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O DNA do prejuízo

Walmir Rosário

Pendências e diferenças comerciais entre países fazem parte da defesa e do interesse e soberania de cada um. Agora mesmo a comunidade internacional acompanha, estarrecida, o embargo da Comunidade Econômica Europeia sobre a carne brasileira. Em suma: os frigoríficos estariam burlando as regras impostas e exportavam carne fora dos padrões de vigilância do Sisbov, que faz o acompanhamento do animal desde o nascimento até o abatedouro.

Mais uma vez, como sempre acontece, demorou, mas caiu a máscara com a qual o Governo Federal mostra sua ineficiência quando o assunto requer seriedade no trato da coisa pública. O que as autoridades federais brasileiras dizem desconhecer, ou realmente desconhecem, o que se passava em seu quintal, a Comunidade Comercial Européia desmascarou.

Está mais do que demonstrado – provado é o vocábulo correto – ser a atividades governamental impregnada pelo vírus do imobilismo, da desídia, e até da corrupção. Até aí nada de mais. Só que essa ineficiência, e por que não a costumeira falta de compromisso culmina por prejudicar a imagem do país junto à comunidade internacional.

De há muito faz parte do imaginário popular a célebre frase que teria sido dita pelo general e ex-presidente francês, Charles de Gaulle, sobre nosso país: “O Brasil não é um país sério”. Desmentidos à parte, enquanto a iniciativa privada empreende esforços para desqualificar esse mito, a máquina pública teima em manter perene o arraigado costume.

Após os costumeiros arroubos de praxe, finalmente, perante aos senadores, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, foi obrigado a reconhecer que o ato da comunidade européia era procedente. Porém, como convêm a qualquer autoridade pública, se exime da culpa e transfere a responsabilidade para os frigoríficos.

Ora, se os países da União Europeia exigem que toda a carne exportada para eles seja oriunda de animais com rastreabilidade, não há porque permitir a exportação de carne fora dos padrões exigidos. E os europeus não agiram, hora nenhuma, por pressões de outros países, como querem induzir autoridades governamentais. Pelo contrário, apenas exigiram o cumprimento do acordo.

É plausível que, quem pretende participar do mercado internacional em tempos de globalização econômica, tenha condições de concorrer em pé de igualdade em preço e qualidade de produto. Não é segredo a qualidade do nosso rebanho, criado em regime de pasto – um forte apelo de mercado quando se trata de um produto ecologicamente correto, o chamado boi verde.

Longe do que esperavam os europeus, o Ministério da Agricultura não deu a mínima atenção para a inspeção desses animais, entregando tal mister a empresas certificadoras que não passaram por qualquer auditoria. Somente há pouco tempo, quando eram visíveis o descaso com esse segmento e o eminente embargo, é que o Mapa eliminou 20 das 71 empresas reconhecidas.

Imbróglio criado, agora somente 300 fazendas brasileiras estão autorizadas a exportar carne para a União Europeia, o que ficou conhecida como a “lista de Schindler”, numa alusão à permissão de visto de judeus durante a segunda guerra mundial. O dano causado com o embargo europeu não prejudica tão somente os pecuaristas e os frigoríficos, mas, sobretudo o balanço de pagamentos, cuja contribuição da agricultura brasileira tem sido substancial nos últimos anos.

Segundo dados do próprio governo, a União Europeia importa 725 milhões de toneladas de carne bovina por ano, 50% deste total do Brasil, um volume considerável e que poderá desmontar todo o planejamento das empresas. Pior ainda é a colocação deste excedente no mercado interno, que se por um lado beneficia o consumidor, provocará conseqüências danosas no abastecimento futuro.

Assim como os europeus detectaram a fraude cometida contra eles, é hora dos brasileiros exigirem das autoridades governamentais que, se pelo menos não se propuserem a ajudar, que pelo menos não atrapalhem.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

 Publicado no Jornal Agora em 16 de fevereiro de 2008

Esmola graúda

O governo federal determinou a criação de um novo sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural, que deverá atender a todos os segmentos de produtores do país.
Através da Portaria nº 642, o ministro Mendes Ribeiro Filho, criou um Grupo de Trabalho que vai formatar esse novo sistema. Além de órgãos (secretarias) ligados diretamente ao Mapa, a Ceplac foi incluída no GT.
Para bom entendedor, “uma portaria” dessas basta para saber que a cinquentenária Comissão Executiva cada vez mais volta a ter papel de destaque não só na reconstrução da cacauicultura, mas também se insere novamente no seio da política agrícola do país.
Ou será que é mais um rebate falso?

Ceplac fecha na Bahia etapa do planejamento estratégico

Reunião de encerramento do plano estratégico

A Comissão Executivo do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), fechou, semana passada, na Superintendência de Desenvolvimento da Região Cacaueira da Bahia, a etapa de discussão e elaboração de Planos Corporativos do Planejamento Estratégico 2011-2022. A oficina contou com a participação do coordenador-geral de Gestão Estratégica da Ceplac, Elieser Barros Correia, e de representantes da Superintendência e dos centros de Pesquisa do Cacau (Cepec) e Extensão da Ceplac (Cenex).

Ao final foram selecionados 40 projetos envolvendo ações de pesquisa, extensão, desenvolvimento rural e processos internos de gestão que serão tocados em 2012. Também se definiu a estratégia de gestão da unidade da Ceplac na Bahia repetindo mecanismo de deliberação similar quanto às demais unidades do órgão nos estados produtores de cacau do Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Rondônia e no Distrito Federal, onde se localiza a Diretoria, que centralizará as oficinas a partir desta próxima semana.

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PESA do Cacau em debate

As lideranças da cacauicultura baiana reúnem-se nesta sexta-feira, (7), em Fortaleza, com a diretoria do Banco do Nordeste do Brasil, BNB, com o objetivo de discutir soluções para as dívidas dos produtores com o Pesa. Da reunião com o diretor do BNB, Paulo Ferraro, e com o superintendente do banco na Bahia, Nilo Meira, vão participar o secretário Eduardo Salles; o assessor especial do Mapa, Gerardo Fontelles; e os produtores representados pela Câmara Setorial Nacional do Cacau; Associação de Produtores de Cacau (APC); Ceplac e Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb).

“A recuperação da cultura do cacau é uma das prioridades do governo”, afirma o secretário Eduardo Salles, destacando que além de buscar soluções para as dívidas do setor, a Seagri estimula a diversificação de culturas, a exemplo da seringueira. A reunião desta sexta-feira é resultado da reivindicação apresentada em Brasília, no mês passado, ao assessor especial do ministro da Agricultura, Gerardo Fontelles, no sentido de que o BNB assuma as dívidas do Pesa, que hoje estão no Banco do Brasil. Naquela oportunidade, Fontelles orientou que o grupo preparasse simulações e propostas, que serão apresentadas nesta sexta-feira à diretoria do BNB.

Inscrições de trabalho para Simpósio

Segunda-feira (3 de outubro), é a data-limite para envio dos trabalhos técnico-científicos para apresentação no Papaya Brasil 2011: V Simpósio do Papaya Brasileiro, que vai acontecer de 31 de outubro a 4 de novembro no Náutico Praia Hotel & Convention Center, em Porto Seguro (BA). São aceitos trabalhos inéditos, escritos em português e que representem contribuição para avanço do conhecimento econômico, social e/ou ambiental da cadeia produtiva do mamoeiro.

O resumo deve relatar resultado de trabalho de pesquisa científica ou de informação tecnológica. São aceitas revisões bibliográficas, desde que tragam contribuições significativas e inovadoras. E não são aceitas descrições de projetos ou propostas de trabalho. Para enviar resumos é preciso estar inscrito no simpósio.

Nesta quinta edição, o Simpósio do Papaya Brasileiro, principal fórum de integração dos agentes da cadeia produtiva do mamão, é organizado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Pesquisadores, professores, extensionistas, produtores e estudantes vão trocar experiências e informações científico-tecnológicas, sob o tema “Inovação e sustentabilidade”.

A pupunha na alimentação humana

O uso de frutos da pupunha para alimentação humana e ração animal será tema de uma das mesas-redondas programadas para o 1º Seminário Brasileiro da Pupunheira (Simbrap), que acontece de 27 a 30 deste mês, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, em Ilhéus.

O evento reúne especialistas e pesquisadores nacionais e estrangeiros, além de produtores e representantes da cadeia produtiva da pupunha – palmito, frutos e madeira do estipe da pupunheira.

Organizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Secretaria Estadual da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri) e Fundação Pau Brasil, o evento é apoiado por instituições públicas federais, estaduais, municipais e do agronegócio palmito-pupunha.

Malásia quer tecnologia brasileira

O ministro de Plantações, Indústrias e Commodities da Malásia, Dr. Dato’ Hamza Bin Zainudin, reafirmou o interesse de seu país na cooperação e intercâmbio científico com o Brasil para o desenvolvimento de projetos referentes ao cacau, seringueira e dendê. Na sexta-feira (16) a autoridade foi recebida em audiência, em Brasília, pelo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, e depois participou da 74ª Assembleia da Aliança dos Países Produtores de Cacau (Copal), presidida pelo diretor da Ceplac Jay Wallace Mota, no Royal Tulip Brasília Alvorada.

O ministro Bin Zainudin esteve acompanhado da embaixadora Sudha Devi, quando recebeu uma carta de intenções do Brasil e declarou a disposição da Malásia em promover o intercâmbio com instituições brasileiras, incluindo o intercâmbio de germoplasma do cacau, seringueira e dendê e parceria na pesquisa cientifica.

A autoridade de um dos mais importantes países do sudeste asiático disse haver projetos comuns entre os dois países e mostrou-se a favor quanto ao aprofundamento da interação entre pesquisadores e institutos de pesquisas e aberto a discutir detalhes de uma nova cooperação com o Brasil, através do Ministério da Agricultura, envolvendo a Ceplac.

PROJETO RENORBIO PESQUISA SOLUÇÕES PARA O CACAU

Técnicos e produtores na apresentação do Renorbio

Reunindo pesquisadores da Ceplac, Embrapa, Uesc, Unicamp, USP, e secretaria estadual da Agricultura através da EBDA e Adab, o Projeto Renorbio, que incorporou o Renorbio-Vassoura-de-Bruxa do Cacaueiro, (Renobruxa), foi lançado oficialmente na manhã desta sexta-feira, (9), na superintendência da Ceplac, na rodovia Ilhéus/Itabuna, marcando um novo tempo na pesquisa do cacau. A somatória de esforços de instituições de pesquisas, desenvolvimento e Inovação com o objetivo de encontrar as alternativas para o controle da vassoura-de-bruxa foi destacada pelo secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, como um exemplo a ser seguido por todos os elos da cacauicultura.

“Os produtores de cacau precisam abandonar as vaidades e diferenças e se unir por uma região melhor. É preciso quebrar o paradigma de que nessa região nunca haverá entendimento entre as várias correntes do cacau. A união dos pesquisadores, que estamos vendo aqui hoje no lançamento desse importante projeto, deve ser um exemplo para todos. Só assim superaremos a crise que já dura duas décadas, para entrar num ciclo de desenvolvimento sustentável”, ressaltou, destacando que o governo da Bahia não tem medido esforços para que o cacau e o Sul do Estado vivam um novo momento.

O projeto Renorbio-Vassoura-de-bruxa tem (Renobruxa), visa a revitalização da cacauicultura baiana e dinamização da cacauicultura nacional, através do controle da doença, por meio do desenvolvimento de novas variedades para plantio, com adequada qualidade de produto, boas características gerais e maior durabilidade de resistência, a partir da acumulação de genes e utilização de variedades com diferentes conjuntos de genes associados a este caráter, conforme destacou Luis Antonio Barreto de Castro, ex-presidente do Fundo Setorial do Agronegócio do Ministério da Ciência e Tecnologia, um dos articuladores da Rede Renorbio.

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Programa incentiva Integração Lavoura-Pecuária-Floresta

No Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012, divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), serão disponibilizados mais de R$ 107 bilhões em crédito para os agropecuaristas brasileiros. Parte desse valor, um pouco mais de R$ 3 bilhões, será destinada aos agricultores que seguirem as diretrizes do Programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), cujo objetivo é incentivar os produtores a praticarem cada vez mais uma agricultura sustentável, ou seja, que garanta a segurança alimentar do país, sem agredir o meio ambiente.

Nesse contexto, uma das tecnologias incentivas pelo Programa ABC é a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF). Trata-se de uma estratégia de produção que integra atividades agrícolas, pecuárias e florestais, realizadas na mesma área, em cultivo consorciado, em sucessão ou rotacionado. O sistema pode ser adotado por produtores rurais de todo País, independente do tamanho de sua propriedade. As combinações podem ser as seguintes: integrações agropastoris (lavoura e pecuária), silviagrícolas (floresta e lavoura), silvipastoris (pecuária e floresta), ou agrossilvipastoris (lavoura, pecuária, floresta).

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Ceplac organiza Simpósio de Pupunha

Organizadores ultimam detalhes do evento

A Comissão Organizadora do I Simpósio Brasileiro de Pupunha acelerou os preparativos para o evento que será realizado de 27 a 30 de setembro, no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, em Ilhéus, no Sul do Estado. Os estandes da Feira de produtos e serviços do setor estão fechados com expositores, meios de hospedagem para os participantes definidos com a agência Encantur e foram estabelecidas as homenagens a pesquisadores, e empresas que contribuíram para o desenvolvimento do agronegócio palmito.

O encontro técnico – científico da cadeia produtiva da pupunha – palmito, frutos e madeira do estipe da pupunheira –, está sendo organizada pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia (Seagri), Fundação Pau Brasil, com o apoio de outras instituições públicas federais, estaduais, municipais e da iniciativa privada do agronegócio palmito-pupunha.

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inscrição de trabalhos ao I Simbrap encerra nesta sexta-feira

A pupunha é uma excelente alternativa econômica

Pesquisadores, professores e estudantes que desejam inscrever até dois trabalhos técnicos, como autor principal, no I Simpósio Brasileiro da Pupunheira (I Simbrap) poderá fazê-lo por correio eletrônico até sexta-feira (4), quando se encerram as inscrições. Todas as informações relativas ao evento que será realizado no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, em Ilhéus, no período de 27 a 30 de setembro, encontram-se num link na página da Ceplac na Internet.

O encontro técnico-científico da cadeia produtiva da pupunha, o que inclui produtos como palmito, frutos e madeira do estipe da pupunheira, está sendo organizado pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária do Estado da Bahia (Seagri), Fundação Pau Brasil, com o apoio de outras instituições públicas federais, estaduais, municipais e da iniciativa privada do agronegócio palmito-pupunha.

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Mapa publica estudo sobre cultivo de pupunha no País

Cerca de 60 dias da realização do I Simpósio Brasileiro da Pupunheira (I Simbrap), que acontecerá no período de 27 a 30 de setembro, no Centro de Convenções Luis Eduardo Magalhães, em Ilhéus, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou no Diário Oficial da União (DOU), de segunda-feira (25), as condições mais favoráveis para o plantio de pupunha em nove estados brasileiros.

As informações como os tipos de solo aptos ao cultivo, o período de plantio, as cultivares mais indicadas e a lista dos municípios contemplados pelo estudo estão detalhados nas Portarias de número 256 a 264 do Mapa. O estudo de risco climático informa que a palmeira pode ser cultivada no Acre, Rondônia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, São Paulo, Minas Gerais e Pará.

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Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil
 
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Artista canavieirense se inspira nas belezas naturais de sua terra
Aos 35 anos, quatro dos quais dedicados à arte, Thiago tem despertado a atenção de turistas e nativos pela simplicidade de seus trabalho, com traços e entalhes precisos, retratando animais do bioma Mata Atlântica.
 
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Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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