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UFSB publica Edital para Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto

A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) acaba de publicar o Processo Seletivo Simplificado para Professor Substituto. No Edital, são oferecidas 8 vagas para professor substituto nas áreas de Matemática, Computação, Inglês e Química, para os campi de Porto Seguro e Teixeira de Freitas. O regime de trabalho é de 40 horas e a remuneração pode chegar até R$ 5.697,61, sendo acrescido ainda o auxílio-alimentação no valor de R$ 458,00.

As inscrições ocorrem do dia 05 ao dia 12 de maio, mediante preenchimento de formulário eletrônico, disponível no endereço eletrônico http://selecao.ufsb.edu.br/concurso. O valor da taxa de inscrição é de R$ 100,00. O Processo Seletivo tem data provável para ocorrer no dia 23 de maio de 2017 a partir das 08h, em etapa única, compreendendo dois momentos avaliativos: Prova Didática, de caráter eliminatório e classificatório; e Prova de Títulos, de caráter classificatório.

Para mais informações, acesse: http://www.ufsb.edu.br/editais-2017-2/

“Bola da Vez” nas Escolas Municipais de Canavieiras

A Secretaria Municipal de Educação promove, na próxima terça-feira (10) a culminância do projeto Bola da Vez, envolvendo as escolas do município nas modalidades educação infantil e fundamental I. A iniciativa tem como objetivo abordar assuntos relacionados ao tema futebol e Copa do Mundo nas salas de aulas em diversas disciplinas, incluindo, assim, a temática no currículo convencional.

Segundo a Secretária de Educação Emília Augusto, os professores se dedicaram a pensar a Copa dentro do ponto de vista das disciplinas e também da educação “Os temas futebol e Copa do Mundo abrem um leque variado para os mais diversos trabalhos, para além das atividades realizadas em sala de aula, por meio de datas específicas, temas transversais e projetos especiais. É possível incluir a temática do futebol no currículo padrão”, explica.

No projeto está previsto que aulas de Educação Física incluam visita a um clube, discussões sobre o regulamento atual do esporte e organização de partidas entre alunos de ambos os sexos. A ação visa ampliar os conhecimentos dos alunos não só na prática e também na teoria sobre o esporte, fazendo referência às partidas e aos inter-relacionamentos pessoais.

O tema também estará presente, também, nas aulas de Artes, Ciências Naturais, Geografia, História, Língua Portuguesa e Matemática. Serão abordados, desde a análise das mascotes da Copa, nas aulas de artes, até a construção de gráficos para avaliar a evolução dos times, nas de Matemática. “Iremos proporcionar aos alunos descobertas das diferentes culturas, através de uma rica troca de informações entre educadores e educandos a respeito do tema”, conclui Emília.

Se Karl Marx tivesse estudado Administração

Sem Excel e Matemática de Processos Dinâmicos, Marx achava que as margens de lucro seriam cada vez maiores, os capitalistas seriam cada vez mais ricos, e os trabalhadores cada vez mais pobres. Mas isto foi um chute, não uma constatação científica.

Stephen Kanitz

Na época de Karl Marx havia pouco capital e poucos capitalistas.

Tanto que os marxistas criaram como seu símbolo a foice e o martelo, bens de capital que custam menos que R$ 10,00.

Um tear mecânico custava na época em torno de R$ 1.000,00, só que aumentava a produtividade do tecelão em mais de 10 vezes.

Num primeiro momento este aumento de produção não chegava a afetar o preço do tecido que ficava praticamente igual, nem do trabalhador.

Os primeiros donos de teares passaram a ganhar nove vezes mais do que na produção manual.

O lucro inicialmente se tornou colossal.

Foi isto que Karl Marx viu, e infelizmente achou que era o normal e não um fenômeno sui generis.

Do dia para a noite, o lucro que era de 10% sobre um tecido passou a ser de 50%, uma baba. O que permitiu a compra de mais teares.

Pergunte a um empresário ou capitalista o que ele acha de fornecedores que embutem margens de lucro de 50%.

Garanto que ele responderá “um bando de ladrões”, a mesma análise feita por Karl Marx. Como isto é possível?

Karl Marx não entendia de Processos Dinâmicos. Ele não tinha à sua disposição um Excel.

Não conseguiu ir além da sua análise da situação da época, não conseguia simular o futuro nem como tudo isto iria terminar.

Sem Excel e Matemática de Processos Dinâmicos, Marx achava que as Margens de Lucro seriam cada vez maiores, os capitalistas seriam cada vez mais ricos, e os trabalhadores cada vez mais pobres.

Mas isto foi um chute, não uma constatação científica.

O que Karl Marx não entendeu?

O mínimo de administração.

As empresas reinvestem 90% dos seus lucros, devolvem por assim dizer a mais valia de Marx, de volta para a sociedade comprando mais e mais teares.

Maior produtividade e mais teares começavam a saturar o mercado da época e os preços despencaram.

Marx, o intelectual mais influente do mundo depois de Adam Smith, previu incorretamente que a margem de lucro das empresas ficaria cada vez maior e não menor.

Previu também que o número de capitalistas da época ficaria cada vez menor, e no final, na mão de uma única pessoa.

Karl Marx achou que eventualmente haveriam poucos capitalistas dominando tudo, auferindo todo o lucro, e bastaria uma pequena revolução para eliminá-los e teríamos a sociedade justa e igualitária de imediato.

Só que as margens de lucro despencaram de 50% para 2% sobre o preço de venda

Como todo administrador previa na época.

Basta ler as edições de Melhores e Maiores.

Hoje quem cobra 50% do povo consumidor é o Estado, via impostos. A maioria das empresas tem margens de lucro de 5%, e 20% delas operam no prejuízo.

Basta consultar a edição.

Por quê?

Em Administração descobrimos que era melhor ganhar pouco (2%) de muita gente do que fabricar Rolls Royce para poucos.

Era melhor ganhar somente 2% de muita gente do que ganhar 50% de pouca gente.

Algo que Marx não imaginou que poderia ocorrer.

Honestamente, você se incomoda em dar 2% do preço do produto para o empreendedor que criou o produto que não existia, que organizou toda a equipe de produção, que gerou todo o sistema administrativo, que paga bem seus funcionários dando creches, educação e fundos de pensão que deveria ser função do Estado?

Que arrisca um dia quebrar e perder tudo porque você não gosta do produto, que produz antecipadamente para que você sempre possa comprar aquilo que você precisa?

Eu não pegaria em armas para destruir este sistema, para entregar tudo a gestores de estatais que nem sempre são tão eficientes e comprometidos com o consumidor.

Se aparecer um setor com 50% de lucro, a saída é permitir mais concorrência que irá reduzir a margem, em vez de dar poderes monopolísticos para a Petrobras, a Vale, aos Correios, a Caixa, ao Banco do Brasil e assim por diante.

Karl Marx nunca estudou administração, e não percebeu que capitalismo se combate com mais capitalismo, com mais “concorrência”, algo que não existe nas escolas de Marxismo, onde os professores têm monopólio, emprego vitalício, onde o melhor aluno jamais lhe substituiria como professor.

Marxistas, Socialistas, Trotskistas, Maoistas, Stalinistas, Chavistas, Castristas, enfim, não perceberam que já em 1800, administradores estavam substituindo os barões capitalistas do passado e que os trabalhadores seriam proprietários das ações das empresas em que trabalhavam, via os Fundos de Pensão que nós administradores criamos.

Metade das ações das 500 maiores empresas americanas estão hoje na mão de seus funcionários, e a outra metade nas mãos das viúvas dos antigos funcionários.

Fomos nós administradores que implantamos a justiça que Marx tanto sonhou, e não os acadêmicos socialistas como Arrow, Joan Robinson, e Paul Sweezy.

Karl Marx ensinou três gerações de acadêmicos a pregarem a estatização, os monopólios estatais.

Petrobras, Vale, Eletrobrás, Sabesp vendem commodities até hoje.

Não precisam de administradores que acrescentam valor à matéria prima.

Precisam de acadêmicos que saibam determinar o Preço de Mercado e nada mais.

Se Karl Marx tivesse estudado administração, Rússia, Cuba, China, Índia e o Brasil não estariam tão atrasados como estão hoje.

 

* Artigo publicado originalmente no site de Stephen Kanitz, cedido gentilmente ao Administradores.com.

Educação nota zero

Walmir Rosário

Estamos vivendo numa época ímpar, na qual cada vez mais são relegados ao desprezo os valores éticos e morais. Essas mudanças poderiam ser entendidas como decorrentes das transformações normais de qualquer sociedade não fossem provocadas pelas pessoas que defendiam bandeiras opostas, através de postulados filosóficos considerados dogmas intocáveis para a preservação da moralidade.

Com as mudanças a sociedade assiste, passivamente, que as velhas bandeiras da educação não passam de um biombo onde a ideologia esconde seus verdadeiros objetivos: quebrar paradigmas. Só que até hoje muita gente não se apercebeu de que os modelos substituídos não possuem parâmetros ou comandos capazes de impor um freio na degeneração social.

Em suma, se aposta no quanto pior melhor, no sentido de propor medidas apenas paliativas quando a solução está a exigir mudanças efetivas, duradouras, e que possam ser consideradas avançadas.

Essas propostas que vêm sendo colocadas em prática pelos profissionais da educação de sucessivos governos é um atentado à obtenção de conhecimento, sobretudo por não privilegiar a busca do saber pelos alunos. Nem precisa, pois eles são automaticamente passados para as séries seguintes sem qualquer aferição sobre o conhecimento adquirido pelos estudantes.

Perde com isso o ser humano uma das suas motivações mais primitivas que é ambição de galgar conhecimento, status social e profissional na sociedade, geralmente adquiridos por meio do aprendizado. Essa prática tem criado um clima desestimulador na sala de aula, em que os alunos não precisam estudar, pois estão previamente aprovados.

Em defesa desse modelo, professores que apoiam esse método ou pelo menos aceitam, dizem que a avaliações procedidas em sala de aula são insuficientes para mensurar a educação. Para esses defensores da aprovação automática, as provas medem apenas o que o aluno está com vontade de responder instantaneamente. O fato mais desanimador é que, em nenhum momento, os defensores dessa proposta apresentam um projeto que incentive o aprendizado e melhore o nível de conhecimento repassado pelos professores em sala de aula.

Alguns especialistas em educação têm o desplante em afirmar ser a competição algo nefasto, criação da sociedade capitalista, e inimigo número um do verdadeiro socialismo. Parece, mas não se trata de nenhuma piada contada em sala de aula para desopilar o fígado, baixar o nível de estresse dos alunos.

Trata-se de uma proposta de nivelamento por baixo, no sentido de manter (e por que não criar) uma sociedade alienada, apropriada para os propósitos do partido dominante, cujos projetos versam apenas sobre a oportunidade de se eternizar no poder. E essas propostas são feitas de forma explícita, sem que haja uma alguma reação da sociedade organizada contra o processo de deseducação da população.

Já se tornou público e notório que a escola atual, principalmente a pública, não oferece instrumental suficiente para dotar os alunos de outros conhecimentos e percepção, como saber interpretar o que leem. Isto é fato conhecido e que estudos colocam o Brasil dentre os piores colocados do mundo quando se trata desses indicadores.

Aliado a isso, vivenciamos um dos problemas cruciais para a melhoria do ensino, que poderia ser conseguida através da formação e capacitação dos educadores, o que poderia mudar a realidade em sala de aula. Mas é difícil, senão impossível, capacitar alguém mal formado. Trocando em miúdos, vale a expressão chula, mas verdadeira, teremos sempre “o cachorro correndo atrás do rabo”.

Se o aluno não consegue aprender nos níveis fundamental e médio, com certeza não será a faculdade que irá suprir esse vazio intelectual existente. Primeiro, por possuir um projeto pedagógico pronto para aplicar o conteúdo programático numa determinada carga horária. Também não seria a faculdade a incumbida de disponibilizar matérias básicas obrigacionais dos dois níveis anteriores.

Nesse caso, persistirá a deficiência intelectual e continuaremos a conviver com profissionais diplomados, com formação idêntica, mas de conhecimento intelectual distinto. Um exemplo mais prático é a introdução de cotas nos vestibulares, quando o que vale não é o melhor preparo, o detentor de mais conhecimento, mas uma característica qualquer transformada em vantagem.

Além da segregação imposta na universidade, esse aluno também será discriminado no mercado de trabalho, por ser considerado um profissional sem os requisitos requeridos. Enfim, será classificado como um técnico de categoria inferior.

Não basta ao aluno aprender as matérias básicas – português, história, geografia, matemática, dentre outras –, mas ter formação de vida, o que somente poderá ser repassada através de instituições e mestres comprometidos.

Jornalista, advogado, e editor do site www.ciadanoticia.com.br

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