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Compras governamentais e turismo é tema de palestra

A Associação dos Micro e Pequenos Empresários da Bahia (Ampesba), em parceria com a Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas e dos Empreendedores Individuais, e com o apoio da Cia Junior (Uesc), ADM Técnicos Junior (FTC), Consulte Junior (Unime), Sebrae e Prefeitura de Itabuna, realiza nesta quarta-feira (27), às 16 horas, no auditório da FTC-Itabuna, o Fórum Regional da Pequena Empresa (Compras Governamentais e Turismo com Oportunidades).

Os palestrantes são a advogada Ana Carine, a prefeita de  Uruçuca, Fernanda Silva, a prefeita de Una, Diane Brito Rusciolelli e o prefeito de Canavieiras, Almir Melo.

Vane resolve esculhambar de vez

Os pedestre são obrigados a andar pela rua

Os pedestre são obrigados a andar pela rua

O prefeito de Itabuna, Vane Renascer, que prometeu na semana passada fechar a prefeitura e entregar as chaves a alguém, parece que resolveu esculhambar a cidade de vez. Se já não fazia nada para melhorar a vida dos itabunenses, agora abandonou Itabuna por definitivo.

Cada um faz o que quer e ocupa ruas, praças e passeios ao seu bel prazer, sem qualquer reação do poder público. Um dos exemplos pode ser verificado no centro da cidade, na rua Joaquim José Ribeiro (ex-avenida Garcia), entre as ruas Quintino Bocaiúva e Almirante Barroso, em frente aos edifícios Candido Portinari e Leonardo da Vinci.

Um dono de uma birosca resolveu fechar o passeio com um cercado de ferro cheio de pregos, no qual pendura bananas, vasilhames de água mineral, entre outras bugigangas. Os transeuntes têm que andar pelo meio da rua, pois o “dono” do passeio resolveu fazer um cercadinho para ele, tudo às vistas da Prefeitura.

Como não tem ninguém para mandar nos serviços públicos municipais, os pedestres têm que se arriscar entre os carros para seguir o caminho. A invasão do dono da birosca só não foi maior porque os vizinhos deram “um chega pra lá” no indivíduo, que pretendia também ocupar os passeios.

Os ferros estão cheios de pregos, aumentando o risco de acidentes

Os ferros estão cheios de pregos, aumentando o risco de acidentes

Parafraseando o radialista Val Cabral, “Vane botou pocando na esculhambação de Itabuna”. Quem sabe o prefeito não entregou as chaves da prefeitura ao dono da birosca da avenida Garcia?

O povo que se exploda!

A ninguém é dado o direito de brincar de Deus

Walmir Rosário – 

Como cristão – católico praticante – aprendi desde cedo que Deus é o único responsável pelas nossas vidas. A Ele também é dado o direito sobre quando deveremos parar de viver, descansar, segundo alguns. Ao homem, quando transgride esse mandamento, é julgado e apenado pelas leis dos homens. Mas existem algumas exceções escritas e outras não escritas, e estas são as piores.

Mesmo aqueles que dizem ser mais chegados a Deus, gozando de privilégios de atender a Seu chamado e conversar com Ele têm esse poder. Mesmo que acumulem essa pretensa regalia – como querem alguns – com a prefeitura de Itabuna, pode ir tirando seu “cavalinho da chuva”, pois o castigo virá a galope, como mostram as pesquisas.

Aos políticos são dado o direito – não está escrito nos códigos ou Constituição – de matar pessoas, desde que por métodos não tradicionais. O presidente da República, o governador dos estados e os prefeitos cometem crimes de morte das mais diversas formas, a exemplo da condenação à sede, no Nordeste; à doenças várias, pela falta de saneamento; de fome, pela falta de políticas públicas decentes, etc.

Essas são as mais frequentes, embora outra forma de execução de sentença – informal – seja a cruel: a falta de prestação dos serviços de saúde. O Sistema Único de Saúde (SUS), que deveria cuidar da saúde das pessoas é utilizado para relegá-los à doença, culminando com deficiências físicas irreversíveis, males crônicos e até à morte. E fazem isso sem a menor cerimônia e até assistimos nos noticiários dos meios de comunicação.

Essas ações (não são omissões) são coisas de rotina nas unidades básicas de saúde e hospitais. Faltam médicos – é verdade – mas o problema mais recorrente é a falta dos medicamentos e o oferecimento dos procedimentos prescritos pelos médicos. Não adianta o simples diagnóstico, mas o tratamento, já que nossa saúde não merece o simples e prático trabalho de prevenção.

Dizem os técnicos que para cada R$ 1,00 que se deixa de investir outros R$ 5,00 no tratamento. Apesar dos dados oficiais, ao cidadão brasileiro não é dispensada a atenção que merece, apesar do dispêndio, via impostos, de recursos suficientes para tal mister. Para nossas autoridades, a vida da população, do cidadão comum é uma simples estatística.

Os absurdos estão a qualquer parte. Em Itabuna, Ilhéus, Salvador, Brasília, Oiapoque ou Chuí. Pouco importa, o crime dos políticos é praticado da forma mais democrática possível. Quer dizer, nem tão democrática assim, pois os menos servidos – ou bafejados pelas posses – são os maiores índices nas estatísticas oficiais. Números frios, implacáveis.

Mas como moro em Itabuna, vamos nos ater à nossa paróquia. Um cidadão do povo sofre um trauma. É atendido pelo médico que, após examinar o Raio X, diagnostica fratura. Imediatamente autoriza a imobilização engessando a área afetada. Tempos depois, retira o gesso, faz novo Raio X e recomenda a fisioterapia, coisa simples, procedimento comum, mas necessário.

Isso é o que pensa o médico, não as autoridades da saúde de Itabuna. Na unidade de saúde o paciente – bota paciente nisso – é quase recomendado a desistir. Os mais teimosos seguem em frente e vão enfrentar a burocracia da central de regulação. E é aí que “vão ver o que é bom pra tosse”. E vem logo a pergunta:

– Mora em que bairro? – interroga o funcionário.

– Pra esse bairro não tem mais, só no mês que vem – despacha o pobre do paciente.

E diz isso com aquela voz professoral, determinando a imediata retirada do paciente da sala. Também quem mandou o morador do bairro Califórnia se acidentar nesse mês. Se pelo menos fosse do bairro São Caetano, poderia dar um jeito.

– Quem já viu querer tudo na hora. Pensa que é quem? Agora é assim: o planejamento libera os procedimentos de acordo com o bairro – diz o funcionário, achando-se senhor de si. Só faltou combinar com o povo.

À primeira tentativa de reclamação do paciente-paciente, o funcionário faz cara de zangado e vira-se para o(a) colega ao lado e tasca uma pergunta sobre a protagonista da novela de ontem, talvez o único assunto que interesse à população. Sobre isso ele sabe tudo, não perde um só capítulo.

Quem não sabe de nada, inclusive sobre os seus direitos, é o paciente, que “rabo entre as pernas” como um cachorro escorraçado, dá meia volta e promete voltar no mês que vem.

Do dia 17 de julho, quando foi informado que viesse no começo de agosto, foi despachado para retornar em 2 de setembro. Quem sabe não precisa mais voltar, pois sem realizar o procedimento fisioterápico, no mês seguinte já não tenha eficiência alguma e seja obrigado a conviver com o “aleijão”, ou para os politicamente corretos, uma daquelas deficiências de nome complicado. Dá no mesmo. Assim como na fisioterapia, os pedidos de cirurgias, então, completam aniversários.

E assim, o prefeito Vane, que disse ter exonerado – enquanto concedida uma entrevista, numa falta de respeito com um seu colaborador – o secretário municipal da Saúde por não ter ele dado conta da rede de atenção básica. Errou o prefeito por desconhecer a outra ponta da rede e, mais ainda por ter prometido ele mesmo solucionar os problemas.

Como disse anteriormente, se não aprendeu a prefeitar, muito menos secretariar.

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

E a “caça às bruxas”?

Com a limpeza étnica promovida recentemente na Prefeitura de Itabuna (só escaparam alguns operadores do poder), corre sérios riscos a indicação do nome do médico itajuipense Plínio Adry para a Secretaria Municipal da Saúde.

Adry é dono de um invejável curriculum, tanto como médico quanto como administrador da saúde. E disso já deu provas durante o exercício da secretaria da Saúde, da 7ª Dires e no exercício da medicina.

O problema seria outro: já ter exercido esses cargos por indicação e nas administrações do ex-prefeito Fernando Gomes. Como no processo de “caça às bruxas” não observa critérios como a competência…o buraco é mais embaixo.

Itabuna precisa, mas…

Vane se finge de morto e não explica contrato do matadouro

Jabá, a carne preferida, segundo a denúncia de O Trombone

É muito grave a denúncia feita pelo Blog O Trombone sobre o contrato de concessão firmado entre a Prefeitura e investidores gaúchos que devem assumir a administração do Matadouro Municipal. De acordo com a publicação de O Trombone, os novos investidores devem assumir a concessão do matadouro por até 20 anos, mas farão investimentos para modernizá-lo, adequando-o à portaria 304/1996, do Ministério da Agricultura.

O que tem chamado a atenção desse contrato é a publicação cifrada feita por O Trombone em 13 de junho deste ano, quando insinuou: “A Rede Globo, que não dá descanso, mostrando a cada dia ‘as inflações’ pelo Brasil afora, está perdendo uma: a inflação da carne em Itabuna. Por aqui, o dragão vem em forma de pedágio. Coisa pra mais de 10% para novatos. Só quem entende de carne – especialmente de jabá – entenderá”.

O que mais chama a atenção da denúncia é que “a empreitada é tocada por Cleto Sauer, que chamou o irmão, Adeum Sauer, para o empreendimento, além de outros parceiros”. Pelo que se conhece, os irmãos Sauer não são especialistas no assunto, muito menos investidores. Adeum ficou famoso por acabar com a educação de Itabuna, além de ridicularizar a do estado. Fora destes fatos e alguns escândalos de quando era secretário em Itabuna, não se conhece a sua especialização em determinadas em matadouros e carnes…

O governo deveria vir a público para explicar a origem dessa negociação. Como diz a célebre frase de Caio Julio Cezar, “À mulher de Cezar não basta ser honesta, tem de parecer honesta”.

Prefeito de Itabuna “quer pagar” ação de R$ 4 milhões que nunca foi julgada

Haja leite para dar sustança a todo o mundo…

Mais uma ação entre amigos deverá ser deflagrada – se já não foi – pela Prefeitura de Itabuna com o dinheiro público. O que não falta são incentivos para que Vane, através da Secretaria da Saúde, ordene a realização de um acordo de mais de R$ 4 milhões com a Santa Casa de Itabuna.

O acordo é referente ao processo que dormita tranquilamente nos arquivos da 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna meados de 2008, à espera de um acordo. A ação foi contestada pela Procuradoria Jurídica do Município em 1º de dezembro de 2008, por considera-la improcedente.

Apesar da negativa do Município em realizar o acordo, a Santa Casa de Itabuna não demonstrou interesse em pedir os bons serviços do Poder Judiciário para que aprecie e julgue a ação, sentenciando o feito. Pelo contrário, em 2011, voltou a propor à Prefeitura que procedesse ao pagamento, o que não foi realizado em virtude das proximidades das eleições municipais.

E é justamente nesse ponto que causa estranheza a ação proposta pela Santa Casa de Itabuna contra o Município de Itabuna, pois decorridos todos esses cinco anos, não há a menor vontade de fazer com que seja apreciada pelo Judiciário. Desde à época em que foi impetrada a autora não aventa essa possibilidade, apesar do tempo “corroer” o valor, haja vista os acréscimos judiciais corrigirem o valor a índices bem inferiores.

Dias atrás, o ex-secretário da Saúde, Renan Araújo, foi informado da possibilidade do pagamento dessa ação e descartou a possibilidade de realizar o acordo, por entender que, mesmo sem conhecer o teor do processo, poderia ser temerário. Uma semana após a conversa, o secretário foi exonerado pelo prefeito durante uma entrevista à imprensa.

Recentemente, num release de prestação de contas, a Procuradoria Geral do Município anunciou que diversas ações contrárias ao Município tinham sido contestadas, beneficiando em muito a receita da Prefeitura de Itabuna. Por certo, essa, em questão não estaria incluída, já que não há o menor interesse de o contraditório ser julgado e sim acordado. Nesse caso, a palavra final seria do procurador-geral.

À época, o procurador-jurídico responsável pela defesa da ação chegou a sofrer algumas pressões para que retirasse a contestação (ato desconhecido), porém manteve a movimentação processual. Mesmo assim, uma série de assinaturas chegou a ser aposta num documento de acordo, que não foi avalizada pelo órgão jurídico do Município.

O Procurador-Geral alertou o prefeito sobre a fragilidade da peça inicial, que não acostava nenhum documento de comprovação da prestação dos serviços, bem como a origem dos procedimentos e quais os pacientes beneficiados. Para o procurador da época, a ação era inconsistente, já que não juntou aos autos documentos que comprovem a pretensa dívida.

Outro pedido feito na ação foi um pedido de perícia, com a participação do Ministério Público, para verificar a origem do débito apresentado, para que a autora fosse processada e condenada por má-fé. Também pediu o chamamento do Estado da Bahia e da União, através do SUS, ao processo em questão.

UNIÃO, CAIXA E PREFEITURA “TIRAM CORPO FORA” E ENTREGAM APARTAMENTOS INCOMPLETOS

Mutuários recebem apartamentos e obrigações, mas não podem ocupá-los

Mobilizaram até o vice-governador do Estado da Bahia, Otto Alencar, para a festa de entrega dos apartamentos do conjunto residencial América I, realizada no Grapiúna Tênis Clube, terça-feira (9). Só que os moradores receberam a “bomba chiando”, pois receberam as chaves, assinaram os contratos como recebidos e não podem se mudar para as novas residências.

O problema é que não existe energia elétrica, água, piso, dentre outros equipamentos. Ao que tudo indica, o Governo Federal, Caixa Econômica Federal e a Prefeitura de Itabuna, diante da iminente ameaça de invasão dos apartamentos, resolveram passar a “bucha” para os respectivos mutuários, que agora têm a obrigação de tomar conta de seus apartamentos, mesmo à distância.

O conjunto habitacional, é bom que se diga, foi construído através do Programa Minha Casa, Minha Vida (ou seria…Minha Dilma).

ITABUNA: JUSTIÇA SUSPENDE CONTRATAÇÃO DE APROVADOS EM PROCESSO SELETIVO

Apesar do pouco tempo, o prefeito Vane já é indiciado por improbidade administrativa

- PREFEITO, SECRETÁRIA E COORDENADORA DE PROCESSO
SELETIVO SÃO DENUNCIADOS POR IMPROBIDADE

Do PIMENTA BLOG

A Justiça determinou à Prefeitura de Itabuna a suspensão de contratações e posse d0s aprovados no processo seletivo das secretarias da Assistência Social e da Saúde. A liminar é do juiz plantonista da 1ª Vara da Fazenda Pública em Itabuna, André Luiz Santos Britto, em resposta a pedido do Ministério Público da Bahia (MP). O magistrado também fixou multa diária  de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

Já no pedido de antecipação de tutela, os promotores identificaram diversas irregularidades no processo seletivo, a partir de denúncia de candidatos. A principal das irregularidades se deve à inclusão, entre os aprovados, de nomes que não apareciam na lista dos que passaram na primeira fase do concurso.

O juiz André Luiz Santos Britto relatou que “o estudo preliminar dos autos revela haver fortes indícios de violações insanáveis” no certame, a exemplo da divulgação da lista de habilitados para a segunda etapa da Seleção Pública 002/2013 “sem qualquer tipo de nota ou classificação” e da “ausência de procedimentos mínimos de segurança para identificação dos candidatos na segunda fase do processo seletivo”.

O magistrado ainda anota que “durante a realização da entrevista os candidatos não tiveram acesso às anotações feitas pelo entrevistador, não assinado qualquer documento atestando a veracidade daquelas informações”.

IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Os promotores Inocêncio de Carvalho, Thaiana Rusciolelli e Renata Caladas Lazzarini também denunciaram o prefeito Claudevane Leite, a secretária de Administração, Mariana Alcântara, e a coordenadora do processo seletivo, Monaliza Matos, por atos de improbidade administrativa na realização da seleção pública.

Professores entram em operação tartaruga

Os professores iniciam pressão contra o Município

Os professores iniciam pressão contra o Município

Cerca de 300 Professores ocuparam a porta da Prefeitura de Itabuna na tarde desta segunda-feira (06) para cobrar do Governo um posicionamento acerca do aumento salarial de 7,97%, devido desde janeiro aos professores de nível I, bem como um reajuste viável aos professores de nível II e III.

Enquanto os professores se manifestavam com faixas e bandeiras para alertar à sociedade os problemas enfrentados na educação municipal, o Simpi, sindicato da categoria, tentava negociar com as Secretarias da Educação e da Administração um aumento da proposta oferecida pelo prefeito de apenas 5,57% para os professores graduados. De acordo com a presidente do Simpi, Norma Guimarães, esse reajuste contraria a progressão e a valorização indicada pelo Plano de Carreira da categoria. “Até o momento o Governo não pagou o reajuste de 7,97% ao nível I e a proposta ofertada de 5,57% para os níveis II e III não contempla o esforço desses profissionais que passaram parte de sua vida em graduações e especializações”, afirma a Dirigente sindical que defende o reajuste de 15% para classe.

Sem novas propostas, os professores resolveram deliberar uma operação tartaruga até sexta feira (10), quando o consultor-jurídico do sindicato se reunirá com o contador da Prefeitura em busca de soluções concretas para o impasse. Até lá, as escolas permanecerão funcionando em meio período, ou seja, no turno da manhã até às 9h30min; no turno da tarde até às 15 horas; e no noturno até às 20h30min. Quanto às creches, elas deverão funcionar apenas em meio período. Durante a semana, os professores distribuirão panfletos nas escolas e nos bairros para justificarem aos pais e à comunidade os motivos de seus filhos retornarem mais cedo, e na sexta farão outra mobilização na porta da prefeitura às 9h30min, com o intuito de sensibilizar o Governo para que o mesmo atenda às reivindicações da classe.

Guerra de som prejudica empresários, comerciantes e clientes do Calçadão

Já não bastava o abandono dessa importante artéria comercial, ainda tem o som alto perturbando

Mais um exemplo do descaso do Poder Público Municipal com a cidade e os itabunenses pode ser conferido a qualquer hora no Calçadão da rua Ruy Barbosa, no centro de Itabuna.

No trecho compreendido entre a travessa Adolfo Leite (Beco do Fuxico) e a rua Nilo Santana (travessa do Artistas) duas lojas promovem a maior baderna de som, espantando os clientes do local.

Com o som no volume máximo, as lojas Quarto de Bebê e Mundo dos Naturais promovem uma verdadeira guerra contra os tímpanos das pessoas que se atrevem a passar ou permanecer no local.

Enquanto o povo sofre com o desrespeito dos dois péssimos comerciantes, a prefeitura de Itabuna faz ouvidos de mercador e não faz nada para defender o ouvido das pessoas e fazer cumprir a lei.

Tá na hora de avisar ao prefeito e secretários que é preciso tirar a bunda das poltronas macias e sair em campo e começar a administrar a sofrida Itabuna. Êta povo lerdo!

 

O peixe e as peixadas de Vane

Na guerra das piabas, quem nunca comeu mel, quando experimenta se lambuza (foto Na chapa quente)

De pronto, quero dizer que o prefeito Vane nada tem a ver com o que vou escrevinhar, a não ser suas claudicações em torno da administração de todos os itabunenses, sejam eles cristãos (católicos e demais professantes de  igrejas evangélicas), agnósticos, ateus e mais que o valham. Mas diz respeito, sobretudo, aos seus secretários, cujo chefe e dono da caneta é ele como prefeito.

Pra começar a polêmica, não teríamos a distribuição de peixes às pessoas carentes, tradição em muitas cidades. Após diversas quedas-de-braço, enfim, cedeu. A seguir, novo problema: quem receber o peixe, como fazer a entrega das corvinas da semana santa sem a prática da politicagem assistencialista? Mais um abacaxi para descascar!

Mas o discurso, na prática, é diferente, e qualquer doutor sabe disso. Por último, vazou as briguinhas pela entrega política do peixe. Como em sociedade tudo se sabe, o presidente da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), José Roberto, é acusado de boicotar a distribuição de peixe em alguns locais e por algumas lideranças: do PCdoB, é claro.

Ao se explicar e tentar passar a culpa a um assessor e o líder comunista, deixou evidenciado que o faça o que digo, mas não faça o que faço é voz corrente no governo municipal de Itabuna.

Só pra entender: “O que tem o presidente da FICC com distribuição de peixe? Essa não seria uma atribuição da secretaria da Assistência Social? Ou o presidente da FICC tem especialização neste mister?”.

Na guerra das piabas, como chama o Pimenta Blog, está por demais claro que “quem nunca comeu mel, como experimenta se lambuza”.

SEM INJUSTIÇAS

Mantenho a notícia acima intacta, pois já deve ter sido lida por um grande número de pessoas, porém faço aqui uma retificação justa e necessária: O Roberto  autor da briguinha do peixe não se trata de José Roberto, o Presidente da FICC e sim Roberto, que teria sido motorista de Vane durante a campanha e que deve estar num desses cargos do gabinete.

Portanto nossas desculpas e o reparo feito à pessoa de José Roberto da FICC, que nada teve com o problema e entrou nessa notícia apenas por um erro de informação.

Reforma eleitoral

José AdervanAdervan

Durante o período de exceção militar, quando o país viveu uma de suas fases mais angustiantes em termos políticos (1964/1985), foram extintas todas as siglas partidárias e apenas dois segmentos passaram a ser representados na vida pública: a ARENA e o MDB. Ou seja, um representava os militares e todos os resquícios de uma ditadura e o outro, a oposição, com todas as suas mordaças e limitações, designadas pelo militarismo, com direito a repressão e coisas do gênero. Por simples lembrança, caiu a ditadura, venceu o MDB da resistência ao totalitarismo.

Vez por outra nossos políticos costumam ressuscitar – de maneira um pouco mais branda – aquele período de exceção, pois nunca aceitaram o debate das ideias como salutar para o exercício da democracia e preferem impor suas vontades, tendo em vista a perspectiva eleitoral, onde quem possa ter o voto, mesmo comprado ou tendo uma ficha policial um tanto escamoteada, tem a preferência e não importam os valores éticos e morais de quem não possui o dom de encantar os eleitores com promessas que jamais serão cumpridas, mas que representa o sonho da sociedade ainda não corrompida.

Daí, a figura das Comissões Provisórias – onde se tira e bota dirigentes ao talante do “líder”, aquele que tem o domínio estadual de qualquer partido – em detrimento de eleições democráticas, que forma o Diretório, a Executiva e seus diversos poderes, onde se constitui o verdadeiro espírito partidário, que é a identidade do cidadão com o partido escolhido e que, a cada dois anos, passa por uma reformulação que incentiva a participação dos filiados e amplia o conceito da agremiação e da própria democracia. Não é à toa o desprestígio da classe política junto ao eleitor.

A Comissão Provisória, como o próprio nome indica, deveria ser uma resolução atípica, quando não houvesse candidatos dispostos a gerir o partido, ou pela insubordinação ou por apoios a candidatos fora da agremiação, ou então, quando se formasse um grupo de pessoas dispostas a seguir a orientação filosófica e doutrinária da sigla que não estivesse formada na cidade. Exemplo típico: o novo partido criado pelo ex-prefeito de S. Paulo, Gilberto Kassab, ou o da ex-senadora Marina Silva, ainda à deriva no plano nacional.

O PSDB de Itabuna há tempos está regularizado, com suas diretrizes estabelecidas e, de certa forma, obedecidas. Nos últimos quatro anos coube-me a honra de presidir o partido. Desde 1992 não apresentávamos candidato a prefeito, quando Ubaldo Dantas foi derrotado por Geraldo Simões. Em 1996, apresentamos um candidato a vice, numa chapa com o PCdoB. Em 2000, foi formada uma chapa vitoriosa com Geraldo/Ubaldo. Em 2004, ficamos de fora. E em 2008 apresentei o meu nome, mesmo enfrentando dificuldades de toda ordem, e elegemos um vereador, coisa que não acontecia desde 1996.

Portanto, o ninho tucano de Itabuna, com todas as limitações, estava vivo e levamos o nome do candidato Augusto Castro, eleito, mas inexperiente e neófito político. Logo esgarçou o seu capital ao buscar uma briga de poder partidário sem necessidade, pois o apoio que lhe foi dado não tinha restrições. Mas, para mostrar força, passou a anunciar que tomaria o partido, pelos blogs a seu “dispor”, apesar de ter estimulado a minha reeleição. Não conseguiu tomar o PSDB e passou a hostilizar as decisões do Diretório quanto à candidatura própria para a Prefeitura de Itabuna, criando um cisma desnecessário e pouco inteligente, pela fragilização tucana, no novo cenário político da cidade. Interessava, muito mais, os bons negócios com o governo do militar de plantão, para onde tinha indicado o então secretário da Saúde, Geraldo Magela, com ótimos dividendos.

Agora, já mais experiente, foi buscar o apoio do deputado Jutahy Magalhães para evitar a eleição do novo Diretório Municipal, com a provável constituição de uma Comissão Provisória, sem passar pelo crivo do eleitor filiado ao PSDB. E já pensa em colocar a “coroa” na cabeça, apesar da recomendação de discutir a situação com o “PSDB histórico de Itabuna, com grande experiência de luta em favor do partido”, observação do deputado Antônio Imbassahy.

E Augusto Castro, que se arvorava em campeão de votos em Itabuna, ficou com medo de uma nova derrota dentro do PSDB, pois sabia que dentro do partido ele não conta com a maioria dos filiados e ganha uma sigla fracionada, dividida, mas perde, além de tudo, o respeito de quem fica, podendo ser derrotado na primeira tentativa de formar um Diretório Municipal pelo voto direto e soberano. Esse é o problema dos títeres. Mas como o sonho de Poder é mais alto, certamente, terá de pedir a Jutahy Magalhães, velho conhecido da ARENA, que faça tantas quantas necessárias intervenções para formar novas Comissões Provisórias, só para manter o pequeno e incompetente “ditadorzinho” no comando do PSDB de Itabuna.

Por sugestão, recomendaríamos ao deputado federal Jutahy Magalhães, pelo grande prestígio que desfruta em âmbito nacional, a retirada da palavra democracia da sigla tucana, pois não soa bem termos no PSDB – Partido da Social Democracia Brasileira – algo que não se coaduna com a vocação ditatorial do deputado, uma questão de DNA, que vem como herança do velho general Juracy Montenegro de Magalhães, em quem teria votado quando disputou uma eleição de forma democrática, mas que governou a Bahia durante a república tenentista de Getúlio Vargas, período em que se acostumou a não questionar ordens recebidas dos superiores, assim como não gostava de ser questionado nas ordens dadas aos seus subalternos. E, no PSDB, a palavra de Jutahy Magalhães é uma ordem. E como nunca gostei de receber ordens, mas discutir sugestões, só vejo o caminho da retirada, pois sob o comando de Augusto Castro no PSDB de Itabuna seria regredir em minha caminhada. Retroceder, jamais…

Jornalista e político

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O Prêmio Galinha Pulando começou em 2005, patrocinado pelo seu organizador Valdeck Almeida de Jesus. Até 2009 cada poeta selecionado recebia um livro de graça. A partir daí, ficou muito caro para Valdeck bancar tudo sozinho. Agora em 2014 veio a ideia de pedir ajuda aos autores e a quem puder colaborar comprando antecipado exemplares da antologia poética.
 
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Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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