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Fernando Gomes receberá título de prefeito empreendedor

Ampesba-400x400A Associação das Micro, Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais do Estado da Bahia (Ampesba) irá homenagear o prefeito de Itabuna, Fernando Gomes, com o título de Prefeito Empreendedor. Será no próximo dia 26 no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC de Itabuna). A cerimônia acontecerá durante a realização do VIII Congresso Norte/Nordeste da Pequena Empresa – políticas públicas para o desenvolvimento dos pequenos negócios – Simplificar para Crescer. A abertura oficial do evento será às 14 horas.

O congresso apresentará palestras técnicas e motivacionais para o desenvolvimento de empreendimentos de pequeno porte. O público-alvo é formado por empresários, pequenos agricultores, contadores, estudantes, técnicos, secretários, vereadores e prefeitos.

O título de Prefeito Empreendedor que será entregue ao prefeito Fernando Gomes é decorrente de ações empreendedoras ao longo de sua vida pública nas áreas de educação, saúde, geração de emprego e renda, esportes e lazer. Ações de cunho público institucional que geram desenvolvimento sustentável econômico e social para Itabuna e região.

Segundo o presidente da Ampesba, Valdir Ribeiro, eventos como este servem para promover a criação de ambientes favoráveis para o desenvolvimento econômico e social, melhorando a autoestima dos gestores públicos e dos pequenos empreendedores.

O congresso conta com apoio institucional das entidades de representação empresarial de Itabuna e região (ACI, APEMI, CDL, SINDICOM e SIMCOMÈRCIO), do CONAMPE, SEBRAE, Banco do Nordeste, Prefeitura de Itabuna, FTC, UESC, Águia Branca, Jet Print e toda Imprensa regional. A entrada é franca e a presença dará direito a Certificado de Participação que será entregue em seu encerramento.

 

Nota Pública

A Associação Baiana de Imprensa (ABI) – Seccional Sul Bahia – e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) vêm a público manifestar indignação diante das declarações feitas aos profissionais de imprensa da cidade sulbaiana, durante recente entrevista coletiva convocada pelo prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, pelo delegado de polícia e ex-secretário de Trânsito do município de Itabuna, Clodovil Soares. Conforme os profissionais presentes ao evento, as declarações foram ameaçadoras e tiveram o intuito de intimidar o exercício da profissão.

Ao dizer que pode ser “perigoso” fazer críticas à sua pessoa e à do prefeito de Itabuna, o delegado fere o princípio democrático da liberdade de expressão e expõe um lamentável histórico de violência contra profissionais de imprensa da Bahia, condenável num País onde o direito à opinião é garantido por lei.

Os profissionais presentes ao evento ainda lamentam a forma como o prefeito de Itabuna, Claudevane Leite, reagiu ao ato, sem manifestar qualquer censura ao delegado, no ato da agressão. O comportamento foi lamentável na medida em que partiu de um homem público, responsável constitucionalmente a garantir segurança e bem estar a todo cidadão itabunense.

 

Salvador, 03 de fevereiro de 2015.

A “cara-de-pau” de Vane

E como reagirão a Justiça e a Receita Federal diante da decisão de Vane?

O prefeito de Itabuna, Vane do Renascer, que até agora não tomou posse da prefeitura, resolveu  esculhambar de vez e já tomou a decisão de colocar a feira do contrabando, que hoje funciona na praça Adami, na antiga praça de táxi da Telesul, em frente à antiga Fundação Sesp e à Policlínica 28 de Julho.

O acinte e a cara-de-pau do prefeito Vane é tão grande que resolveu colocar grande parte das mercadorias contrabandeadas para ser comercializadas em frente aos prédios que abrigam a Justiça Federal e a Receita Federal (que deve mudar para o mesmo prédio onde funcionava o CNPC).

É inacreditável que pela primeira vez em que toma uma atitude, se é que assim pode ser chamada, Vane resolve colocar na berlinda a credibilidade de duas instituições tidas como sérias, atuantes e de credibilidade (até prova em contrário), a exemplo da Justiça Federal e a Receita Federal.

Não é possível que Itabuna continue a ser a “terra de ninguém” e as instituições fiquem à mercê das irresponsabilidades de pessoas competentes e inescrupulosas como as que estão alojadas no Centro Administrativo Firmino Alves, fazendo todos os tipos de pantominas com uma das maiores cidades da Bahia.

É a falência total do Estado!

Para mim basta, agora é com o Ministério Público

Walmir Rosário – 

Enquanto a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna não consegue fazer milagre, o prefeito de Itabuna, Vane, que nem apóstolo ainda é, tenta realizar essa proeza. Mas, a exemplo do que nos ensina a Bíblia, não multiplicará pães e peixes, ou transformar água em vinho, e sim diminuir os já parcos recursos públicos do Município de Itabuna em ações temerárias.

Para conseguir esse fato, nem tão inédito, já deu ordens expressas à Procuradoria Jurídica do Município no sentido de que “busque formas” de pagar os mais de R$ 4 milhões numa ação ordinária de cobrança (nº0014890-03.2008.8.05.0113) que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna. Através de acordo, é claro.

Proposta em 15 de setembro de 2008 pela Santa Casa de Misericórdia de Itabuna contra a Prefeitura, a ação sempre foi considerada temerária, por não possuir provas concretas da prestação dos serviços prestados. A ação tem como características singulares:

1-   não ter sido proposta para ser julgada pela Justiça, e sim através de acordo, não admitindo contestação ou qualquer verificação, seja a que título for, inclusive auditoria para verificar a origem do pretenso debito;

2-   é, inicialmente refutada pelos prefeitos, quando entram, embora eles mudem de ideia pouco tempo depois. Foi assim com o capitão Azevedo e agora com Vane do Renascer. E não explicam a origem da mudança e da pretensão de pagamento;

3-   na ação, a autora age como se tivesse a presunção de veracidade dos fatos alegados – fé pública – só por ser considerada “entidade filantrópica”.

Só que a ação foi contestada pela Procuradoria Jurídica, quando proposta, e os pseudodocumentos comprobatórios não resistem a uma simples análise, embora continuem os mesmo e as discussões sobre o acordo sejam feita fora do ambiente forense.

Conduta idêntica ocorre em relação ao aval do secretário Municipal da Saúde, que nem sempre concorda em apor seu “chamegão” no pretenso “cheque em branco”. Mudam-se os secretários, o problema persiste, aguardam-se novos argumentos dos procuradores-jurídicos de plantão do Município.

Mas como nem sempre o procurador é servidor concursado do município e sim nomeado pelo governo, as possibilidades de pareceres e entendimentos poderão ser os mais díspares possíveis. Até porque o entendimento do direito tem duas vias: a de quem pede e a de quem contesta, capazes de encher páginas e páginas de argumentos.

A mudança de opinião dos prefeitos também é muito relativa. Afinal, os ensinamentos bíblicos dão conta que nem sempre as obrigações são fielmente cumpridas como juradas. E a passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus Cristo serve de exemplo límpido e claro.

Tudo que é alegado nos autos tem de ser provado através dos mais diversos tipos de prova admitidos em direito. Não basta, apenas dizer que “assim se passou” e os documentos acostados não resistirem a uma simples verificação, ou como se diz no jargão forense, não subsiste a uma simples análise perfunctória (com redundância e tudo).

Ora, se nem aos sacerdotes (vide a Bíblia) a promessa assumida é uma garantia da conduta, na política, onde a arte de mentir é o que vale, seria diferente. Na política, o que voga é assumir o compromisso futuro de descumprir.

Nesse caso, restaria apenas ao Ministério Público reparar os desvios por acaso cometidos, agindo como Jesus Cristo ao expulsar os vendilhões do templo, ou, no caso, das instituições públicas.

É o que se espera!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Itabunenses decretam: prazos de validade de Vane, Wagner e Dilma estão vencidos

Walmir Rosário –

Por mais que torçam o nariz para o que escrevo, peço, humildemente, ao prefeito de Itabuna e seus colaboradores clemência. Não para essa humilde pessoa. Não, não é pra mim, mas para Itabuna, que não aguenta mais ser vilipendiada por seguidos governos. Nem dá tempo de esquecer o anterior, que o presente toma as vestes, hábitos e costumes do que passou.

Não fossem os políticos os encarregados de elaborar as leis, estaria eu e mais uns dois desavisados com barraquinha montada na praça Adami tomando assinaturas dos passantes num abaixo assinado. Seria um documento de origem popular, igual ao que aprovou a lei da ficha-limpa (ou seria suja?), para criar o Código de Proteção e Defesa do Eleitor.

Se criariam, ou não, é impossível saber, mas teríamos feito nossa parte. Enquanto isso não é possível, o eleitor vai se virando como pode, até chegar ao tempo de considerar seu voto padrão Fifa. Pra mim, essa história de colocar um político por quatro anos no poder e não poder cassá-lo, por meio do voto, não é uma perfeição da democracia. Melhor seria a introdução do parlamentarismo como forma de governo.

Como ainda não dispomos desses instrumentos de defesa do Estado e do povo, o jeito é esperar as próximas eleições (majoritária e proporcional) e alugar nossos palácios municipais por mais quatro anos. Entretanto, não podemos nos descuidar da eterna vigilância aos que teimam em permanecer contrariando a vontade do povo. As urnas não mentem! Jamais!

Para não dizer que minto, aumento ou invento, me socorro de pesquisa realizada pela empresa Sócio-Estatística, na qual a população de Itabuna reprovou a condução das gestões do prefeito de Itabuna, Vane; do governador da Bahia, Jaques Wagner, e da presidente da República, Dilma Rousseff. A aferição foi feita no período de 19 a 24 de julho de 2013, coordenada pelo sociólogo Agenor Gasparetto. Comparada com a anterior, realizada em março deste ano, o cenário político-eleitoral descambou para o negativo, embora o novo cenário ainda possa ser bem pior.

Na análise do itabunense, o prefeito Vane é visto como positivo por míseros 5,8% contra 61,2% de percepção negativa. Esse começo ruim de gestão vem reabilitando a imagem do ex-prefeito Capitão Azevedo, que terminou desgastado como prefeito. Esse é o triste quadro político-administrativo de Itabuna.

Mas, como nada ruim não possa piorar, a população, quando perguntada sobre o futuro, ainda acredita que haverá melhora.  Os esperançosos somam 48%. Já os realistas somam 27% e os que acham que ficará como está somam 21%. Afora 4% que não se definiram. Como homem religioso que diz ser, Vane precisa ter fé de que será capaz de reverter situação, mas fé por si só não será suficiente, para confirmar a expectativa da população. Esta análise não é deste escrevedor e sim do sociólogo responsável pela pesquisa.

Se em nível municipal estamos “perdidos no mato e sem cachorro”, cenário diferente não acontece em relação ao governador Jaques Wagner. Na avaliação do itabunense, este, sim é um caso (ou voto) perdido. Não é de hoje que a percepção de sua administração tende ao negativo.  Hoje, possui 17,6% de avaliação positiva e 44,1%, de negativa. Trata-se de um quadro crônico em Itabuna. Como nenhum investimento está previsto para o município, a reversão tende a ser mais difícil. Quem sabe um milagre de Lula?

Nem a presidenta Dilma Rousseff com seu moderno, poderoso e rico avião voa em céu de brigadeiro nos ares de Itabuna. As pesquisas revelam, em âmbito nacional, que o cenário mudou. Quebrou o encanto e a partir de agora a situação é bem mais complexa e difícil. Hoje, em avaliação positiva (conceitos ótimo e bom) soma 30,4% contra 27,9% de avaliação negativa (conceitos ruim e péssimo).

O mandato dos deputados também foi objeto de avaliação da Sócio-Estatística. Nela, o Coronel Santana foi avaliado positivamente por 23,7% e negativamente por 21.2%. Augusto Castro, 31,2% de avaliação positiva contra 16,5% de avaliação negativa. Já Geraldo Simões foi avaliado positivamente por 28,8% e, negativamente, por 37,4%.

Observa-se que se a Razão em cargos majoritários pode ser fatal, mas não é grave para cargos proporcionais, uma vez que são muitas as vagas em disputa, ao contrário naquelas em que há lugar para apenas um. Assim, não ser amado por muitos enquanto postulante a deputado não chega a ser um obstáculo instransponível para a eleição, não podendo se dizer o mesmo para quem postula cargos majoritários, como prefeito, governador e presidente, por exemplo. Esta análise é do sociólogo Agenor Gasparetto.

Pelo cenário aferido e apresentado, a população de Itabuna não concorda com os rumos dados pelo prefeito, governador e presidenta (como gosta de ser chamada), considerando-os pífios, enganadores. Estas palavras são adjetivações que faço, partindo da premissa que as promessas de campanha devem ser cumpridas.

É pouco tempo, podem rebater alguns, mas não devemos esquecer que o “costume do cachimbo deixa a boca torta”. Haja vista o exemplo das promessas de Jaques Wagner, até hoje não cumpridas, embora seu discurso apareça nos comerciais de mídia impressa, rádio e televisão como o governador que mais realizou obras na Bahia.

O povo não é bobo, apesar de fazer algumas “apostas” esdrúxulas, de vez em quando.

 Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Não aprendeu a prefeitar, agora quer secretariar

Vane quer ser secretário da saúde, já que ainda não acertou ser prefeito de Itabuna

Itabuna é uma cidade pródiga  na área da política, mas quando o cidadão pensa que já ouviu de tudo, surge mais um absurdo. Mas, como dizia o ex-governador Octávio Mangabeira: “Pense num absurdo, na Bahia tem pior”.

Para não deixar o saudoso Mangabeira desolado, apesar dos anos de seu desaparecimento, o prefeito eleito de Itabuna, Vane, resolveu por lena na fogueira das vaidade política, nesta sexta-feira (26).

Ao exonerar o secretário da Saúde, Renan Araujo, do cargo, sem a menor cerimônia, Vane disse que ele mesmo iria assumir a complexa secretaria municipal da Saúde por um mês.

Péssima decisão, a exemplo das que tem tomado ou das que se omite tomar. Essa é uma demonstração de que não tem o que fazer na chefia do Poder Executivo, que, esperava-se, fosse cargo ou mandato atribulado.

Ou, pelo menos, não seria exatamente isso que queira dizer, para não dar demonstração do leilão que pretenda promover. Vai ser uma briga, desculpe, leilão, entre igrejas evangélicas, principalmente entre Universal e Assembléia de Deus.

Se já deu demonstração de que não sabe prefeitar, secretariar, então, vai ser um vexame!

 

ersal e

ITABUNA: JUSTIÇA SUSPENDE CONTRATAÇÃO DE APROVADOS EM PROCESSO SELETIVO

Apesar do pouco tempo, o prefeito Vane já é indiciado por improbidade administrativa

– PREFEITO, SECRETÁRIA E COORDENADORA DE PROCESSO
SELETIVO SÃO DENUNCIADOS POR IMPROBIDADE

Do PIMENTA BLOG

A Justiça determinou à Prefeitura de Itabuna a suspensão de contratações e posse d0s aprovados no processo seletivo das secretarias da Assistência Social e da Saúde. A liminar é do juiz plantonista da 1ª Vara da Fazenda Pública em Itabuna, André Luiz Santos Britto, em resposta a pedido do Ministério Público da Bahia (MP). O magistrado também fixou multa diária  de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

Já no pedido de antecipação de tutela, os promotores identificaram diversas irregularidades no processo seletivo, a partir de denúncia de candidatos. A principal das irregularidades se deve à inclusão, entre os aprovados, de nomes que não apareciam na lista dos que passaram na primeira fase do concurso.

O juiz André Luiz Santos Britto relatou que “o estudo preliminar dos autos revela haver fortes indícios de violações insanáveis” no certame, a exemplo da divulgação da lista de habilitados para a segunda etapa da Seleção Pública 002/2013 “sem qualquer tipo de nota ou classificação” e da “ausência de procedimentos mínimos de segurança para identificação dos candidatos na segunda fase do processo seletivo”.

O magistrado ainda anota que “durante a realização da entrevista os candidatos não tiveram acesso às anotações feitas pelo entrevistador, não assinado qualquer documento atestando a veracidade daquelas informações”.

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Os promotores Inocêncio de Carvalho, Thaiana Rusciolelli e Renata Caladas Lazzarini também denunciaram o prefeito Claudevane Leite, a secretária de Administração, Mariana Alcântara, e a coordenadora do processo seletivo, Monaliza Matos, por atos de improbidade administrativa na realização da seleção pública.

Professores cantam samba da “traição” para o prefeito de Itabuna

Vane ainda não consegue ver a importância dos professores

Vane ainda não consegue enxergar a importância dos professores

Enquanto a Prefeitura realizava, na manhã desta sexta-feira (10), uma espécie de homenagem às mães servidoras, os professores da Rede Municipal, também concursados e que não foram convidados pela secretária da Administração para o evento, realizavam uma manifestação cobrando do Governo melhores salários e condições de trabalho.

Cantando o samba da traição, os professores dizem não ao reajuste de 5,57% proposto pelo Prefeito Vane, bem como pediram mais respeito e melhores condições de trabalho. De acordo com o Simpi (sindicato da categoria), o número de denúncias revela que muitas escolas estão sem as mínimas condições de funcionamento. “Nas escolas estão faltando papéis para realização das atividades, zeladores, água, porteiros, merenda, e em algumas até papel higiênico”, declara a sindicalista Carminha Oliveira. Além dessas
reivindicações, os professores se manifestaram contrários a possibilidade de mudança do regime jurídico celetista para estatutário e cantavam com revolta “você pagou com traição a quem sempre te deu a mão”, conhecido como o samba da traição.

Estava acordado entre Sindicato e Governo um encontro entre os técnicos de ambas as partes para solução do impasse, entretanto, devido a ausência do contador da Prefeitura, Juscelino da Silva, não houve ainda uma negociação. Dessa forma, os professores resolveram manter a “operação tartaruga” até quarta feira (15) onde trabalharão apenas meio período. Na quinta (16) farão uma parada e realizarão também, uma assembleia no turno da tarde na Câmara de Vereadores seguida de passeata nas principais
vias da cidade.

Na sexta as escolas também não deverão funcionar. “Estamos em luta e o movimento tende a crescer ainda mais. Segunda às 16h30min estaremos na Câmara de Vereadores entregando um parecer técnico aos vereadores que comprova a possibilidade do prefeito reajustar o nosso salário em 15% parcelado em três vezes. Além disso, teremos novas assembleias e ações de protesto”, finaliza Norma Guimarães, presidente do sindicato.

VANE E OS FERIADOS CATÓLICOS

Vane o o bispo de Itabuna, Don Ceslau Stanula, antes da eleição

Do Blog do Gusmão

A vinculação do prefeito de Itabuna com o protestantismo tem rendido discussões entre muitos itabunenses.

Vane tem se recusado a participar de eventos profanos, a exemplo da tradicional Lavagem do Beco do Fuxico. Também não esteve presente na católica Procissão de São José (padroeiro da cidade).

Acima do político, eleito por pessoas de indistintas religiões, Vane coloca o homem de fé específica (o estado é laico, o homem público não).

A postura (um direito individual) tem gerado boatos.

Nessa semana, funcionários públicos do município questionam o prefeito por não decretar ponto facultativo na próxima quinta-feira, 28, véspera da Sexta-Feira da Paixão, feriado nacional e católico.

Alguns servidores dizem que o gestor, membro da Assembléia de Deus, não quer adiantar o início do feriadão por discordância religiosa.

Por se tratar de um boato, é possível que não seja verdade. Talvez Vane queira mais trabalho dos funcionários, mais atenção com o povo.

Porém, a rejeição a manifestações culturais fora do mundo protestante e o fato de estar rodeado de pastores reforçam a boataria.

Mistério sobre ausência de Vane em procissão é desvendado

Prefeito teria tremido com receio do rigor do cerimonial do Charles Henri. É o que dizem

Em recentes conversas palacianas assessores e puxa-sacos de plantão explicavam o verdadeiro motivo da ausência do prefeito de Itabuna, Claudivane Leite (Vane do Renascer) na procissão do padroeiro de Itabuna, São José.

Explicam os assessores, que o prefeito não foi à procissão devido à religião que professa ou à proibição dos pastores empregados por ele na prefeitura de Itabuna. O motivo teria sido outro, de ordem social.

À boca pequena, nos corredores, os puxa-sacos de plantão confessam que o prefeito Vane deu caruara para não participar da procissão com receio de não acertar desempenhar o cerimonial elaborado pelo colunista social Charles Henri, mandatário e todo-poderoso da procissão de São José, que somente libera um lugar para carregar o andor do santos aos amigos mais chegados, mesmo assim se treinarem para tanto e o desempenho for satisfatório.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo”. O prefeito sabe bem que essa máxima vale muito nas esferas de poder.

Sorry, periferia – teria dito o saudoso colunista Ibrahim Sued. Em sociedade se sabe de tudo!

O prefeito e o povo

Walmir Rosário

Uma cena do programa eleitoral gratuito exibido na televisão me chamou a atenção. Não que ela seja especial, mas pela empáfia do candidato à reeleição pelo PT de Itabuna, Geraldo Simões. Enquanto milhares de pessoas vivem à margem da miséria, grande parte deles passando fome, o prefeito Geraldo Simões aparece numa mansão cinematográfica de sua propriedade, tomando um lauto café da manhã.

Claro que o prefeito Geraldo Simões tem todo o direito de viver bem, comer bem, subir na vida, o que têm feito com grande maestria, e isto está mostrado no rol de suas propriedades, que inclui outra mansão da praia ilheense (Luzimares), apartamento em Salvador e por aí afora. Como um administrador de empresas deve ter aprendido como ganhar dinheiro e guardá-lo, aplicando em bens de grande retorno.

É certo que durante o tempo em que passou trabalhando na Ceplac não chegava a receber um polpudo salário, sempre defasado, e tanto que, para repor essas perdas salariais, o então sindicalista Geraldo Simões promovia uma greve em cima de outra. Só assim o pessoal do governo resolvia se sensibilizar aos reclames dos trabalhadores. Até hoje os governos agem assim, seja em nível federal, estadual ou municipal.

Mas ao entrar na política, a situação mudou e o prefeito Geraldo Simões deu uma demonstração de competência e passou a acumular bens, o que lhe permite usar e gozar deles, amealhando ao longo desses anos. Entretanto, para um homem público, a ostentação de riqueza não é um bom negócio, pois o eleitor passa a se achar muito distante, causando prejuízos irrecuperáveis na urna.

Na minha santa ignorância (ou burrice científica), talvez eu não tenha a percepção de que um representante do povo, o prefeito de Itabuna tenha agido com as melhores das intenções, no sentido de educar a população para os hábitos alimentares sadios e as boas maneiras à mesa. O que há de se reclamar de uma fausta refeição matinal ingerida pelo prefeito Geraldo Simões? Afinal, como representante do povo, conclui-se que ao ver ele se alimentar, todo povo sinta-se de barriga cheia. Nada mais natural.

O que não se pode perder de vista é que, para ganhar a campanha eleitoral, o prefeito Geraldo Simões, que não se encontra confortável na preferência popular, gasta rios de dinheiro para conseguir seu intento. Uma das primeiras ações cometidas por sua coligação foi poluir visualmente a avenida do Cinquentenário com a propaganda eleitoral. Em toda a cidade não há um poste ou arame entre postes que não ostente os sinais da opulenta publicidade.

Como munícipe, isso me causa certo constrangimento, principalmente ao comparar o atual estado de sujeira que se encontra a cidade. O lixo é depositado em cada esquina sem a menor cerimônia e até hoje não se viu qualquer tipo de campanha educativa neste sentido. Num flagrante desrespeito à Constituição Federal, o prefeito prefere fazer propaganda de asfaltamento com lama asfáltica em cima da pavimentação já existente, uma estratégia utilizada para burlar a legislação.

Os pobres de Itabuna, que não são poucos, agradeceriam se parte dos recursos utilizados pela campanha de Geraldo Simões em sua rica propaganda fosse destinada a programas sociais, beneficiando essa gente desempregada. Não se trata de distribuir cestas básicas, com a nítida intenção de comprar votos, mas de investir na geração de emprego e renda. Ajuda decente como manda os princípios éticos e religiosos.

Não basta tratar todos como irmãos, tem que agir como irmão, ensinar a pescar, oferecer condições dignas de vida. Não será com o assistencialismo eleitoreiro que o itabunense há de se orgulhar de sua cidadania.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 28-08-2004

Metamorfose política

Walmir Rosário

O patrulhamento ideológico parecia coisa do passado, com aposentadoria compulsória marcada, de papel passado, com a entrada do país no regime democrático. Mas, de repente, estamos de volta ao passado, principalmente com a eleição, para cargos executivos, de companheiros e camaradas, velhos adeptos dessa abominável prática.

O conceito filosófico do bem contra o mal, utilizado com sucesso pelo que esperávamos fosse a última vez, na eleição indireta à Presidência da República, da qual participaram Tancredo Neves e Paulo Salim Maluf. Ledo engano. Até hoje, a luta do bem contra o mal é invocada aos quatro cantos de acordo com as conveniências da hora.

E o pior: sem levar em conta os conceitos filosóficos, e sim, e apenas, o contexto maquiavélico de que o fim justifica os meios. Nesse caso, todos os direitos individuais inerentes à cidadania dos adversários são jogados na lata do lixo e ele é simplesmente lançado no fogo dos infernos, condenado pelas “santas inquisições” de nossa época.

Em Itabuna, como no resto do país, esse é um fato corriqueiro, quando são ameaçados os interesses políticos de um candidato. Que relate essa experiência o político Davidson Magalhães, um dos grandes quadros do PCdoB baiano, execrado em praça pública e nos meios de comunicação durante a eleição municipal de 1996.

Por não ter se submetido aos caprichos do prefeito de Itabuna, à época, Geraldo Simões, e resolvido a concretizar um sonho legítimo de candidatar-se à Prefeitura de Itabuna, foi chamado de “laranja”, alcunha pejorativa que ainda paga. Por mais que tenha demonstrado lisura e competência política e administrativa nos cargos exercidos, ainda carrega a pecha indevida.

O mesmo vem acontecendo com o ex-prefeito Fernando Gomes, acusado pelos petistas de “vender” espaço de vice-prefeito na sua chapa para políticos sem voto, mas com recursos suficientes para alavancar uma campanha. Na hora do anúncio, Fernando Gomes surpreendeu seus adversários, indicando o capitão José Nilton Azevedo, um militar de folha limpa tanto na corporação que tem Tiradentes como patrono, quanto em outras por onde passou.

Em seguida, a bola da vez foi o deputado estadual capitão Fábio, antes considerado um “milico” a serviço de ACM, e, posteriormente, um possível aliado do PT e candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada por Geraldo Simões. Defeitos que tinha foram jogados em “baixo do tapete” e as qualidades ressaltadas pelas ruas e botequins de Itabuna. De condenado às profundas dos infernos foi elevado à condição de santo com lugar garantido no céu, sem sequer passar pelo purgatório.

Mas os quinze minutos de fama do capitão Fábio nas hostes petistas duraram pouco. Bastou uma simples conversa com as lideranças do PFL baiano, como o governador Paulo Souto e Antônio Carlos Magalhães, para que o castelo de areia geraldista caísse por terra, derrubado por uma onda avassaladora de argumentos. De anjo passou a demônio, sem direito a defesa nem explicações.

Lamentações a parte, a lógica prevaleceu e o capitão Fábio, homem forjado no cumprimento do dever e na hierarquia continuou onde estava, no ninho em que nasceu. Qual o pecado cometido pelo capitão Fábio? Não ter cedido às pressões políticas do PT? Ter continuado fiel aos seus princípios políticos? Não ter atendido ao chamamento e ao “canto da sereia” (legítimo numa campanha) de Geraldo Simões? É uma resposta para ser dada com o tempo.

Muito se gastou com tinta em jornais para endeusar e satanizar o capitão Fábio, que continua incólume em sua trajetória política, para o desgosto de alguns e regozijo de outros. Entretanto, ficou uma lição: não menosprezar a inteligência dos adversários, por menor que sejam pelas mínimas condições que apresentem. Em política, a conversa é uma arte que deve ser cultivada, os acordos devem ser propostos e, se aceitos, cumpridos.

A inteligência de ACM, mais uma vez, foi posta à prova e ele continuou a demonstrar que na arte de fazer política experiência ainda faz muita diferença. Nada como uma vitória para se comemorar ou uma derrota para ser meditada.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 23-06-2004

Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil
 
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Aos 35 anos, quatro dos quais dedicados à arte, Thiago tem despertado a atenção de turistas e nativos pela simplicidade de seus trabalho, com traços e entalhes precisos, retratando animais do bioma Mata Atlântica.
 
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Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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