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Convenção escolhe Almir e Meneguelo candidatos a prefeito e vice em Canavieiras

Convenção confirma nomes de Almir Melo e Renato Meneguelo em Canavieiras - foto Charles Kitan-400x400A Coligação Certeza do Progresso – integrada pelo PMDB, PDT, PTB, PTC, PR, PRTB – homologou, durante a convenção municipal, os nomes de Almir Melo e Renato Meneguelo (ambos PMDB) candidatos aos cargos de prefeito e vice-prefeito de Canavieiras, para as eleições de 2 de outubro próximo. A convenção foi realizada nesta quinta-feira (4), das 16 às 20 horas, no Ginásio de Esportes de Canavieiras (Geca), com a presença de candidatos a vereador, filiados dos partidos coligados e políticos convidados de diversas cidades.

A grande surpresa da convenção foi a indicação do médico Renato Meneguelo como candidato a vice-prefeito, nome revelado somente na entrada da comitiva do prefeito ao local da convenção. O anúncio do candidato a vice na chapa liderada por Almir Melo era a grande expectativa nos meios políticos de Canavieiras, obtendo ampla aprovação nos diversos setores da sociedade, pela sua atuação na medicina e como secretário da Assistência Social nesta administração.

Atualmente, Almir Melo é prefeito de Canavieiras pelo quarto mandato e é considerado o político que mais contribuiu para o desenvolvimento da cidade, com grande realizações em todos os segmentos da Administração. A marca de político compromissado e administrador competente consagram Almir Melo como o prefeito que mais trabalhou na história da cidade.

Além das indicações do prefeito e vice-prefeito, na convenção também foram escolhidos os candidatos a vereador de todos os seis partidos coligados. Durante a assembleia dos partidos, foram formadas duas coligações: “Certeza do Progresso”, para a eleição majoritária; e “Unidos para o Progresso”, para a proporcional, entre o MDB, PDT, PTB, PR, PRTB, com 15 candidatos. Já os 17 candidatos a vereador pelo PTC preferiram não integrar a coligação e disputar a eleição apenas com seus candidatos.

Enfatizou, Almir Melo, o momento histórico que começou a definir o caminho do futuro de Canavieiras será trilhado sem ofensas e xingamentos. Segundo o candidato a prefeito, o propósito da coligação é continuar a ouvir o propósito dos diversos setores da sociedade, para que o futuro governo possa trabalhar em sintonia com a população, promovendo a melhoria de vida dos canavieirenses.

No entender de Almir Melo, todos os segmentos sociais estão sendo contemplados no governo atual, que tem utilizado toda a experiência da equipe administrativa aliada à vontade de vencer e os arroubos da juventude. “Continuaremos como administradores “ficha limpa”, que vem executando um governo voltado para o desenvolvimento econômico e social de Canavieiras”, ressaltou o candidato.

Para o presidente do Diretório Municipal do PMDB, Almir Melo Júnior, as duas coligações constituídas para disputar as eleições municipais têm grande responsabilidade em não permitir que Canavieiras possa voltar a trilhar pelo caminho do atraso e de terra arrasada, como aconteceu por 12 anos. “Temos o compromisso de administrar com competência, honestidade e transparência, formando um legislativo que analise e aprove projetos importantes, a exemplo da municipalização do trânsito e da implantação de políticas de gestão dos resíduos sólidos”, conclamou.

O candidato a vice-prefeito Renato Meneguelo destacou em seu discurso que não poderia se omitir a participar da eleição que dará um quinto mandato executivo a Almir Melo, comprovadamente um gestor altamente capacitado e comprometido com Canavieiras. Atualmente, Meneguelo é um dos médicos que desenvolvem em conjunto com o Laboratório de Bioquímica e Biofísica do Instituto Butantan, pesquisa em novas ferramentas terapêuticas no combate à células tumorais com o medicamento fosfoetanolamina sintética.

Junto com o pedido de registro das candidaturas, a Coligação Certeza do Progresso anexou o Plano de Governo, como todas as propostas de realizações para a futura administração. O documento terá ampla divulgação e ficará depositado na Justiça Eleitoral, podendo ser objeto de consulta por toda a sociedade. “Temos boas propostas, factíveis na atual realidade e que irão contribuir para o desenvolvimento de nossa cidade”, finalizou Almir Melo.

Acreditar não é fácil!

Walmir Rosário*

Costumo comparar os políticos petistas aos motoqueiros. Acreditam que podem fazer de tudo como se fossem os “donos do mundo”. No caso dos motoqueiros, todo o carro que lhe aparece à frente é considerado um perigo iminente, mesmo que não lhe constitua ameaça. A rua é toda minha. No caso dos petistas não é diferente e a cada risco eleitoral que se avizinha, pousam de vítima e protestam como um bebê desmamado.

Esse é o jogo da comunicação política estudada com afinco e posta em prática pelo Partido dos Trabalhadores (PT), especializado a criar factoides, mesmo os de somenos importância, provocando grande repercussão política. Estereótipos à parte, agora o PT traz de volta a propaganda para incutir no eleitor o medo de volta ao passado. Por passado entendam o PSDB.

Essa prática não é nova! Faz parte da política do quanto pior melhor e é capaz de produzir os resultados desejados, suscitando o medo no eleitorado. Constantemente, a velha e boa central de boatos entra em ação com estórias de que se candidato fulano ou beltrano ganhar a eleição acabará o Bolsa Família, maior programa de renda do Brasil.

Embora todos saibam que isso não é verdade, uma ação desse tipo causa uma comoção sem precedentes, com resultados comparados a uma guerra civil. Essas “afirmações” repetidas com exaustão se transformam em “verdade absoluta”, haja vista a boataria que provocou uma corrida às casas lotéricas e aos terminais da Caixa Econômica Federal.

O PT é o partido que sempre soube utilizar a chamada “rádio peão”, com a finalidade de espalhar notícias utilizando meios de comunicação populares não tradicionais, com mensagens subjetivas e dissimuladas. Meios esses, diga-se de passagem, bastante utilizados nos confrontos ideológicos.

Outro fato marcante é o da estrepitosa vaia tomada pela presidenta Dilma Rousseff durante a abertura da Copa do Mundo. Um protesto que considero de muito mau gosto e desrespeitoso, intimidação própria de quem não tem nenhum princípio ou respeito.

Mas se hoje os petistas são “vidraças” já foram “estilingues” e que o digam os amigos de hoje José Sarney, Collor de Mello, Maluf, e até Waldyr Pires quando ainda era do PMDB, sem falar no ainda adversário FHC. Esse exemplo entra aqui somente para mostrar que fatos e atos como esse têm precedentes vergonhosos.

E cada vez mais as redes sociais são utilizadas pelos militantes para disseminar factoides, assacar contra opositores. E o fazem com a competência de quem foi à guerra para vencer, não importando os meios. Eles são perfeitamente justificados pelos fins.

Os partidos de oposição esperneiam mas ainda não aprenderam a se comunicar com o eleitorado através dos veículos nada convencionais. Não aprenderam que o rádio, o jornal e a televisão são pautados pelas redes sociais.

É a internet que informa, em primeira mão, embora nem sempre com responsabilidade, mas de forma eficaz. A ética, tão requerida contra os ataques adversários, agora se transforma em artigo de luxo, que não entra na cesta básica das ferramentas de comunicação.

E nesta luta desigual da contrainformação ou informação irresponsável, perde o eleitorado brasileiro, que cada vez menos crê nos políticos tradicionais. Enfim, nem sempre a melhor maneira de comunicar é a forma mais indicada para os partidos.

*No meio do tiroteio da informação

Almir Melo no ninho petista

Nas hostes petistas I

Rui Costa e Almir Melo, juntos no Clube Social de Ilhéus

Rui Costa e Almir Melo, juntos no Clube Social de Ilhéus

O prefeito de Canavieiras, Almir Melo, participou neste domingo (4), no Clube social de Ilhéus, do 20ª Plenária do Programa de Governo Participativo 2014, da pré-candidatura de Rui Costa ao Governo do Estado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Apesar da surpresa de alguns petistas ao ver Almir Melo em evento petista, o prefeito de Canavieiras circulava com desenvoltura e tranquilidade entre os políticos de diversos partidos que estão juntos na pré-campanha.

Mais desembaraçado ficou Almir Melo ao ouvir elogios tantos dos anfitriões, a começar pelo prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro, passando pelo deputado federal João Leão, o vice-governador Otto Alencar e o pré-candidato petista ao Governo do Estado, Rui Costa. Mais do que ser reconhecido e elogiado, Almir foi chamado à mesa para os salamaleques de praxe.

Nas hostes petistas II

Almir Melo – filiado ao PMDB –, ao que tudo indica, não subirá no palanque da coligação que tem Paulo Souto como pré-candidato a governador e Geddel Vieira Lima pré-candidato ao Senado. Por razões históricas, Almir não ocupa o mesmo palanque de Souto, embora tenha jurado fidelidade a Geddel, presidente do  seu PMDB.

Para quem não lembra, foi Almir Melo o anfitrião do lançamento da candidatura de Jaques Wagner na sua primeira campanha ao Governo do Estado da Bahia. Para ele, não é nenhuma novidade o relacionamento com a chapa petista, pois foi um apoiador de primeira hora em 2006.

 

No mínimo, indelicados!

Walmir Rosário

É certo que os cacauicultores baianos não possuem nem experiência nem ciência na difícil arte arte de fazer política, o lobby para o seu próprio negócio, mas nem por isso podem cometer desatinos quando se propõem a entrar nessa difícil seara. É chover no molhado falar das constantes dificuldades do maior segmento econômico regional e a falta de união da cadeia produtiva cacaueira para solução desses problemas.

Alguns desses problemas não se resolvem com a ajuda governamental, pois são decorrentes do sobe e desce do mercado internacional de commodities, preço do dólar, desempenho econômico do país, intempéries ou mesmo a oscilação da produção e produtividade nos diversos países produtores, entre outros. Outros estão mais perto de nós, mas também são relegados, a exemplo da falta de agregação de valor ao produto cacau, com investimentos numa incipiente agroindustrialização e outras pequenas atividades que poderiam estar sendo desenvolvidas.

Entretanto, o mais nefasto é a absoluta falta de intimidade no trato com o coletivo. Podem até os especialistas escreverem tratados completos sobre a civilização do cacau, mostrando o individualismo deste tipo de lavoura, já arraigado na nossa cultura, esnobando o cooperativismo, colocando num plano secundário o associativismo, a convivência entre vizinhos de cerca e sofrimentos comuns.

O mais inconcebível é que os cacauicultores não sejam adeptos da máxima: se unir nos pontos convergentes e discutir nos divergentes. Ao contrário, essa divisão se dá desde a originação, ou seja, da divisão existente entre as várias instituições dos cacauicultores, a exemplo da CNPC, sindicatos rurais, Comacau, e por aí afora, com arranhões na representatividade da classe produtora, mesmo que isto traga prejuízos incalculáveis a todo o segmento produtivo.

Não importa o coletivo, vale o individual, o dono do pedaço, o pai da criança, apesar dos riscos que correm diante de tamanha teimosia. Desde quando iniciou sua participação nas lutas em defesa da cacauicultura, o deputado Josias Gomes deu uma demonstração de sabedoria e desprendimento, ao insistir na união suprapartidária de deputados, senadores, governadores, prefeitos, enfim, todos os políticos regionais em torno da mesma causa, que mesmo sendo de partidos diferentes, defendem interesses comuns e convergentes.

Que demonstração maior poderiam ter dado Josias Gomes e Geddel Vieira Lima, ao unir esforços no sentido de sensibilizar as autoridades federais para buscar uma solução que atendesse aos cacauicultores. Neste empreendimento, as diferenças do PT e PMDB foram postas de lado, prevalecendo apenas os interesses maiores da cacauicultura e a questão passou a fazer pauta no Governo.

Ao que parece, os cacauicultores fizeram ouvidos de mercador diante da pregação dos deputados Josias Gomes e Geddel Vieira Lima, e passaram a tratar da suspensão das dívidas sozinhos. Marcada uma audiência com o governador Paulo Souto e o secretário da Agricultura da Bahia, Pedro de Deus, nossos representantes da Comacau partiram para Salvador sem a presença ou apoio de um único deputado, seja ele federal ou estadual.

Na certa, os cacauicultores devem ter voltado inebriadas da missão anterior em Brasília, quando se avistaram com o ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues e o executivo do Ministério da Fazenda, Gerardo Fontelles, além de alguns poucos parlamentares. Talvez a paisagem e a arquitetura dos prédios e corredores de Brasília tenham enchido nossos representantes do cacau de entusiasmo, fazendo-os acreditar que já possuíam cacife suficiente para andar com as próprias pernas.

Ledo engano. Para percorrer os sinuosos e frios corredores palacianos é preciso mais do que estar empunhando uma causa justa. Para isso, nada melhor do que ter ao seu lado gente que tenha poder e argumentos suficientes para colocar o pleito em regime de urgência, afinal o apoio político é uma moeda de negociação em qualquer centro de decisão e isso vale em Itabuna, Salvador, Brasília ou Washington.

Apesar das constantes lições recebidas, as lideranças do cacau ainda não conseguiram fazer o dever de casa e aprender que política é a arte de somar e não dividir. Sozinhos, não conseguirão chegar a lugar algum, com o apoio dos deputados podem conseguir o intento. Mas, voltando ao que interessa, para mim, ir à audiência com o governador sem ao menos convidar os deputados envolvidos na luta pode ser considerada uma grosseria primária, no mínimo uma indelicadeza.

 Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 11-12-2004

Prudência e caldo de galinha…

Walmir Rosário

A Câmara de Ilhéus é uma das últimas casas legislativas a eleger sua Mesa Diretora. E o processo eleitoral é um dos mais complicados, deixando os analistas políticos impedidos de arriscar o resultado por antecipação, embora se vislumbre. O jogo político jogado nos bastidores é complexo, dado o grande número de interesses em jogo.

Para início de conversa, não existem dois lados – situação e oposição –, mas uma divisão de grupos, cujas motivações vão desde a afinidade pessoal até as oportunidades criadas com o resultado das últimas eleições. E como a vitória de Jaques Wagner vem tornando a decisão mais difícil!

Não se trata de incursões do governador eleito ou do seu staff junto aos legisladores ilheenses, mas do que espera o presidente eleito desfrutar em termos de benesses advindas do Palácio de Ondina. Em princípio, não comungo essa ideia, pois todos os esforços nesse sentido caberão ao Executivo Municipal, a quem compete formular as parcerias.

O que considero mais estranho no processo eleitoral do Legislativo ilheense é que o seu desfecho está, de certo modo, fora do alcance da Casa Legislativa, dependendo dos líderes políticos que já exerceram cargos majoritários no Município e/ou no Parlamento Federal. Têm esses políticos o dever de restabelecer um debate político de forma mais ampla, o que não vem acontecendo.

Essa responsabilidade recai exatamente sob os ombros de Jabes Ribeiro, político com amplo currículo, capaz de fazer inveja em muitos dos detentores de mandatos. Jabes, não custa relembrar, exerceu a vice-liderança do PSDB no Congresso, quando o líder era o então senador José Serra, tendo, portanto, estofo, jogo de cintura, sabedoria. Melhor dizendo: sabe onde as cobras dormem.

Derrotado nas últimas eleições, quando pleiteava uma vaga na Assembléia Legislativa, Jabes Ribeiro entrou em hibernação e faz ouvidos de mercador quando incitado a falar sobre o seu futuro político. Mesmo que somente seja para esclarecer as fofocas de bastidores dando conta de sua saída do PFL e a volta ao PMDB, antigo reduto, embora aí também tenha adversários encastelados. Mas nada muito significativo, pois a política é a arte de quebrar lanças… Ou como dizia o caudilho Leonel Brizola: “A arte de engolir sapos”.

O silêncio obsequioso de Jabes Ribeiro pode até ajudar suas conversas com o travesseiro, mas em nada contribui para o futuro de Ilhéus, especialmente após a derrota do grupo carlista, do qual atualmente faz parte. Não acredito que a inteligência de Jabes seja direcionada para a política de terra arrasada, na qual os valores se invertem, privilegiando-se o “quanto pior, melhor”.

Ao longo desses últimos dois anos, Jabes tem repetido que Ilhéus fez uma escolha e, embora não tenha sido a melhor, a população vai ter de aguentar os quatro anos. Embora não tenha feito um exercício de futurologia, é certo que Jabes utilizou as assertivas da lógica para elaborar a sua proposição, o que vem se confirmando.

Apesar de negar com veemência a sua participação nesse processo, ninguém, de sã consciência, jamais ousaria atestar sua falta de interesse em tão importante pleito. Ainda mais, tratando-se da eleição da Mesa Diretora para o biênio 2007/08, período preparatório para as eleições municipais.

O que interessa ao político Jabes Ribeiro? Manter-se alheio e omisso ao cenário político ilheense? Não é fácil acreditar numa decisão desse calibre, até porque ele já deu demonstrações claras de que seu apoio seria dado ao vereador Jailson Nascimento.

Por sua vez, Jailson Nascimento também é o candidato preferido dos vereadores petistas, não porque acreditem ser esse vereador o melhor e o mais indicado, mas para seguir o que está escrito na cartilha do PT. Isto quer dizer que o PT  fechou questão e é tradição a obediência da bancada após a aprovação.

Tiraria algum proveito político Jabes Ribeiro fazer essa aliança com o PT, por mais pontual que seja? Hegemônico, o PT não abriria mão da candidatura majoritária, nem mesmo abriria algum espaço para Jabes Ribeiro, por conhecer sobejamente seu potencial nos vários embates políticos realizados no decorrer destes anos.

Como diz o ditado: “Gato escaldado de água fria tem medo”. E o PT de Ilhéus não iria incorrer num primarismo sem precedentes.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 25-11-2006

O inadimplente da palavra

Walmir Rosário

Com a ampliação do processo democrático no País muda-se a cultura e os políticos e instituições são obrigados a auscultar a sociedade. A Ceplac, por exemplo, terá que mudar sua postura de descaso para com a sociedade e passar a ouvi-la, até porque já se torna visível, embora que ainda pálido, o nascimento de uma bancada do cacau, hoje formada pelos deputados federais Josias Gomes e Geddel Vieira Lima, embora outros já comecem a se interessar pelo assunto.

O mesmo acontece no restante da administração pública e nos mandatos parlamentares, com o surgimento de grupos de pressão de toda a natureza, seja através da ONGs, associações ou partidos políticos. É a democracia a responsável pela formação de coligações para eleger candidatos e coalizões para garantir a governabilidade.

De há tempos se tornou comum, logo após uma eleição, a coligação não se transformar em coalização de forças, principalmente em relação ao poder executivo. Ganha a eleição, o prefeito, governador ou presidente faz seu o governo, não admitindo a participação dos coligados, principalmente nas questões relativas ao planejamento e correção dos rumos. Afinal, como diz o ditado popular, se conselho fosse bom, seria vendido a preços altos.

Ninguém é obrigado a costurar acordos, fazer compromissos, mas a ética recomenda que todos os acordos feitos deverão ser cumpridos, custe o que custar. Entretanto, essa regra está se transformando em exceção e a obrigação contraída foi jogada na lata do lixo. É banalização do crime, do princípio da honradez. Hoje, os acordos são feitos para não serem cumpridos.

Um dos últimos exemplos disso pode ser demonstrado através da coligação engendrada pelo presidente do PT baiano, Josias Gomes, para fazer Geraldo Simões prefeito de Itabuna, reunindo a maior coligação da história política da cidade. Hoje, dos nove partidos coligados, apenas dois – os nanicos PCdoB e PDT – continuam fazendo parte da Administração Municipal e da coligação que tenta a reeleição do prefeito.

O afastamento de todos esses partidos só pode ter como motivo alguma intransigência do prefeito Geraldo Simões, acostumado a dirigir a Prefeitura como se fosse o diretório itabunense do PT, onde sempre obteve maioria. A sua facção, a Articulação, sempre açambarcou todos os cargos importantes e decisórios, distribuindo outros de somenos importância para os chamados (por eles) grupos xiitas.

Entretanto, a mesma estratégia não deu certo na administração de Itabuna, e com a força avassaladora do poder político e financeiro tomou de “assalto” desde a Câmara Municipal até os mais recônditos escalões político-administrativos. Nesse caso, prevaleceria, na opinião do prefeito Geraldo Simões, a simples concessão do emprego público, não importando a proposta de governo pregada na campanha eleitoral.

Aos poucos, os partidos foram perdendo o encanto de realizar uma grande administração e o PV foi o primeiro a deixar o Centro Administrativo Municipal, sendo seguido pelo PSB, PMDB, PSDB, entre outros. Em que pese a participação do deputado federal e presidente do PT baiano, Josias Gomes, atuando como bombeiro, não conseguiu apagar o fogo e a grande coligação se esfacelou.

O prejuízo do PT será ainda maior caso o prefeito Geraldo Simões teime em levar adiante o seu projeto narcisista, no qual o que realmente interessa não são a economia, o desenvolvimento regional, o bem-estar do povo, e sim o culto à sua personalidade. O PT, que pavimentou sua chegada ao poder com muito sacrifício, estará fadado ao descrédito caso fique conhecido como um partido sem outro projeto que não seja sua hegemonia no poder.

Mesmo não sendo homem de permitir “sombras” próximas de si, seria bom ao prefeito Geraldo Simões se espelhar na grande capacidade de trabalho do deputado Josias Gomes, que tem demonstrando competência no desempenho do mandato, e eficiência nas lutas em que vem travando. Se o prefeito permitisse ao deputado ter conduzido o processo com os aliados, talvez sua administração fosse eficiente e sua reeleição garantida.

Mas como diz o ditado, “se conselho fosse bom, não seria dado, mas vendido”.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 26-07-2004

 

Renan Calheiros de volta – tome a bolsa dê-me a alma

Walmir Rosário

O Senado Federal não trai o costume do Congresso Nacional e elege Renan Calheiros mais uma vez presidente daquela Casa. Foram 56 votos angariados pelo PT, contra 18 dados a Pedro Taques, além de dois contra e duas abstenções.

Calheiros, por certo, substituirá Sarney à altura, com todas as mesuras e serviços prestados ao Palácio do Planalto, para não fugir à regra, numa demonstração de que ainda está em alta a troca da bolsa pela alma, haja vista o fim da ideologia política.

E nesse sentido inovou o Partido dos Trabalhadores ao chegar à Presidência da República, monetarizando a troca de favores, o famoso “toma-lá-dá-cá”, cujo feito de porte pode ser visto no chamado “Mensalão”, que tanto trabalho proporcionou à Procuradoria Geral da República (PGR) e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Acinte maior e que soa como um escárnio ao povo brasileiro foi o discurso do novo presidente do Senado, Renan Calheiros, prometendo lisura na administração daquela Casa, diligenciando, com independência, a apresentação e votação dos processos que dormitam nas prateleiras, incluído, aí, os vetos presidenciais em matérias de interesse relevante para o Brasil.

Como tem boca fala o que quer, a palavra ética foi dita várias vezes por Renan Calheiros, embora todas as vezes tenha soado como falsa, tal e qual uma nota de R$ 30,00. Tivesse vivo e no gozo de suas prerrogativas políticas, o baiano Ruy Barbosa, o teria expulsado do Senado nos mesmos moldes com que Jesus Cristo enxotou os vendilhões do Templo.

Vendilhões, aliás, seria a palavra mais apropriada para nomear grande parte dos nossos congressistas, eleitos pelo povo brasileiro para representa-los, seja a eles próprios ou através da representação dos Estados. Mas como traição é uma palavra riscada do dicionário desses senhores, que comercializam as ações do mandato a quem der mais.

E quem disse isso foi o ex-presidente Lula – que hoje não sabe mais de nada – quando disse, em alto e bom som, que no Congresso, mais especificamente na Câmara Federal existiam 300 picaretas. Essa frase foi imortalizada na composição de Herbert Viana e interpretada pelos Paralamas do Sucesso no EP “Vamo Batê Lata”. Como Lula à época era deputado, longe de nós desmenti-lo.

Mas o vexame da eleição de Renan Calheiros – que deveremos aturar por dois anos – não se restringiu a ele e o senador também por Alagoas, Collor de Mello, deu um espetáculo à parte ao criticar o Procurador-geral da República, Roberto Gurgel, por apresentar, poucos dias antes, denúncia contra o seu colega alagoano.

Collor disse considerar “estranho” que a denúncia tenha sido feita tão perto do momento da eleição daquela Casa. Para ele, o procurador não teria autoridade para a iniciativa, inclusive porque ele próprio é alvo de denúncia que tramita no Senado – que tem prerrogativa para aprovar e cassar cargos de diversas autoridades. Collor, que foi cassado da Presidência da República, deve integrar a bancada dos hoje bem mais de 300 picaretas.

Sabido porque aprendeu todas as treitas durante todo esse tempo em que desfrutou da coisa pública, o ex-presidente da República e do Senado, José Sarney, preferiu permanecer calado. Do alto de sua experiência, sabe ele que logo-logo estará esquecido e todos os holofotes estarão recaindo no seu sucessor, que já demonstrou sobejamente ter encravado no seu DNA o péssimo e arraigado costume de se beneficiar, indevidamente dos recursos públicos, conforme as denúncias da Procuradoria Geral da República.

A eleição de Calheiros mobilizou toda a cúpula do PT, inclusive seu criminoso-mor – segundo o Supremo Tribunal Federal (STF) – o ex-ministro José Dirceu. O PMDB, que possui o recorde de espertalhões por metro quadrado, continuará atendendo e avalizando o projeto de roubalheira nacional, se beneficiando das generosas migalhas que caem da mesa de comensais do Palácio do Planalto.

E segue o enterro do sofrido e besta povo brasileiro!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Casamento de cobra com jacaré

Walmir Rosário

O Partido dos Trabalhadores (PT), antes uma agremiação integrada por vestais políticas, finalmente foi desnudado e expulso, sem nenhuma cerimônia, do paraíso político e jogado ao purgatório, se aquecendo com o que sobra do fogo dos infernos. Os mais experientes articulistas políticos não conseguem entender as bruscas mudanças tomadas pelos petistas após a tomada do poder, obedecendo ao caminho das urnas, como requer a democracia.

Os pruridos de antes foram apagados da cartilha petista com a maior desfaçatez, eliminando até mesmo um estágio centrista do tipo neoliberal praticado por Fernando Henrique Cardoso e criticado por eles. Não havia tempo para essas formalidades e a guinada foi de 360 graus, até se chegar aos pés do Partido da Frente Liberal, o nefasto PFL de antes, satanizado antes e depois das eleições pelos “companheiros barbudinhos”.

A bem da verdade, Lula e os petistas não conseguiram nem mesmo se juntar ao PFL (a não ser na eleição de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro), mas a um grupo liderado pelo senador Antonio Carlos Magalhães, um tipo de político que depende do poder para viver, como o peixe da água. Os meios utilizados para isso não importam, e sim os fins: promover uma ditadura civil no País, oprimindo a oposição, calando a voz de instituições, prevalecendo o absolutismo.

Aos eleitores resta saber quais os tipos perigosos de vírus ou bactéria que habitam o Planalto Central e contaminam um partido à primeira sentada no Trono Presidencial do Palácio da Alvorada. Em quem o eleitor vai agora acreditar? Nos partidos dos dogmas, da mentira, do esqueçam o que eu disse? É uma dúvida para ser tirada ainda nestas eleições de outubro próximo.

Como acreditar num partido como o PT, que diz explicitamente na sua propaganda eleitoral gratuita que, reeleito Geraldo Simões, a Fundação Marimbeta não vai acabar? Todos sabem que todos os cinco sítios do Menor Trabalhador foram implantados na administração de Ubaldo Dantas, quando era filiado ao PMDB. Durante esses anos nenhum sítio foi incorporado, apesar da miséria ter sido acentuada na periferia de Itabuna. Portanto, mais uma falácia, como também o é as três ambulâncias do Samu, cujas despesas da festa de entrega, com a presença do ministro da Saúde, Humberto Costa, daria para comprar mais outras 10 ambulâncias.

Outra tática utilizada pelo PT, tanto nos governos como nas campanhas eleitorais é sair na frente atacando pessoas e partidos, sem ética ou piedade, e ainda por cima entulha a Justiça Eleitoral com ações deslavadas e descabidas contra os adversários. Com isso, tenta impedir o trabalho da Justiça, para tentar sair incólume das agressões praticas. Não é honesto, não é ético.

Um partido não pode ter donos, mas perseguir posições definidas. Não deve ser hegemônico e cooptador, mas capaz de fazer alianças visando o benefício da população, governar com os coligados. Um das maiores demonstrações de desprendimento e espírito público foi dado pelo PMDB em Itabuna, ao se coligar com o PSB, mantendo Renato Costa na liderança da chapa, viabilizando uma candidatura com possibilidades reais de vitória.

Exemplos como esse são cada vez mais raros na seara política brasileira, onde os compromissos com a cidade, o estado, a nação, são relegados a segundo plano. Aliás, não é de hoje que o PMDB dá uma aula sobre convivência democrática partidária, abrigando na agremiação filiados das mais diversas tendências – esquerda, centro e direita, com suas subdivisões –, sem a prática de canibalismo entre as determinadas facções.

Na Bahia, o PMDB segue seu rumo, fazendo acordos políticos transparentes, defendendo a moralidade, chegando ao ponto de ter a coragem de cortar a própria carne quando atos espúrios contrários à sua filosofia, como os corriqueiros adesismos. Agir com pragmatismo não é vender a “alma ao satanás”, mas atuar de acordo sua capacidade de liderança na promoção do bem-estar social do povo.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 20-09-2004

 

JAY WALLACE EXONERADO DA DIREÇÃO GERAL DA CEPLAC

Sai Jay Wallace, do Norte, e novo diretor deve ser da Bahia

O Diário Oficial da União desta segunda-feira (5) publicou a exoneração de Jay Wallace da direção geral da Ceplac. Ele já vinha balançando no cargo por privilegiar o Pará, seu estado de origem, em detrimento da Bahia, nas ações para ampliar a produção de cacau.

Jay Wallace é ligado ao PMDB, partido aliado do Governo Federal, mas que na Bahia faz oposição ferrenha ao Governo do Estado. A expectativa é que a direção geral da Ceplac volte a ser ocupada por um baiano.

Como os cargos da Ceplac, prioritariamente, são destinados às indicações do PMDB, deverá surgir uma queda-de-braço com o PT baiano para assumir a direção geral do órgão.

Com a exoneração de Jay Wallace,  o cargo está sendo ocupado por um servidor de carreira do Ministério da Agricultura.

Com informações do BLOG DO THAME

O PC DO B TEM TODO O DIREITO DE ENTRAR NA DISPUTA

Ricardo Ribeiro*

PT e PCdoB, partidos que militam no mesmo campo, têm entre si uma relação de amor e ódio. Aliás, pode-se dizer que é mais de conveniência e arranca-rabos, pois a união das legendas sempre se deu muito mais pela necessidade de se fortalecer para viabilizar projetos eleitorais do que pela alegada afinidade programática, que fica somente na superfície.

A briga entre os partidos se dá principalmente quando o PCdoB, o polo mais frágil da relação, ensaia andar com as próprias pernas. Nesses momentos, o PT se arvora de um autoritarismo patriarcal e vê a liberdade dos comunistas como rebeldia. É bem o que acontece neste momento em Itabuna.

Wenceslau Júnior, vereador em terceiro mandato, militante comunista oriundo do movimento estudantil universitário, foi confirmado como o nome do PCdoB na disputa sucessória. Ele integra um bloco formado por cinco partidos (PCdoB, PRB,PV,PDT e PSC), onde há outros dois pré-candidatos: Vane do Renascer, do PV, e Acácia Pinho, do PDT. O compromisso é de que o melhor posicionado nas pesquisas e de maior capacidade para aglutinar os partidos da frente terá o apoio dos demais.

Para o PT, a estratégia do PCdoB é uma atitude destrambelhada, um acinte, um desacato à autoridade. Há pressões de todos os lados, desde os que lembram a posição dos comunistas de satélite do petismo nas esferas federal e estadual (o tom é sempre de ameaça) até aqueles petistas que procuram ironizar, diminuir e constranger os antigos aliados. Um deles utiliza velho ditado para alerta o PCdoB: “formiga quando quer se perder, cria asa”.

Há ainda os que relembram 1996, quando o PCdoB lançou candidatura própria em Itabuna e o nome então apoiado pelo PT, Renato Costa, perdeu para Fernando Gomes, à época no PTB. A pecha de laranja foi colocada pelos petistas inconformados, como se não houvesse outro caminho para os comunistas, senão o de ser uma sombra do PT.

Mais uma vez, repetem o argumento. Advertem que a divisão das esquerdas pavimentará o caminho do prefeito Capitão Azevedo (DEM) à reeleição, mas se esquecem de que a candidatura petista é fruto de imposição autoritária e não agrada aos partidos que historicamente têm se aliado ao PT. Caso Azevedo se reeleja, será por culpa dos comunistas ou da insistência em uma candidatura desagregadora?

O PT de Itabuna vive o mal típico dos arrogantes, que conseguem enxergar o cisco no olho do outro, mas não percebem uma trave na própria visão.

*Advogado e um dos blogueiros do PIMENTA BLOG.

“A cada viagem de Wagner cai um ministro”, diz Leur

O deputado estadual Leur Lomanto Jr. (PMDB) criticou nesta quarta-feira (14), durante entrevista ao apresentador Mário Kertész, na Rádio Metropóle, a falta de prestígio do governo baiano junto à presidente Dilma Rousseff e a ausência de uma “voz ativa” que defenda com “veemência” os interesses da Bahia no cenário nacional.

O peemedebista avaliou de forma negativa a gestão estadual, que segundo ele tem sido marcada por promessas não cumpridas. “O governo vai muito mal. Essa é a sensação que nós temos não só no interior no Estado como também aqui na capital. Nós sentimos uma ausência por parte do governo muito grande. Ontem eu vi que governo e prefeitura estão fazendo um esforço grande para resolver o problema dos suplentes. Quer dizer se faz um esforço grande para resolver essa questão, mas para resolver os problemas de Salvador não? Além do mais, o governador trata Salvador como se a cidade fosse responsabilidade apenas da prefeitura”, disparou.

Claudionor Dutra: “Abel seria o melhor vice para o PSDB”

Claudionor Dutra, ao lado do então candidato a presidente José Serra, cujo capital eleitoral em Vitória da Conquista ele pretende herdar

O presidente municipal do PSDB, Claudionor Dutra, tem uma convicção que parece inquebrantável: será candidato a prefeito de Vitória da Conquista nas próximas eleições. A tal ponto está certo da empreitada que nem se permite elaborar teses do tipo “só não serei se…”. Claudionor aposta cegamente na teoria de que pode tornar-se a terceira via, uma alternativa para os indecisos, para aqueles que não pretendem votar nem em Guilherme Menezes nem no candidato do PMDB. Hoje pela manhã o tucano conversou demoradamente com o Blog do Fábio Sena e fez questão de pontuar, a cada instante, que sua candidatura não brota de interesse pessoal, mas de uma necessidade, que ele enxerga, de mudança. “O governo pode asfaltar as ruas com ouro, mas a tendência é de mudança”.

A vitória de José Serra sobre Dilma Roussef nas eleições de 2012 em Vitória da Conquista parece ser o principal combustível de Ticolô, como ele é popularmente conhecido. Ele estudou minuciosamente os resultados eleitorais, urna a urna, seção a seção, e afirma que não consegue ter outra avaliação senão a de que aqueles resultados são o indicativo mais forte da mudança. Por isso – e por saber que as eleições locais serão acompanhadas de lupa em nível nacional – Claudionor já está planejando associar sua imagem aos grandes figurões tucanos, José Serra, FHC, Aécio Neves, os quais pretende trazer para seu palanque na cidade.

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