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Papagaio come milho, a Globo leva a fama

A rede Globo é culpada pelos preços altos dos produtos da cesta básica, segundo os petistas

A estratégia dos militantes petistas é culparem a rede Globo (rádio, TV e impressos) pela elevação dos índices da inflação. Para os petistas, inflação é coisa da rede Globo, que vive alardeando essas coisas ruins, resquícios da ditadura, para tentar enganar o povo.

Para eles, não há aumentos nos preços e nem haverá, pois Mantega de Dilma não deixaram, jamais, que isso aconteça, com qualquer tipo de produto. A constatação, deles, é claro, é que com a desoneração dos impostos, os preços caíram em todo o país.

Só resta, agora, esses petistas publicarem um lista com os nomes e endereços dos supermercados, açougues, padarias, dentre outros comércios que continuam praticando os preços mais baixos, sem os aumentos tão comentados pela rede Globo. Este, sim seria uma grande prestação de serviço.

Os preços dos tomates, batatas, farinha e outros derivados da mandioca, como  de resto todos os produtos da cesta básica, estão em baixa. Deve ser miragem das donas de casa nas feiras livres e mercados pelo Brasil de meu Deus. Nem a propaganda de Hitler conseguiu uma proeza deste tipo.

Me engane que gosto!

 

 

Jornal Nacional erra e escalada “engasga”

A escalada travou

O Jornal Nacional é um dos grandes expoentes do telejornalismo brasileiro. Criado em 1969, teve seu auge nos anos 70 e 80, alcançando índices estrondosos de audiência. Seu padrão é copiado impudentemente pela TV Record. Porém, o passado de glórias não livra o programa, comandado atualmente por William Bonner, de suas falhas, como a ocorrida na noite desta segunda-feira, 19, quando a tradicional escalada de notícias teve sua edição “engasgada” por algum problema técnico.

Bonner, que além de âncora é editor-chefe do jornal, ficou visivelmente constrangido com o erro, mas manteve a serenidade característica. “A abertura do ‘Jornal Nacional’ foi totalmente prejudicada por um problema técnico, mas vamos continuar assim mesmo, sem as manchetes do dia”, disse. (Do AdNews).

Veja:

 

É preciso avaliar antes do PAC

Walmir Rosário

Agora, com o anúncio de que o chamado PAC do Cacau será implantado em maio próximo, com a presença do presidente da República, Lula da Silva, as autoridades precisam, com urgência, corrigir um erro histórico: realizar uma ampla avaliação técnico-científica do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira da Bahia, que se arrasta há anos e sem qualquer apreciação sobre os resultados produzidos até então.

Essa missão extrapola os muros da Ceplac – instituição a quem coube o mister de combater a doença –, devido ao seu grande envolvimento institucional, o que mascararia qualquer resultado. Mais que isso: sua estrutura funcional, cujo caráter corporativo é por demais conhecida, com certeza mascararia os resultados. Neste caso, a Ceplac participaria da comissão a ser criada como uma das entidades colegiadas.

A avaliação do programa não é um instrumento a ser usado contra a Ceplac, pelo contrário, se trata de uma prática corriqueira e necessária para a verificação dos projetos científicos e possíveis correções de rumos. E processos como esses são corriqueiros nas universidades do mundo inteiro e os exemplos nacionais podem ser vistos na Embrapa e demais instituições de pesquisa de todo o País.

Longe de desconhecer os avanços da pesquisa conseguidos pelos cientistas da Ceplac, é de importância fundamental manter viva “a galinha dos ovos de ouro” da economia cacaueira: o produtor de cacau. Afinal, o negócio cacau – ainda a principal matriz econômica do Sul da Bahia –, estará fadado a se tornar inviável caso os problemas de ordem genética e manejo não tenham solução definitiva.

E essa preocupação tem que estar na ordem do dia, haja vista os tropeços verificados ao longo do programa, iniciado pelo lançamento da variedade Theobahia. À época, a direção da Ceplac, de forma desajuizada para quem tem o dever de lidar com conhecimentos científicos, alardeou na imprensa nacional e internacional que teria solucionado – de forma definitiva – o mais grave problema da cacauicultura, a vassoura-de-bruxa.

A irresponsabilidade técnico-científica dos dirigentes da Ceplac, antes de propor a solução, agravou ainda mais as dificuldades dos cacauicultores. Ávidos para retomar a produção de suas roças, os agricultores atenderam ao chamamento da Ceplac, investindo na introdução da solução milagreira chamada Theobahia.

As variedades do Theobahia se mostram muito susceptíveis à doença conhecida como mal-do-facão, causada pelo fungo Ceratocysti fimbriata, que provoca obstrução de vasos, secamento de folhas e morte das plantas. Mais uma vez, a Ceplac reconhece o açodamento – não dos cientistas, mas e, sobretudo do dirigente que pretendia se perpetuar no cargo –, muda as recomendações e lança o Theobahia no rol dos endemonizados.

As recomendações milagreiras para combater o fungo Crinipellis perniciosa alcançaram as raias do ridículo, ganhando, inclusive, espaço na novela das oito da Rede Globo, Renascer, cuja história era oriunda do Sul da Bahia, também cenário das filmagens. Em seguida, vieram os japoneses com os Microorganismos eficazes (EM), que contou com a burlesca participação do diretor-geral da Ceplac, Joaquim Cardozo, que tomou a “porção mágica” para demonstrar à comunidade cacaueira que seria um medicamento inofensivo à saúde.

Como não conseguiu combater a vassoura-de-bruxa, o EM foi trocado pela urina de vaca, areia da praia e outras pajelanças sem cunho científico, claro. Uma nova tentativa da Ceplac – esta de cunho científico, pelo menos se espera – para barrar o avanço do fungo foi o rebaixamento drástico de copa e a aplicação maciça de fungicida. O resultado foi ainda mais drástico do que a ação do Crinipellis perniciosa.

De novo, o programa passa por mudança de foco e o bola da vez passa a ser a genética, com a introdução dos clones das séries TSHs, TSAs e os conhecidos VBs, materiais genéticos que causaram grande expectativa quanto à tolerância ao fungo quanto à alta produtividade. Entretanto, com o passar dos anos, a produtividade desses clones não ultrapassou as 20 @ por hectare e se tornaram os grandes vilões do endividamento.

A título de esclarecimento e para manter a fidelidade histórica, a implantação dos novos clones foi realizada de duas formas: com financiamento oriundo de recursos do Governo Federal, através do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira da Bahia, dividido em quatro etapas, e com recursos do próprio agricultor.

É dispensável relembrar que foram essas ações as verdadeiras responsáveis pela descapitalização dos cacauicultores, notadamente os que tomaram recursos junto às agências financeiras (bancos do Brasil, Nordeste e Baneb). Também é irrelevante dizer que os recursos somente eram liberados depois das fiscalizações (Banco do Brasil e Ceplac) comprovarem terem sido as práticas recomendadas no pacote tecnológico totalmente realizadas.

Ora, quem impõe condições também tem o dever de arcar com os riscos decorrentes do contrato. Ao fazer parte do programa, o cacauicultor se obrigava, sob pena de não receber os recursos, de atender aos requisitos do contrato, e assim foi feito. Só que, e principalmente, as recomendações técnicas das primeira e segunda etapas se mostravam inadequadas, ineficazes e ineficientes ao que se propunham.

Somente agora, com as ações judiciais impetradas pelos cacauicultores é que surge um novo alento, dissipando, provisoriamente, as ameaças de inclusão nos cadastros de restrição ao consumidor – Serasa, SPC e Cadin –, além das temidas ações de execução.

Voltando aos clones, o que antes se apresentava como salvação da lavoura, as plantas intercompatíveis, ineficientes na polinização em campo, vêm sendo trocadas pelas autocompatíveis, embora permaneçam as preocupações quanto às possíveis quebras de resistência ao fungo. Como o fungo é mutável, essa perspectiva é perfeitamente viável e não pode ser descartada pelos técnicos.

Com base nesses equívocos cometidos ao longo do tempo – volto a dizer que não por culpa dos técnicos –, é que volto a insistir na avaliação do programa desenvolvido, que deve ser encarada como prioridade por todos os segmentos envolvidos. Somente assim, todo o trabalho realizado pela Ceplac junto com outras instituições parceiras poderá ser respaldado no futuro, além de demonstrar que está hoje no caminho certo.

Apesar de escrever tanto sobre esse assunto, as opiniões aqui emitidas não são pessoais e sim fruto de observação do trabalho dos técnicos e da realidade em campo. Faço assim por entender que descapitalizado, o cacauicultor não agüentará por muito tempo, causando enormes prejuízos à economia regional e ao meio ambiente.

Antes de implantar o PAC do Cacau, os segmentos envolvidos, com mais responsabilidade creditada ao Governo Federal, devem se guiar pelas recomendações feitas pelo cientista de conceito internacional Basil Bartley em abril de 2002 que continuam atualíssimas. Aqui, vale a pena reproduzir uma pequena parte do relatório:

“…Devido à base genética estreita que possuem estes progenitores não se esperam grandes diferenças entre o clone selecionado quanto à resistência ao C. perniciosa ou a produtividade”.

E vai além: “Embora os híbridos descendentes dos clones SCA evidenciam alguma potencialidade de resistência à C. perniciosa, às experiências obtidas durante os 50 anos desde que tais híbridos foram desenvolvidos mostram que eles se apresentam vários defeitos ou características  indesejáveis para a sua cultura efetiva. Alguns destes “defeitos” são relacionados ao fato que os SCA possuem um sistema de incompatibilidade específica a esta variedade o que torna todas as descendentes dos híbridos auto-intercompatíveis. Devido deste, o atingimento do potencial produtivo depende da existência no campo de efetivo sistema de polinização”.

E fecha “Os clones recomendados pelo Cepec para a distribuição aos agricultores são os poucos que porventura se encontravam na coleção de germoplasma. Estes clones não necessariamente são os melhores destes tipos disponíveis, a maioria deles sendo deixados de cultivar-se nos países de origem. Falta uma avaliação adequada do seu comportamento sob condições de cultura em larga escala. Alguns deste clones foram incluídos em ensaios implantados em torno de 1990, mas os resultados destes ensaios não foram divulgados.”.

É melhor avaliar agora para não amargar os prejuízos irrecuperáveis do futuro.

 Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 26-04-2008.

De bem com a vida

Walmir Rosário

Não sei se continuo me indignando sempre que ouço e vejo as besteiras que costumeiramente comete ou se passo a levar o nosso presidente Lula na galhofa. Na minha modesta opinião, esta não seria uma medida acertada, posto que a educação que recebi em criança não permitia desrespeito aos mais velhos, especialmente às autoridades legalmente constituídas. Em vista disso, volta e meia me deparo com o dilema: levo o assunto na brincadeira ou passo uma carraspana na figura presidencial?

Mas não me acho no direito de agir assim por dois motivos: vou viver em constante estresse, com o risco de embarcar dessa para melhor (?), deixando os prazeres da terra para os que ficam, ou me tornar um crítico raivoso, daqueles que passam a ser vistos como oposicionistas chatos e sem credibilidade. Quero viver em paz comigo mesmo e ainda não carregar esse desprestigioso estigma.

Uma boa receita para isso é deixar de ver os noticiários da tevê, rádios, jornais, internet e o que é ainda pior: deixar de frequentar as rodas de amigos, principalmente nos botecos do Beco do Fuxico, notadamente do Alto Beco. Não que tenha qualquer restrição ao ABC da Noite, muito bem estrategicamente localizado no Baixo Beco, mas porque volta e meia sua autoridade maior, o Caboclo Alencar, cisma de deixar “órfãos” seus assíduos e fiéis clientes, por breves temporadas.

Não sei se poderei suportar essa mudança tão brusca quanto radical no meu cotidiano. Mas a verdade é que terei de me tornar leitor assíduo da revista Caras, me deleitar com as pseudas socialites frequentadoras da Ilha de Caras para uma sessão de fotos. Em seguida, poderei acompanhar com volúpia uma das muitas reportagens sobre culinária e outras futilidades que levam a grife Ana Maria Braga e Rede Globo. Agora, sim, terei as melhores manhãs do mundo.

Esse novo hábito me livrará da companhia nem sempre decente de apresentadores, repórteres e fuxiqueiros de mesa de bar, que passam os dias a fofocar, cometendo injúrias, difamações e inverdades sobre as ações dos nossos governantes. Todos os esforços empreendidos pelas suas excelências são vistas de soslaio, como uma ação nefasta, por suas mentes doentias.

À tarde, vou me deliciar com outros programas bem mais recomendáveis – ao meio-dia me escondi do rádio e tevê – aprendendo trabalhos manuais, orientações médicas, enquanto vou tricotando amenidades com os amigos por telefone. E assim vou me preparando para enfrentar os maus presságios da noite, quando todos fluídos ruins e as forças negativas se unem para tentar romper nossa carga energética positiva e desfazer todas as nossas convicções benéficas e construtivas.

À noite, algumas mentes mais tenebrosas me convidam para assistir ao Jornal Nacional, hoje numa fase bem mais próxima do povo, privilegiando o noticiário “da pesada”, começando com os crimes hediondos, passeando pela corrupção nos estados e aterrissando no solo fértil de Brasília. Resisto bravamente aos convites e continuo matutando o que fazer após deixar o boteco. Quais os canais que assistirei esta noite.

Em casa, já devidamente instalado no sofá, de posse do controle remoto, vou examinando os canais: encho-me de graças com os pastores da Igreja Universal; faço uma paradinha estratégica nos Teletubbies; relembro a infância com as peraltices de Tom e Jerry; até chegar num filme sobre a conquista do Oeste americano, onde os pioneiros, protegidos pelos soldados da 7ª Cavalaria, matam milhares de índios que atrasam o progresso e o projeto de desenvolvimento das autoridades.

Melhor do que isso não encontro na telinha. Por uma pequena distração causada pelo cansaço, meus dedos tocam os botões que me ligam com a Rede Globo e quase morro de susto: tomo ciência de que o presidente da Câmara Federal, Severino Cavalcanti, vai tomar café-da-manhã e almoçar com o presidente Lula. Por si só, isto já foi o bastante para perder o meu dia, pois soube pelo repórter, que o prato principal do encontro seria o famoso jeitinho brasileiro para blindar “os corruptos do governo” e deixá-los à solta pelo Planalto.
Vade Retro Satanás!

Alguns me chamam de saudosista, mas não me esqueço de programas educativos que nunca deveriam ter saído da televisão brasileira, como os memoráveis “Flávio Cavalcante”, “Almoço com as Estrelas”, “O Show é o Limite”, e para coroar minhas ufanistas lembranças… “Amaral Neto, o Repórter”. Isto sim, que é patriotismo!

Jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

Publicado no Jornal Agora em 21-05-2005

Jornal Nacional tem pior média mensal de ibope da história

Pior média dos últimos tempos

Segundo o colunista Ricardo Feltrin, o “Jornal Nacional”, que estreou em 1969, teve em setembro de 2012 seu pior ibope mensal desde a estreia da atração.

Os responsáveis pela queda, segundo Feltrin, são a novela infantil “Carrossel”, do SBT, e a propaganda eleitoral gratuita, que teve início no dia 21 de agosto. A atração apresentada por William Bonner já foi líder absoluto de audiência nos anos 70, 80 e 90.

Em meados de agosto, havíamos noticiado que o JN perdera cerca de 20% de sua audiência devido ao horário político. gratuito. À época, destacamos que a média do “JN” durante o período de janeiro a agosto foi de 30,4 pontos, mas com a mudança de faixa horária (passou a ser exibido às 20 horas), a média caiu para 24,3 pontos, de 21 de agosto ao dia 13 de setembro.

Vale lembrar que a atração infantil do SBT, que também foi adiada para dar espaço às propagandas políticas, não perdeu tanto público de janeiro a agosto (média passou de 13,5 para 12 pontos).

Redação Adnews

Formatura de Jornalismo da UFRB

Foto Maria Bethania

O deputado Jean Wyllys recebe do diretor da Formandu’s, Cláudio Rodrigues, o convite de formatura da turma

A formatura da turma de Jornalismo da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, turma 2011.2, realizada sexta-feira (11), no Campus da cidade histórica de Cachoeira, teve como patrono o deputado federal Jean Wyllys de Matos, eleito pelo PSOL do Rio de Janeiro, o deputado é um forte defensor de justiça social e a favor das liberdades civis. Jornalista por formação, o parlamentar em seu discurso disse que “o jornalista tem a responsabilidade de ser os olhos, ouvidos e voz da sociedade e que os novos 24 diplomados devem focar essa missão”.

Vencedor do reality show BBB 5, da Rede Globo, Jean elogiou a organização do cerimonial da solenidade e se disse emocionado com o convite da turma que teve como tema os 200 anos de imprensa no Brasil. Ambos de responsabilidade da empresa Formandu’s Eventos e Formaturas.

Carta de Adelindo Kfoury

CHAMBERLAIN, REDE GLOBO E LIXO ITABUNENSE…

Na década de 30, Arthur Neville Chamberlain era Primeiro-ministro da Inglaterra e como tal em
setembro de 1938 assinou acordo de não agressão mútua com o presidente da Alemanha Adolf Hitler, coisa que não agradou ao Rei George VI (para quem o ditador nazista não merecia confiança). Embora até as pedras sob o asfalto da Cinquentenário saibam que não sou político partidário, pretendia nas maltraçadas de hoje extravasar decepção em relação ao Senador Demóstenes Torres, que junto ao Senador Pedro Simon eram únicos depositários de minha confiança naquela “casa mal-assombrada” em que se transformou o Senado Federal – de glorioso passado. Até já puxava pelos combalidos neurônios do octogenário cérebro, buscando relembrar o fio da história que culminou na frase dirigida a Chamberlain pronunciada pelo seu próprio chefe de gabinete no dia que renunciou, 10 de maio de 1940: “o senhor esteve sentado aqui por tempo demais para qualquer bem que tenha feito. Afaste-se e que tudo se encerre agora. Em nome de Deus, saia!”

Uma aéro-reportagem da Rede Globo, levando aos quatro quantos do Brasil uma triste imagem de Itabuna, fez-me mudar da ideia, deixando de lado o comentário que faria sobre as minúcias das estripulia nas quais se meteu Chamberlain, inclusive quando na Conferência de Munique, concordou com a divisão da Checoslováquia e a anexação da Boêmia ao Terceiro Reich, acreditando na garantia dada pelo presidente germânico de jamais atacar o Reino Unido, chegando até dizer pela BBC de Londres “I believe it peace in our time” (“eu acredito que ele é a paz em nosso tempo!”).

Tenho orgulho ser um velho jornalista, oriundo daqueles heróicos tempos em que as matérias eram escritas em máquinas de escrever, transformadas em textos impressos utilizando-se as letras de chumbo derretido “catadas” uma-a-uma e amarradas com cordão, após o que agrupadas nas “bacias” de ferro para formar as páginas, logo encaixadas na máquina impressora movida a braço humano (só tempos depois utilizada força elétrica…). Posso garantir que nos últimos sessenta anos acompanhei todas as formas e evolução da profissão. Defendo incondicionalmente a liberdade de expressão, a criatividade das reportagens, as idéias dos editoriais. Nem de longe passa pela cabeça condenar a matéria feita pela Rede Globo focando a maneira criminosa e irresponsável como é tratado o lixo em Itabuna. É bem verdade que isso ocorre em milhares de cidades brasileiras, talvez até em escala mais absurda. Fomos “sorteados”, concordo. O que fico a questionar é porque essa emissora jamais nos dispensou a mesma evidência em relação a fatos dignos de pauta. Agora mesmo estamos às vésperas do centenário de Jorge Amado, filho de Itabuna e como já divulguei em trabalho de pesquisa pessoal para comprovação teve o nascimento registrado em cartórios nada menos que 3 vezes… A escritora Rachel de Queiroz, após casar-se veio morar em Itabuna, onde viveu cerca de dois anos… é cidade natal do Ministro Jorge Hage… aqui residiu o maior cacauicultor do mundo, Oscar Marinho Falcão … é berço de um dos grandes santeiros do Brasil, chamado Osmundo Teixeira… Miss Brasil, Olivia Rebouças aqui nasceu… enfim, pauta para reportagens positivas é o que não falta. Além do quê, somos a primeira gleba de terra emancipada da Capitania de São Jorge dos Ilhéos importante fonte de fatos contribuintes para a História do Brasil.

E para quem desejar conhecer episódios corroborantes de que o verdadeiro Coronel do Cacau foi antes de tudo um fundador de cidades, oferecemos a tal estudo a saga dos sergipanos que aqui aportaram, pobres e alguns até analfabetos, cujas vidas oferecem páginas de gloriosos feitos.

Quando certa vez quando assumi a direção da Sucursal Sul Bahia dos Diários Associados, minha primeira condição foi a divulgação de amplo noticiário regional através da suas emissoras de TV e jornais nordestinos. Cumpria pauta diária de notícias e periodicamente reportagens consistentes. E nunca me faltaram assuntos.

A Internet da Globo

Florisbal apresentou o projeto

Confortavelmente estruturada como TV, o desafio da Rede Globo agora é dominar o digital e entender a plataforma móvel, campo em que ela assume ainda estar “aprendendo”. Durante a apresentação da nova grade da emissora, nessa segunda-feira (5), em São Paulo, o diretor-geral Octávio Florisbal deu grande destaque aos planos multimídia do grupo para o próximo triênio.

“Estamos no meio do caminho”, diz Florisbal sobre a Rede Globo de Internet, projeto que ficará pronto até o final do ano com o objetivo de levar conteúdo Brasil adentro. Conforme avança a internet, 28 portais regionais terão o conceito de “hiperlocalismo” para ser a porta de entrada dos internautas que estão longe dos grandes centros. “Desenvolvemos bastante a internet dentro da Globo”, enfatiza o diretor que está de olho nos 4 mil municípios que terão banda larga até 2014.
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Na web, Facebook exibe mais propaganda que a Globo

Facebook ultrapassa as expectativas

A comScore lançou no Brasil o comScore Ad Metrix, serviço que oferece a anunciantes, agências e publishers informações detalhadas sobre onde os anúncios aparecem online, a composição demográfica do público alcançado, além das métricas tradicionais de publicidade, como alcance/frequência e audiência bruta.

Em dezembro de 2011, 62,9 bilhões de impressões foram visualizadas online no Brasil, alcançando 50,8 milhões de usuários da internet. O estudou revelou que oFacebook foi o veículo que publicou mais anúncios no mês, com 17,4% do total de impressões, enquanto a Netshoes foi o maior anunciante, com 2,5 bilhões de impressões.

O Facebook teve 11 bilhões de impressões (17,4% de participação no mercado), que alcançaram 33,1 milhões de pessoas online. A Globo ficou em segundo lugar, exibindo quase 8,9 bilhões de anúncios (14,1% de participação), seguida pelo UOL, com 7,7 bilhões de anúncios (12,2% de participação), e o Terra – Telefonica com 7,2 bilhões de impressões (11,4% de participação).

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FUNDACI PUBLICA NOTA SOBRE TESTE DE FIGURANTES



NOTA DE ESCLARECIMENTO

Diante das insinuações e declarações prestadas nas redes sociais, blogs e sites e da Nota publicada pela Rede Globo de Televisão, a Fundação Cultural de Ilhéus vem a público informar que:

1)    No dia 26.01.2012, não houve em nossa cidade nenhuma seleção ou testes para contratação de atores e atrizes para fazer parte da novela Gabriela, Cravo e Canela, sendo de nossa total concordância a declaração dada pela Emissora em Nota Oficial em seu site;

2)    A bem da verdade, o que houve foi que o Senhor Rosival Silva, produtor de pesquisa de campo, contratado pela empresa CIA Produção, fez um contato direto com a Assessoria da Fundação Cultural de Ilhéus, para realizar uma pesquisa de campo com imagens de possíveis figurantes em Ilhéus/BA;

3)    A referida CIA Produção, empresa do Rio de Janeiro que presta serviços na contratação de figurantes para a Rede Globo de Televisão, enviou dois prestadores de serviços para captarem imagens de possíveis figurantes, ou seja, pessoas que caracterizassem lavadeiras, trabalhadores rurais e peões que montassem cavalos, seguindo orientações do “briefing” ou ordem de serviço, passado pela Assistente de Direção da novela Gabriela, Cravo e Canela;

4)    Pensando na democratização e participação do maior número possível de artistas e aspirantes à figuração, a Assessoria da Fundação Cultural de Ilhéus criou gratuitamente um banner eletrônico que circulou nas redes sociais, concedeu entrevistas em emissoras locais, conseguindo mobilizar exatas 1.096 pessoas inscritas e não os números astronômicos veiculados anteriormente pela mídia;

5)    É de fundamental importância mencionar que, além de não ter havido nenhuma seleção, não houve qualquer cobrança de taxa. Todos os inscritos, assim como todos os colaboradores da Fundação Cultural de Ilhéus, que prestaram serviços na referida pesquisa de campo e coleta de imagens, trabalharam voluntariamente; inclusive, a título de apoio também não houve nenhuma cobrança de taxa pela utilização das instalações do Teatro Municipal de Ilhéus;

6)    Declarações, notas ou informações pessoais de funcionários ou parceiros da Fundação Cultural de Ilhéus, são de responsabilidade dos próprios autores, não caracterizando a opinião oficial da nossa Instituição Cultural;

7)    Informamos que a Fundação Cultural de Ilhéus já entrou em contato com o produtor Rosival Silva para que o mesmo retorne o mais breve possível à cidade de Ilhéus, para prestar os devidos esclarecimentos; e também nos colocamos à disposição, principalmente nesta segunda feira (06.02), em horário comercial, para atendimento a todos os interessados, inclusive aqueles que queiram retirar o nome da lista de pesquisa de campo;

8)    É triste constatar que depois de tantos esforços da Presidência da Fundação Cultural de Ilhéus, trabalhando em prol da regravação de uma novela que recolocará Ilhéus no cenário nacional e internacional, tenha ocorrido o referido fato, que repercutiu de forma negativa em uma cidade que caminha para ser referência no Turismo Cultural do Brasil;

9)    Por fim, registramos as nossas desculpas por possíveis transtornos causados e reafirmamos, através da extensa folha de bons serviços prestados à população, o profissionalismo, transparência e honradez da equipe da Fundação Cultural de Ilhéus.

Maurício Corso

Presidente da Fundação Cultural de Ilhéus

Para os que não gostam: Saiba como bloquear o “BBB” nas redes sociais

A estreia do “Big Brother Brasil” 12, na última terça-feira, 10, não foi ruim em termos de audiência, marcando média de 34 pontos na Grande São Paulo – um a menos que em 2011. No entanto, surge um movimento na internet para tentar boicotar o programa, que vira tema corrente nas conversas da rede.

O programador Luís Coimbra anteviu problemas que os anti-reality enfrentarão durante os três meses da atração e criou para o navegador Google Chrome a extensão “No BBB“, que bloqueia todo conteúdo relacionado ao programa.

A aplicação atua no Facebook e Twitter, fazendo com que textos publicados pelos contatos contendo palavras como “BBB” e “Big Brother” sejam travados. Um aviso diz: “Conteúdo bloqueado por conter texto relacionado ao BBB, se quiser ver clique aqui.”

Na média

Os 34 pontos conquistados pela estreia do programa deixaram a Globo bem distante da Record, cuja audiência foi três vezes menor.

A melhor estreia foi a do BBB 1: 49 pontos. E a pior ficou com a edição seguinte: 29 pontos. Na região da Grande São Paulo, cada ponto equivale a 58 mil domicílios.

Com informações de Lauro Jardim, da Veja.

Redação Adnews

Globo tem recorde negativo na audiência

Audiência X faturameto (gráfico Folha de São Paulo)

Redação Adnews

Nunca a Globo registrou uma audiência tão baixa quanto a de 2011. Ao mesmo tempo, o faturamento da emissora não para de subir. A disparidade, segundo pessoas do mercado ouvidas pela Folha de S.Paulo, é culpa das próprias agências de publicidade, que se dispõem a aceitar práticas como o BV (bonificação por volume).

Ricardo Feltrin informa que a Globo fechou o ano passado com média diária de 16,3 pontos no Ibope da Grade São Paulo, onde cada um equivale a 58 mil domicílios. É a menor audiência da líder desde que o Brasil passou a contar com a aferição do instituto, tendo caído 1,2% em relação a 2010 (16,5 pontos), que já havia sido o pior.

Já segundo o Painel Nacional de Televisão, a emissora teve, até novembro, média de 17,8 pontos – neste caso, cada ponto equivale a 185 mil domicílios. Em 2007 o canal registrou 20,3 pontos. A diferença está no faturamento: há cinco anos, a receita foi de R$ 6,7 bilhões; a de 2011 deve chegar aos R$ 11 bilhões.

Ao reconhecer a queda de audiência, a Globo disse à Folha que “outros aparelhos”, como DVD e videogame, ficaram com os pontos perdidos. E que o faturamento anual deve saltar 9%, sendo que a publicidade responde por 70%. “Estamos comemorando que a TV aberta terá a maior participação no bolo publicitário dos últimos anos, 63%.” Ou seja: cai a audiência, sobem os valores.

Segundo a Globo, o brasileiro agora passa mais tempo em frente à TV e possui mais aparelhos em casa, por isso o canal “está cada vez mais forte na preferência dos brasileiros e também do mercado publicitário”. Além disso, as “vendas e de imagem e prestígio” seriam atributos importantes na casa.

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Páginas: 1 2 Próximas
Rio do Engenho, cachaça de Ilhéus para o mundo
 
Atualmente, a Rio do Engenho produz cinco variedades de cachaça. A prata, mais rústica, sem ser envelhecida, descansada em alambiques de aço inox por seis meses e um forte sabor de cana; a Rio de Engenho Black; a Ouro e a Acqua Benta, envelhecidas por dois anos; e a Reserva, tipo especial, envelhecida por três anos.
 
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Projetos culturais da Bahia ganham R$ 14 milhões
A Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult) divulgou o resultado da seleção pública de projetos de Demanda Espontânea. O número de projetos inscritos e a qualidade das propostas apresentadas levaram a Secult a buscar um aumento no valor dos recursos, de forma a contemplar um número maior de projetos nessa seleção.
 
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Alto Beco do Fuxico festeja seus 30 anos
 
Saudosismo, amizade, cachaça da boa, cerveja bem gelada, mocofato preparado por Danilo, música de todos os gêneros e para atender todos os gostos. Esse foi o combustível que moveu membros da Confraria do Alto Beco do Fuxico, os acadêmicos da Academia de Letras, Artes, Música, Birita, Inutilidades, Quimeras, Utopia e Etc. (Alambique), além de outros frequentadores do Alto Beco do Fuxico.
 
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