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Convenções em Itajuípe

DO CORREIO ITAJUIPENSE

Os partidos políticos que indicarão candidatos ao pleito 2012 realizarão suas convenções partidárias nos dias 29 e 30 do corrente. No dia 29, no plenário da Câmara Municipal de Itajuípe, estarão realizando suas convenções, em horários distintos, o PT, PSB, PP, PTdoB, PSDB, PTB e o  PTN.

No dia 30, no plenário da Câmara Municipal, estarão reunidos o PMDB/PV; o PPS, na avenida Dr. Montival Lucas (Barcaça); o PTC, na rua Osvaldo Cruz; e o PDT, na rua Frei Bento de Souza.

Também no dia 30, estarão realizando as suas convenções o PHS, PSD, DEM, PRTB, PR e PSDC, na rua Thomaz de Aquino; e o PSC, PRB e PRP, na rua Monteiro Lobato.

Nas convenções serão confirmados os lançamentos dos candidatos a prefeito: Gilka Badaró, Graciela Dantas, Demétrio Barra, Júnior da Auto Peças, Luiz Pedro, Pastor José Reis e o vereador Vinicyus Guimarães.

No 5 de julho (quita-feira) será o último dia para os partidos e coligações apresentarem no Cartório Eleitoral, até as 19 horas, o requerimento de registro de candidatos a prefeito, vice-Prefeito e  a vereador. Na sexta-feira (6) serão permitidos aos partidos a veiculação da propaganda eleitoral.

PMDB dificulta desfiliação de deputados

Os deputados temem represálias como a expulsão

Os deputados estaduais Alan Sanches e Ivana Bastos, que são fundadores do PSD, foram à sede do PMDB dar entrada em seus pedidos de desfiliações, conforme manda a legislação eleitoral, mas não obtiveram êxito. O secretário geral do PMDB baiano, Almir Melo alegou que ambos já foram expulsos da legenda e que por determinação da executiva estadual não poderia receber nenhum documento dos parlamentares. Os deputados, no entanto, até a presente não receberam notificação alguma em relação à expulsão e temem a dupla filiação, cujo prazo legal é dia 7 de outubro.

“Quem nos garante que não estaremos na lista de filiados ao PMDB, o que pode configurar dupla filiação. Queremos uma garantia de que fomos expulsos ou sair de forma legal. Afinal, o artigo 20 da lei 9.096 deixa claro que a sigla não pode recusar o pedido de desfiliação. Caso o presidente do diretório municipal não receba, o ofício pode ser entregue ao presidente estadual do partido, mas nós não conseguimos entregar nosso pedido a nenhum representante do partido e também não fomos comunicados de forma oficial sobre a nossa expulsão. O que deixa claro que estão dificultando a nossa saída”, destacou Alan Sanches, complementando que: “Se não querem aceitar nossa desfiliação que nos dêem o ofício infomando a nossa expulsão, o que também nos foi negado”.

A deputada Ivana Bastos já havia tentado entregar o comunicado de desfiliação por três vezes consecutivas no Diretório Municipal de Guanambi, região a que pertence, mas o documento também não foi recebido. No rol dos peemedebistas que migrarão para o PSD, apenas Temóteo Brito, que acompanhou os campanheiros, conseguiu se desfiliar através do diretório de Teixeira de Freitas.

Corrida ao Paranaguá – uma prova de fôlego

Walmir Rosário

O Partido dos Trabalhadores (PT) em Ilhéus até que tenta, mas não consegue fazer decolar uma candidatura majoritária ao Palácio Paranaguá. O que temos visto é que o partido ensaia, patina, porém não sai do lugar. Nem mesmo após o seu principal parceiro, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), colocar “a bola na marca do pênalti e mandar o PT chutar em gol”. Não se o porquê, mas não tem dado certo.

O certo é que, atônitos, os petistas não têm conseguido esboçar uma reação à altura. Talvez porque as facilidades têm sido tamanhas e eles ainda não conseguiram lidar com a nova situação. Ser governo não é nada fácil, notadamente quando o principal executivo é de outro partido, o que causa a falsa impressão de continuar na oposição, apesar do contracheque no final de cada mês.

E o que digo não é nenhum demérito de ordem ética ou política. Simplesmente provoca uma crise de identidade do tipo “ser ou não ser”. “Eis a questão”. O motivo: A tendência majoritária em Ilhéus “Construindo um Novo Brasil” (CNB), liderada pelo deputado federal Josias Gomes, alimentou a ideia de fazer o deputado candidato a prefeito. Josias nega ter feito alguma promessa desse tipo; os militantes pensam e afirmam o contrário.

Na última segunda-feira (5), o deputado Josias Gomes veio a Ilhéus, distribuiu afagos aos militantes, sejam da sua CNB ou de outras tendências, embora não tenha dito nenhuma novidade. À imprensa disse que poderia ser candidato, mesmo tendo incentivado uma alternativa local, mas não descartava “ter que partir para o sacrifício” caso os “companheiros” não viabilizassem um nome à altura. Aos “companheiros” explicou o seu projeto de continuar na Câmara Federal, incentivou a incursão de outros nomes.

Entre os nomes citados por Josias para concorrer ao Palácio Paranaguá o de Alisson Mendonça foi o mais incentivado, inclusive jurou apoiá-lo nesta difícil empreitada. Nada mais que “um balão de ensaio”, acredita grande parte dos políticos ilheenses, conhecedores que são das diferenças internas do PT, embora não se conheça um nome para concorrer nesse páreo, haja vista a falta de mobilização interna e o estofo para tanto de alguns.

Dentre os petistas de destaque na política ilheense Alisson Mendonça é visto como o mais preparado, por acumular a experiência de dois mandatos como vereador e a presidência do legislativo. Acrescenta-se, ainda, o desempenho no cargo de secretário municipal da Indústria, Comércio e Planejamento, uma Pasta imponente e importante, exercida em sua plenitude, com a coragem e a atitude de quem sabe comandar.

Mas isso ainda é muito pouco para quem deseja chegar ao cargo executivo majoritário de Ilhéus. Não basta saber gerenciar, é preciso demonstrar liderança dentro e fora do partido. E isso talvez seja o “calcanhar de Aquiles” de Alisson Mendonça. Se no âmbito interno partidário conseguiu o apoio dos “companheiros” de outras tendências, inclusive do deputado estadual Rosemberg Pinto, que anda às turras com o deputado federal Geraldo Simões (padrinho político de Alisson), no âmbito externo a conversa é outra.

Dos partidos que compõem a base do governo federal e estadual até o presente momento não chegou uma só frase de solidariedade ou empolgação pela candidatura do vereador-secretário. Desconheço o resultado “das andanças” de Alisson para “vender seu peixe” junto aos atuais coligados, mas caso esses encontros tivessem prosperado as notícias, por certo, teriam sido conhecidas, tanto para afirmar a possibilidade de um futuro compromisso, ou pelo simples “vazamento” de algum dos interessados.

Dos partidos políticos com pré-candidaturas postas, o Partido Progressista (PP) não descarta conversar com o PT, pelo contrário, fala até em dispor a vaga de vice. Será que é Alisson se contenta com isso? Aceitaria essa possibilidade? Encontraria abrigo na chapa do Partido Republicano Brasileiro (PRB) junto ao ex-companheiro Rui Carvalho? Convenceria o PSDB ou PSD (a definir) de Mário Alexandre a juntar os nomes numa mesma chapa? Caso cheguem a um bom termo, quem seria o protagonista e quem aceitaria atuar como coadjuvante?

Só o andamento das conversas mostrará quem terá “fôlego e jogo de cintura” para convencer os futuros coligados. De um lado, o PSB, parceiro de governo, conseguiu arregimentar 10, 11 partidos num encontro para debater a sucessão ilheense, não em torno de uma queda-de-braço, na qual o vencedor é considerado mais forte, mas em torno de ideias com a finalidade de elaborar um projeto comum para Ilhéus.

E nesse tabuleiro político, além das peças mais bem colocadas, a exemplo de Jabes Ribeiro, Rui Carvalho, Cacá Colchões, surge o vice-prefeito Mário Alexandre, que ganha musculatura e densidade eleitoral ao substituir – interinamente – o prefeito Newton Lima, acometido por problemas de saúde. Não se pode desconhecer a simpatia e o compromisso que o prefeito nutre pelo seu vice. Um handicap nada desprezível caso esse premissa passe a ser verdadeira.

Outra situação ainda não analisada é qual o comportamento do governador Jaques Wagner em relação à campanha política do próximo ano. Pela vontade de Jabes Ribeiro, o governador não deveria “se meter” na campanha, a não ser para indicar o nome do vice em sua chapa, mesmo que fosse Alisson Mendonça. Pelo que dizem os correligionários de Jabes, juntaria o que os une (no caso, a base de sustentação estadual e federal) e passaria a debater as diferenças, na busca de uma solução que interessasse a todos.

Em tese, parece fácil. Mas esse tratamento diferenciado agradaria aos outros partidos da base, que defendem os mesmos governos, mas que possuem interesses locais diferentes? Essas são perguntam que não querem calar, principalmente quando se trata da conquista do poder. Cada um desses partidos acredita ser chegada a hora de vencer. Todos eles consideram que reúnem as melhores propostas, as condições mais favoráveis, os melhores candidatos.

Nesse caso, qual seriam os argumentos mais convincentes para fazer esses partidos desistirem de chegar ou se manter no poder? Como costuma dizer o arquiteto Ronald Kalid, “Poder não se dá, poder se toma!”, qualquer deslize ou falta de habilidade das partes envolvidas será fatal para as pretensões. O resultado poderá ser desastroso, como num jogo em que o time com mais chances de vencer perca por WO (não entre em campo).

Advogado, jornalista e editor do site www.ciadanoticia.com.br

O Mapa do Caminho

Gerson Marques*

Estamos na entressafra politica, este ano não tem eleições, resta tempo suficiente para as especulações, alguns pré-candidatos, os mais experientes é claro aproveitam essa época em que as coisas estão assim “meio confusas”, para “vender seus peixes” e algumas “ideias mirabolantes”.

Para evitar confusões e permitir a todos entender o jogo, resolvi escrever umas mal traçadas e pretensiosas linhas, com opiniões pessoais sobre esse processo, e espero com isso ajudar os candidatos perdidos encontrar o mapa do caminho.

  1. A sucessão de 2012 para prefeito de Ilhéus passa, segundo qualquer analista politico, pelo governador Wagner. Seu peso será maior ou menor à medida que as muitas obras previstas para Ilhéus estejam iniciadas ou não, o apoio de Wagner ainda tem um enorme ganho extra, traz de quebra o apoio de Lula e Dilma.
  2. O partido de Wagner é o PT, que junto com outros partidos formam a base do governo. O PT de Ilhéus aceitou em janeiro de 2010 a orientação do governador e da direção estadual, no sentido de se aliar ao PSB. Isso, então, é fato, PT e PSB são aliado em Ilhéus.
  3. Até o momento não houve nem uma orientação em sentido contrário a essa aliança: o PT estadual, através de Wagner, assim como o PSB da senadora Lídice, acabaram de reafirmar a aliança durante  a última visita do governador em nossa cidade, onde mais uma vez o governador tratou da agenda de obras e ações para Ilhéus com o governo municipal  ampliando e reafirmando compromissos.
  4. Sendo esses os dois maiores partidos da base do governador em Ilhéus, é natural que juntos liderem a formação de uma grande frente  capaz de reproduzir a base de sustentação do governador aqui em nossa cidade. Essa frente deverá ter ainda a presença do PC do B, PRB, PDT, PSD e outros a serem convidados, dentre esees todos  deverá sair o candidato que nos unifique.
  5. E o PP? Bem é claro que o PP também é base do  governador e por isso cabe nessa frente, quem tem que definir seu rumo é o próprio PP, e no momento a tese do partido é de não conversar com os partidos que estão no governo municipal. Isso isola o PP fora da base do governador em Ilhéus, mais essa é uma opção deles.
  6. Não existe a menor chance de acerto por cima no PT, como pretende certo candidato. O PT não funciona assim, a base tem muita importância e a opinião do diretório local é que vale. Repito: a opinião do diretório local é que vale, alem disso, a nossa turma “de cima” leia-se Wagner, Josias, Geraldo Simões, Fátima Nunes, Jonas Paulo, Everaldo etc., são os mesmos que nos indicaram o caminho da aliança com o PSB e até agora não desindicaram se assim pode ser dito e entendido.
  7. A manutenção e ampliação da aliança PT e PSB tem sido amplamente discutida pelas executivas locais nos últimos dias, é aceita por praticamente a totalidade do partido, nossos vereadores são unanimes neste caminho.
  8. Este projeto não é contra ninguém, é por Ilhéus, é para viabilizar  nosso futuro, nosso desafio será construir a Ilhéus de amanhã, a aliança PT/PSB esta por traz dos grandes projetos que começam a mudar o rumo de nossa historia, a segunda ponte para o Pontal, a duplicação da Ilhéus/Itabuna, o novo aeroporto, o porto e a ferrovia Oeste/Leste entre outras. Nos próximos meses estaremos iniciando a preparação da cidade para  as comemorações do  centenário de Jorge Amado (ano que vem), assim como para a Copa do Mundo (quando poderemos hospedar algumas seleções).
  9. A politica real não é a dos bastidores, do acerto por cima ou  da rasteira quase certa, a política real é feita aqui na cidade, com gente de carne e osso. É verdade que existem projetos maiores em nosso partido, como governar a Bahia e o Brasil; é verdade que a politica de aliança exige reciprocidade, mas é verdade, também, que quando um não quer dois não se juntam; o mapa do caminho passa pela humildade, confiança mútua e muita vontade de lutar por Ilhéus, por uma Ilhéus mais justa e mais desenvolvida, por uma nova Ilhéus.

*Analista político e militante do PT.

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