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CDC FUTEBOL PARTICIPA DE JOGO NO HOTEL TRANSAMÉRICA

CDC-no-TransaméricaOs Atletas do Clube Desportivo Canes (CDC) participaram nesta quinta-feira (6) de jogo amistoso de futebol masculino infantil no Hotel Transamérica – Ilha de Comandatuba, em Una, contra Equipe HT/Hóspede. A equipe do CDC venceu o confronto pelo placar de 5 X 2 para Equipe HT/Hóspede.

“Fico feliz em ver meu filho vivenciar esses momentos através do ESPORTE”, comenta a Professora de Educação Física, Lene Santos. Para que os atletas do CDC participassem deste evento esportivo, apoiaram a Prefeitura de Canavieiras, Hidraluz, Hotel Transamérica, Centro Esportivo Julia Thomson, LSM Contabilidade e Ótica São Raphael.

CDC “bate” time dos hóspedes do Transamérica

CDC joga no Transamérica-400x400Os Atletas do Clube Desportivos Canes (CDC) participaram, sábado (15), de jogo amistoso de futebol masculino infantil no Hotel Transamérica, contra a equipe HT/Hóspedes. Ao final da partida, o CDC ganhou pelo placar de 5 X 1.

Para o professor Igor Pacheco, é sempre um grande prazer proporcionar aos atletas do CDC novas oportunidades, a exemplo desses jogos. Para participar do evento, contou com o apoio da Hidraluz, Hotel Transamérica, Prefeitura de Canavieiras, Centro Esportivo Julia Thomson, LSM Contabilidade e Ótica São Raphael.

CDC participa de jogos de futebol no Hotel Transamérica

Equipes do CDC

Equipes do CDC

Alunos do Clube Desportivo Canes (CDC) participaram na sexta-feira (4), no Hotel Transamérica/Povoado de Comandatuba, em Una, de dois jogo de futebol nas categorias Mirim e Infantil, contra as equipes de Hóspedes do Hotel Transamérica.

No jogo pela Categoria Mirim, a equipe do Clube Desportivo Canes (CDC) venceu a partida pelo placar de 13 X 4. Já no jogo pela Categoria Infantil, a partida teve o placar de 5 X 1, para o CDC.

O nosso objetivo não é mirar apenas o placar, mais sim a integração saudável entre os garotos de nossa cidade com de outras regiões do pais, promovendo harmonia, alegria e descontração, despertando assim a formação de um grande cidadão.” disse Alessandro Feitosa, Presidente do CDC.

Para participar desses eventos o CDC contou com o apoio da Prefeitura de Canavieiras, da Hidraluz e do Hotel Transamérica.

Do Público ao Privado

BENESSES DA “VIÚVA” I

Em matéria assinada pelas jornalistas Eugênia Lopes e Edna Simão, o Jornal Estado de São Paulo, edição deste domingo (24), mostra a condescendência da “viúva”, no caso o Governo Federal, com os “mamadores” oficiais da União.

Segundo a reportagem, “um século depois de criado, o desconhecido Montepio Civil da União sobrevive até os dias de hoje pagando vultosas pensões vitalícias, em média de R$ 20 mil mensais, a 237 herdeiros da alta magistratura. Em 2010, o Tesouro Nacional gastou R$ 58,6 milhões para pagar as aposentadorias ao seleto grupo de beneficiários.”

BENESSES DA “VIÚVA” II

Dados do Ministério da Fazenda apontam que os gastos com o pagamento de pensões do montepio vêm se mantendo estáveis nos últimos anos. O número de benefícios ficou inalterado. Em 2009, o governo desembolsou R$ 58,3 milhões para pagar os 237 pensionistas. Em uma década, o montante de beneficiários do montepio encolheu drasticamente: hoje é 15 vezes menor do que as 3.719 pessoas que desfrutavam do benefício em 2000.

BENESSES DA “VIÚVA” III

Para não mexer com essas pessoas, geralmente influentes na República e em relação aos “republicanos”, as autoridades federais preferem mexer na aposentadoria e pensões de velhinhos oriundos da plebe ignara, que reclama, mas sem o eco suficiente para chegar aos ouvidos da Justiça.

Já em relação aos outros, o “mamadores” oficiais, nem pensar!

E DILMA “DEU O CANO” I

Após constantes confirmações da Casa Civil e de outros figurões do Palácio do Planalto, a presidenta Dilma Rousseff “deu o cano” na “fina flor” do empresariado brasileiro, que esperava conviver com ela por pelo menos algumas horas no suntuoso Hotel Transamérica, em Una.

E DILMA “DEU O CANO” II

No Transamérica, que a imprensa do Sul do País teima em localizá-lo em Ilhéus, a presidenta Dilma participaria de evento que agraciou empresários com diversas honrarias de reconhecimento pela atuação em diferentes segmentos sociais e econômicos, através do Prêmio LIDE 2011.

Entre as figurinhas carimbadas Eike Batista, presidente do grupo EBX, Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do Conselho da Cosan, Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, entre outros figurões que formam o PIB brasileiro.

E DILMA “DEU O CANO” III

Após dar um giro por Minas Gerais, sua terra natal, onde ajudou a distribuir homenagens, a presidenta Dilma Rousseff se mostrou indisposta para comparecer ao evento da “nata” empresarial brasileira.

Dilma se livrou de uma programação pra lá de chatérrima, como diria o colunista social, com muitos “salamaleques” e beija-mãos, considerados enfadonhos e peditórios das benesses do Estado.

CONSELHO DE CULTURA I

Até o presente momento Itabuna não possui um Conselho Municipal de Cultura. Criado já foi, mas o prefeito Capitão Azevedo não se dispõe a instalar esse importante órgão deliberativo da cultura. Aliás, é o Conselho de Cultura que poderia regular os investimentos nessa área sem a “frescura” tão reclamada por políticos e pessoal do meio artístico.

CONSELHO DE CULTURA II

Ao que parece, o Conselho de Cultura não instalado justamente pela sua condição deliberativa, que evitaria os desatinos cometidos pelo Poder Executivo nesta área. Em Itabuna, a cultura nem mesmo pires ou cuia tem para pedir esmola.

A pomposa Fundação Itabunense de Cidadania e Cultura (Ficc), sobrevive a duras penas, somente com recursos para pagar os salários dos “barnabés” ali encostados (pois pouco há o que fazer). Já o dinheiro para os investimentos em cultura são tirados a fórceps do Poder Executivo, mesmo assim depois de “muita briga”.

CONSELHO DE CULTURA III

Outro obstáculo para a instalação do Conselho de Cultura é a definição das atribuições e áreas afeitas ao órgão, esse o maior temor do Poder Executivo, a exemplo da definição dos investimentos. Quais são as prioridades da cultura em Itabuna? O teatro? As artes plásticas? A Música? Todas elas?

E um agravante. Onde e como aplicar esses recursos ainda são considerados um temor.

A CULTURA E O DIVINA

Sem o Conselho de Cultura para definir a história da cidade, os prédios tombados – mesmo que pela metade no papel – ficam ao sabor dos acertos feitos entre os empresários e o pode público.

O empresário pede, o pode público aceita. Como acontece geralmente nesses casos, o poder público não faz sua parte, como no tombamento do prédio do Colégio Divina Providência e ainda estimula plateia desqualificada para o debate, onde sua principal função é intimidar, através das vaias, vozes e ideias diferentes das suas.

E o pior é que ainda consegue gente de todas as camadas para isso, seja a soldo de salário mínimo ou com régios subsídios mensais…

BOA NOTÍCIA

Essa veio do Guia Cultural do UOL: O cientista, cantor e compositor Paulo Vanzolini (foto) promove shows especiais em comemoração de seus 87 anos, neste sábado (23) e no domingo (24). O local escolhido para a celebração foi a Casa de Francisca, que costuma sediar show intimistas, daqueles para se ver de pertinho, com público reduzido.

No repertório, não devem faltar clássicos como “Ronda”, “Praça Clóvis” e “Volta por Cima”. Vanzolini tem a companhia de Ana Bernardo (voz), Ítalo Peron (violão/direção musical), Pratinha (faluta/bandolim) e Adriano Busko (percussão). Os ingressos para o concerto se esgotaram rapidamente.

CONTAM POR AÍ…

Raymundo Pacheco Sá Barreto era um exímio contador de histórias e estórias, além de ser aquele amigo que todo o mundo gosta. Profundo conhecedor de Ilhéus, sua política e história, foi nominado por Jorge Amado como o “Último coronel do cacau”. Também afeito à lides política, Sá Barreto costumava contar essa história do então candidato a prefeito (primeira campanha), Jabes Ribeiro.

O ano 1982, início de campanha, Jabes Ribeiro vai a campo em busca de votos. Para tudo tinha um discurso pronto e se apresentava como a solução para todos os problemas de Ilhéus que Antônio Olímpio ainda não tinha resolvido.

Nessa empreitada contava com Sá Barreto, conhecedor de todas as “bibocas” e seus ocupantes de Ilhéus. Lá, Jabes abria o vozeirão para prometer Ilhéus como o melhor lugar do mundo, desde que lhe elegessem, é claro. E a campanha crescia a olhos vistos.

Num determinado dia, Jabes falava para as professoras, exaltando as qualidades da categoria e dizendo ser testemunha disso, por ter sido sua mãe professora. Noutro dia, o mesmo discurso foi feito para as lavadeiras, sempre com a mesma defesa, o que preocupou o velho e experiente Sá Barreto, que pretendia levar Jabes em alguns locais não tão bem afamados.

Para evitar esse dissabor, Sá Barreto chama Jabes no dia seguinte e faz um alerta:

– Jabes, pare com esse discurso, pois amanhã nós vamos fazer campanha nas casas de umas “conhecidas minhas” e não fica bem você expor a pobrezinha de sua mãe num lugar daqueles – disse, com a autoridade de sempre.

Sá Barreto sempre jurou que essa história é verdadeira.

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