CIA DA NOTÍCIA

Posts Tagged ‘Mário Alexandre’

ÂNGELA GANHA PARADA E EMPLACA SOGRÃO DE FILHO NA SUDIC

Do Pimenta Blog

Deputada não sossegou até emplacar sogro de filho na Sudic

O Diário Oficial da Bahia traz nesta terça-feira, 2 de abril, uma publicação que vai gerar alegria na família da deputada estadual Ângela Sousa (PSD). É que finalmente a parlamentar ilheense conseguiu emplacar o sogro de seu filho, Mário Alexandre, no cargo de gerente regional da Sudic em Ilhéus.

João Evangelista Fortunato Barbosa é advogado e mora em Itapetinga, não tendo ligações com Ilhéus e muito menos com a indústria da região. O ponto mais importante do seu currículo, porém, é ser sogro do filho da deputada.

O sogrão de Marão, como o filho de Ângela é conhecido, substitui Maurício Landi Vianna, que vinha realizando um trabalho elogiado na Sudic. Em janeiro, a deputada, que tem fama de adorar cargos, fez a primeira tentativa de emplacar Barbosa no órgão estadual. A nomeação chegou a sair, mas a medida repercutiu tão negativamente que acabou sendo revertida pelo governo e ficou o dito pelo não dito.

Ângela, naturalmente, não sossegou. Desde então, ela se movimenta para fazer valer a força de seu mandato e impor o sogro de Marão na Sudic. Para isso, acionou até o vice-governador Otto Alencar, presidente de seu partido.

Entre manter o competente Maurício Viana e atender ao capricho da deputada, o governo optou pela alternativa que lhe evita atritos políticos. Assim, Ângela, que muitos em Ilhéus chamam de “deputada cargueira”, dado o seu apetite por cabides de emprego, hoje comemora e dá gargalhadas de princípios como moralidade, impessoalidade e eficiência, que na teoria regem a administração pública.

Em tempo: a portaria que exonera Maurício Viana, assim como a que nomeia o sogro de Marão, tem data de 1º de abril. No caso do exonerado, com a informação “a pedido”… Tudo a ver!

Encontro Baiano de Museus é aberto em Ilhéus

Prefeito em exercício, Mário Alexandre abre o encontro estadual de museus

Além de dar boas vindas e de reforçar o coro pela campanha de reabertura do Museu do Cacau, o prefeito interino de Ilhéus, Mário Alexandre, fez questão de lembrar o pioneirismo de Ilhéus em sediar o encontro. “Esperamos que nos próximos anos, o município possa sediar o encontro nacional”. Segundo Mário Alexandre, Ilhéus é uma cidade que tem uma história a preservar e atualmente a prefeitura está promovendo um estudo para resgatar parte do seu passado.

“Não existe futuro sem memória. Os museus são locais que guardam o passado, mas que são de suma importância para construir um futuro melhor”. Essas foram as palavras do presidente do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), José Nascimento Júnior, durante a abertura do III Encontro Baiano de Museus, na manhã desta quarta-feira (21) em Ilhéus. Esta é a primeira vez que um município do interior da Bahia sedia o evento, que segue até o dia 23, com intensa programação de debates, palestras, mesas redondas e apresentações culturais.

Assim como José Nascimento Júnior, várias outras autoridades ligadas ao setor museológico estão reunidas no município ilheense para participar do evento – iniciativa do Instituto do Patrimônio Cultural em parceria com o Ibram e com a Prefeitura de Ilhéus, executada através da Fundação Cultural. Na abertura do evento, José Nascimento Júnior salientou ainda que a realização do encontro é fruto de uma ação articulada que visa a consolidação de efetivas políticas museológicas dentro da Conferência de Cultura. “Este será uma oportunidade ímpar para debater e construir políticas públicas de incentivo à memória, à história e ao futuro”.

Ilhéus promove Conferência de Cultura

Mário Alexandre ressalta importância do evento

O prefeito em exercício de Ilhéus, Mário Alexandre de Sousa, assinou o Decreto 073, que convoca a II Conferência Municipal de Cultura, programada para acontecer nos dias 24 e 25, no Teatro Municipal (TMI). Na oportunidade, serão indicados os representantes municipais que estarão participando das conferências territorial e estadual.

Coordenada pela Fundação Cultural de Ilhéus (Fundaci), a conferência visa propor, entre vários outros aspectos, estratégias para o fortalecimento do setor como centro dinâmico do desenvolvimento sustentável. Além disso, o evento também objetiva estabelecer um processo de construção conjunta de formulação e de implementação de novas políticas, mediante a busca de convergências das proposições oriundas dos poderes públicos e da própria sociedade.

“Outra finalidade da conferência é apontar propostas de diretrizes para subsidiar a formulação do Plano Municipal de Cultura, através do debate coletivo e das indicações de propósitos a serem obtidos nos mais diferentes níveis de atuação do município”, diz o prefeito em exercício, Mário Alexandre.

Ilhéus sedia encontro de educação

Ao sediar o V Encontro Estadual da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação, Ilhéus debate com representantes de dirigentes de conselhos e secretarias municipais da Educação, professores e gestores educacionais de cerca de 110 cidades baianas a melhoria da qualidade de educação no país. A principal proposta é discutir o Plano Nacional de Educação. O encontro foi aberto nesta segunda-feira (12), no Teatro Municipal de Ilhéus, com a presença de diversas autoridades locais. Em seguida, Wellington Marinho de Aragão, professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e coordenador da Escola de Gestores falou sobre “Do plano nacional aos planos municipais de Educação: desafios e perspectivas”.

Além do prefeito em exercício, Mário Alexandre, o evento contou ainda com a presença de Lidiney Campos (secretária da Educação); Karina Cherubini (promotora de justiça); Ediney Mendonça (diretor da Direc-6); Gilvânia Nascimento (presidente da União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação); professoras Raimunda Assis (departamento de Letras da Universidade Estadual de Santa Cruz) e Laurita Lyrio (Secretaria de Educação da Bahia) e dos vereadores Edivaldo Nascimento (presidente da Câmara), Carmelita Ângela e Gilberto Souza.

Do Público ao Privado

PMDB QUER UMA BOQUINHA

Renato Costa se esforça para manter o PMDB longe da "boquinha"

Por mais que se esforce uma parte do diretório do PMDB de Itabuna, outra banda não vê a hora de ser incorporada à pesada folha de pagamento da Prefeitura de Itabuna. Essa promessa, repetida inúmeras vezes pelo prefeito Capitão Azevedo, tem acendido um farol de grandes proporções nos olhos dos peemedebistas ávidos por uma boquinha na viúva municipal, ainda mais sem a necessidade de bater ponto.

O PMDB de Itabuna ainda não se mudou de armas e bagagens para o colo de Azevedo graças à obstinação do médico e ex-deputado estadual Renato Costa, um dos poucos homens de fazem política de forma séria e abnegada. É bem verdade que uma pequena facção do PMDB já se encontra nos braços de Azevedo e na folha da Prefeitura, mas não está sendo levada em conta, tendo em vista que há anos continuam ocupando os mesmos cargos, apesar nunca terem passado por um concurso.

PT, A OBSESSÃO DE JABES I

Em entrevista concedida nesta sexta-feira (9) ao programa Alerta Geral, apresentado pelo radialista Gil Gomes, na Rádio Santa Cruz, em Ilhéus, o ex-prefeito Jabes Ribeiro repetiu a mesma ladainha de sempre: quer o Partido dos Trabalhadores (PT) com ele nas próximas eleições. E, sem se fazer de rogado explicou que está negociando a vinda do partido com Everaldo Anunciação, Josias Gomes, Jonas Paulo (presidente estadual do PT), Geraldo Simões, e até com o governador Jaques Wagner.

E Jabes garantiu aos ouvintes que também não terá nenhuma dificuldade fechar a negociação com os petistas ilheenses. “Interessa-me o PT nesse processo. Só não quero conversar com esse governo de Newton Lima, de Mario Alexandre e Ângela, esse governo deles é desastroso, com quase 90% de rejeição”, falou. Jabes deve ter se lembrado do última vez em que esteve no Palácio do Paranaguá, sendo repudiado por mais de 90% da população. Deve ter passado um filme triste em sua cabeça.

PT, A OBSESSÃO DE JABES II

Jabes Ribeiro deixou claro que a negociação mantida entre ele – Partido Progressista (PP) e o Partido dos Trabalhadores (PT) – abrange várias cidades da Bahia “Aqui em Ilhéus quero o PT comigo, precisamos dessa união, unir forças para a Ilhéus do futuro, é isso que o governador quer”, garantiu. Entretanto, até o presente momento, o governador Jaques Wagner não emitiu qualquer sinal de que Jabes seria seu candidato.

E o ex-prefeito foi além, provocando o PT ilheense, dando a entender que quem manda no partido é o governador Jaques Wagner e outros “caciques”. Pelo teor das declarações de Jabes, na hora certa os militantes petistas de Ilhéus “enfiarão a viola no saco”, e passarão a cerrar fileiras com ele. “Tenho a tarefa de participar desse debate da política 2012 com a orientação do governador Wagner, que quer uma base consolidada”, expressou.

PT, A OBSESSÃO DE JABES III

Jabes Ribeiro ainda deixou claro que a prática da política “coronelista” que pretende dar continuidade não se restringe a Ilhéus, cidade que para chegar ao poder não se importa em “rifar” outros correligionários, a exemplo de Roberto Barbosa (Minas Aço) em Itabuna, até agora o candidato definido. “Vamos analisar a política com racionalidade, chega dessa conversinha pra boi dormir. Estou conversando com o PT estadual e com lideres do PT local, e posso dizer que estou muito otimista”.

Ilhéus, para Jabes Ribeiro, é apenas parte de um projeto de poder pessoal seu e do PP. Para chegar ao Palácio Paranaguá, onde esteve hospedado por 14 anos, faz conchavos com partidos, pouco importando as questões futuras da cidade. Ilhéus e “Chorrochó das Cabeceiras” são municípios que recebem o mesmo peso político e na visão deles – políticos do PT e PP – pouco importa as diferenças e onde o que importa é lotear os cargos e prefeituras como se fosse o quintal de sua casa.

REBELADOS I

Militantes do PT de Ilhéus já trabalham com a possibilidade de um grande rompimento com as lideranças e o primeiro prejudicado poderá ser o deputado federal Josias Gomes. Seus liderados não estão nada satisfeitos com o fato de não serem ouvidos nos debates sobre o futuro político de Ilhéus, dentro de fora do partido. Em outras palavras: se sentiram lesados na confiança e prometem que não caminharão pacificamente como se fossem uma manada sendo conduzida ao matadouro.

O grande prejudicado, Josias Gomes, perderia uma base eleitoral de cerca de cinco mil votos, não estaria preocupado, haja vista a conquista de outras bases eleitorais no sertão baiano, consideradas mais seguras do ponto de vista de continuidade. Outro deputado federal a ser atingido seria Geraldo Simões, que não mais transita com facilidade nas diversas tendências do seu partido, situação que estaria sendo agravada dentro de seu próprio reduto.

REBELADOS II

Geraldo Simões e Alisson Mendonça poderão percorrer caminhos opostos

A única dúvida é se existem no PT baiano deputados com coragem e cacife político suficiente para bancar a uma candidatura própria à Prefeitura de Ilhéus em 2012. Para que essa possibilidade realmente aconteça, é preciso que seja uma liderança expressiva, com capacidade de organização e facilidades, melhor dizendo, livre trânsito nos meios capitalistas para conseguir os investimentos necessários para fazer frente às despesas inerentes.

A sobrevivência política de Alisson Mendonça depende dessa capacidade de articulação. Ele tem dito em todas as entrevistas que concede e nas conversas com os “companheiros” de que vem conseguindo adesões importantes e de peso político, a exemplo do ministro Afonso Florence, do deputado federal Valmir Assunção e do deputado estadual Rosemberg Pinto, pra começo de conversa.

É aguardar para ver se o governador Jaques Wagner, Jonas Paulo, Josias Gomes e Everaldo Anunciação não derruba o “barraco” da turma de Alisson.

UM MATADOURO CHAMADO HBLEM

Familiares de pacientes internados no Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães (HBLEM), em Itabuna, estão indignados com a falta de medicamentos, qualidade dos alimentos e dos insumos servidos. Pior do que a qualidade ou a falta deles, a maneira de que são tratados pelo pessoal de enfermagem deixa pacientes e familiares estarrecidos.

Não são poucas as reclamações de pacientes e familiares em relação ao pessoal de enfermagem, que trata os doentes com indiferença, falta de respeito e desídia profissional. O medicamento é jogado à distância e quando se trata de pílula, não vem acompanhada da água. Nesse caso, o paciente, se tiver condições físicas, é obrigado a pedir as os colegas de enfermaria um pouco da água porventura deixada pelos parentes.

Uma infâmia!

UM PARAÍSO CHAMADO HBLEM

Se para os pacientes o HBLEM é considerado “matadouro”, para apaniguados do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, a situação é totalmente inversa, podendo ser comparada a um verdadeiro paraíso. Numa condição inversa da falta de recursos dispensados para atender aos pacientes, os dirigentes e ocupantes de cargos de confiança ganham salários muito acima dos praticados no mercado.

Mas não bastam bons salários para a legião de apaniguados. Outras regalias também fazem parte do pacote de bondades oferecido pelo prefeito Capitão Azevedo, que incluem a desnecessidade de obedecer a um horário do expediente normal e até mesmo sua dispensa do trabalho. Nesses casos estão incluídos os conhecidos “fantasmas”, conforme vem sendo denunciados pelos veículos de comunicação e assentidas pelo prefeito.

UM CURRAL ELEITORAL CHAMADO HBLEM I

O apoio do PV não é garantia da nomeação de Glebão

A irresponsabilidade com os recursos públicos não fica restrita à falta de gestão, existência dos “fantasmas”, descaso dos funcionários e o péssimo tratamento dispensados aos pacientes. Para coroar esse festival de desprezo pela vida humana e com o sofrido dinheiro do contribuinte, o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, resolveu inovar e transformou o Hospital de Base Luiz Eduardo Magalhães num “curral eleitoral”.

A última aprontada pelo prefeito Azevedo foi a contratação do ex-candidato a vereador e deputado estadual Glebão, pela bagatela de R$ 3 mil mensais. Glaby Carvalho de Andrade, nome que aparece na folha do HBLEM, traz em sua bagagem o pretenso apoio do Partido Verde (PV) para a campanha de reeleição de Azevedo, o que não poderá ser uma verdade verdadeira no momento da campanha.

UM CURRAL ELEITORAL CHAMADO HBLEM II

O uso político do HBLEM pelo prefeito Capitão Azevedo fica mais evidenciado com hospital servindo de cabide de emprego para pessoal contratado sem concurso. Essa é a “moeda de troca” utilizada pelo prefeito para obrigar os contratados a trabalharem, não no hospital, mas como cabos-eleitorais em sua permanente campanha. Tudo feito às claras e com o dinheiro do otário contribuinte.

Em que pese as dificuldades vividas pelo hospital, o prefeito nada faz para aumentar o repasse dos recursos para o seu funcionamento e se contenta apenas em brigar com os petistas estaduais. Pouco importa para o prefeito a saúde dos itabunenses. Pelas ações que têm feito, o que vale mesmo é o uso político e eleitoral que o HBLEM pode proporcionar, para o desespero de pacientes e familiares.

UM CURRAL ELEITORAL CHAMADO HBLEM III

Sozinho, Glebão teria pouca valia, mas traz consigo o fato de ter sido um candidato com boa votação pelo PV e, no caso do HBLEM, o apoio de um grupo poderoso de médicos. São justamente os médicos “padrinhos” de Glebão que interessa ao prefeito Azevedo para diminuir a pressão exercidas por eles na área da saúde, o que o secretário Geraldo Magela ainda não conseguiu, apesar das diversas tentativas.

Para Glebão, que costuma fazer campanhas ricas, foi destinado um cargo exclusivo para a situação, bem remunerado, para fazer caixa para sua campanha. Mais e melhor do que a remuneração, o cargo a ser exercido por Glebão é talhado para o ato de fazer política, permitindo o contato direto com as pessoas, oferecendo uma das melhores mercadorias vendidas pela saúde: a  marcação de consultas.

DISCURSO FAZ DE CONTA

O discurso bolorento e descabido de Azevedo sobre a saúde em Itabuna não chega a lugar nenhum e nem mesmo consegue emocionar às pessoas mais sensíveis. O discurso é um e a prática é exatamente contrária ao que prega, faltando apenas chorar lágrimas de crocodilo em frente às câmaras dos canais de televisão ou às plateias em eventos que promove ou participa com esse intuito.

Ao invés de investir o dinheiro da saúde na saúde da população, Azevedo gasta com a contratação de cabos-eleitorais, ao ponto de inchar a folha de pagamento do Hospital de Base, que do valor de R$ 570 mil saltou, num período inferior a um ano, para R$ 816 mil. O que demonstra claramente a irresponsabilidade, são os números e índices que distingue os reajusta salariais dos servidores, míseros 6% na última campanha salarial, acrescentando à folha de pagamento R$ 34,2mil. Uma falácia que não encontra a mínima sustentação.

CARGOS DA CEPLAC

O diretor da Ceplac, Jay Wallace, não foi muito feliz na sua tentativa de “vender” mais um pedaço do órgão para o PT. Falta ao dirigente sensibilidade e conhecimento dos meandros políticos, ainda mais quando o Governo Federal é composto por dois partidos PT e PMDB (presidenta e vice). Na ânsia de continuar mantido no cargo, não pestanejou em “rifar” o cargo dos colegas da Superintendência Regional no Estado da Bahia, de forma sorrateira.

Jay Wallace não contava com os “vazamentos” das notícias em Brasília, o que resultou no pedido de exoneração de todos os membros da direção da Superintendência. Além do dissabor de ter que enfrentar a censura dos colegas de trabalho, ainda teve que ouvir poucas e boas do ministro da Agricultura recém-empossado, lembrando-o que os cargos de direção são de indicação política, cabendo, tão somente ao PMDB.

ORÇAMENTO DA CEPLAC

Servidores da Ceplac acostumados ao bom andamento do serviço público não estão nada satisfeitos com o canibalismo exercido pelo diretor Jay Wallace com o orçamento destinado ao Sul da Bahia. Aos poucos, os recursos estão sendo transferidos para as superintendências regionais da Ceplac na Amazônia, em detrimento dos serviços de extensão e pesquisa realizados na Bahia, que possui a maior produção de cacau do Brasil.

Recentemente, uma frota de veículos foi transferida para as unidades da Amazônia, enquanto as unidades da Bahia continuam com carros bastantes “surrados”. O mesmo, segundo os ceplaqueanos, acontece em relação à conservação das unidades na sede e no interior, e equipamentos. Falta à Ceplac na Bahia o compromisso dos políticos dos diversos partidos. Esses, buscam a Ceplac apenas para se beneficiar de ações e situações.

BOA NOTÍCIA

Os preços das passagens aéreas vendidas no Brasil de julho de 2010 a junho de 2011 são os mais baixos da série histórica, iniciada em 2002, na comparação mês a mês com o ano anterior, o que mostra uma queda progressiva a cada um desses 12 meses. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (9), pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e fazem parte do relatório de Yield Tarifa Aérea Doméstico. Em junho de 2011, o Yield Tarifa Aérea Doméstico – valor médio que o passageiro paga para voar um quilômetro em território nacional – atingiu cerca de R$ 0,34, redução aproximada de 14,56% em relação ao mesmo mês do ano passado. Quando comparado com o valor aferido em julho de 2002, a redução chega a 47%.

A Tarifa Aérea Média – valor médio pago pelo passageiro por uma viagem aérea em território brasileiro – foi de R$ 271,37 em junho de 2011. Apesar de apresentar aumento de 1,97% em relação a junho de 2010, em relação a junho de 2002 o valor da tarifa aérea média caiu 33,40%. Os valores são calculados com base nos dados das tarifas comercializadas pelas empresas aéreas, mensalmente registradas na Anac, e atualizados pelo IPCA. São considerados os dados dos bilhetes de passagem do transporte aéreo doméstico regular de passageiros, comercializados junto ao público em geral, independentemente de escalas ou conexões; e desconsiderados os bilhetes oferecidos gratuitamente, decorrentes de programas de fidelização (milhas), vinculados a pacotes turísticos ou a tarifas corporativas, tarifas diferenciadas oferecidas a empregados e tarifas diferenciadas de crianças.

CONTAM POR AÍ…

Convidado do Município de Ilhéus para vir a Ilhéus participar de um fórum de debates, o deputado federal Fernando Gabeira se transformou, como sempre, numa atração à parte. Não tão somente pela sua história, mas, sobretudo pelas propostas inovadoras para a política brasileira, a exemplo do que faz até hoje, haja vista sua constante capacidade de transformação em relação ao presente e ao futuro.

Em Ilhéus, durante toda sua estada, sempre esteve cercado pela imprensa, inclusive a nacional, e não se fazia de rogado ao tratar dos mais diversos assuntos ligados à política e economia nacional internacional, analisando estruturas e conjunturas, construindo cenários futuros. E assim passou a ser o maior e mais importante personagem do evento, inibindo figuras importantes da vida política e econômica brasileira.

E não era para menos. Jornalista experiente, político defensor de questões consideradas controversas, polêmicas, verdadeiros tabus, o casamento homossexual, a descriminalização da maconha e profissionalização da prostituição, Gabeira tem muito a falar por onde anda. Ainda mais quando a questão é sua história  a exemplo da militância política clandestina e as ações na luta armada durante o período da ditadura militar, quando participava do Movimento Revolucionário Oito de Outubro.

Membro fundador do Partido Verde (PV), Gabeira é um esquerdista histórico, tanto que alternou sua militância também no Partido dos Trabalhadores (PT) em diversas eleições. Por essas e outras, Gabeira tinha muito que contar e os jornalistas a perguntar. E esse assédio ficou mais evidenciado durante sua palestra no auditório do hotel em que também se hospedava.

No meio de sua palestra, todas as questões que sempre defendeu foram postas, para delírio dos presentes. Num desses temas, como era de se esperar, a crescente utilização da maconha, não se restringindo ao “cigarrinho maldito”, como se referem alguns, mas em diversas atividades econômicas. O cânhamo passava a ser visto como commodities e não mais como um problema de polícia ou política social.

Tanto era assim, que uma das demonstrações feitas pelo deputado federal Fernando Gabeira era o seu próprio tênis, fabricado com cânhamo, nome vulgar da Cannabis sativa, arbusto que fornece as folhas para a produção do velho cigarrinho de maconha. E a plateia ficou ouriçada com o exemplo dado pelo deputado. A notícia, por certo, ganharia as manchetes dos rádios, jornais e televisões do mundo inteiro, como efetivamente ganhou.

Mas essa não era a preocupação de um expectador em especial, que não perdia um lance do deputado Gabeira, era o repórter-fotográfico Mário de Queiroz, o conhecido Mário Bandeira, identificado como um dos usuários da maconha na sua versão enroladinha. Após os cliques de praxe, sempre buscando o melhor ângulo, Mário finalmente se aproxima de Gabeira e diz baixinho:

– Deputado, deputado, vamos subir ao seu apartamento para darmos uma fumada no seu tênis? – incentivou Mário de Queiroz.

Como era de se esperar, Gabeira respondeu com toda a tranquilidade:

– Olha, Mário, atualmente só uso maconha no tênis. Cânhamo, melhor dizendo – e seguiu respondendo as perguntas dos jornalistas.

Corrida ao Paranaguá – uma prova de fôlego

Walmir Rosário

O Partido dos Trabalhadores (PT) em Ilhéus até que tenta, mas não consegue fazer decolar uma candidatura majoritária ao Palácio Paranaguá. O que temos visto é que o partido ensaia, patina, porém não sai do lugar. Nem mesmo após o seu principal parceiro, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), colocar “a bola na marca do pênalti e mandar o PT chutar em gol”. Não se o porquê, mas não tem dado certo.

O certo é que, atônitos, os petistas não têm conseguido esboçar uma reação à altura. Talvez porque as facilidades têm sido tamanhas e eles ainda não conseguiram lidar com a nova situação. Ser governo não é nada fácil, notadamente quando o principal executivo é de outro partido, o que causa a falsa impressão de continuar na oposição, apesar do contracheque no final de cada mês.

E o que digo não é nenhum demérito de ordem ética ou política. Simplesmente provoca uma crise de identidade do tipo “ser ou não ser”. “Eis a questão”. O motivo: A tendência majoritária em Ilhéus “Construindo um Novo Brasil” (CNB), liderada pelo deputado federal Josias Gomes, alimentou a ideia de fazer o deputado candidato a prefeito. Josias nega ter feito alguma promessa desse tipo; os militantes pensam e afirmam o contrário.

Na última segunda-feira (5), o deputado Josias Gomes veio a Ilhéus, distribuiu afagos aos militantes, sejam da sua CNB ou de outras tendências, embora não tenha dito nenhuma novidade. À imprensa disse que poderia ser candidato, mesmo tendo incentivado uma alternativa local, mas não descartava “ter que partir para o sacrifício” caso os “companheiros” não viabilizassem um nome à altura. Aos “companheiros” explicou o seu projeto de continuar na Câmara Federal, incentivou a incursão de outros nomes.

Entre os nomes citados por Josias para concorrer ao Palácio Paranaguá o de Alisson Mendonça foi o mais incentivado, inclusive jurou apoiá-lo nesta difícil empreitada. Nada mais que “um balão de ensaio”, acredita grande parte dos políticos ilheenses, conhecedores que são das diferenças internas do PT, embora não se conheça um nome para concorrer nesse páreo, haja vista a falta de mobilização interna e o estofo para tanto de alguns.

Dentre os petistas de destaque na política ilheense Alisson Mendonça é visto como o mais preparado, por acumular a experiência de dois mandatos como vereador e a presidência do legislativo. Acrescenta-se, ainda, o desempenho no cargo de secretário municipal da Indústria, Comércio e Planejamento, uma Pasta imponente e importante, exercida em sua plenitude, com a coragem e a atitude de quem sabe comandar.

Mas isso ainda é muito pouco para quem deseja chegar ao cargo executivo majoritário de Ilhéus. Não basta saber gerenciar, é preciso demonstrar liderança dentro e fora do partido. E isso talvez seja o “calcanhar de Aquiles” de Alisson Mendonça. Se no âmbito interno partidário conseguiu o apoio dos “companheiros” de outras tendências, inclusive do deputado estadual Rosemberg Pinto, que anda às turras com o deputado federal Geraldo Simões (padrinho político de Alisson), no âmbito externo a conversa é outra.

Dos partidos que compõem a base do governo federal e estadual até o presente momento não chegou uma só frase de solidariedade ou empolgação pela candidatura do vereador-secretário. Desconheço o resultado “das andanças” de Alisson para “vender seu peixe” junto aos atuais coligados, mas caso esses encontros tivessem prosperado as notícias, por certo, teriam sido conhecidas, tanto para afirmar a possibilidade de um futuro compromisso, ou pelo simples “vazamento” de algum dos interessados.

Dos partidos políticos com pré-candidaturas postas, o Partido Progressista (PP) não descarta conversar com o PT, pelo contrário, fala até em dispor a vaga de vice. Será que é Alisson se contenta com isso? Aceitaria essa possibilidade? Encontraria abrigo na chapa do Partido Republicano Brasileiro (PRB) junto ao ex-companheiro Rui Carvalho? Convenceria o PSDB ou PSD (a definir) de Mário Alexandre a juntar os nomes numa mesma chapa? Caso cheguem a um bom termo, quem seria o protagonista e quem aceitaria atuar como coadjuvante?

Só o andamento das conversas mostrará quem terá “fôlego e jogo de cintura” para convencer os futuros coligados. De um lado, o PSB, parceiro de governo, conseguiu arregimentar 10, 11 partidos num encontro para debater a sucessão ilheense, não em torno de uma queda-de-braço, na qual o vencedor é considerado mais forte, mas em torno de ideias com a finalidade de elaborar um projeto comum para Ilhéus.

E nesse tabuleiro político, além das peças mais bem colocadas, a exemplo de Jabes Ribeiro, Rui Carvalho, Cacá Colchões, surge o vice-prefeito Mário Alexandre, que ganha musculatura e densidade eleitoral ao substituir – interinamente – o prefeito Newton Lima, acometido por problemas de saúde. Não se pode desconhecer a simpatia e o compromisso que o prefeito nutre pelo seu vice. Um handicap nada desprezível caso esse premissa passe a ser verdadeira.

Outra situação ainda não analisada é qual o comportamento do governador Jaques Wagner em relação à campanha política do próximo ano. Pela vontade de Jabes Ribeiro, o governador não deveria “se meter” na campanha, a não ser para indicar o nome do vice em sua chapa, mesmo que fosse Alisson Mendonça. Pelo que dizem os correligionários de Jabes, juntaria o que os une (no caso, a base de sustentação estadual e federal) e passaria a debater as diferenças, na busca de uma solução que interessasse a todos.

Em tese, parece fácil. Mas esse tratamento diferenciado agradaria aos outros partidos da base, que defendem os mesmos governos, mas que possuem interesses locais diferentes? Essas são perguntam que não querem calar, principalmente quando se trata da conquista do poder. Cada um desses partidos acredita ser chegada a hora de vencer. Todos eles consideram que reúnem as melhores propostas, as condições mais favoráveis, os melhores candidatos.

Nesse caso, qual seriam os argumentos mais convincentes para fazer esses partidos desistirem de chegar ou se manter no poder? Como costuma dizer o arquiteto Ronald Kalid, “Poder não se dá, poder se toma!”, qualquer deslize ou falta de habilidade das partes envolvidas será fatal para as pretensões. O resultado poderá ser desastroso, como num jogo em que o time com mais chances de vencer perca por WO (não entre em campo).

Advogado, jornalista e editor do site www.ciadanoticia.com.br

Operação Tapa-buracos chega ao Teotônio Vilela

Os serviços estão sendo finalizados na Princesa Isabel e começarão imediatamente no Teotônio Vilela

A avenida Princesa Isabel é uma das vias de Ilhéus que está sendo contemplada com as ações da Operação Tapa-buracos. A iniciativa, de acordo com o prefeito de Ilhéus em exercício, Mário Alexandre, não se estende apenas à recuperação asfáltica, ampliando os serviços oferecidos pela prefeitura. “Nosso objetivo é fazer com que cada local beneficiado com a operação, recebe simultaneamente outras benfeitoras, como manutenção da rede pública de iluminação, roçagem, limpeza, poda, pintura de meio-fio, reforço da sinalização horizontal, entre outros serviços básicos, realizados em parceria com a secretaria de Desenvolvimento Urbano”.

Na manhã desta sexta-feira (9), Mário Alexandre, acompanhado dos secretários Magno Lavigne (Governo e Assuntos Estratégicos), Marcelo Barreto (Segurança, Transporte e Trânsito), Carlos Freitas (Desenvolvimento Urbano), do presidente da Câmara Municipal, Edivaldo Nascimento e do vereador Gilberto Souza (Bel do Vilela), visitou a avenida Princesa Isabel, onde a operação tapa-buracos está em fase final. Segundo o secretário Marcelo Barreto, a operação segue para o bairro Teotônio Vilela, onde já foram iniciadas a limpeza geral da rua principal e a preparação para receber o recapeamento asfáltico.

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Governo do Estado apresenta EIA Rima do Complexo Porto Sul

O relatório foi entregue pelo Governo à Prefeitura de Ilhéus

Técnicos da Casa Civil do Governo do Estado da Bahia e da empresa Hydros Engenharia e Planejamento entregaram, nesta quinta-feira (8), durante reunião no Centro de Convenções de Ilhéus, os primeiros estudos do EIA Rima (Estudos de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental) elaborado para a implantação do Complexo Intermodal Porto Sul. Segundo o coordenador de Projetos Estratégicos da Casa Civil, Eracy Lafuentes Pereira, os estudos precedem os procedimentos do licenciamento ambiental e servirão de critérios técnicos para a avaliação da comunidade e órgãos técnicos.

Presentes à reunião, o prefeito de Ilhéus em exercício, Mário Alexandre, que junto com secretários municipais, conheceram algumas peculiaridades do projeto e realizaram consultas sobre o trabalho apresentado. No final do encontro, que contou com a participação do prefeito de Uruçuca, Moacyr Leite, e do secretário da Agricultura de Itabuna, Antônio Marcelino, os relatórios foram entregue à Prefeitura de Ilhéus e Uruçuca, em mídia digital e material impresso para que possam ser analisados e oferecidos subsídios para eventuais revisões.

Informa o chefe de Gabinete do Prefeito de Ilhéus, José Nazal, que a partir desta segunda-feira (12), o EIA Rima estará à disposição de instituições e cidadãos para que possam tomar conhecimento dos estudos efetuados. O mesmo material será entregue às setes cidades da área de influência do Complexo Intermodal Porto Sul, para que possam fazer uma avaliação do impacto ambiental em cada um desses municípios. “Através desse estudo os municípios poderão verificar qual o impacto ambiental e expor suas pretensões e necessidades”, considerou Eracy Lafuentes.

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Do Público ao Privado

O TRIUNFO DAS NULIDADES I

Ramiro Aquino desnuda os bastidores dos palanques

Esta semana, em artigo publicado na imprensa, o jornalista, radialista e cerimonialista Ramiro Aquino expôs, com todas as cores, a intolerância dos petistas que governam a Bahia. Numa espécie de “tomografia computadorizada”, do comportamento nada condizente com o discurso, a assessoria do governador Jaques Wagner dá uma demonstração de como tratar com desprezo os pobres mortais.

Para embasar o artigo, Ramiro Aquino fez comparações – vividas e presenciadas em palanques – das assessorias e cerimoniais dos governos de Antônio Carlos Magalhães e Paulo Souto. A empáfia dos petistas do “núcleo duro” de Jaques Wagner é de uma arrogância ímpar, tratando, não só os profissionais de imprensa, marketing e promoções, bem como autoridades convidadas para os eventos.

O TRIUNFO DAS NULIDADES II

Em Itabuna, a turma da arrogância de Jaques Wagner chegou ao cúmulo de barrar o Bispo Diocesano de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, de uma cerimônia no Hospital Calixto Midlej Filho, onde a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna e o Governo do Estado celebravam um convênio. Nem mesmo nos tempos da ditadura militar que assolou o Brasil durante 21 anos se viu falta de respeito tamanho.

Não consta nos anais da história, mesmo nos tempos em que a ditadura militar mais recrudesceu, tamanha estupidez, ao se desrespeitar a maior autoridade eclesiástica da cidade, numa cerimônia eminentemente política e realizada apenas para “passar manteiga na boca de gato”, como se diz comumente na gíria. Não havia, sequer, a desculpa de assuntos restritos da “segurança nacional”, como gostavam de dizer os militares.

O TRIUNFO DAS NULIDADES III

Enquanto em palanque o governador Jaques Wagner diz coisas amenas e beira à pilheria, no sentido de continuar o discurso do ex-presidente Lula, seus asseclas distribuem arrogância, ignorância, mal educação. É o poder em mãos erradas, mal utilizado por pessoas despreparadas e que não conseguem sobreviver por muito tempo, haja vista o mal-estar que conseguem causar em muitas pessoas em tão pouco tempo.

E essa arrogância de má uso do poder está em todos os segundos, terceiros, quartos escalões, que formam um verdadeiro “cordão dos bajuladores”, o conhecido puxa-saco, que querem mostrar serviço prestando um desserviço aos que servem. Como bem disse Ramiro Aquino, chegam ao extremo da truculência, seja ela de ordem física ou moral, na tentativa de afastar pessoas dos “chefes”. Em virtude do despreparo, têm medo da própria sombra.

O TRIUNFO DAS NULIDADES IV

No caso de Itabuna, durante a inauguração do Sest/Senat, a animosidade entre a comitiva do governador Jaques Wagner começou ainda no auditório da FTC, por ocasião da assinatura simbólica do convênio do programa “Todos pela Escola”. Lá, como dissemos aqui na semana passada, um “borra-botas” da Secretaria da Educação (não seria o lugar ideal para lotar uma pessoa dessa) tentou criar um atrito entre o secretário da Educação da Bahia, Osvaldo Barreto, e o secretário da Educação de Itabuna, Gustavo Lisboa, mas sem sucesso devido ao alto nível dos dois personagens.

Mas, durante a inauguração, não perderam tempo, e num ato de estrelismo, desconhecem pessoas, tentam desqualificar autoridades, e assim procederam com o prefeito de Itabuna. Se existem diferenças que as “costuras” sejam feitas pelos ”bombeiros políticos”, que conhecem do mister e não pelos pretensos profissionais de cerimonial, de jornalismo, de marketing. Lembro-me muito bem da preocupação do “cacique” Antônio Carlos Magalhães ao recomendar que em seu palanque subissem todas as lideranças locais, apesar das divergências existentes entre eles. É a arte de “ciscar pra dentro”, não a de espalhar.

O TRIUNFO DAS NULIDADES V

Se nos muitos palanques do governador Jaques Wagner acontece esses entreveros com frequência, imagine a “seleção étnica” feita antes de o avião pousar no aeroporto. Os profissionais de imprensa são tratados com má educação pelo fotógrafo do governador, um tal de Manu Dias, pessoa sem princípios e totalmente despreparado para a função que exerce ou que demonstra exercer.

Acredita ele, o tal Manu, que a imprensa das cidades do interior da Bahia são integradas por profissionais incompetentes, sem preparo, ou bajuladores da sua espécie. Olha para o equipamento dos fotógrafos, para os gravadores dos repórteres como a desdenhar da qualidade, comparando-os com o que porta, talvez de propriedade do Governo do Estado. Saiba, Manu Dias, a importância desses profissionais, com a mesma formação dele, acredito, na elaboração e divulgação das matérias jornalísticas do Governo do Estado, em grande parte promessas, muitas das quais feitas para não serem cumpridas.

A FALSA VISÃO DA ESTADISTA

A imprensa internacional ficou estarrecida com o volume de corrupção no Governo Federal do Brasil e pelo baixo índice de punição dos culpados. Mais, ainda, sobre o comportamento das autoridades brasileiras em relação à escolha de ministros e demais cargos de confiança sem a devida preocupação quanto a questões simples e primária como a ética e honradez. Dessas pessoas, pelo menos se espera, dependem o presente e o futuro do país.

Entretanto, para refutar qualquer insinuação ou repercussão das matérias divulgadas pela imprensa internacional, a presidenta Dilma Rousseff, grande promotora da “limpeza ética”, tenta desconstruir as informações com um argumento singelo e que não se sustenta. Para a presidenta, “Estrangeiro não conhece a política brasileira”. Sim, presidenta, até aí a senhora está certíssima, pois, infelizmente, a política brasileira está “atolada” de pessoas e atos nefastos, que dificulta a um cidadão de qualquer país do mundo aceitar “a farra feita com o dinheiro público”.

O desentendimento é somente em relação à política brasileira, que permite a roubalheira de forma arraigada e sem punição.

NAMORO PRA CASAR I

As conversas se repetem, mas nem todos atores participam

Ultimamente tem aumentado os encontros realizados pela base governista municipal de Ilhéus com os partidos afinados no propósito de que Ilhéus não retroceda e se curve às velhas e nada saudáveis práticas de fazer política. Têm dividido frequentemente uma mesma mesa o vereador Alcides Kruschewsky, do  Partido Socialista Brasileiro (PSB), o secretário municipal de Governo e Ações Estratégicas, Magno Lavigne (PSB), e até mesmo o médico Rui Carvalho, pré-candidato a prefeito pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB) e o vice-prefeito Mário Alexandre.

Pelo andamento e frequência das conversas, o “namoro” tem se mostrado firme e promete “casamento”, haja vista que os propósitos são idênticos. De um lado, o PSB com seu pré-candidato, de outro o PRB, também com pretendente ao Palácio Paranaguá. Nessa esteira, outros partidos e pessoas conversam sobre a sucessão, a exemplo de Cacá Colchões, que poderá ampliar essa coligação.

NAMORO PRA CASAR II

Como sempre, quem parece não se manter muito interessado nessas conversas é o Partido dos Trabalhadores (PT), que está sob “fogo cruzado”. “Chovem balas” por todos os lados, como é próprio das facções do partido, dividido entre as lideranças de Josias Gomes, sumido da região cacaueira; Geraldo Simões, que mesmo chefiando a parte mais fraca consegue fazer zoada; e a ameaça de bombas vindas do Palácio de Ondina.

Partido de tantos caciques locais, o PT sofre ao “provar do próprio veneno” ao ser submetido às pressões de instâncias superiores, onde decidem “bispos e cardeais” e enfiam coligações e candidatos “goela abaixo” dos militantes, que se tornam massa de manobra da elite palaciana. Por enquanto, nada dizem, nada ouvem, nada enxergam.

Mas, na hora certa, os petistas ouvem o recado dos chefes, desprezam os valores pregados, e como uma boiada rumo ao matadouro, entram na campanha imposta de cima pra baixo. Como dizem os entendidos: “Manda quem pode, obedece quem tem juízo”.

A CONTRAMÃO DE AZEVEDO I

Para alguns políticos, a nomeação de Sandra para a Ficc é uma vingança do prefeito Capitão Azevedo contra Roberto de Souza

As últimas nomeações feitas pelo prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, dão sinais límpidos e claros que para ele Itabuna pouco importa e o alvo a ser atingido é a reeleição, custe o que custar. Com isso, loteia a prefeitura, abrigando amigos e inimigos, não importando qual o tamanho do botim a ser conquistado por cada um deles.

O último exemplo dado comtempla o vereador Roberto de Souza, que até pouco tampo atrás prometia cassar Azevedo pelos desmandos praticados contra a administração pública. A ameaça se estendia por um estágio do prefeito na cadeia, tendo em vista o “alto grau das irregularidades cometidas com o dinheiro público”. Mas hoje isso é coisa do passado, que não deve ser lembrada para não causar constrangimentos a ambas as partes.

A CONTRAMÃO DE AZEVEDO II

É verdade que os arroubos do vereador Roberto de Souza cessaram, não por ter modificado seu pensamento, mudado de ideia ou ter novo ponto de vista após analisar as denúncias feitas anteriormente e considerá-las injustas, descabidas. Nada disso, pelo contrário, sua percepção continua a mesma, só que a interpretação é outra totalmente diversa da que expunha num passado nem tão recente.

Sem o poder na mão, já que perdeu a hegemonia de anos e anos na administração da Câmara, na qual mandava e desmandava, controlando, com seu grupo, as mesas diretoras que passavam, ficou sem pai nem mãe, como se diz na gíria. A intuição política ou a necessidade de sobrevivência apontou-lhe novos rumos, pousos mais seguros, pastos mais verdejantes para o exercício da política e a possibilidade de reeleição.

A CONTRAMÃO DE AZEVEDO III

Enquanto o vereador Roberto de Souza resolveu parte de seus problemas políticos e financeiros, indicando sua esposa Sandra de Souza para a presidência da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc), Capitão Azevedo ganha novas dores de cabeça. Sim, isso mesmo. A base aliada está irada com o ingresso do adversário – chamado antes de inimigo – na chamada “batucada”, enquanto eles, que “deram o sangue” a vida inteira sequer conseguem combustível político suficiente para o dia-a-dia.

A revolta é geral, pois quando Roberto de Souza era o todo-poderoso da Câmara de Vereadores, tratava os colegas da oposição como “vereadores canela seca”, sem direito às mordomias existentes na Casa, destinadas apenas aos amigos e correligionários. Os recursos para as viagens diversas sobre o pretexto de participação em congressos e seminários eram apenas para a base aliada, que dava sustentação à mesa diretora. É certo que alguns vereadores conseguiam “furar esse bloqueio” com promessas de outros mimos, interesses maiores, mas eram apenas alguns.

A CONTRAMÃO DE AZEVEDO III

Se esses problemas são contornáveis, outros são considerados impossíveis ou podem requerer mais trabalho, a exemplo da pouca afeição da presidenta da Ficc às artes, ao conhecimento da cultura e das políticas culturais. Se com Cyro de Mattos, que conhece do riscado, já era ruim, imagine sem ele. Não pela presença física, mas pela falta de intimidade com os projetos, pela habilidade em percorrer os caminhos e meandros da política para conseguir os recursos necessários.

De antemão, nada tenho contra a dona Sandra e tampouco desqualifico sua competência para transpor as dificuldades que surgirão no desempenho do cargo, mas alerto apenas para as qualificações necessárias e as credenciais exigidas. Não espere a presidenta que os artistas das mais diversas linguagens e expressões atuem como serviçais ou cabos eleitorais. Pelo contrário, o público, ou melhor, clientes da Ficc são pessoas que conhecem a sua cidadania e os deveres do Estado para com a cultura.

A CONTRAMÃO DE AZEVEDO IV

As cobranças surgirão e serão muitas, vindas de todos os lugares, mesmo os mais recônditos, e sobre todas as formas de expressão. Não acredito ter conhecimento a presidenta Sandra de Souza da realidade cultural dos bairros itabunenses, o que se faz de cultura no Corbiniano Freire, no Novo Horizonte, no Maria Pinheiro, no Pedro Gerônimo ou no São Lourenço. Ainda existe a cultura do Góes Calmon, do Jardim Vitória, cuja responsabilidade do Estado pe provê-las.

Não sei a origem dos recursos que estarão à disposição da Ficc, mas vou logo avisando: não virão do tesouro municipal, cujo governo trata a cultura a “pão e água”, quando muito. Azevedo, quando muito, acredita apenas no pagamento dos salários dos cargos de confiança ou empregados do quadro. Quanto ao restante, segundo ele, deve vir da inventividade do ocupante do cargo, mesmo que não tenha condições de autorizar uma diária para se deslocar a Salvador para apresentar um projeto.

Por fim, há quem diga que a vingança é um prato que se come frio e que agora o prefeito Capitão Azevedo se vingará de todas as perseguições feitas por Roberto de Souza contra ele, quando ainda era o todo-poderoso da Câmara.

Tem sentido!

UM CENTENÁRIO DE PROBLEMAS

Como sempre, os problemas regionais são tratados de forma grosseira, sem responsabilidade, por não haver interesse da população em cobrar dos governantes as promessas feitas e não cumpridas. Um exemplo disso é o Porto de Ilhéus, que completa 100 no mesmo estado de penúria. Bastaria uma pesquisa nos jornais das mais diversas datas para observarmos que a audiência pública realizada pela Câmara de Ilhéus é apenas mais uma das tantas mobilizações feitas nesses anos que se somam a 100.

O olhar operoso dos sindicalistas, a boa vontade dos vereadores em buscar soluções não encontram eco e sensibilidade entre as prioridades eleitas pelos governantes. Aqui se apresentam os problemas, que são minorados pelos representantes da Codeba. Rebatem os problemas com reclamações contra a burocracia, apresentam relatórios, dizem que os recursos estão disponíveis, mas as obras não saem. É a tática utilizada pelo poder: “não ir de encontro ao povo, enchê-lo de promessas e ir levando com a barriga”.

BOA NOTÍCIA

Esta veio do jornal O Estado de São Paulo, edição deste sábado (20). “A presidente Dilma Rousseff deu demonstrações de ignorar a inquietação do PT nos bastidores com o impacto político da “faxina” iniciada em julho em ministérios e autarquias federais. Dilma afirmou que o governo federal irá continuar a combater os “malfeitos” na máquina pública e ressaltou que a base aliada no Congresso Nacional também não concorda com a existência de irregularidades na administração federal. Parte do PT, conforme reportagem do Estado publicada sexta-feira (19), teme que as medidas carimbem o governo Lula como corrupto.

A presidente voltou a defender presunção da inocência e destacou que o governo federal respeita os direitos individuais e a dignidade humana. Ela comentou ainda reportagem publicada ontem no site da revista inglesa The Economist, segundo a qual a “faxina” que vem sendo promovida pela presidente na Esplanada dos Ministérios pode lhe trazer problemas no Congresso Nacional.

CONTAM POR AÍ…

Vascaíno até a medula, o prefeito de Ilhéus, Newton Lima, não abre mão de suas convicções quando o assunto é o seu time de coração. Esportista de quatro costados, Newton não dispensa uma partida de futebol, que vai desde o simples “baba” até jogos de futebol de quadra, passando pelo futebol de salão. Não importa o motivo do jogo, ele se apresenta para fazer seus gols e jogar conversa fora com uma cervejinha depois do jogo, como sempre fez, desde a juventude.

Como bom vascaíno, Newton Lima detesta os adversários, especialmente os do Rio de Janeiro, velhos conhecidos do Campeonato Carioca, Taça Guanabara, e porque não do Campeonato Brasileiro, onde todos disputam entre si. Mas, um destes times cariocas é o que ele mais detesta: o Flamengo, cuja torcida gosta de “tirar sarro” dos torcedores adversários, além da algazarra que fazem durante os jogos, barulheira que é ampliada geometricamente quando vencem um jogo.

Mas a rivalidade entre vascaínos e flamenguistas vai além das disputas das partidas e se estende pelo dia-a-dia, com gozações de ambos os lados. Como dizem que o Flamengo tem uma torcida superior – numericamente – a do Vasco, os cruzmaltinos costumam sofrer com mais intensidade. Pior do que as algazarras durante os jogos, é ouvir dos flamenguistas que o Vasco – orgulho dos “portugueses cariocas” é o campeão entre os vice-campeões do Rio de Janeiro, haja vista o acúmulo de derrotas nas partidas decisivas das várias edições do Campeonato Carioca e da Taça Guanabara.

Pois bem, se a simples gozação “ninguém aguenta”, imagine passar por outros tipos de constrangimento. Ainda mais quando o torcedor é político, classe conhecida por tentar agradar – indistintamente – aos pretensos eleitores, seja a que título for. Mas quando o assunto é futebol, a velha rivalidade entre os times do chamado “Clássico dos Milhões” – uma referência à quantidade de torcedores que consegue reunir numa partida –, o “buraco é mais embaixo”, como diria o filósofo carioca “Neném Prancha”.

Dias desses, ao participar do velório de um grande amigo, Newton Lima – católico fervoroso que é – cantava e rezava com outros presentes, seguido o ritmo do Padre Cristo, que “encomendava” a alma do finado a Deus. Lá pras tantas, não é que o Padre Cristo – também deve ser flamenguista – puxa o hino do Flamengo, considerando que seria uma última homenagem ao finado, torcedor fanático do time da Gávea.

Enquanto grande parte dos presentes fez coro acompanhando o Padre Cristo, Newton Lima parou – de chofre, como se diz – e ficou quieto. Ao seu lado, o secretário de Governo, Magno Lavigne, flamenguista de quatro costados, a título de gozação, tenta entusiasmar o prefeito a cantar o hino do Flamengo.

– Canta, Newton, canta, todo o mundo está olhando. Lembre-se que é uma última homenagem a um amigo – provocava.

E Newton Lima permanecia calado, sem esboçar qualquer reação, apesar dos constantes apelos do colaborador.

Enquanto não acabou a música, Newton permaneceu impassível. Na saída, não se conteve e disse a Magno Lavigne:

– Ora, Magno, o amigo precisava de oração, o que fizemos, quanto a time de futebol é assunto para os que ficam – e saiu sem falar mais nada.

Do Público ao Privado

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? I

Posicionamento de Jabes Ribeiro é considerado equivocado

O ex-prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, manda recado para algumas correntes políticas da cidade. De quebra, cita nome de pessoas, muito deles ex-correligionários, outros nem tanto, mas que ele acredita que poderia “turbinar” sua campanha para retornar ao Palácio Paranaguá como seu mais alto mandatário.

Na verdade, como sempre, Jabes usa metáforas e alegorias políticas para mandar seus recados. De tanto fazer isso, haja vista os anos que passou no poder, tanto na Prefeitura quanto no parlamento ou Governo do Estado, que os políticos ilheenses, seus ex-liderados ou não, conseguem decifrá-los de pronto, ou seja, no primeiro momento.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? II

Só que os métodos utilizados por Jabes Ribeiro são ultrapassados e relembram os velhos tempos da ditadura militar, através da pressão intelectual e material, como se somente ele fosse profundo conhecedor das artes da política. Verdadeiramente, os recados mandados por Jabes podem ser entendidos pelo avesso, pois ele mesmo é sabedor de que não se “chuta cachorro morto” por absoluta ser desnecessário.

A estratégia é outra: atirar no que viu e matar o que não viu. E para empreender essa empreitada não está sozinho e se aliou à outras correntes políticas que pretendem ampliar a participação no latifúndio político-eleitoral ilheense. No caso de Jabes, a história é um pouco diferente e ele tem convicção ser essa sua última cartada para ainda continuar demonstrando que “estaria vivo” e dando as cartas.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? III

Um desses aliados de Jabes Ribeiro nessa empreitada é o deputado federal Geraldo Simões, que nunca conseguiu impor sua liderança (na verdade, liderança se conquista) em Ilhéus. Por isso, os recados mandados por Jabes tem destino certo, quando se trata das pessoas, mas de conteúdo totalmente diverso.

Quando Jabes diz que não quer nada com quem participa do Governo Newton Lima, leia-se, por favor, “saia daí urgente para fragilizar o governo que eu garanto ‘uma boquinha’ se me ajudar a chegar à Prefeitura”. E essa mensagem chega de forma desesperadora, haja vista serem os destinatários petistas ligados ao deputado federal Josias Gomes.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? IV

Apesar de Jabes alardear aos quatro cantos que é o candidato preferido do governador Jaques Wager, seus adversário dizem essa “cantiga já furou o disco de tanto tocar”, embora ninguém tenha ouvido, uma só vez, nem mesmo por ouvir dizer. O que preocupa o ex-alcaide é a aproximação do governador com o prefeito Newton Lima, propondo a continuidade da coligação PSB-PT.

E essa atitude do governador atingiu, em cheio Jabes Ribeiro, que acusou o golpe, ao saber que o candidato preferido de Wagner – com diversas insinuações e afirmações – é o deputado federal Josias Gomes. E o PSB, ao entender a mensagem, saiu na frente lançando a pré-candidatura do vereador Alcides Kruschewsky ao Palácio Paranaguá. Para tanto, Alcides deixou o cargo de secretário de Governo e Assuntos Estratégicos para retornar ao Legislativo.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? V

Como dizem as “raposas políticas” que política e coligações não são feitas com fígado, a estratégia utilizada pelo ex-prefeito de Ilhéus é uma ação que beira ao desespero. Embora lhe pareça bonito ir às emissora de rádio fazer ameaças ou prometer coisas fantasiosas, cada vez mais Jabes cava sua sepultura para enterrar, de vez sua carreira política.

Esquece Jabes, porém a população de Ilhéus lembra bem, as sucessivas derrotas contabilizadas por ele durante sua carreira política. E isso fica bastante evidenciada nas pesquisas de opinião realizadas no município, que o apontavam com cerca de 90% de rejeição. Esse índice, tende a aumentar a cada aparição desastrosa do ex-alcaide, que vem agindo na contramão do marketing político ao invés de juntar espalha apoios, esnoba votos.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? VI

Magno Lavigne promete desnudar Jabes Ribeiro

A demonstração do “soco recebido no fígado” foi dada nesta última semana quando concedeu entrevistas ao radialista Vila Nova, no programa O Tabuleiro, e ao jornalista Maurício Maron, do site Jornal Bahia Online. Neles, Jabes destila veneno, esnoba pessoas. Chegou ao cúmulo de dizer que profissionais e políticos em atuação em governo dialoguem com ele, como se essas pessoas estivessem cometendo traições, conspirações contra as organizações a que servem.

Com isso, Jabes demonstra que em política existem adversários e não inimigos. No mínimo, deve ter tomado essas lições (erradas, por sinal) com o deputado federal Geraldo Simões, que se notabilizou pela prática de tentar desconstruir fatos e pessoas que não rezem por sua cartilha. Mas o tiro saiu pela culatra e na certa terá troco, por ter sido o atingido o sindicalista Magno Lavigne, atual secretário de Governo e Assuntos Estratégicos, condutor do processo político do governo Newton Lima e que alimentará a campanha eleitoral do próximo ano.

PRA QUEM JABES MANDA RECADO? VII

Na visão – caolha, por sinal – de Jabes Ribeiro, todos os partidos e os políticos ilheenses estão equivocados e teriam que alisar os bancos de sua escolinha. Como que se reencarnasse num novo Collor de Mello, Jabes desanca sobre as pessoas como se todos tivessem a obrigação de lhe dever subserviência, prometendo, tal e qual um Antônio Conselheiro repaginado, “um rio de leite e uma ribanceira de cuscuz” para os amigos e as profundezas do infernos para os inimigos.

Tirando os arroubos messiânicos, Jabes se recolhe ao trabalho de vender o seu partido, o PP (Partido Progressista) a prefeituras, não importando quais sejam. Basta que para isso lhe seja dado em troco qualquer tipo de adesão para que tente voltar à Prefeitura de Ilhéus, ou vice-versa. Como tem se perenizado o ditado que “a voz do povo é a voz de Deus”, não custa a qualquer um acreditar o ex-alcaide bate de frente com as circunstâncias.

Diante das circunstâncias, Jabes pode ser comparado a um professor (ops) que reprova todos os alunos, considerando-os incompetentes para aprender o que ele acha que ensina.

AZEVEDO É O CANDIDATO

Wally não está na foto, Wally sumiu, onde será que está Wally

Não agradou a todos os filiados do Democratas (DEM) o resultado da convenção do partido, que escolheu os membros do diretório e da executiva municipal. Um deles, que se considerava um “poderoso cardeal”, se esquivou de aparecer, já que previa o resultado. Em nenhuma das fotos foi visto, apesar das providências que vinha tomando no sentido de reverter o quadro.

De forma sorrateira, esse pretenso “cardeal” vinha visitando e mandando recados para lideranças políticas e jornalistas, prometendo mundo e fundos em troca de apoio numa futura (2012) campanha a prefeito de Itabuna. Sem prestígio e sem voto, o indigitado acredita que o dinheiro amealhado nessa administração seria mais do que suficiente para “comprar” lideranças e jornalistas.

E bem na cara de Azevedo.

SOU EU, MAS NÃO DIGA I

Ao elaborar uma matéria jornalística sobre a repercussão sobre a diminuição do território e do aumento da renda do ilheense, o Jornal Bahia Online produziu uma matéria curiosa: a fonte, que se dizia economista e professor da Uesc, pediu para não ser identificada. E tinha razão essa fonte, por saber que sua análise seria uma das mais absurdas, demonstrando falta de conhecimento sobre o assunto.

Na sua resposta, o incógnito professor da Uesc, cujo departamento para que trabalha não produz estudo algum sobre a economia regional, disse que ao “dedicar ao planejamento os louros da pesquisa do IBGE divulgada na semana passada, é jogar a sujeira para debaixo do tapete”. E foi mais além: “Se a cidade fosse efetivamente planejada, os recursos públicos não teriam sofrido quedas tão acentuadas” e tentou justificar sua teoria na “total incapacidade de se planejar as ações do município, com obras inacabadas e na falta de condições de se anunciar “o que vai se fazer daqui a uma hora”.

SOU EU, MAS NÃO DIGA II

Ao que tudo indica, o incógnito professor desconhece o sistema tributário e fiscal do país, que transformou as prefeituras em meras pedintes. A arrecadação do bolo tributário não representa sua divisão que obedece critérios econômicos, porém mesclados com as “bondades” chamadas de sociais. Enfim (no popular), quem arrecada mais é obrigado a dividir com os municípios cuja produção de tributos seja deficiente.

Não bastasse isso, faltou ao incógnito professor de economia da Uesc apresentar as variáveis responsáveis pelos resultados positivos e negativos da arrecadação. As condições que provocaram a queda da arrecadação não foram proporcionadas pelo município, ou pela falta de planejamento. Esqueceu o escondido economista que todos os recursos investidos em Ilhéus por outros entes federativos são fruto de prospecção das autoridades municipais e nem sempre são liberados conforme cronograma estabelecido.

Por último, município algum faz grandes negócios, ganha na loteria ou recebe vultuosas heranças, embora tenha que arcar com as dívidas deixadas pela sucessivas administrações, honrando o pagamento de precatórios trabalhistas e acordo para o pagamento de calotes dados à Previdência Social e demais encargos, a exemplo do FGTS.

Na academia o que deveria prevalecer é a teoria apresentada em forma de artigos científicos, monografias, dissertações ou teses. Melhor, ainda, se assinadas.

HBLEM – O OBJETO DE DESEJO

Não é de agora que o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM de Itabuna) se transformou em objeto de desejo das autoridades do município e do Estado da Bahia. Mas, ao contrário do que se espera, a preocupação não é para torna-lo eficiente no atendimento à população e sim pelo poder que a administração do hospital representa.

Implantado pelo prefeito Fernando Gomes para atender à população de Itabuna e região, com recursos do Município, Estado e União, o Hospital de Base foi concebido para ser referência em diversas especialidades, além de atendimento de traumas, notadamente resultantes de acidentes rodoviários. Entretanto, o que mais tem interessado às autoridades são os cargos de confiança que poderão se indicados e o uso da máquina administrativa.

HBLEM – OBJETO DE DISCÓRDIA

Geraldo Magela e Andres Alonso estão juntos, mas quilômetros os distanciam

Em recente reunião para analisar a situação do Hospital de Base e propor soluções, o diretor do Departamento de Regulação da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia, Andres Alonso, garantiu que o Governo do Estado só pode ajudar se o município lhe entregar o hospital. “Quando o Estado não tem a propriedade da unidade, ele tem que pagar pela tabela SUS; quando a unidade é dele, paga-se pelo que custa”, disse.

Para o Governo do Estado, a questão não é a simples aritmética, e sim o poder que representaria o hospital para o governo petista estadual. Pouco importa aos representantes do Estado que o HBLEM tenha apenas uma fonte de receita: o SUS, ou que atenda a população de outras cidades. Por outro lado, o governo municipal também não abre mão do poder que exerce, nem mesmo esclarece as constantes denúncias de corrupção naquele importante equipamento hospitalar.

O povo que se dane.

LUTA CONTRA MISÉRIA

Durante o 5° Encontro Regional de Capacitação do TCM-BA com Gestores Municipais que acontece nesta sexta-feira (22), no Centro de Cultura João Gilberto, na cidade de Juazeiro, com a presença de mais de 350 pessoas, oriundas de 36 municípios da região, sendo 14 prefeitos, o prefeito Luiz Caetano, presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), convocou os gestores para unirem forças na luta pelos royalties do petróleo e para acabar com a miséria no Brasil.

Luiz Ca etano informou que, “o preço do petróleo só tem aumentado e com isso o valor dos royalties, mas o Rio de Janeiro quer tudo para ele. Mas, é preciso que o país entenda que o petróleo é uma riqueza nacional que deve ser distribuída entre todos. Principalmente entre os municípios mais pobres, que têm um IDH muito baixo. Esse pode ser o passo mais importante para o sucesso do programa Brasil Sem Miséria”.Falando sobre o programa do governo Federal, Brasil Sem Miséria, que pretende acabar com a pobreza no país, Caetano afirmou que, “na segunda-feira estarei com Wagner e Dilma lança o programa na Bahia. Mas, essa luta precisa ser intensificada a nível municipal, pois para acabarmos com a miséria isso deve começar nos municípios. Nós prefeitos devemos fazer uma busca ativa em nossas cidades para descobrir as famílias que ainda não são assistidas por nenhum programa federal, estadual ou municipal para cadastramos no Brasil Sem Miséria”.

BOA NOTÍCIA

O Jornal Agora completa neste 28 de julho próximo 30 anos (Bodas de Pérola) de circulação. Para comemorar o feito, promove, na noite de quarta-feira (27), uma grande festa na Associação Atlética Banco do Brasil (AABB de Itabuna), com direito a boa música, gastronomia e homenagens.

Na grande festa do Jornal Agora serão homenageadas 30 personalidades da região. “Estamos nos dedicando para fazer o melhor e comemorarmos ao lado dos amigos e parceiros do jornal, que há 30 anos vem travando grande lutas em prol da nossa região. Esperamos brindar a todos com uma grande festa e que todos se sintam abraçados com nosso carinho”, ressaltou a diretora de Marketing do Agora, Roberta Oliveira.

As festas promovidas por José Adervan são conhecidas pela qualidade.

CONTAM POR AÍ…

Campanha política de 2010 para eleger presidente, senadores, deputados federais e estaduais e governador. Em Ilhéus, a base aliada de Dilma Rousseff e Jaques Wagner e transbordava de adesões, mas como política é uma arte que requer muita astúcia, algumas lideranças, para garantir prestígio seja qual for o resultado das urnas, dão uma no cravo e outra na ferradura.

Bastante precavida, a deputada estadual Ângela Sousa fez dobradinha com alguns deputados federais, a depender da cidade, sendo que em Ilhéus o acordo foi fechado com o deputado federal Geraldo Simões e, apesar do seu partido pertencer à coligação que tinha como candidato a governador Geddel Vieira Lima, fez campanha para Dilma e Wagner.

Já o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, filiado ao PSDB, “armou seu barraco” na campanha de José Serra e Paulo Souto, pulando a cerca – por motivo justo – quando se tratava dos votos que teria que dar à mãe, Ângela Sousa, e a Geraldo Simões, além dos candidatos a senadores Lídice da Mata e Walter Pinheiro.

Mesmo com os candidatos diferenciados, Marão não contava conversa e com a mesma disposição que organizava e participava das caminhadas de Serra e Souto, não dispensava os “arrastões” de Dilma e Wagner que tinha a participação de Ângela Sousa.

Médico dos mais conhecidos e conceituados, Mário Alexandre, pela disposição que sempre apresentava, entusiasmava tanto os participantes da caminhada quanto os moradores ou transeuntes, tratando todos pelos nomes. Pródigos nos abraços, perguntava pela família e pedia o voto.

Na reta final da campanha, numa dessas caminhadas realizada no bairro do Pontal, tudo corria tranquilamente e a adesão dos moradores era praticamente total, para delírio das lideranças. Foi aí, então, que aconteceu o inesperado.

O vereador petista licenciado e secretário da Indústria, Comércio e Planejamento, Alison Mendonça, após ter se refrescado do sol quente com alguns goles de cerveja, sente vontade de ir ao banheiro e, passando em frente à casa de um amigo, pede licença para satisfazer suas necessidades fisiológicas.

Ao sair, se depara com uma paisagem totalmente diferente da que deixou. Todas as propagandas da coligação petista coladas estavam cobertas pelos cartazes dos candidatos da coligação PSDB-DEM. Atônito, Alisson, que ficou pra trás, ligou para um “companheiro” que ia à frente e ligou pelo celular:

– Nosso pessoal não está fazendo a “colagem”? – perguntou.

– Você está gozando de minha cara, claro que sim, qual é o problema – retrucou.

Foi aí que o da frente parou de caminhar e Alisson, que ia atrás, se encontraram e presenciaram a turma da campanha de José Serra e Paulo Souto, coordenados por Mário Alexandre, colando os cartazes de sua coligação justamente em cima dos cartazes da coligação petista.

Na próxima caminhada não mais foi visto o vice-prefeito Marão na caminhada da coligação petista. Os cuidados foram redobrados, com uma turma tomando conta da retaguarda.

Sargentos são aperfeiçoados em Ilhéus

Será realizada nesta quinta-feira (21) às 9 horas, no auditório da Faculdade de Ilhéus, km 2,5 da Rodovia Ilhéus-Olivença, a solenidade que marca o encerramento do Curso de Aperfeiçoamento de Sargento. O treinamento executado pela primeira vez no interior do Bahia, reuniu 36 policiais militares do Sul e Extremo-sul do estado no 2º Batalhão de Polícia Militar, que desde o ano passou a atuar como unidade de Ensino, Instrução e Capacitação.

O evento contará com a presença do secretário de segurança Pública do Estado da Bahia, Maurício Barbosa; do comandante-geral da Polícia Militar, Coronel Alfredo Braga de Castro; representante da Unidade Escolar do 2º BPM, Coronel Teixeira, e do prefeito de Ilhéus, Newton Lima.

A turma, que encerra as atividades após quatro meses de curso realizado em turno diurno, terá como paraninfo o vice-prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, e como madrinha a deputada estadual Ângela Sousa.

A unidade, localizada no bairro Barra de Itaípe, abriga ainda os cursos de Sargento Especialista e Sargento Combatente, ambos com uma média de 40 policiais militares e são considerados pré-requisitos para a promoção de subtenente. Segundo explicou o sargento Gilson Nascimento, a unidade sediará a partir do fim deste mês o curso de soldados, que formará 300 novos PMs para a região.

Do Público ao Privado

DÃO RISADAS, POR ENQUANTO

No click de Clodoaldo Ribeiro, os prefeituráveis Alisson Mendonça, Alcides Kruschewsky, Jabes Ribeiro, Mário Alexandre, Magno Lavigne e Ruy Carvalho, amigos, mas nem tanto

O radialista Elival Saldanha conseguiu uma proeza que muitos gostariam e não conseguem: reunir, num mesmo evento e numa mesma mesa, praticamente todos os pré-candidatos a prefeito de Ilhéus. Pois é, isso aconteceu durante a Feijoada do Foco Bahia, realizada na terça-feira (28), no Ilhéus Iate Clube, em comemoração aos 477 anos de fundação de Ilhéus.

A imagem feita pelo fotógrafo Clodoaldo Ribeiro demonstra muito bem como os políticos se comportam na intimidade, longe dos comícios e dos eleitores, com cidadania. As risadas e os tapinhas nas costas terão fim assim que comece o período da campanha eleitoral. Aliás, nem precisa esperar tanto tempo, pois nas entrevistas nos veículos de comunicação as rusgas e diferenças já começaram faz tempo.

“ACABOU O GÁS”

Para o bom esportista, o jogo tem de começar quando o juiz apita, nem antes nem depois. A não ser os times de segunda, que jogam no chamado “esfria sol” e antes de encerrar o primeiro tempo já estão com a língua de fora. Esse fato acontece atualmente na política de Ilhéus, provocado pelo veterano Jabes Ribeiro, que não soube conter os ânimos e botou o time em campo.

Antes mesmo de iniciar o jogo, o time de Jabes já demonstra cansaço, e os “atletas” não conseguem acompanhar o pique da partida. De tanto expor os “jogadores” ao sol a pino, o time vem se esfacelando, e nem mesmo os reservas querem entrar em campo. A grande maioria já se transferiu para os times adversários e esperam o jogo do returno para dar o troco.

“AMOR DE VERÃO” I

Autoproclamado “candidato do governador”, Jabes Ribeiro ainda não conseguiu um afago sequer de Jaques Wagner em Ilhéus. O comentário geral entre os petistas com destaque e livre acesso ao Palácio de Ondina, é que o governador não sinalizou qualquer sinal de mudança na política ilheense, onde o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido dos Trabalhadores estão coesos na administração municipal.

A afinação é grande e o governador tem se mostrado preocupado em atender aos pleitos realizados tanto pelo PSB quanto pelo PT. Duas promessas feitas pelo governador Jaques Wagner durante a campanha estão em vias de cumprimento, a exemplo da segunda ponte entre o centro de Ilhéus ao Pontal, esta ligando o Morro de Pernambuco à Praia do Cristo.

“AMOR DE VERÃO” II

O governador Jaques Wagner garantiu ao prefeito Newton Lima que o projeto da ponte já está em fase de licitação. O governador teria dito que pelo menos uma das colunas de sustentação da ponte será fincada ainda no seu governo. A construção da ponte, para quem se lembra, foi feita pelo candidato à reeleição em frente ao estádio Mário Pessoa, após as cobranças do prefeito e do vereador Paulo Carqueija.

A outra promessa também na “ponta-da-agulha” é a duplicação da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), cujos recursos já se encontram alocados no orçamento do Governo Federal. Todas essas obras foram reivindicadas pelas lideranças do PSB e PT, considerados velhos aliados. Com isso, um político ilheense teria feito a pergunta: “Será que o governador Jaques Wagner abandonaria um casamento duradouro por um simples amor de verão?”.

CONSOLIDAÇÃO

Já está ficando delineada a formação das coligações com vistas às eleições (majoritária e proporcional) municipais do próximo ano em Ilhéus. Cada vez fica mais clara a polarização entre os partidos da base aliada do governo municipal e a oposição, capitaneada por Jabes Ribeiro.

A única diferença visível é quanto aos partidos e as lideranças que buscam seus espaços em ambas as coligações. De um lado, partidos que pretendem dar continuidade aos investimentos que estão sendo realizados em Ilhéus, e que vem recebendo as adesões. De outro, o caminho solitário de retorno a um passado de caráter duvidoso.

TOMOU GOSTO

Jarles Soares pergunta e Newton Lima responde que está afeito à política

Em entrevista concedida quinta-feira (30) ao programa Informe Geral, na FM Conquista e apresentado pelo radialista Jarles Soares, o prefeito de Ilhéus, Newton Lima, confessou que hoje se sente bem mais à vontade na política e que sua timidez é coisa do passado. “Sei que na oposição existem pessoas com qualidades e defeitos, os que fazem oposição declarada, os ocultos e os que são contra por necessidade”, pontuou.

Newton Lima declarou que é chegada a hora de se fazer política com critérios, defendendo a ideologia e o programa partidário, dentro do respeito aos adversários. “Não consigo entender que por estar na oposição um político fique contra os interesses de Ilhéus, como tem acontecido frequentemente. É justamente essa parte da política que não consigo conceber, mas, infelizmente, ainda existe. Precisamos fazer política com cidadania e ações institucionais”, relatou o prefeito.

INTERVENÇÃO BRANCA

Cansado de ouvir as reclamações sobre a Secretaria da Saúde de Ilhéus, o prefeito Newton Lima resolveu “pegar pesado” e nomeou uma Comissão Gestora da Saúde. A comissão tem o prazo de um mês para levantar todas as demandas e indicar as soluções para os problemas encontrados. Não é de hoje que os problemas nessa secretaria atormentam o prefeito.

Uma novidade nessa comissão é que, mesmo sendo autônoma, o atual secretário da Saúde, Jorge Arouca, e o futuro secretário, o vereador Paulo Carqueija, poderão acompanhar os trabalhos. A pessoas mais chegadas, o prefeito Newton Lima tem confidenciado que desta vez a secretaria passará por um verdadeiro “pente-fino” e as correções serão feitas de acordo com o relatório apresentado. Doa em quem doer.

HOMENAGEM A ALVIM I

O cientista Paulo Alvim é alvo de justa homenagem

Será lançado às 9 horas de quinta-feira, 7, no auditório do Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), na Superintendência de Desenvolvimento da Região Cacaueira da Bahia da Ceplac,  o livro “Paulo Alvim Mestre e Amigo”. A obra, biografia pessoal e profissional do cientista PhD em fisiologia vegetal, doutor, professor, pesquisador e agrônomo, foi escrita pelo agrônomo Frederico Monteiro Álvares Afonso, autor de várias obras científicas e cujo falecimento há dois anos também causou grande comoção na comunidade científica nacional.

Tanto o biografado, falecido em fevereiro deste ano aos 92 anos, como o autor da obra, dedicaram boa parte de suas vidas ao setor cacaueiro, como ex-servidores públicos federais da Ceplac. A direção considera justa a homenagem ao colaborador, cuja história se confunde com a história da própria instituição Ceplac. “Essa homenagem a um cientista de renome internacional como Alvim, é uma prova de gratidão e reconhecimento por tudo que fez pela ciência agronômica, pela cacauicultura brasileira e pela Ceplac”, disse o coordenador Técnico-científico da Ceplac, Manfed Müller, ao comentar sobre a obra.

HOMENAGEM A ALVIM II

Müller considera que Alvim é digno dessa menção pela grandiosidade de sua trajetória e ser um dos responsáveis pela implantação de departamentos técnicos da Ceplac, em especial, o Centro de Pesquisas do Cacau (Cepec), considerado em todo o mundo como um dos mais avançados centros de estudos agronômicos em regiões tropicais. Paulo Alvim teve uma carreira profissional exemplar o que lhe rendeu reconhecimento nacional e internacional, através de diversas honrarias por parte de instituições de grande prestígio no meio agrícola.

Sobre o autor, Müller destacou que a história de uma grande carreira é própria de ser narrada por outro também agrônomo, pela sua sensibilidade e intimidade com a história do biografado. O livro publicado pela Editoria 3A, conta com 192 páginas e foi financiado pela Mars Cacau, que se associou ao projeto.

MAIS SEGURANÇA

A Universidade do Estado da Bahia realiza, no próximo domingo (3), as provas do concurso público para admissão no Curso de Formação de Oficiais da Polícia Militar (CFOPM 2011), que oferece 120 vagas, sendo 108 para homens e 12 para mulheres. O cartão de convocação do candidato esteve disponível para retirada presencialmente até esta sexta-feira (1), no Colégio Estadual Odorico Tavares, localizado no Corredor da Vitória, em Salvador.

Os portões dos 10 estabelecimentos onde serão aplicadas as provas serão abertos às 7 horas, fechando impreterivelmente às 8 horas. Os 10.435 candidatos só vão poder deixar os locais do exame três horas após o início. Eles terão até cinco horas para responder a 75 questões objetivas, distribuídas entre as disciplinas de Português (15), Inglês (15), Ciências Humanas (15), Matemática/Raciocínio Lógico (15) e Noções de Direito (15), além de Redação. Os gabaritos preliminares saem 24 horas após a aplicação das provas.

Com mais oficiais nos quarteis a necessidade de novos comandados é iminente.

WAGNER E FIFA EM ILHÉUS

Nesta quarta-feira (6), Ilhéus recebe a visita do governador Jaques Wagner. O comunicado foi feito pelo Cerimonial do Governo do Estado na tarde desta sexta-feira (1º) ao prefeito de Ilhéus, Newton Lima. Wagner vem prestigiar a Festa do Chocolate, mas a cidade espera que ele traga algumas “carta na manga” e possa anunciar a realização de algumas obras e serviços prometidos…faz tempo.

Antes do governador, nesta terça-feira (5), chega uma missão da Fifa, para inspecionar equipamentos de turismo para apoiar visitantes durante a Copa do Mundo que será realizada em 2014. Ilhéus poderá sediar delegações de países ou até mesmo torcedores. Os hotéis estão na mira dos representantes da Fifa. Na quarta-feira (6), com a presença da imprensa, eles visitarão alguns hotéis ilheenses para aferir capacidade e qualidade.

RALLY TRANSBAHIA

Participantes do Rally Transbahia agitaram Ilhéus na passagem

Chegou a Ilhéus na tarde de sexta-feira (1º) a saiu às 6 horas deste sábado (2) direção e competidores do Rally Transbahia, que homenageia a Independência da Bahia. Participam da prova de regularidade carros e motos, que saíram de Salvador no dia 30 de junho e cumpriram o primeiro percurso até Santo Antônio de Jesus. Na sexta-feira (1º), o segundo percurso teve como chegada Ilhéus e na manhã deste sábado os competidos se dirigiram a Porto Seguro, ponto final de chegada da prova, onde serão computados todos os pontos de pilotos e equipes.

PT TEM MEDO DO ARAGUAIA I

O professor Fábio Konder Comparato, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, disse que é preciso ficar claro que a busca dos corpos da Guerrilha do Araguaia é responsabilidade oficial do Estado. Ao participar nesta quinta-feira de audiência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, Comparato disse que o Brasil romperá com a ordem internacional se desrespeitar a sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre a guerrilha, que considerou dever do governo brasileiro investigar, julgar e punir torturadores.

A Corte classificou o fato como crime contra a humanidade e, em dezembro de 2010, culpou o Brasil pelo desaparecimento de 62 integrantes da guerrilha. A guerrilha foi organizada pelo PCdoB no início dos anos 70 na região do Bico do Papagaio (divisa dos estados de Tocantins, Pará e Maranhão). O Estado foi condenado a devolver os restos mortais às famílias dos desaparecidos.

PT TEM MEDO DO ARAGUAIA II

Segundo Comparato, o Brasil se recusa a cumprir a decisão internacional, pois a Advocacia Geral da União (AGU) se manifestou pelo não cumprimento da sentença. Como a AGU está submetida à Presidência da República, isso significa que o governo decidiu enfrentar a Corte, o que torna o Brasil, segundo ele, um País fora da lei.

Na opinião do professor, o debate não deve levar em conta o conflito entre a decisão da corte e o julgamento anterior do Supremo Tribunal Federal (STF). A sentença da OEA é contrária a uma decisão do STF de maio de 2010, que considerou anistiados todos os crimes políticos e conexos cometidos durante o governo militar, por agentes do Estado ou por militantes políticos contrários à ditadura.

BOA NOTÍCIA

Nos próximos três anos, a conexão do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) terá de ser cinco vezes mais rápida.

Já em outubro deste ano as empresas devem oferecer velocidade de 1 megabit por segundo (Mbps). Mas deverá subir gradativamente e pode chegar a 5 Mbps em 2014, ano que o governo estima que todos municípios do Brasil tenham internet.

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirma que 70% dos domicílios que não têm acesso à internet vão aderir ao plano, lançado ontem. Hoje, 27% dos lares têm o serviço.

Segundo Bernardo, não haverá injeção de dinheiro público no PNBL. A Eletrobras poderá se aliar à Telebrás para ofertar banda larga no atacado e expandir a rede de fibras óticas, o que reduzirá 30% dos preços cobrados atualmente. Portanto, a proposta de investir R$ 1 bilhão por ano em fibras óticas não foi deixada de lado.

Redação Adnews

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