CIA DA NOTÍCIA

Posts Tagged ‘presidenta Dilma Rousseff’

Acreditar não é fácil!

Walmir Rosário*

Costumo comparar os políticos petistas aos motoqueiros. Acreditam que podem fazer de tudo como se fossem os “donos do mundo”. No caso dos motoqueiros, todo o carro que lhe aparece à frente é considerado um perigo iminente, mesmo que não lhe constitua ameaça. A rua é toda minha. No caso dos petistas não é diferente e a cada risco eleitoral que se avizinha, pousam de vítima e protestam como um bebê desmamado.

Esse é o jogo da comunicação política estudada com afinco e posta em prática pelo Partido dos Trabalhadores (PT), especializado a criar factoides, mesmo os de somenos importância, provocando grande repercussão política. Estereótipos à parte, agora o PT traz de volta a propaganda para incutir no eleitor o medo de volta ao passado. Por passado entendam o PSDB.

Essa prática não é nova! Faz parte da política do quanto pior melhor e é capaz de produzir os resultados desejados, suscitando o medo no eleitorado. Constantemente, a velha e boa central de boatos entra em ação com estórias de que se candidato fulano ou beltrano ganhar a eleição acabará o Bolsa Família, maior programa de renda do Brasil.

Embora todos saibam que isso não é verdade, uma ação desse tipo causa uma comoção sem precedentes, com resultados comparados a uma guerra civil. Essas “afirmações” repetidas com exaustão se transformam em “verdade absoluta”, haja vista a boataria que provocou uma corrida às casas lotéricas e aos terminais da Caixa Econômica Federal.

O PT é o partido que sempre soube utilizar a chamada “rádio peão”, com a finalidade de espalhar notícias utilizando meios de comunicação populares não tradicionais, com mensagens subjetivas e dissimuladas. Meios esses, diga-se de passagem, bastante utilizados nos confrontos ideológicos.

Outro fato marcante é o da estrepitosa vaia tomada pela presidenta Dilma Rousseff durante a abertura da Copa do Mundo. Um protesto que considero de muito mau gosto e desrespeitoso, intimidação própria de quem não tem nenhum princípio ou respeito.

Mas se hoje os petistas são “vidraças” já foram “estilingues” e que o digam os amigos de hoje José Sarney, Collor de Mello, Maluf, e até Waldyr Pires quando ainda era do PMDB, sem falar no ainda adversário FHC. Esse exemplo entra aqui somente para mostrar que fatos e atos como esse têm precedentes vergonhosos.

E cada vez mais as redes sociais são utilizadas pelos militantes para disseminar factoides, assacar contra opositores. E o fazem com a competência de quem foi à guerra para vencer, não importando os meios. Eles são perfeitamente justificados pelos fins.

Os partidos de oposição esperneiam mas ainda não aprenderam a se comunicar com o eleitorado através dos veículos nada convencionais. Não aprenderam que o rádio, o jornal e a televisão são pautados pelas redes sociais.

É a internet que informa, em primeira mão, embora nem sempre com responsabilidade, mas de forma eficaz. A ética, tão requerida contra os ataques adversários, agora se transforma em artigo de luxo, que não entra na cesta básica das ferramentas de comunicação.

E nesta luta desigual da contrainformação ou informação irresponsável, perde o eleitorado brasileiro, que cada vez menos crê nos políticos tradicionais. Enfim, nem sempre a melhor maneira de comunicar é a forma mais indicada para os partidos.

*No meio do tiroteio da informação

A seleção do marketing

Walmir Rosário*

Bola pro mato que o jogo é de campeonato. Essa expressão popular está sendo seguida fielmente pela presidenta Dilma Rousseff a pedido do seu time de marqueteiros. E não é pra menos. O ano é de eleições e de Copa do Mundo. Um está intrinsecamente ligado ao outro.

Se nossa seleção de futebol bobear na Copa a presidenta ainda terá cerca de 90 dias para se recompor da fama de “pé-frio”, atributo também conferido ao seu antecessor, o ex-presidente Lula. Para evitar esse dissabor, chamou às falas seus subordinados, exigindo mais ação do governo.

E esse chamamento foi um “puxão de orelhas” na turma de ministros e secretários, que não têm sido muito laboriosos, deixando obras importantes em atraso. Obras como as de mobilidade urbana, Programa Minha Casa Minha Vida, Pronatec, e o Programa Mais Médicos estão nessa pauta.

A presidenta deu ordens expressas para que, no máximo até o dia 5 de julho, data fatídica para participar das inaugurações, essas obras e serviços possam ser entregues. E não será fácil cumprir esse prazo. A não ser que: como já fez recentemente, inaugure a maior quantidade possível dessas obras sem estarem acabadas.

Até aí não há novidade alguma. O mais grave nisso é se os “aspones” entenderem as ordens da presidenta Dilma ao pé-da-letra e descuidarem da segurança. E essa história já foi vista por nós, principalmente na construção das formosas arenas que sediarão os jogos da Copa do Mundo.

E a dívida da presidente Dilma com a sociedade brasileira não se prende somente às obras em andamento, mas as reclamadas por parte de representantes da sociedade nas manifestações de ruas. Essas cobranças ainda estão na memória do esquecido povo brasileiro.

Os pactos anunciados por temas que versam sobre responsabilidade fiscal, reforma política, saúde, transporte e educação ainda ecoam em nossos ouvidos. De forma pronta e inteligente, essa foi a forma encontrada para abrandar a onda de protestos que abundou as nossas cidades.

Pois bem, aos poucos, os R$ 0,20 de aumento nas tarifas do transporte coletivo foram sendo autorizados, os preços nos supermercados remarcados. Até a temível figura do dragão da inflação reapareceu. Em alto estilo é bom que se diga, só que de forma sorrateira, mas eficiente.

Com uma seleção de marqueteiros de dar inveja ao Felipão, a presidenta formula sua tática conforme a reação dos adversários. Por enquanto, só a defesa e o ataque funcionam, mas de forma atabalhoada, por falta de coesão do meio de campo.

Ao que parece, o sucesso da presidenta depende 100% do time do Felipão…

A copa e seu entorno

Walmir Rosário*

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, reconhece que a imprensa não tem boa vontade para com a Copa do Mundo, elevando o tom das críticas. O ministro, que também é jornalista, sabe muito bem qual o papel da imprensa: mostrar a verdade, sem dar um tom mais claro ou escuro nas notícias que divulga.

Aldo Rebelo chega a dizer que há uma campanha contra a Copa e que ele não chega a se surpreender, pois a imprensa brasileira sempre teve esse viés. E nem poderia ser diferente, ministro, pois, a cada dia, são descobertas falhas gritantes na construção dos equipamentos, erguidos a toque de caixa na tentativa de superar os atrasos.

Todos sabem que a ocorrência de um problema num volume grande de obras não chega a comprometer sua segurança. Mas quando esses transtornos chegam a ser crônicos, não há boa vontade que supere as incômodas situações verificadas nas construções das famosas arenas.

Se todos os problemas fossem esses, poderíamos até acreditar numa má vontade da imprensa, mas não é só disso que tratam os noticiários, e sim dos contratos não cumpridos e, pasmem, superfaturados. Nesse caso, haja boa vontade da imprensa para encobrir as escabrosas denúncias de malversação dos recursos públicos.

Em Porto Seguro e Santa Cruz Cabrália os desencontros não foram diferente e a entrega do centros de treinamentos foi adiada com a desculpa de que a prefeita de Porto Seguro não teria agenda para comparecer ao evento. A verdade é que as obras não estavam prontas. E o ministro ainda fala em má vontade. Nos poupe, senhor ministro.

Outro exemplo vem do Rio de Janeiro, quando ao inaugurar obras inconclusas, a presidenta Dilma Rousseff disse que seu governo está transformando aeroportos em rodoviárias, numa alusão à ampliação desses serviços. Sabemos que a presidenta quis dizer que hoje não é só a elite quem viaja de avião.

Mas esse comentário da presidenta Dilma nos lembra os péssimos serviços que são prestados pela Infraero, administradoras dos aeroportos, transformando esses equipamentos em velhas e ultrapassadas rodoviárias. Não esqueçamos de que os preços praticados são estratosféricos, impossíveis para as classes C e D.

Todos se lembram de quando o ex-presidente Collor chamou nossos carros de carroças, nossas rodovias de estradas da morte. Pois bem, de lá pra cá pouca coisa mudou. Viajamos em aviões que nem sempre passam pela manutenção obrigatória, usamos ônibus que são meros caminhões encarroçados, pagamos preços estratosféricos por uma coxinha sem recheio nos nossos aeroportos.

Sem dúvida, o maior legado deixado por essa Copa do Mundo é a mobilização popular. Sem os nefastos excessos, é claro.Mesmo assim vamos torcer pela nossa seleção brasileira.

*Torcendo por um Brasil melhor.

Forte, mas nem tanto…

Walmir Rosário

A célebre frase dita pelo engenheiro militar, jornalista e escritor Euclides da Cunha, afirmando que “O sertanejo é, antes de tudo, um forte” não tem sido levada ao pé-da-letra pelas nossas maiores autoridades.

Para eles, o nordestino teria o dom da ressurreição ou da imortalidade. Certo que alguns nordestinos ostentaram e ostentam o título de imortal, concedido por algumas academias, inclusive a conceituada Academia Brasileira de Letras.

Talvez, quem sabe, vendo a longevidade do ex-tudo José Sarney, maranhense, e, portanto, nordestino, esse povo de Brasília confunda a assertiva de Euclides da Cunha lá em Canudos.

Essa confusão tem criado sérios problemas para os nordestinos que teimam em viver no polígono da seca (se é que ali se vive). De fome e de sede eles não morrerão, acreditam aquela gente que se instala na presidência da República.

Mas não é assim que a banda toca e a cada dia presenciamos o tratamento desigual proporcionado aos nordestinos. Mas se eles já ganham o Bolsa-família, que querem mais? Devem perguntar.

No balaio de bondade distribuído pela presidenta Dilma Rousseff para os nordestinos está a prorrogação das dívidas com os bancos, como se bastasse na próxima chuva “chover em abundância rios de leite e ribanceiras de cuscuz”.

Não é bem assim, dona Dilma, falta água para beber, tanto para as pessoas (gente, mesmo…) e os animais, que já foram considerados pelo ministro Rogério Magri (portanto de Brasília) seres humanos.

Falta comida, pois as plantações têm sido perdidas há anos, e agora nem mesmo semente existe para ser plantada. O nordestino pode ser um forte, mas, com fome é difícil lutar. O nordestino também sente muita piedade e dor profunda de ver seus animais morrendo de fome, de sede.

E sabe o motivo, presidenta: Porque desde que Dom Pedro (os dois) eram monarcas que prometem acabar com a seca no Nordeste. E essas promessas passaram a ser feitas pelos presidentes desde que o império ruiu.

Se grande parte da criação morreu (gado, animais de monta e serviço, aves, etc.) foi por falta de ração, do simples milho que a Conab não teve a competência de transportar.

Mas a culpa é creditada na simples licitação para o transporte. Como os nordestinos não encontram o amparo da Fifa para a copa do mundo de 2014, o jeito é esperar, mesmo no leito de morte, a ajuda chegar.

Tivesse o apadrinhamento da Fifa, não precisaria licitação, como para construir e reformar estádios, aeroportos, dentre outros equipamentos para mostrarmos aos gringos a partir da copa das confederações.

Mas não se avexe, não, presidenta Dilma, que os nordestinos que morrerem de fome alguns sequer farão parte das estatísticas oficiais, por falta, inclusive de documentação. Muitos, sequer, possuem certidão de nascimento, para serem considerados brasileiros, nossos conterrâneos.

E tem mais, a seca até que tem seu lado bom. Sim, nossa imprensa vai lá conversa com dois ou três, filma e fotografa a miséria. E o nordestino aparece no Jornal Nacional e nas redes nacionais. Com dignidade, é bom que se diga.

Resignado, pede a Deus que mande chuva, mostra a criação morta ou desfalecendo, sua agonia que não acaba. Entra ano e sai ano, a necessidade é a mesma: água, só água para animais e vegetais.

E, em Brasília, as providências são adotadas com todas as pompas, sempre dois ou três anos após a necessidade, mas é assim mesmo. Os técnicos do governo têm de planejar com rigor, com base no banco de dados existente, para não fugir das técnicas rigorosas da economia e administração.

De repente, governos acompanham a presidenta e anunciam os programas que deverá ser disponibilizados e executados. Bonitos, bem feitos, com competência para solucionar todos os problemas do mundo.

Mas aí tem outro porém: como quem planeja não executa, surgem as dúvidas de como suprir a falta de documentação, a capacidade de contratação, a dificuldade do fiel cumprimento dos termos do contrato.

O governo (Brasília) diz que fez sua parte, destinando o dinheiro; o governo (bancos oficiais) diz que há recursos disponíveis, mas que não pode executar por falta das condições legais. “Como posso colocar dinheiro bom em coisa ruim”.

Ora, ruim é quem aufere lucro com a seca e não o nordestino que trabalha dia e noite para plantar e colher sua safra, criar seus bodes, carneiros e bois, produzir leite e carne, embora não tenha comida para oferecê-los no período da seca.

Como sempre o governo chega tarde na hora da ajuda. Para reparar esse erro, chega cedo antes da eleição, pede votos, garante que o Bolsa-família não vai acabar, desde que o nordestino vote neles.

Novas promessas são feitas. Como o nordestino, homem simples, acredita nos milagres de Deus e dos seus santos, porque não acreditar nos milagres prometidos pelos homens.

Ele empenha a palavra e honra votando neles. Eles, eleitos, nem sempre podem fazer o que prometeram. Problemas de governo, de burocracia que costuma emperrar os processos. “Nossa parte já foi feita”, mostram na televisão.

E o nordestino não tem a quem reclamar. Nem mesmo de Euclides da Cunha, que não se encontra mais entre nós para explicar o objetivo de sua frase, dita em outro contexto.

É assim que a banda toca!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Vitória, ô time ruim, meu rei

Nem mesmo numa festa como a inauguração da Arena Fonte Nova, que tem nome de cerveja, o Vitória, mais conhecido na zona do agrião como o Leão da Barra, respeitou seu adversário.

O pé-frio de Dilma teria sido a causa da humilhante derrota do "Bahêa", reclamam os torcedores

O pé-frio de Dilma teria sido a causa da humilhante derrota do “Bahêa”, reclamam os torcedores

Com todos os festejos, no campo, o Vitória promoveu uma derrota acachapante no seu rival, o Bahia, que alardeava, a todo o tempo e hora, um abate ao Leão da Barra na inauguração do seu estádio. Por isso já está sendo chamado de o pior time da Bahia, por bater em seus adversários.

Em respeito aos meus amigos torcedores do BAHÊA, não vou tecer maiores comentários ao humilhante placar de 5 x 1, diante da torcida, das autoridades, artistas e da imprensa mundial.

Mas é só por esse motivo, caso contrário não respeitaria essa dor. Sabe por qual o motivo dessa minha decisão? Por ter cantado vitória antes da hora, e quem conhece e sabe de vitória é o Vitória.

Ainda mais quando tenta invadir um estádio – novinho em folha – dizendo ser de sua propriedade, assim como fazem os índios e os sem-terra, como se fosse uma ocupação qualquer.

A título de corretivo o castigo foi imposto e aplicado. Daqui pra frente, fale o que quiser, mas não esqueça: Quem ruge na Fonte Nova é o Leão da Barra, que fez o primeiro gol, aplicou a primeira goleada, entrou para a história do estádio pela porta da frente.

E que nunca mais diga aos quatro cantos: “HUMBORA BAHÊAAAAAAAA!, pois pode passar um Leão da Barra com raiva e aplicar o mesmo corretivo. Pode dizer que o estádio é seu, mas a vitória é do Vitória.

Estresse ou TPM perene?

O jornalista Cláudio Humberto trás em sua coluna deste domingo (3), uma série de notas sobre o comportamento da presidenta Dilma Rousseff. O gancho das notas é a sua constante irritabilidade e constantes acessos de fúria, que afastam os bons profissionais das áreas civil e militar de servirem à Presidência da República.

Volta e meia, a presidente tem destratado esses (as) profissionais, inclusive em público, sem qualquer motivo. Além da falta de educação, a presidenta também incorre em vários crimes, inclusive de assédio moral. Além da falta de educação, a presidenta Dilma demonstra não ter nenhuma capacidade emocional para o exercício do cargo maior do pode executivo brasileiro.

Leia as várias notas publicadas na Coluna Poder, Política e Bastidores, de Cláudio Humberto.

O Porto de Ilhéus em Brasília

Nem mesmos os serviços de manutenção do porto estão sendo feitos pela Codeba

Nesta terça-feira (6) o governador Jaques Wagner discute, em Brasília, com a presidenta Dilma Rousseff, sobre o Porto de Ilhéus. A conversa é mais um capítulo da novela “falta de vontade da Codeba com o antigo Porto do Malhado”, cuja implicância da Codeba também é antiga.

Promessas deverão ser feitas, embora não se possa afirmar que serão cumpridas, haja vista a longa lista de prometimentos feitos pelo atual governador da Bahia, todas guardadas a sete chaves numa das gavetas da governadoria e/ou das secretarias de Estado, até que caiam no esquecimento.

Quem sabe o povo de Ilhéus e região não tenham mais sorte com as promessas de Dilma…

Plano Safra da agricultura familiar disponibiliza valor recorde de R$ 22,3 bilhões

O Plano Safra 2012/2013 para a agricultura, lançado nesta quarta-feira (4) em Brasília pela presidente Dilma Rousseff e pelo ministro de Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, disponibiliza R$ 22,3 bilhões, dos quais R$ 18 bilhões serão para as linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

De acordo com dados do MDA, a agricultura familiar é setor que é estratégico para o desenvolvimento do País e responsável por produzir 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros, respondendo por 38% da renda agropecuária, além de ocupar quase 75% da mão-de-obra do campo.

Com 665 mil famílias de agricultores, a Bahia tem o maior contingente desse segmento, que representa 15% do total no País.

Queda de Negromonte está marcada

Segundo o colunista Leandro Mazzini, de O Estado de São Paulo, “já está acertada a saída do ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP). A presidente Dilma Rousseff deve demiti-lo quando voltar do Caribe. Presidente do PP, o senador Francisco Dornelles (RJ) foi avisado e procura um nome, em vão. Negromonte é alvo de série de denúncias de irregularidades em contratos na pasta. No sábado, a situação do ministro se complicou com a denúncia da coluna de que ele acumulou cargo remunerado enquanto ministro, como deputado licenciado, o que contraria a lei. O problema do PP é que o partido não tem um nome para substituí-lo.

DO PÚBLICO AO PRIVADO

MARIA ALICE DE VOLTA AO PALÁCIO I

Maria Alice volta à Prefeitura para comandar a articulação política

Nesta quinta-feira (29), finalmente Maria Alice Araújo é nomeada e toma posse no cargo de Assessora de Articulação Política. Não foi uma operação simples trazer a conhecida Dama de Ferro ao centro das operações políticas oficial da Prefeitura de Itabuna. Os motivos foram os mais variados, a começar pelo temor da concorrência do núcleo do gabinete do prefeito, comandado por Joelma Reis e Soldado Pinheiro, que detestam sombra.

Apesar da falta de comando do prefeito Azevedo, capitão da Polícia Militar, o festival de besteiras cometidas pela dupla em relação à política e à administração falaram mais alto e o veto à nomeação de Maria Alice foi para o espaço e o decreto, finalmente, saiu da gaveta. Alice terá muito trabalho pela frente, principalmente para domar a dupla que hoje domina as ações e a agenda do pusilânime prefeito.

MARIA ALICE DE VOLTA AO PALÁCIO II

De início, ao “arriar as malas” e tomar pé da situação, Maria Alice terá que tomar todas as precauções e, por certo, mudar a forma de relacionamento entre os vereadores e a prefeitura. Atualmente, essa relação é considerada por demais promíscua, tanto assim que as audiências com eles são marcadas em horários totalmente fora do expediente normal da prefeitura.

Com a experiência adquirida em muitos anos em cargos de linha de frente, Alice tomará todos os cuidados para evitar as “cascas de banana” que por certo serão colocadas no seu caminho pela desastrada dupla de articuladores. Além de lidar com as víboras externas, a assessora vai ter que dar uma arrumação no serpentário municipal, coisa de que deve “tirar de letra”.

CÂMARA DE ITABUNA CONTINUA A MESMA

A Câmara continua com os mesmos defeitos e vícios de sempre

Apesar de ter passado por uma auditoria e ser investigada pela Polícia Federal, dentre outros órgãos oficiais, a Câmara de Itabuna continua a mesma, praticando os mesmos vícios, os mesmos desmandos. O que mudou foi somente a direção, com a saída de um grupo e a entrada de outro, mantendo alguns membros do grupo anterior pelo sistema de cooptação.

Recentemente, o atual grupo de mantem a soberania sobre os recursos da Câmara, rachou, literalmente. O motivo: o mesmo de sempre – as benesses concedidas com o rico dinheiro do pobre contribuinte. Para ficar só num dos desmandos, a turma apaniguada conta agora com mais assessores de gabinete do que os vereadores considerados “pés-duros”, ou “inimigos do rei”.

Há tempos em que alguns assessores reclamam de ter que pagar um “dizimo” de 50% (se é que pode…) para os seus “padrinhos”.

WAGNER SÓ PENSA NAQUILO…

O governador baiano vem demonstrando psicose para a construção de pontes. Em Ilhéus prometeu construir uma segunda ponte ligando o centro da cidade ao bairro do Pontal. Não começou construir, mas alimenta a ideia de que ela vai sair. Para manter sua ideia fixa, garante (tem gente que não admite garantia de político) e prometeu outra, esta bem maior, ligando Salvador à ilha de Itaparica.

O projeto básico da ponte de Itaparica, como está sendo chamada mostra o equipamento com aproximadamente 12 quilômetros de extensão, seis faixas de tráfego, duas pistas de acostamento e um trecho móvel, com largura de 160 metros. A ponte deverá ser iniciada em 2014 e concluída em 2018. As intervenções têm investimentos estimados em até R$ 7 bilhões.

PROJETO PREVÊ VÁRIAS FONTES

Os recursos serão dos governos federal e estadual e da iniciativa privada. A previsão é que as obras comecem por Salvador, entre o berço do terminal de São Joaquim e a área de ampliação do porto, chegando à Gameleira, em Vera Cruz. O objetivo é garantir maiores condições de mobilidade e segurança a todos que trafegarem pela via.

O projeto prevê que o espaçamento entre as pilastras de sustentação da obra deve ser de 250 metros. Haverá um vão central, de espaçamento de 700 metros de largura e 70 metros de altura, utilizado para a passagem de embarcações destinadas aos portos de Salvador e Aratu, e uma profundidade de 25 metros, que possibilitará o atracamento de embarcações, a exemplo de navios.

Já a ponte de Ilhéus, bem menor, o governador nem dá notícia.

MOVIMENTO PELA FICHA LIMPA I

A diretora do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral, Jovita José Rosa, entregou ao coordenador da Frente Parlamentar Mista de Combate à Corrupção, deputado Francisco Praciano (PT-AM), uma carta, endereçada à presidente Dilma Rousseff, pedindo que seja indicado para o Supremo Tribunal Federal (STF) um ministro que esteja compromissado com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135/10).

A presidente da República deverá indicar nas próximas semanas um substituto para a vaga aberta com a aposentadoria da ex-ministra Ellen Gracie. A lei busca barrar a candidatura de políticos que respondam a processos judiciais. O STF, no entanto, ainda julgará a constitucionalidade da lei.

MOVIMENTO PELA FICHA LIMPA II

Os opositores da Ficha Limpa afirmam que a norma contraria o princípio de que as pessoas devem ser consideradas inocentes até que haja um julgamento judicial definitivo. Para Jovita, contudo, a lei não está impondo uma pena. Na abertura do ato, Francisco Praciano disse que existem cerca de 160 projetos em tramitação no Congresso Nacional sobre o assunto. Para o parlamentar, a lentidão com que essas propostas são analisadas é inexplicável.

Também presente, o coordenador da Frente Parlamentar pelo Voto Aberto, deputado Ivan Valente, (Psol-SP), lembrou que a corrupção não é um problema apenas da classe política. Ele defendeu o financiamento público das campanhas eleitorais como forma de combater os corruptores. “Se as pessoas precisam entender que, enquanto houver financiamento privado e o poder econômico interferir no processo eleitoral, haverá uma corrupção brutal. Não adianta se queixar depois”, declarou.

PMDB, A “NOIVA DA VEZ”

Os diretórios dos partidos políticos de Itabuna parecem que não estão levando o velho Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) a sério. Apesar da festa realizada para filiar dezenas de militantes e pré-candidatos a vereador, todo mundo quer o PMDB como coligado e oferecem a oportunidade da direção do partido a indicar o candidato a vice-prefeito.

Ao que parece, a renúncia do ex-candidato a prefeito pelo PMDB na eleição passada, Capitão Fábio, contaminou o partido. Esse, talvez, deve ser o motivo dos convites feitos insistentemente pelas agremiações concorrentes, o que já causando uma série de aborrecimentos da direção, que promete levar a sério a apresentação de candidatura própria.

NAMORO SÓ PRA CASAR

O presidente estadual do PMDB, deputado federal Lúcio Vieira Lima, diante de tantos convites para o partido indicar um vice, garantiu que o PMDB quer casar, sim, mas nega a condição de “noivinha dos demais partidos”, ressaltando o poder que sua agremiação possui numa campanha eleitoral. Segundo Lúcio, o PMDB tem em seu portfólio um vasto tempo para a propaganda de rádio e TV, militantes históricos com muita disposição e capacidade para ganhar uma eleição.

Nesse caso, o presidente estadual peemedebista aponta que a condição do partido é de titular e não de coadjuvante, haja vista os pré-candidatos existentes, políticos reconhecidos pela qualidade e comportamento ético. Um desses pretendentes é o médico e ex-deputado Renato Costa, que tem realizado um trabalho profícuo na campanha de atração e filiação de lideranças e pré-candidatos.

A SUBIDA DE DILMA

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNI/Ibope, a o Governo da presidenta Dilma passa dos 51% de aprovação. Até aí nenhuma novidade, não fosse a leitura detalhada da pesquisa. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de aceitação passa dos 70%, como era de esperar, tendo em vista a crescente lista de beneficiados do Bolsa Família, com valores ainda maiores.

A novidade mesmo ficou por conta dos resultados obtidos nas regiões Sul e Sudeste, cujos índices eram pífios, em muitos lugares. A razão para esse crescimento, no entender dos analistas, é a faxina feita pela presidenta Dilma, mesmo em escala menor. A caça aos  corruptos é um dos temas que mais agrada aos brasileiros, cansados de pagar uma pesada carga tributária e não ter a contraprestação no mesmo nível.

MERCADO DE CARNE, A VERGONHA DE ITABUNA

Em Vitória da Conquista a carne é comercializada de forma correta

A Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri) vai lançar na segunda-feira (3), às 9 horas, em seu auditório, o Projeto de Implantação de Entrepostos Frigoríficos. Trata-se de uma importante ação visando combater o abate clandestino de carnes no Estado, que vai permitir a oferta ao consumidor de produtos de qualidade processados por matadouros inspecionados, e estruturar toda a cadeia produtiva da carne na Bahia.

Elaborado pela Seagri e a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), viabiliza um modelo padrão de planta frigorífica – utilizando uma moderna tecnologia: a construção modular das instalações -, que atenderá a demanda de municípios localizados em pontos estratégicos do Estado. Em Itabuna, a Portaria 304 do Ministério da Agricultura é ignorada pela prefeitura, que permite a comercialização de carne sem procedência e sem os cuidados com a refrigeração, causando prejuízos à saúde da população.

GALO QUER POLÍTICA PARA A PESCA

O deputado Marcelino Galo defende política de apoio à pesca na Bahia

A criação de uma política global de apoio à pesca na Bahia em parceria com o governo federal foi indicada ao governador Jaques Wagner pelo deputado Marcelino Galo (PT). Além de recursos federais, o petista sugere que sejam disponibilizadas também verbas do Estado para a criação de uma nova estrutura de gestão e a execução de diversos programas, como o ordenamento pesqueiro do Rio São Francisco em seus 1.200 quilômetros de extensão na Bahia, com estudo de sustentabilidade do estoque pesqueiro do rio.

Também no São Francisco, Galo, que é vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, defende o repovoamento das espécies pouco exploradas nos maiores reservatórios, a exemplo de Sobradinho e Itaparica. Na indicação, Galo salienta o reordenamento dos principais estuários da Bahia, como os dos rios de Contas, Jequitinhonha, Jucuruçu, Pardo, Una, Buranhém e Real. Marcelino ainda quer a inclusão do produto da pesca artesanal na alimentação escolar e no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ou seja, criar o “PAA-Pesca”, além da disponibilização de recursos estaduais a serem geridos pela Desenbahia para a constituição de Fundo de Aval para a pesca artesanal e de pequeno porte.

O VOLÚVEL SOLON

Eleito pela primeira vez, o vereador Solon Pinheiro não soube o que fazer na Câmara de Vereadores de Itabuna. Considerado um “peixe ensaboado”, se elegeu pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), mas nunca tomou qualquer atitude que justificasse afinidade com os tucanos.

De forma atabalhoada, a cada dia posa para foto com representante de partidos diferentes. Faz acordo com o prefeito (DEM) em troca de cargos; telefona para o deputado ACM Neto (DEM); faz juras de amor ao PMDB de Geddel; e, de vem em quando, diz até que é amigo do deputado federal Antônio Imabassahy, ex-presidente do PSDB.

BOA NOTÍCIA

O relator da Medida Provisória (MP) 540/11, deputado Renato Molling (PP-RS), está negociando com o governo a redução das alíquotas e a ampliação do prazo de vigência da desoneração da folha de salários, um dos principais pontos do texto encaminhado pelo Executivo. A MP, que tranca a pauta do Plenário da Câmara, autoriza as indústrias de móveis, de confecções e de artefatos de couro a substituir a tradicional contribuição previdenciária, equivalente a 20% da folha salarial, por uma contribuição de 1,5% da receita bruta. No caso das empresas de tecnologia da informação e comunicação (TIC), a alíquota é de 2,5%. A medida entra em vigor em dezembro e vigora até 31 de dezembro de 2012.

Molling recebeu dados dos setores beneficiados com a desoneração que mostrariam dificuldade para cumprir a alíquota de 1,5%. A indústria moveleira, por exemplo, afirma que só consegue suportar uma incidência de 0,75% do faturamento. A área têxtil e de confecções só poderia chegar a 1%. No setor de TCI, alguns segmentos argumentam que a contribuição de 2,5% representa uma carga maior do que a atualmente paga. Esse setor abrange empresas tão diferentes como de programação, processamento de dados, consultoria, suporte técnico e outros.

CONTAM POR AÍ…

No segundo período dos anos 80 da década passada, comandava o trânsito de Itabuna José Nilton Azevedo (não lembro qual a patente, se sargento ou tenente), famoso por realizar blitzen, principalmente para retirar os carros estacionados nas calçadas e estacionar em locais proibidos, fatos que hoje não mais lhe preocupam.

Era prefeito de Itabuna, Ubaldo Dantas, responsável pela transformação da cidade num canteiro de obras (não era chavão, era verdade), implantando saneamento básico, abrindo corredores de tráfego entre os bairros, pavimentando ruas e avenidas. Para fazer frentes às despesas, uma grande soma de investimentos foi prospectada junto ao Governo Federal, grande parte a fundo perdido.

E Itabuna começou a vivenciar um período de prosperidade no comércio, na indústria, enfim, a economia estava a mil por hora. As concessionárias batiam recordes de vendas de carros, que enchiam as ruas de Itabuna, complicando o trânsito em toda a cidade.

Àquela época, ao abordar um motorista infrator, o policial de trânsito ainda tinha que conviver com a arrogância dos “coronéis do cacau” (comércio e indústria, também) e as vigorosas carteiradas do tipo “sabe com quem está falando?”.

Parte das reclamações dos motoristas era em função do trânsito caótico, com muitas obras e poucos locais para estacionamento, com isso, eles acreditavam que poderiam trafegar na contramão, dentre outras arbitrariedades.

Para resolver esse problema, os engenheiros e arquitetos da Prefeitura, comandados pelo secretário Ronald Kalid, realizaram um amplo estudo sobre o tráfego e a mobilidade urbana em Itabuna, incluindo o sistema de transporte coletivo, interligando o centro e os diversos bairros num só sistema.

Na implantação das mudanças de responsabilidade do município tudo corria bem, sem dificuldades, mas o sistema de trânsito da Itabuna era da competência do Governo do Estado, o que dificultava a introdução do novo sistema, em conformidade com o diagnóstico e as soluções apontadas.

Foi aí que o prefeito Ubaldo Dantas mandou chamar Azevedo à prefeitura e, após uma preleção sobre os estudos que estavam sendo feitos disse a Azevedo:

– Pois é, Azevedo, fique sabendo que quem conhece de trânsito são os arquitetos e engenheiros e não policiais, que estão ali para impor respeito e multar os infratores. Converse com seus chefes, e se eles concordarem poderemos implantar, juntos, as mudanças propostas pelos técnicos para o trânsito de Itabuna – propôs o prefeito.

Como as autoridades do Estado concordaram, mesmo sem a assinatura de um convênio formal, o Município e o Estado trabalharam em parceria e realizaram uma profunda mudança no caótico trânsito da cidade.

Para o bem de Itabuna, seria satisfatório que o atual prefeito, Capitão Azevedo, lembrasse dessa passagem de sua vida e tivesse, hoje, a humildade que teve à época, para tornar o trânsito possível e Itabuna uma cidade melhor para se viver. É só querer.

Bahia ganha duas universidades federais

Amanda Cieglinski – Repórter da Agência Brasil

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff anuncia hoje (15) a criação de mais quatro universidades federais em estados do Norte e Nordeste. Três delas são na verdade campi já em funcionamento de outras instituições federais que serão transformados em universidades. Com essa expansão, a rede federal passará a contar com 63 unidades. A nova fase de expansão das federais totalizará 47 novos campi.

Na Bahia, o campus de Barreiras da Universidade Federal da Bahia (Ufba) será transformado na Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufoba). O estado ainda receberá a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba), no município de Itabuna. A criação delas precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) terá sede na cidade de Marabá, onde hoje funciona um campus da Universidade Federal do Pará. A Universidade Federal da Região do Cariri (UFRC), no Ceará, terá sede em Juazeiro do Norte, onde atualmente funciona o Campus Cariri que pertence à Universidade Federal do Ceará (UFCE).

Ao todo, as quatro novas instituições de ensino terão 17 campi para atender a população dos respectivos estados, sendo que 12 deles ainda serão criados e cinco, transferidos de outras universidades já existentes. Além disso, 12 universidades federais de 11 estados vão receber 15 novos campi até 2014.

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a expansão será concluída com a entrega das obras de expansão de 12 universidades federais que terão 20 novas unidades até 2012. Esses campi já estavam previstos na etapa anterior do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni).

ITABUNA

O anúncio da sede da Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba) pela presidenta Dilma Rousseff, nomeando Itabuna como sede da Reitoria, pôs fim a uma “guerra” travada entre as cidades de Teixeira de Freitas e Itabuna (Porto Seguro foi apenas um balão de ensaio). A sede da Ufesba foi uma vitória das instituições de Itabuna, a exemplo das Lojas Maçônicas Areópago Itabunense, 28 de Julho e Acácia Grapiúna; os clubes de serviço Lions e Rotary, Associação Comercial, Câmara de Dirigentes Lojistas, dentre outras. Foram essas instituições batalhadoras incansáveis na mobilização dos políticos do Sul da Bahia, responsáveis pela mudança de local.

Taxa do cheque especial aumenta em agosto
 
A taxa média do cheque especial nos bancos em agosto foi de 13,52% ao mês (a.m.), alta de 0,06 ponto percentual em relação ao mês anterior, segundo pesquisa do Procon de São Paulo. A maior alta foi encontrada no Banco do Brasil
 
LEIA MAIS
 
Artista canavieirense se inspira nas belezas naturais de sua terra
Aos 35 anos, quatro dos quais dedicados à arte, Thiago tem despertado a atenção de turistas e nativos pela simplicidade de seus trabalho, com traços e entalhes precisos, retratando animais do bioma Mata Atlântica.
 
LEIA MAIS
Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
LEIA MAIS