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A UTOPIA CANAVIEIRENSE

WalmirRosárioWalmir Rosário*

Segundo os historiadores, há utopias sonhadas e utopias tentadas. Umas assumem o papel político enquanto outras o religioso. Algumas são apenas sonhos de filósofos, que jamais saem dos livros. Já a Maçonaria abrange as duas, pois é uma utopia filosófica e uma tentativa de implantá-la na prática. Por isso, tem envolvimentos com a política e ainda é confundida com a religião.

A utopia prega um modo de vida universal – como na Maçonaria – com a finalidade de redimir o homem pecador e formar uma verdadeira fraternidade, em que o profano possa conviver com o religioso. Para isso, são escolhidos no meio social indivíduos de elite moral, no sentido de prepará-los para servir de alicerce para essa sociedade, seja nos aspectos espirituais ou interesses mundanos. Mas como é possível fazer isso numa sociedade múltipla, diversa? Veremos com a história de nossa cidade:

Para Canavieiras convergiram todos os povos, diferentes etnias. Cada um em busca de novas oportunidades. A data mais precisa desta invasão é o ano da era vulgar de 1882, quando foi noticiada mundo afora a descoberta de diamantes no Córrego do Salobro, terras da Vila Imperial de Canavieiras.

Brasileiros e estrangeiros de várias nacionalidades aqui aportaram em navios e canoas – até mesmo em lombo de burros. Entre os nativos, a grande maioria da Chapada Diamantina, com a única preocupação de “bamburrar”, ficar rico e poderoso faiscando os famosos diamantes das fraldas da Serra da Onça.

Sozinhos ou com as famílias, vieram de toda as partes do mundo para desbravar as matas, vasculharem os rios e córregos. Até mesmo uma empresa francesa investiu pesado na importação de equipamentos para esvaziar a Lagoa Dourada, onde acreditava-se ser um depósito fervilhante dessas pedras preciosas. Apesar das motobombas trabalharem dia e noite todo o esforço foi em vão e quanto mais tiravam, mais água ajuntava.

Como gente atrai gente – por ser o homem um animal gregário –, uma leva de mascates deixou de preambular de povoamento em povoamento para se aqui se estabelecer. Comércios de todos os tipos foram abertos, desde os armazéns de secos e molhados, com produtos para a subsistência e o trabalho, quanto para o luxo e o divertimento, uma praxe para os padrões da época.

Como bem nos narra o livro “Canavieiras – Terra Mater do Cacau”, de autoria dos professores Durval Filho e Aurélio Schommer, no capítulo “Todos Diferentes, Todos Iguais”, aqui se misturaram europeus, africanos, asiáticos, indígenas e os já brasileiros, numa grande miscigenação. Aos poucos, os nomes estrangeiros foram se associando aos locais, formando a população que hoje conhecemos.

Essa mudança na cor da pele também influenciou os costumes, a maneira de agir e de falar, deixando para trás usos e costumes tradicionais. A herança cultural nem sempre era conservada, ou pouco preservada em raros momentos do recesso do lar. Agora, tudo girava sobre o fazer fortuna em Canavieiras, conforme a pretensão de cada um que para aqui se deslocou com essa finalidade.

Como os diamantes não afloraram a contento e conforme as notícias contadas mundo afora, os garimpeiros – cristãos novos ou por profissão – foram obrigados a deixar a Serra da Onça e seus arredores para se dedicarem a novos ofícios, com pouquíssimas defecções. Agora o novo “eldorado” era a fortuna que poderia ser feita com os frutos cor de ouro que por aqui se multiplicavam nas roças de cacau.

Àquela época, o cacau não era exatamente uma novidade, pois aqui foi introduzido nas margens do Rio Pardo, na Fazenda Cubículo, por Antônio Dias Ribeiro, com as sementes trazidas pelo franco-suíço Louis Frederic Warneaux da longínqua região amazônica, mais exatamente do Pará, no ano de 1746. Com o mercado internacional em alta, o cacau ganha prestígio e os atores de sua cadeia produtiva: dinheiro.

E a Vila Imperial de Canavieiras continua vivenciar uma nova fase de progresso. Tanto isso é verdade, que por seu visível crescimento – na sede e nos povoados – a luta dos seus moradores era sair da condição de vila para se transformar na cidade de Canavieiras, tida e havida como a “Princesinha do Sul. Finalmente, em 25 de maio de 1891, o sonho se tornou realidade.

Mas e o que tem a ver essa história de Canavieiras com a Maçonaria? Tudo! Pois se confundem em todos os momentos. Canavieiras e a Loja Maçônica União e Caridade estão umbilicalmente ligadas. Então, vejamos que não são meras coincidências essas datas: em 17 de fevereiro de 1890, o governador Manoel Victorino Pereira nomeia o médico Antônio Salustiano Viana o primeiro intendente de Canavieiras. Em 27 de dezembro do mesmo ano de 1890, é lançada a pedra fundamental da Loja União e Caridade.

Em 25 de maio de 1891, o governador do Estado da Bahia, José Gonçalves da Silva, eleva a Vila Imperial de Canavieiras à condição de cidade. Meses depois, em 17 de agosto de 1891, foi concedida à Loja Maçônica União e Caridade a Carta Constitutiva – ou Patente – que confere à Loja o direito de funcionar como Regular, filiada ao Grande Oriente do Brasil (GOB), da qual saiu em 24 de junho de 1954, para se filiar à Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb).

Acima, nos referimos a Antônio Salustiano Viana, primeiro intendente de Canavieiras. Pois foi essa mesma personalidade integrante dos Maçons Regulares a fundar a Loja Maçônica União e Caridade e o seu terceiro Venerável Mestre. Aqui faço uma ligação com o início desta peça de arquitetura, demonstrando como a utopia é uma “filosofia” (termo ainda controverso como sinônimo) recorrente e necessária à Maçonaria na formação de um mundo melhor.

Para a Maçonaria, a utopia surge como uma sociedade dentro da própria sociedade, dela extraída por um processo seletivo que pode variar no tempo e no espaço. De simples ideia passa a ser uma prática de vida, na qual o homem sente que pelo exercício de uma disciplina mental, orientada por uma ação divina, pode se viver melhor. É daí que nasce a ética (princípios) e a moral (conduta) como forma de educação do espírito para a construção efetiva de um reino de harmonia, paz e bem-estar.

Para finalizar, a utopia maçônica, à época, fez de Canavieiras uma cidade melhor para se viver – mesmo com a diversidade, ou como diz o livro: “Todos Diferentes, Todos Iguais”, em harmonia, com a prática da ordem e da justiça. E o livro “Canavieiras – Terra Mater do Cacau” nos conta histórias de uma história da vida de nossa cidade, na qual a Loja União e Caridade teve participação ativa na formação de uma comunidade mais justa.

*Radialista, jornalista e advogado (M:. M:.)

Publicado originalmente no site www.costasulfm.com.br

Loja Maçônica União e Caridade completa 126 anos de instalada

A Loja Maçônica União e Caridade, nº 05, em Canavieiras, uma das mais antigas da Bahia, comemora nesta quinta-feira (17), 126 anos de instalação (funcionamento pleno). Ela foi fundada em 27 de dezembro de 1890, e se tornou a primeira Loja Maçônica da República do Brasil e a terceira da Bahia. Sua Carta Constitutiva – Patente – foi assinada pelo Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, o proclamador da República.

Durante todos esses mais de 100 anos de fundada, a Loja União e Caridade funcionou regularmente e só paralisou suas atividades durante a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente filiada ao Grande Oriente do Brasil, a Loja União e Caridade passou a integrar os quadros da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB) em 24 de junho de 1954 e onde permanece até hoje.

A primeira Diretoria da Loja União e Caridade era integrada pelos maçons Armando Gentil (Venerável Mestre), Francesco Tedesco (1º Vigilante), Antônio Teixeira Lôbo (2º Vigilante), Bernadino d’Oliveira Pinto (Orador), Augusto Luiz de Carvalho (Secretário), Samuel Benjamim (Chanceler) e Domingos Marques dos Reis (Tesoureiro).

Loja União e Caridade Canavieiras 21Segundo o Venerável Mestre da Loja Maçônica União e Caridade, Lázaro Soares Magnavita, a instituição sempre esteve presente nas lutas em defesa da região e de Canavieiras e é considerada um órgão de vanguarda. “A história de Canavieiras e da União e Caridade se confundem, pois foram as mesmas pessoas que participaram da elevação da vila de Canavieiras à cidade e à fundação da Loja”, informa Lázaro.

Atualmente a diretoria da Loja União e Caridade é composta por Lázaro Soares Magnavita – Venerável Mestre; José Batista Gama Neves – 1º Vigilante; Fernando Guimarães Vieira – 2º Vigilante; Walmir Andrade do Rosário – Orador; José Hilton Melo Lopes – Secretário; Ariedson Santos – Tesoureiro; Romário Brito de Vasconcelos – Chanceler. O Delegado Distrital é Raimundo Antônio Tedesco.

Maçom centenário recebe placa de reconhecimento

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Lázaro Magnavita, Jonaval Freire e o Venerável de Honra Arenilson Mota Nery

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Lázaro Magnavita, Jonaval Freire e o Venerável de Honra Arenilson Mota Nery

A Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb) disntiguiu o Mestre Maçom Jonaval Freire (Vavá), com uma placa em homenagem ao seu aniversário de 100 anos. A honraria foi entregue nesta quarta-feira (26), durante a sessão econômica da Loja Maçônica União e Caridade, de Canavieiras, da qual Vavá é membro.

A placa foi entregue pelo Venerável de Honra Arenilson Mota Nery, que ressaltou os serviços prestados por Jonaval durante os 52 anos de filiado à Maçonaria. “Ele sempre foi um exemplo para os maçons, desempenhado cargos e atividades dos mais diversos, sempre com competência e responsabilidade”, ressaltou Arenilson Nery.

Bastante emocionado, Jonaval Freire agradeceu aos Irmãos e a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (Gleb), dizendo ser um honra ter convivido por todos esses anos na Ordem. “É muita bondade de todos. Sempre fiz o que deveria fazer e me orgulho muito de pertencer à Loja União e Caridade, que hoje tem em seus quadros meu filho de sangue e irmão maçom Boaventura”, disse Vavá.

Para o Venerável Mestre Lázaro Magnavita, a placa é apenas uma homenagem simbólica, mas representa o reconhecimento dos 100 anos de vida e os 52 anos dedicados à Maçonaria. “É um orgulho para nós maçons ter um irmão desta idade ainda em atividade e repassando todos os conhecimentos e experiência de vida fraternal”, concluiu Lázaro.

SOLSTÍCIO DE VERÃO

logo GlebNo dia 21 de dezembro a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB) realizou, em sua sede em Salvador, sua última Assembleia Geral Ordinária do ano, comemorando também o Solstício de Verão, que aqui no Brasil aconteceu no mesmo dia, às 17h11min, horário UTC (Universal Time Coordinated), correspondendo às 15h11min, horário brasileiro de verão. Teve inicio, assim, o verão no hemisfério sul e o inverno no hemisfério norte.

Em astronomia, solstício é qualquer um dos dois pontos nos quais o Sol em sua eclítica atinge o seu maior afastamento em relação ao equador celeste e que, por seu movimento aparente, parece estar parado. É a época do ano em que o Sol incide com maior intensidade em um dos dois hemisférios determinando as estações climáticas inverno e verão.

Os solstícios estão relacionados com o esoterismo e para muitas culturas têm um simbolismo muito importante. Em algumas delas o solstício de verão, por exemplo, é motivo de grande alegria, porque representa a vitória da Luz sobre a Escuridão.

A festa do solstício de dezembro, verão no hemisfério sul, possui raízes históricas e fundamento esotérico, principalmente, por coincidir com um dos solstícios interpretados como as “portas do céu”. Os solstícios estão intimamente ligados ao movimento aparente do Sol, o astro cultuado pelos povos da antiguidade como a representação material da luz e da vida.

A agenda da Assembleia constou de analise de processos, prestação de contas e solstício de verão. Na oportunidade o Grande Orador da GLEB, Ubaldo Santos, obreiro da Loja Maçônica Romã do Progresso, de Buerarema, fez uma abordagem sobre o fenômeno astrológico do solstício e uma sínese das atividades desenvolvidas pelo Grão-Mestrado no período 22/05/2012 a 22/05/2013.

Como destaque, as muitas realizações, como a política de expansão da GLEB, com a fundação de 13 novas Lojas e iniciação de 1.089 profanos, representando um crescimento de quase 16% sobre o quadro atual de Obreiros. No período, foram elevados 917 Aprendizes ao Grau de Companheiro e 714 Companheiros ao Grau de Mestre Maçom. Ocorreram ainda 65 filiações e 54 regularizações. Manteve o Grão-Mestrado estreito contato com inúmeras Lojas da jurisdição, em eventos ou simples visitas fraternas. A Fraternidade Feminina presidida pela sobrinha Maribel Barreto desenvolveu intensa atividade com a realização de 33 reuniões, tratando dos mais diferentes assuntos.

Foram realizados os congressos das Filhas de Jó, Ordem DeMolay e os CONGLEBs, em Jequié e Santo Antonio de Jesus. Os Encontros Maçônicos Esportivos, EMESBA, de Caculé e Itajuípe, organizados e coordenados pela Comissão de Esportes sob a batuta do Irmão Erivaldo Alves de Araujo (Arataca), obreiro da Loja Filhos da Acácia, Coaraci, e do irmão Edson, da Loja Areópago Itabunense, de Itabuna, contaram com a participação média de 14 Lojas e 220 participantes, arrecadando cerca de 600 quilos de alimentos não perecíveis. O EMESBA é um evento de grande interação e congraçamento maçônico, patrocinados pela Grande Loja.

Forte foi o intercambio institucional da GLEB com outras potencias maçônicas no Brasil, marcando presença em eventos de oito Grandes Lojas, alem do Grande Oriente do Brasil e CMSB. No exterior, participou de atividades das Maçonarias Suíça e Portuguesa. Esteve no Principado de Mônaco e em Istambul, e nas comemorações dos 275 anos da Loja Absalom Zudem, nº1, de Israel. Disse, ainda, que menor não foi o relacionamento com o Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Salvador, Base Aérea e 6ª Região Militar.

Destaque especial foi dado ao projeto de construção da nova sede da GLEB, aprovado na Assembleia realizada no Oriente de Santo Antonio de Jesus. Ressaltou que sua concretização está na razão direta da percepção do maçom, quanto ao tamanho da importância e representatividade da nova sede para a maçonaria baiana. Foi enfatizado que a atual sede, com certeza, não representa a “maçonaria que somos e que queremos”. Acrescentou, ainda, que a nova sede não é um projeto pessoal do Sereníssimo Grão-Mestre Jair Tércio, como não o foi do Grão-Mestre Itamar Assis Santos. Foram eles os idealizadores. Agora está nas mãos dos Obreiros da GLEB sua efetivação. E concluiu com um chamamento: “meus caríssimos irmãos, a construção de nossa sede deve ser uma questão de princípios e de honra para todos nós. Abracemos esta causa. Participemos dela com amor e destemor para mostrar a sociedade a força da maçonaria e a união dos maçons”.

Ao encerrar seu pronunciamento o Grande Orador Ubaldo Santos se referiu aos Ministros do Supremo Tribunal Federal, dizendo: “Sereníssimo Grão-Mestre, nesta oportunidade, quero me congratular e enaltecer o comportamento dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, pelas decisões históricas e patrióticas tomadas no caso da Ação Penal 470, quando julgaram, condenaram e mandaram prender, expressivas figuras da política nacional, dando ao povo brasileiro, a esperança de que neste país, a lei ainda pode e deve ser para todos, segundo nossa Carta Maior. Exaltemos e exultemos, pois, a bravura daqueles Magistrados, fato raro nesses tempos, onde a servilidade é tônica maior. E finalizou: Bem aventurado os membros do Supremo Tribunal Federal por que deles é o reconhecimento do povo brasileiro”.

Após a Assembleia os participantes e suas famílias se confraternizaram num jantar no Grande Hotel Stella Maris.

Loja Maçônica festeja 123 anos

Maçons, familiares e convidados participaram do evento

Maçons, familiares e convidados participaram do evento

A Loja Maçônica União e Caridade, de Canavieiras, realizou nesta sexta-feira (27), Sessão Magna para festejar 123 anos de fundação. Durante o evento, diversos membros ressaltaram a história da Loja e sua influência para o desenvolvimento social, econômico e político de Canavieiras, inclusive sua emancipação político-administrativa.

Segundo o Venerável Mestre Arenilson Mota Nery, a Loja União e Caridade se encontra em um período de transformações, com o aumento do seu quadro de obreiros, que hoje conta com 42 irmãos. No entender de Arenilson, a Maçonaria está ciente do seu papel na sociedade e vai continuar influindo nos destinos da comunidade.

Para o Delegado Distrital (representante do Grão Mestre), Raimundo Antônio Tedesco, pela Loja União e Caridade passaram nomes ilustres e destaque na sociedade canavieirense e esse legado continua sendo preservado. Um dos destaques é a Escola Frei Sampaio, fundada em 7 de setembro de 1921, sendo a primeira escola mista do interior da Bahia, e que hoje funciona em parceria com o Município.

Durante a Sessão Magna, o Orador Euvaldo Sena, apresentou um resumo da história da Loja, e a abnegação dos seus membros para construir uma sociedade mais justa. Representando as esposas dos maçons, a professora Emília Cristina Augusto dos Santos, destacou a atividade de um dos mais antigos maçons do Brasil, Jonaval (Vavá) da Silva Freire, de 96 anos de idade e 54 anos de Maçonaria, e que ocupa o cargo de Chanceler. O Delegado Distrital é Raimundo Antônio Tedesco.

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Arenilson Nery e Chanceler Jonaval da Silva Freire

Delegado Distrital Raimundo Tedesco, Venerável Mestre Arenilson Nery e Chanceler Jonaval da Silva Freire

Atualmente a Loja União e Caridade tem como diretoria para o biênio 2013/14 Arenilson Mota Nery (Venerável Mestre), Lázaro Soares Magnavita (1º Vigilante), Carlos Alberto Guimarães Ramos (2º Vigilante), Euvaldo Cardozo Sena (Orador), Fernando César Guimarães Vieira (Secretário), José Batista Gama Neves (Tesoureiro), Jonaval da Sílva Freire (Chanceler) e Ariedson Santos (Chanceler-Adjunto).

História – Fundada em 27 de dezembro de 1890, é a primeira Loja da República no Brasil e a terceira da Bahia e sua Carta Patente foi assinada pelo Grão Mestre do Grande Oriente do Brasil, Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, considerado o “proclamador da República.

Durante todos esses anos a Loja funcionou regularmente e só paralisou suas atividades durante a Segunda Guerra Mundial. Inicialmente filiada ao Grande Oriente do Brasil, a Loja União e Caridade passou para os quadros da Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB) em 24 de junho de 1954 e onde permanece até hoje.

A primeira Diretoria da Loja União e Caridade era integrada pelos maçons Armando Gentil (Venerável Mestre), Francesco Tedesco (1º Vigilante), Antônio Teixeira Lôbo (2º Vigilante), Bernadino d’Oliveira Pinto (Orador), Augusto Luiz de Carvalho (Secretário), Samuel Benjamim (Chanceler) e Domingos Marques dos Reis (Tesoureiro).

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Areópago Itabunense tem nova diretoria

Delegado Distrital Messias Maciel, 2º Vigilante Luis Coelho, Venerável Mestre Paulo Dantas, 1º Vigilante Alfredo Dantas e Venerável de Honra Cleber Moreira Lima.

Delegado Distrital Messias Maciel, 2º Vigilante Luis Coelho, Venerável Mestre Paulo Dantas, 1º Vigilante Alfredo Dantas e Venerável de Honra Cleber Moreira Lima.

O empresário Paulo Dantas assumiu nesta quarta-feira (10) a Venerabilidade da Loja Maçônica Areópago Itabunense. Junto com ele também assumiram os cargos de 1º Vigilante, Alfredo Dantas; e 2º Vigilante, Luiz Coelho. Eles foram eleitos para o biênio 2013-2015.

A posse ocorreu durante sessão solene no Templo da Loja Maçônica Areópago Itabunense, com a presença de representantes de Lojas Maçônicas de diversas cidades do Sul da Bahia.

No próximo sábado (13), às 19h30, no clube SEAC, os veneráveis das Lojas Maçônicas Acácia Grapiúna (Hélder Pereira Dantas) e Areópago Itabunense (Paulo Roberto Alves Dantas) realizam a posse social conjunta, com a participação de maçons, autoridades e convidados.

A Loja Maçônica Areópago Itabunense é filiada a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB), e já completou 90 anos de fundada.

Acácia Grapiúna empossa dirigentes

Delegado Distrital Messias Pires Maciel, Vlademir Sérgio Menezes, Hélder Pereira Dantas, Crisóstenes Ferreira de Oliveira e Pedro Jatobá

Delegado Distrital Messias Pires Maciel, 2º Vigilante Vlademir Sérgio Menezes, Venerável Hélder Pereira Dantas, 1º Vigilante Crisóstenes Ferreira de Oliveira e Venerável de Honra Pedro Jatobá

A Loja Maçônica Acácia Grapiúna (Itabuna) empossou na noite desta segunda-feira (8) Hélder Pereira Dantas no cargo de Venerável-mestre; Crisóstenes Ferreira de Oliveira, 1º Vigilante; e Valdemir Sérgio Menezes, 2º Vigilante. Eles foram eleito em 20 de maio deste ano com mandato para o biênio 2013-2015.

A posse ocorreu durante sessão solene no Templo da Loja Maçônica Areópago Itabunense, com a presença de representantes de Lojas Maçônicas de diversas cidades do Sul da Bahia. Os empossados substituem Pedro Araújo Jatobá, José Carlos Oliveira e Hélder Pereira Dantas, respectivamente.

No próximo sábado (13), às 19h30, no clube SEAC, os veneráveis das Lojas Maçônicas Acácia Grapiúna (Hélder Pereira Dantas) e Areópago Itabunense (Paulo Roberto Alves Dantas) realizam a posse social conjunta, com a participação de maçons, autoridades e convidados.

A Loja Maçônica Acácia Grapiúna, filiada a Grande Loja Maçônica do Estado da Bahia (GLEB), foi fundada em 1º de dezembro de 2009.

Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
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