, pessoa que goza do mais alto conceito na sociedade grapiúna, o que não é o mesmo caso do ainda prefeito.

Talvez o ainda prefeito não tenha se dado conta de que estaria jogando uma partida de pôquer com Fernando Gomes, um político que conhece como ninguém as regras do jogo. Inebriado pelas benesses do poder, Geraldo Simões subestimou um adversário que conhecia largamente, pelo simples fato de ter ganho uma partida: as eleições passadas.

Nesta eleição fez tudo errado. De cima do planalto passava as vistas por cima e não enxergava ninguém na planície. Os antigos coligados passaram a ser simples incômodo, pessoas irrelevantes na sua administração e que estariam ali para mendigar as migalhas do poder. Para ele, bastava a caneta na mão e chave do cofre para ter a cidade aos seus pés.

Aos poucos foi perdendo aliados e os coligados de ontem passaram a ser os adversários de hoje, uma conta de subtrair que não pode ser desconhecida e desprezada na arte política. Ele mesmo, que quatro anos atrás só fazia contas de somar, multiplicar, passou a dividir. Contava com os recursos públicos, as propagandas enganosas, as promessas em vão, ditas no passado, não funcionaram por absoluta falta de credibilidade.

Tamanha sua confiança, Geraldo Simões se tornou um jogador de pôquer de quinta categoria. É bem verdade que possui um grande jogo em suas mãos, um four quase imbatível. Também possuía um cacife de fichas enorme, invejável: grande quantidade de dinheiro, militância partidária, ministros de Estado, presidente da República seu compadre (apesar de nunca ter mostrado a foto do batismo), sem falar no número de prestimosos amigos do poder.

Tudo em vão. Seu mal foi ter apostado todo esse cacife num projeto político hegemônico e se tornar, sozinho, o político de maior expressão no Sul da Bahia. A aposta de Geraldo Simões era a de anular, de uma só vez, todas as outras grandes lideranças regionais, fazendo de Ubaldo Dantas, Renato Costa, João Xavier, dentre outros, num futuro próximo seus simples cabos eleitorais.

Além de menosprezar os conhecidos adversários, não contou com outras expressivas lideranças regionais, a exemplo de Jabes Ribeiro, a quem julgava fora do páreo, já que ficará sem mandato a partir de 1º de janeiro próximo. Sua pretensão de daqui a dois anos postular o Palácio de Ondina foi por água abaixo, apesar das cartas.

Mesmo assim, Geraldo Simões apostou todas as fichas e pagou pra ver. Tinha um four de ases, jogo suficiente para quebrar os outros jogadores, fazê-los sair do jogo “sem as calças”. Mostrou as cartas, tinha quatro reis, muito pouco para o jogador Fernando Gomes, que jogou em cima da mesa um four de ases. Como era bancado pelos companheiros do seu partido, agora vai ter que se explicar ao presidente Lula e seus ministros, que prometiam um paraíso chamado Itabuna.

Já não se vende terrenos na lua como antigamente!

 Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 09-10-2004

Mentiras, velhas mentiras

Walmir Rosário

Ou a classe política se mobiliza para mudar sua imagem através de ações positivas, ou estará fadada ao descrédito total. A falta de credibilidade dos políticos não é fato recente e remonta séculos, perpetuando-se na história da humanidade. Desde o começo do mundo, a civilização convive com os déspotas de todos os estilos, mesmo depois de implantada a democracia pelos gregos.

Inspirados na famosa e estudada obra do pensador Nicolau Maquiavel, O Príncipe, a grande maioria dos políticos tem neste trabalho filosófico o seu projeto de vida. De forma solerte, tentam incutir nos desavisados eleitores um discurso falacioso, como se revestido de Príncipe estivesse. Hoje, chamamos isso de engodo e somos sabedores de que “os fins não justificam os meios”, desde ilegais, imorais e antiéticos.

Mas para parcela significativa dos políticos isso é de somenos importância. Principalmente se o calendário eleitoral indicar o período de caça ao voto do eleitor, peça importante para carimbar o passaporte para as Casas Legislativas (federal, estadual ou municipal) ou para o Poder Executivo. Neste período vale tudo e a política não pode ser considerada exatamente “um convento de freiras”.

Ensinam os surrados manuais de marketing político que o discurso deverá estar “afinado” com as necessidades mais prementes do eleitorado a ser conquistado. Se naquela determinada área o eleitor maior é o presidente Lula, que subamos no mesmo palanque. Em outro, o grande “puxador” de votos é Alckmin, basta mudar o tom das promessas. “Afinal, um bom político jamais deverá dizer dessa água não beberei”, ensinam os estrategistas.

Na caça ao voto vale tudo. Vale enganar os eleitores incautos com propostas indecorosas, que não podem ser cumpridas pelo candidato, mesmo que consiga se eleger e passar muitos anos cumprindo mandato. Em alguns casos, é melhor que não se eleja, para não ter que passar dissabores pela cobrança que sofrerá dos eleitores.

Dentre esses candidatos a “Pinóquio”, um, em especial, chama a atenção dos eleitores da região cacaueira: o ex-prefeito de Itabuna, Geraldo Simões. Sem a menor desfaçatez, escolhe uma plataforma de campanha que chega ao ridículo. Segundo sua propaganda, Geraldo Simões pretende se eleger para “trabalhar” pelo Porto de Ilhéus, Universidade Federal do Sul da Bahia, Ceplac e Gasoduto.

Vale salientar que enquanto esteve ocupando mandato parlamentar na Assembléia Legislativa da Bahia e na Câmara Federal, esse mesmo Geraldo Simões não fez qualquer esforço pelas causas regionais. Sequer apresentou projetos ou promoveu discussões acerca dos problemas regionais. Omisso talvez seja uma palavra pequena para qualificar o seu pálido mandato.

Como funcionário da Ceplac – sempre recebeu salário, mas nunca trabalhou – não se preocupou com o destino da instituição ou de seus servidores, pois considerava essa uma obrigação do Governo Federal, a quem fazia oposição. Em benefício da cacauicultura também nunca “moveu uma palha”, pelo contrário, a atividade era vista como coisa de “coronel”, tanto que foi denunciado por ter liderado a introdução criminosa da vassoura-de-bruxa nos cacauais do Sul da Bahia.

Já o seu interesse pelo Porto de Ilhéus deve ser outro, tendo em vista a sua triste passagem pela Presidência da Codeba, marcada por denúncia de corrupções e hoje também motivo de investigações do Ministério Público, Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral da União. No cargo, esvaziou as atividades do porto, deslocando o embarque de produtos para os portos de Salvador: ou seja, decretou a morte do porto por inanição.

Outra falácia é a Universidade Federal do Sul da Bahia, dado o seu flagrante desinteresse pela Educação de qualidade. Na Prefeitura de Itabuna derrubou todos os incentivos e estímulo dos alunos pela educação, premiando os que não estudavam. Ganhar conhecimento não tinha a menor importância, pois era facultado ao aluno “passar de ano” sem a aprovação.

Por último, o candidato Geraldo Simões conta mais uma lorota ao alardear seu compromisso com a construção do gasoduto – o Gasene – um dos alvos de sua campanha a prefeito, quando foi derrotado por Fernando Gomes. Na sua ânsia de tentar enganar os incautos eleitores, o “Pinóquio” vende como seu um projeto ainda da era FHC, paralisado pelo governo Lula.É por essas e outras que o ex-deputado Renato Costa aplicou-lhe o generoso apelido de “inadimplente da palavra”. Lhe cai como uma luva.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 19-08-2006

Câmara de Itabuna – bastião da moralidade

Walmir Rosário

Em uma sessão histórica, a Câmara de Itabuna – com sua formação original – aprovou as contas do prefeito Capitão Azevedo por unanimidade dos presentes. E o presente foi 9 X 0, corrigindo um dos maiores erros cometidos pelo Tribunal de Contas dos Município da Bahia (TCM).

Nossos sensatos vereadores se transformaram no “anjo da guarda” do Capitão Azevedo, que tantos bons exemplos têm dado na administração municipal de modificada pelos nossos brilhantes e conscientes edis.

Como órgão maior da representação popular de Itabuna, nossos paladinos da justiça restauraram a moralidade, retificando uma decisão injusta dos conselheiros do TCM, homens sem sensibilidade e que não conseguem enxergar além dos números frios da contabilidade.

Nossos ex-traquinas, em tempo, se revestiram de anjos de candura e bondade e colocaram o benfazejo prefeito no patamar que merece – e sempre mereceu – acabando de vez com a maledicência alheia. Finalmente é reconhecido cumpridor dos seus deveres e gestor zeloso do dinheiro público.

A intriga promovida pelos conselheiros do TCM foi bem explicada pela competente Joelma Reis aos vereadores Ruy Porquinho, Roberto de Souza, Loiola, Didi do INPS, Rose de Castro, Milton Gramacho, Raimundo Pólvora, Solon Pinheiro e Milton Satanás (credo, em cruz).

E Joelma explicou que a falta de insensibilidade dos conselheiros era visível, pois nos gastos de pessoal em mais de 70% poderia ser explicada pela alma caridosa de Azevedo que se preocupava em apenas dar emprego ao povo carente. Com o beneplácito dela, claro.

Outra questão demonstrada pela toda-poderosa Joelma aos vereadores era a manutenção do pacotes de bondades, principalmente em datas significativas como o Natal e Ano Novo. Já que eles tinham praticado boas ações aprovando as contas de Fernando Gomes, Geraldo Simões e Edson Dantas, então por qual motivo não continuar prestando caridades tão relevantes.

Quanto ao contrato do lixo, ora bolas, esse é o cúmulo da falta de capacidade dos conselheiros de emocionar-se, haja vista que o lixo de Itabuna é luxo e deve ser visto com outros olhos. Bem brilhantes de cifrinhas, como ressaltou a prefeita de fato.

E em todos os conselhos dados eram feitas demonstrações da necessidade de se praticar a caridade cristã. Após as orações de praxe e as ações caridosas, dizem que cada um dos vereadores itabunenses está bem mais próximo de Deus (que é metido em cada enrascada!), que pelos cálculos faltam apenas 30 mil orações para desembarcar no reino dos céus.

Mas será que os quatro vereadores faltosos – Vane, Wenceslau, Gerson Nascimento e Ricardo Bacelar – estarão condenados a arder no fogo do inferno? Bom, essa é uma questão para ser respondida com o tempo, pois bem que deveriam estar em algum templo orando para retidão de caráter dos colegas em cumprir o prometido.

Na política é assim, primeiro a obrigação para depois a devoção. Ou trocando em miúdos: Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Acesso Pleno a Informação – Garantia Constitucional

José Augusto Ferreira Filho*

Em dois meses, mais precisamente em 16/05/2012, entrará em vigor a Lei 12.527/2011 que regula o acesso à informação previsto no inciso XXXIII do art. 5º, no inciso II do § 3º do art. 37 e no § 2º do art. 216, da Constituição Federal.

A Lei, que foi aprovada no final de 2011, estabelece os procedimentos a serem observados pela União, Estados e Municípios e pelos demais órgãos públicos integrantes da administração direta dos três poderes e do Ministério Público, para garantir o direito fundamental de acesso à informação, quando solicitadas por qualquer cidadão.

Ou seja, garante à população o direito de obter acesso a qualquer documento, registro administrativo, informações sobre atividades exercidas pelos órgãos e entidades, inclusive as relativas à sua política, organização e serviços, sobre a administração do patrimônio público, utilização de recursos públicos, licitação, contratos administrativos. Enfim, todos os atos realizados pelo poder público, sendo que o seu descumprimento imotivado constituirá conduta ilícita do agente público responsável.

Tenho sempre afirmado que as coisas, inegavelmente, estão mudando, ainda que alguns incrédulos possam insistir em negar. Os tempos são outros. O controle e a fiscalização sobre a coisa pública tendem a se revelar cada vez mais efetivos e com um importante diferencial a merecer destaque.

Se outrora essa fiscalização era realizada apenas pelo próprio poder público, através de suas controladorias e pelos tribunais de contas, estendida pontualmente à parcela da sociedade civil organizada, a partir de maio próximo amplia-se consideravelmente o leque da fiscalização sobre a coisa pública, com a possibilidade de esse controle ser exercido por qualquer cidadão.

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“Matou a família e foi ao cinema”

Azevedo e Fernando Gomes juntos, foto cada vez mais difícil

Para quem pensa que a visita de Fernando Gomes ao prefeito Capitão Azevedo é um sinal de apoio à reeleição do alcaide, “pode tirar o cavalinho da chuva”. É o que dizem pessoas muito próximas do ex-prefeito de Itabuna, ao analisar a visita feita por ele nesta sexta-feira (9) ao Centro Administrativo Firmino Alves, que sedia a Prefeitura.

Esses amigos dizem que Fernando Gomes não foi à Prefeitura para manter nenhum tipo de conversa com Azevedo e sim tratar de negócios com alguns dos seus ex-colaboradores que ocupam cargos no governo municipal. Entre esses amigos, o secretário da Fazenda, Geraldo Pedrassoli, o secretário da Educação, Gustavo Lisboa, o secretário da Administração, Maurício Athayde, e o superintendente da Agência de Regulação, Controle de Fiscalização dos Serviços Públicos do Município de Itabuna (Arsepi), Jorge Vasconcelos.

Como Fernando Gomes estava na Prefeitura, alguns desses secretários ligaram para o prefeito Azevedo, pedindo, encarecidamente, que voltasse para a Prefeitura, já que seria uma ótima oportunidade de demonstrar que Fernando Gomes poderia emprestar apoio político-eleitoral. E assim Azevedo fez.

Como Fernando Gomes é um político que sabe separar adversários de inimigos, cumprimentou Azevedo, bateu papo, e até brincou com o atual prefeito, uma cria sua que se insurgiu contra o criador. Prova disso é que Fernando Gomes não se furta de tecer críticas à péssima administração de Azevedo, que teria preterido alguns nomes indicados por Fernando, chamados depois para a administração com a finalidade de “salvar” o governo.

Morre Humberto Salomão Mafuz

Humberto Salomão MafuzFaleceu na madrugada desta quarta-feira (29), em Itabuna, o advogado e cacauicultor Humberto Salomão Mafuz (foto). Homem público, Mafuz foi presidente do antigo Conselho Consultivo dos Produtores de Cacau (CCPC) e se destacou pela sua luta incessante em defesa da cacauicultura.

Mafuz nasceu em Itajuípe, onde se elegeu vereador por três legislaturas, exercendo, inclusive, a Presidência do Legislativo Municipal de seu Município. Também foi secretário da Indústria Comércio e Turismo da Prefeitura de Itabuna durante a administração do ex-prefeito Fernando Gomes.

Humberto Salomão Mafuz gozava de prestígio junto às autoridades municipais da região cacaueira, do Governo do Estado e Governo Federal. Candidato a deputado, não conseguiu uma cadeira no Legislativo Federal, mas era constantemente consultado sobre a economia e política cacaueira, colaborando na elaboração dos planos de recuperação da lavoura cacaueira feitos por sucessivos governos.

Como advogado fez uma carreira brilhante, atuando em grandes causas, e possuía grande conceito nos meios forenses. Tribuno respeitável, pronunciou discursos brilhantes na defesa da cacauicultura, em vários ambientes, entre eles, a Assembleia Legislativa da Bahia, Câmara dos Deputados e Senado Federal.

O corpo de Humberto Salomão Mafuz está sendo velado no SAF e o sepultamento está previsto para as 16 horas, no Cemitério do Campo Santo, em Itabuna.

Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
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